Recentemente acompanhamos a novela GABRIELA, reeditada em grande estilo pela Rede Globo, onde, entre outras coisas, retratava a forma truculenta e intolerante dos coronéis do início do século XX. A comissão da verdade, instalada oficialmente em 16 de maio de 2012, comissão essa, que tem por finalidade investigar a violação dos DIREITOS HUMANOS ocorridas no período correspondente de 1946 à 1988 em nosso País, cometidos por agentes do Estado.
Como podemos observar, apesar das muitas distorções, o Brasil, na área dos direitos humanos e da liberdade de expressão, aos poucos está avançando. Nossa cidade é, reconhecidamente, um dos importantes “berços” de luta na história do Brasil. Batalhas das Tabocas, Guerra dos Mascates, Guerra do Paraguai, as famosas Ligas Camponesas e etc…
Muito bem, falo tudo isso para dizer que os tempos da DITADURA, do CHICOTE o do CABO da PISTOLA dos coronéis já passou.
Pois bem, neste momento narrarei o fato de VIOLÊNCIA ocorrido nas dependências do Cemitério São Sebastião em nossa cidade, no dia de FINADOS, contra minha pessoa, protagonizados pelos funcionários municipais senhora Carmem Lúcia e senhor, que não sei o nome, que se disse administrador do referido cemitério.
Vamos aos fatos:
Após visitar os túmulos dos meus antepassados, por volta das 16h40, estava deixando o local pelo principal acesso do cemitério, quando resolvi registrar uma fotografia:

Nesse momento, fui abordado, de maneira repentinamente e falando em voz alta, por um senhor (que disse ser administrador do Cemitério) dizendo:
“- Qual é o problema? Foi só uma água que escorreu, sou o administrador do cemitério….. Já administrei uma usina que dirá um cemitério.”
Neste momento olhei para ele, para gravar bem sua feição, não lhe dirigi uma só palavra e continuei a minha caminhada em direção a saída. Foi quando a senhora Carmem Lúcia, acompanhada de outras pessoas, agrediu-me com palavras (não as reproduzirei por motivos óbvios) em elevado volume de voz, chamando a atenção das pessoas que por ali passava. Continuei minha caminhada, na mesma direção, sem dar uma só palavra, nem ao menos olhar para trás.
Ainda está “fresquinha” na cabeça dos vitorienses as imagens exibidas no Guia Eleitoral gratuito televisivo, da coligação do Prefeito Elias Lira, onde o mesmo acusava o seu opositor, entre outras coisas, de VIOLENTO e BADERNEIRO.
Ora! No referido acontecimento acho que se tivesse falado uma palavra teria sofrido agressão física.
Gostaria de dizer, que não mudarei um “centímetro” da minha conduta em relação às postagens do meu blog pessoal. Em momento algum, utilizei-me de inverdades ou agressões na direção de quem quer que seja. Estamos vivendo em ambiente democrático onde as opiniões contrárias tem que ser respeitadas e não aceitarei, em minha própria cidade, patrulhamento e perseguição de grupos políticos ou de quem quer que seja.
Portanto, trago esses esclarecimentos “à luz do dia”, para que toda sociedade saiba exatamente o tipo de ônus que estou pagando simplesmente por exercer, em nosso blog, cidadania e promover a nossa cidade. Quero também aproveitar a oportunidade para dizer ao prefeito Elias Lira, chefe do grupo, que caso a orientação de agressão contra minha pessoa não tenha partido de sua pessoa, procure tomar alguma atitude, em relação aos seus subordinados e assessores, pois não irei aceitar nenhum tipo de agressão ao meu trabalho, muito menos a minha integridade física e moral. Afinal, respeitar a constituição é um dever de todos.
































