Deputado Aglailson Júnior: “CRISE DE LUCIDEZ”

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FOTO: ALEPE

Matéria postada hoje (18) no  blog de Inaldo de Sampaio:

Doação – Aglailson Júnior (PSB) pediu ao Ministério Público para apurar a doação de um terreno de 26 hectares, pela prefeitura de Vitória de Santo Antão, a uma empresa privada que nele nada construiu até agora, desrespeitando o que está escrito no contrato. O deputado faz oposição ao prefeito Elias Lira (PSD), que bateu o PSB no município nas duas últimas eleições.

Muito bem, independente do motivo, ou dos motivos não revelados na matéria do Blog de Inaldo, que levaram o deputado Aglailson Júnior a sair da inércia parlamentar para tomar alguma atitude na questão da “farra” das doações dos terrenos públicos, ocorridas em nossa cidade, gostaria de dizer que parece ter sido uma atitude acertada.

Como complemento desta medida, já que o deputado, aparentemente, foi acometido de uma “crise de lucidez”, deveria articular seus aliados na Câmara de Vereadores da Vitória para convocar à casa, para dar as devidas explicações, sobre esta e outras doações, o todo poderoso Secretário e “gerentão” do Governo Elias Lira, o Barbosa.

A Câmara da Vitória, ainda continua de “joelhos”, em relação ao Poder Executivo, visto que, mesmo depois de várias convocações oficiais pela mesa da casa, não deram o “ar” da graça no plenário nem a Secretária de Saúde, e sobrinha do prefeito, Veraluci Lira nem muito menos o “intocável” Barbosa. Fica a pergunta então: a Câmara faz alguma coisa que desagrade o prefeito Elias Lira?

Prof. Pedro Ferrer parabeniza o internauta Rogério Albuquerque.

Comentário postado na matéria “Internauta Rogério Albuquerque comenta matéria do Blog“.

Parabéns senhor Rogério.
Não te conheço ou pelo menos não me lembro de ter te conhecido. Mas isto não importa. Importa isto sim, que há pessoas inteligentes em Santo Antão, preocupadas com o desenvolvimento econômico, com a segurança do centro e por que não com a humanização da cidade? Tu te esquecestes de um ponto: temos uma promotora que prometeu dá um jeito nesta bagunça. Ela é nossa única esperança.

Pedro Ferrer

“E o Ministério Público? Vai ficar só no discurso?” – questiona internauta Thiago Neto

Comentário postado na matéria “Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada.“.

E o Ministério Público? Vai ficar só no discurso?

Esse espaço deveria ser revitalizado, feitas instalações adequadas, assim como a construção de outros prédios, todos interligados, a exemplo do que acontece entre o HOSPITAL ESPERANÇA E O HOPE, ou seja, ligados por passarelas. No entorno dos prédios ficara espaço para estacionamento, pedestres e calçadas.
Tal medida não afetaria o comercio local, muito pelo contrário, fortaleceria nosso comercio. Paralelo a isso seria revitalizado os espaços públicos para as feiras nos respectivos bairros. Desta forma, o centro não se resumiria a AV. MARIANA AMÁLIDA e adjacências.
MAS, CONTUDO, PORÉM, TODAVIA…ACREDITO QUE ISSO NUNCA IRA ACONTECER…É SO UM SONHO…

I HAVE DREAM…

Thiago Neto

Internauta comenta sobre matéria referente a Feira

Comentário postado na matéria “Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada.“.

Pilako,

Tenho acompanhado com interesse as matérias inerentes ao Mercado de Farinha e, como também, as que tangem a outros monumentos públicos da Vitória.
Sugiro, então, que a sociedade civil organizada, através de uma instituição qualquer, porque não a OAB local ou outra instituição, não aciona o MPPE?

Não seria uma atitude necessária e mais coerente com a atual situação?

Atenciosamente,

SJ – Tonny

Internauta Carla Priscila comenta sobre ocupação de calçadas por barracas

Comentário postado na matéria “Aqui a lei só funciona para vendedor de macaxeira.“.

É um absurdo o que está acontecendo nas causadas no nosso Município, barracas (Ex: Enfrente a Escola Dias Cardoso e João Cleofas); outro exemplo gritante é a rampa existente enfrente a Auto Escola na rua Valois Correia, ela só tem um lado, tire uma foto dela meu amigo Pilako e veja o absurdo; Varias Residências acham que a causada faz parte da continuidade da rampa da sua garagem….isto é uma vergonha! Fico indignada porque tenho vários amigos e amigas cadeirantes e também cegos que passam o pão que o diabo amassou quando precisam usar as nossas causadas. Como resolver isso meu amigo Pilako?

Carla Priscila

Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada.

Como já falamos anteriormente nossa cidade, Vitória de santo Antão, tinha na sua feira livre uma verdadeira locomotiva econômica. Os comerciantes do início do século 20, mais precisamente na primeira década, cobravam aos governantes melhorias nas condições de trabalho.

Em 1912, por imperiosa necessidade, o Prefeito Eurico Valois, resolveu tomar empréstimo ao Governo do Estado para construir um lugar adequado para os feirantes e comerciantes da cidade.

Alguns prédios foram derrubados para surgir, em seu lugar, a construção do Mercado de Cereais, hoje, conhecido como antigo Mercado de Farinha, que de maneira provisória, foi inaugurado em 16 de agosto de 1913.

MERCADO DE FARINHA – FOTO: LIVRO HISTÓRIA DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO.

José Aragão

O Prefeito Miguel Lagos deu continuidade a importante obra fazendo-lhe a bela fachada. O Prefeito José Aragão, em 1943, concluiu a obra lhe aplicando uma nova cobertura e a formosura no acabamento existentes até hoje.

Em 1978, como já falamos anteriormente, o prefeito da época, Ivo Queiroz, teve a cruel iniciativa de ceder por “preço irrisório” à empresa de Supermercados BALAIO, as instalações do prédio histórico. De maneira irregular ainda “doou” os espaços públicos no entorno do mercado dizendo na época, em entrevista à um jornal local a seguinte frase:

“Praça dará lugar a Shopping Popular. Os bancos de madeiras serão substituídos por compartimentos de ALVENARIA”.

Pois bem, no final da década de 1980, mais precisamente em 1987, o histórico prédio do mercado voltou para as “mãos” da municipalidade, naquela ocasião, sob o comando do Prefeito Elias Lira.

Elias, de maneira unilateral, como bem refletem as ações inerentes à sua pessoa, não atendeu aos apelos da sociedade na época que lhe pediram que no histórico prédio surgisse um ambiente sócio-cultural. Elias, acabou dando outro destino, destino este, que levou a sua completa degradação.

Hoje, o que observamos no secular prédio do Mercado de Farinha, que completou seu centenário no últimos mês de agosto, é uma verdadeira ESCULHAMBAÇÃO, DETERIORIZAÇÃO. Como podemos observar, o que foi construído, pelos gestores do passado, com respeito ao dinheiro público, com devoção aos valores éticos e aos princípios da administração pública, foram destruídos pelos gestores do presente de maneira mesquinha, desrespeitosa e totalmente eleitoreira em benefícios próprio.

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Portanto, amanhã faremos a quinta e última matéria realçando, desta feita, a situação do Cibrazém e das dificuldades de mobilidade na feira livre da Vitória.

Leia também os outros posts desta série de artigos:
Parte 01 – Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada. – 14 de Outubro de 2013.
Parte 02 – Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada. – 15 de Outubro de 2013.
Parte 03 – Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada. – 16 de Outubro de 2013.

Elias Lira: prefeito que mais abandonou praça na história.

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Na manhã de hoje (17) nossas lentes registraram, mais uma vez, o estado de abandono em que se encontra o tanque ornamental da Praça 3 de Agosto, também popularmente conhecida como Praça do Jacaré, localizada no bairro do Livramento.

O prefeito Elias Lira entra para a história da cidade, como o gestor que mais ABANDONOU PRAÇAS NA CIDADE. Nossa cidade hoje, conta apenas com três praças dignas de receber munícipes e turistas.

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Aqui a lei só funciona para vendedor de macaxeira.

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Mesmo o prefeito Elias Lira estando há  praticamente cinco anos no poder, juntamente com familiares e secretários, observamos que os serviços básicos da “nova” gestão do Governo de Todos não são aplicados da maneira correta, e muito menos, de forma contínua.

Após as eleições, onde o prefeito foi reeleito, o mesmo fez uma “limpa” parcial nas calçadas do centro comercial, digo parcial, até porque, barraca é o que não falta por cima das calçadas no nosso centro comercial atrapalhando diariamente o ir e vir das pessoas.

Pois bem, na tarde de ontem (16), por volta das 15h30, observei um pessoal executando serviço de reparo na fachada da Loja Tropical, localizada na Rua Senador João Cleofas de Oliveira. Para realização do tal reparo, se fez necessário à armação de andaime na calçada da loja, de maneira tal, que toda calçada foi tomada.

Vale a pena ressaltar que as calçadas desta rua, principalmente a do lado onde se encontra a Loja Tropical, é um dos passeios públicos mais movimentados da cidade.

Observei também, na minha passagem pelo comércio por duas vezes na tarde de ontem, que nenhum agente da Prefeitura apareceu para disciplinar ou até coibir tal abuso. Ora, não se pode criar na cidade duas leis… o popular: dois pesos e duas medidas para a questão das calçadas: onde estavam os agentes para “chegar junto” e mandar tirar… ou será que a Prefeitura só tem “moral” para vendedor de macaxeira?

E o que é pior, observei também que pessoas idosas, com deficiência de locomoção, foram obrigadas a dividir a rua com carros e motos, simplesmente porque a LOJA TROPICAL resolveu, em horário comercial, reparar sua fachada, como se aqui fosse uma terra de ninguém, onde não existe regras ou Leis.

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OU SERÁ QUE AQUI A  LEI SÓ FUNCIONA   PARA VENDEDOR DE MACAXEIRA?

 

 

Internauta Cristianne Lima envia fotos de um protesto realizado pelos moradores do bairro de Santana

Recebemos na tarde de ontem (16) da internauta Cristianne Lima, dois registros fotográficos contendo o seguinte comentário:

“Moradores do bairro de Santana cobram solução. Aconteceu no início dessa manhã, mais um protesto dos moradores da comunidade que querem uma solução naquela área.” – nos relatou a internauta Cristianne Lima. A internauta também enviou duas fotos do ocorrido, confira:

Prof. Sosígenes Bittencourt interage com Prof. Pedro Ferrer.

Comentário postado na matéria “Prof. Pedro Ferrer comenta série de matérias do Blog“.

Realmente. Vitória precisa, urgentemente, de uma safena administrativa para desobstruir o coração da cidade. Senão, caminhando para a velhice, eu começei a arremedar a sentença latina: Vitória ingrata, non possidebis ossa mea (Vitória ingrata, não possuirás os meus ossos).

Sosígenes Bittencourt

Prof. Pedro Ferrer comenta série de matérias do Blog

Comentário postado na matéria “Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada.“.

Pilako. Bom dia.
Hoje não estou muito inspirado para escrever. Hoje quero amar. Velho ama.
Mas vamos lá com minhas besteiras. Aqui só vale o que dá voto, Mané Besta. Mané não, Pedro, Pedro Besta. Vou plagiar o falecido Vinicius de Morais: “veja que coisa mais linda”. A 13 de Maio continua linda, alô, alô, praça da Bandeira . Alô, alô, Benito de Paula. Deixemos estas m….. como estão.
Analise os detalhes da segunda foto do açougue. Que zorra meu irmão. Parece um “penteio” de cu de macaco. É deslumbrante. O nativismo jorra pelas paredes e se evapora pelos telhados. Santo Cristo do Ipojuca abençoai nossos gestores. Por onde corre a sensibilidade destes indivíduos? Quanto ao bourgomestre Pilako já deu seu nefasto diagnóstico: “incapacidade no entendimento das coisas da cultura e da história”. Não penso como o Pilako, o prefeito tem um filho preparado, sensível, jovem e que com certeza tem sensibilidade e reconhece a importância das artes e da cultura em geral. Por que o filhote não sopra nas oiças do pai? Vai lá nêgo, sugere ao véio, sacodir e sanear esta b…. de centro que estamos deslumbrando nas fotos do blog. Restam-me poucos dias de vida. Será que não terei a alegria de ver nosso centro recuperado? Aliás por onde anda a doutora promotora que não ver estes descalabros cometidos contra a segurança, contra a saúde, contra a higiene, contra, contra e contra o povo? Minha fé, minha esperança continuam depositadas na doutora promotora. Ela prometeu, ela promete, ela é promotora, ela providenciará…

Pedro Ferrer

Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada.

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Dando continuidade à nossa série de matérias cujo título é: Vitória: políticos descompromissados, cidade esculhambada, onde estamos fazendo uma viagem no tempo, para conhecer um pouco mais da história comercial da nossa cidade, hoje falaremos do Açougue da Carne.

Segundo os livros que contam a história dos nossos antepassados, escritos pelo Mestre Aragão, após a construção da cadeia pública, a Câmara se voltou para a construção do Açougue, já que os problemas com comércio da carne verde, mesmo naquele tempo, já existiam.

Nos primeiros meses de 1854, os estudos foram realizados para viabilizar o empreendimento. Em 15 de maio, o plano de obra foi remetido à sede do Governo Provincial. Em 22 de março de 1855 a Câmara recebia o orçamento da obra: (4.500$000) quatro mil e quinhentos réis. Arrematou a construção da Açougue, por 4.499$000, o senhor Felipe Cavalcanti de Albuquerque. A pedra fundamental foi lançada em 19 de novembro do mesmo ano. Por ocasião da terrível epidemia de Cólera, ocorrida na nossa cidade no ano de 1856, a obra foi paralisada.

Depois de muitas idas e vindas, finalmente, no dia 11 de novembro de 1865, era, solenemente inaugurado,  o Açougue da Carne da Vitória. Recebia o velho açougue, no  ano dos seu centenário, 1965, um novo piso e revestimento interno.

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De 1965 para cá, muita coisa mudou. O comércio da carne verde na cidade da Vitória, sofreu,  assim como na maioria dos outros lugares, muitas alterações.

Hoje, até o matadouro público da cidade encontra-se lacrado pelos órgãos estaduais de fiscalização. Por incrível que possa parecer, os vitorienses, da metade do século passado, consumiam carne com mais procedência do que às comercializadas hoje em dia,  na feira livre da Vitória.

Portanto, o empreendimento, que ainda na metade do século 19, foi uma referência em higiene para os padrões da época, hoje está destruído e abandonado pelo poder público, não só desta gestão como  também, das que passaram nas últimas três décadas.

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Foto: Blog Conexão Vitoria de Santo Antão

Atualmente, o valor deste verdadeiro patrimônio cultural e histórico da Vitória, vem sendo negligenciado pelos nossos gestores. É bem verdade, que não podemos esperar muita coisa do atual prefeito, dada, a sua incapacidade no entendimento para as coisas relacionadas à história e à cultura. Já para o Secretário de Cultura da cidade, Paulo Roberto, que vez por outra, estufa o peito para falar do tal sentimento nativista que repousa no seu ser, deveria se pronunciar: ou será que este tal sentimento nativista é  só da boca pra fora?

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Leia também os outros posts desta série de artigos:
Parte 01 – Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada. – 14 de Outubro de 2013.
Parte 02 – Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada. – 15 de Outubro de 2013.

Internauta Rogério Albuquerque comenta matéria do Blog

Comentário postado na matéria “Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada.“.

Infelizmente a matéria mostra a realidade que acontece em nossa cidade. Vitória de Santo Antão, considerada uma das cidades polo do interior de Pernambuco, continua com um centro totalmente sucateado. Recentemente falei com um lojista dessa área que me confidenciou da preocupação dele com essa situação, inclusive havia sido alertado por uma equipe do corpo de bombeiros dos riscos que todos ali corriam no caso de incêndio ou em outras emergências. Comentou também do receio de vários lojistas, com a inauguração do shopping, com o enfraquecimento do comércio no centro. Pois como não há local para estacionamento, acesso livre, além dos riscos, existe a probabilidade de muitos consumidores migrarem suas compras para o shopping pela infraestrutura e segurança oferecidas. Há pouco tempo, a cidade de Abreu e Lima inaugurou um novo centro de compras (às margens da BR 101 norte) com local adequado para a feira, área de alimentação e estacionamento com 400 vagas. Nossa cidade poderia seguir esse exemplo e ampliar o centro comercial para a nova BR 232, revitalizar os mercados públicos e outras medidas. Mas é necessário que a atual gestão municipal viabilize esse projeto e atue concretamente para mudar essa triste situação.

Rogério Albuquerque

Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada.

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Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, desde  os tempos em que se chamava Cidade de Braga, já demonstrava vocação comercial. Foi, aliás, entre outras coisas, a força do seu comércio e da sua importância regional que fez a família imperial, em 1859, fazê-la o “centro do Brasil Império” por três dias (18, 19 e 20 de novembro), por ocasião da sua estada em nosso torrão.

Muito bem, se bem observarmos o formato das nossas ruas centrais, encontraremos ruas sinuosas e tortas, algumas delas, por conta do curso do antigo Riacho do Roncador, que dividia a cidade ao meio, seu curso, antes, se encontrava onde hoje existe a Avenida Mariana Amália.

A famosa LAGOA DO BARRO, hoje, Praça Duque de Caxias, era, na verdade, o ponto de encontro, da chegada e da partida, de todos aqueles que por aqui queriam negociar seus produtos. Se observamos bem o traçado das ruas (sinuosos), no sentido Matriz/Centro, que desembocam na Duque, foram os caminhos percorridos, pelos nossos antepassados montados em seus transportes com tração animal.

Isto posto, gostaria de chamar à atenção dos nossos internautas para a história e a importância do nosso centro comercial na construção da nossa cidade. A feira da Vitória já foi  uma das maiores referências comerciais do nordeste. Vir à Vitória e não conhecer sua feira, seria a mesma coisa que viajar à Paris e não conhecer a Torre Eiffel.

Pois bem, o tempo passou e sem nenhuma justificativa plausível, em 1978 o histórico prédio do Mercado de Farinha foi alugado por “quantia irrisória”, pelo então prefeito, Dr Ivo Queiroz, para uma empresa do ramo de supermercado, chamada “BALAIO”.

Este acontecimento, sem sombra de duvidas, foi o “ponto de partida” para a degradação e favelização do nosso centro comercial, como bem diz uma matéria replicada no livro recém lançado que conta a história da nossa cidade.

Dr. Ivo bateu o martelo: “Praça dará lugar a Shopping Popular. Os bancos de madeiras serão substituídos por compartimentos de ALVENARIA”.

Hoje, 35 anos depois desta infeliz e cruel decisão governamental, levando em consideração apenas o viés político eleitoral, Vitória de Santo Antão amarga o maior problema urbanístico da sua história.

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praca-13-de-maio-invasoes (15)_10-04-2012praca-13-de-maio-invasoes (8)_10-04-2012Leia a primeira parte desta série de artigos:
Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada. – 14 de Outubro de 2013.

Só em Vitória: carro de som anuncia programação de TV.

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Parece brincadeira, mas não é. Hoje (15) pela manhã, ao caminhar pelo centro da cidade avistei e ouvi vários carros de som, até aí nenhuma novidade. Novidade mesmo, ficou por conta, do conteúdo da propaganda de um deles que, festivamente anunciava:

“ alô pessoal…..amanhã ligue na  TV  Vitória no Programa O POVO NA TV”

“amanhã  à tarde, uma e meia ligue a TV, para ver Priscila da MUSA DO CALYPSO”

“ alô fulano da loja tal, alô cicrano e alô beltrano, amanhã tem MUSA DO CALYPSO NO PROGRAMA O POVO NA TV”.

Pois bem, como dizem os entendidos da comunicação, todo produto tem seu ciclo. Eu nunca ouvi falar, que em algum lugar do mundo, uma emissora de televisão se utilize de um carro de som para anunciar alguma coisa da sua programação.

Ora, não precisa ser nenhum expert no assunto, para entender, de cara, que a audiência da TV está ruim das pernas, certamente, com esse tipo de procedimento deve estar amargando os seus piores índices de audiência da sua história…

Portanto, por solidariedade a situação em que se encontra a audiência da TV Vitória, nós, do BLOG DO PILAKO, vamos dar uma forcinha anunciando também:

“AMANHÃ, AS 13:30, LIGUE A TV VITÓRIA NO PROGRAMA O POVO NA TV PARA VER A MUSA DO CALYPSO….”

Professor Pedro Ferrer acredita na Promotora de Justiça

Comentário postado na matéria “Vitória: Políticos descompromissados, cidade esculhambada.“.

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Velho sonha e eu continuo sonhando. Nossos gestores não tem sensibilidade e pensam inversamente a nós pobres mortais. Repito Pilako, lembra-se: “de que vale uma rede armada com tantos sonhos perdidos”. Aliás, por onde anda a promotora que disse que ia retirar a feira? A doutora recuou? Continuo confiando nela, só que entrou num mutismo…….. Por que a imprensa blogista, silenciou? Dias atrás só se falava em retirar a feira , limpar a 13 de Maio, humanizar a Bandeira e agora? Tudo não passa de retórica, blá…blá…blá, poesia, frases feitas, construções literárias bonitas e a cidade se acabando…

Pedro Ferrer