
Rua Travessa da Rua do Dique – ano não registrado.


Rua Travessa da Rua do Dique – ano não registrado.

O ano eleitoral, para o eleitor comum, ainda permanece distante da ordem do dia. Para os ativistas do WhatsApp, defensores do “mito” e filhos do “pai dos pobres”, as postagem continuam se intensificando e perturbando o ambiente, nas redes. Aliás, essas figuras deveriam procurar realizar um tratamento, no sentido do livramento dessa praga, desse encosto, dessa verdadeira doença chamada “fanatismo político”.
Já para os políticos, assessores e pessoas que gravitam nessa órbita a eleição de 2026 já começou faz tempo. Articulações, negociações e acordos estão sendo desenhados e ativados todos os dias.
No conjunto das decisões mais importantes, podemos dizer que chegou o momento da primeira, ou seja: escolher o partido ou federação pelo qual se postulará ao cargo desejado. Agora, entre março e abril (05/03 a 03/04), abrir-se-á a chamada “Janela Partidária” – mecanismo legal, em que o político poderá mudar de sigla sem o risco de perder o mandato.
Do universo antonense, das postulações com domicilio eleitoral na terra de João Cleófas, se levando em consideração o que circula na grande imprensa e em conversas informais, apenas o deputado Henrique Queiroz Filho não mudará de partido, visando o pleito de 2026. Não por ser diferente dos demais, apenas por está confortável, partidariamente, neste momento.
Os demais, com previsão de “mexer” no caldeirão político local e estadual, deverão se abrigar em outras siglas partidárias.
Aliás, para ficarmos apenas no “mundo da Vitória de Santo Antão”, especula-se que políticos, antes, vinculado ao número “40” (PSB) pulem para o número “55” (PSD). E quem, outrora, chamava de “mundiça do 40”, doravante, passe a exalta-lo (0 número 40) com unhas e dentes.
Para concluir esse pequeno “aperitivo” político, do que poderá acontecer até o fechamento da “Janela Partidária”, nesse ano (2026) eleitoral em curso, poderíamos acrescentar que para os políticos a regra mais usada é da conveniência, ou seja: para se salvar deve-se seguir com Deus ou Diabo, o que melhor conduzir ao objetivo final.
Aperta a tecla, e confirma….


Comamos e bebamos, que esta vida é breve, e outra igual, talvez, não haja mais, o vinho é amargo, mas tem gosto da vida!
Vive la bière, vive le vin!
(Viva a cerveja! Viva o vinho!)
Sosígenes Bittencourt

Cremosidade tropical no rolê? Temos.
A Pitú Batidinha de coco tá muito pronta pra você, pituzeiro.
Vem na batida.


🎉 Edição especial celebrando os 400 anos de fundação da Vitória de Santo Antão! 🎉
🏃♂️✨ 5ª Corrida da Vitória – 26 de abril de 2026 ✨🏃♀️
Corrida 7km – Caminhada 3km
Concentração às 5h – Largada às 6h
🏆 PREMIAÇÕES
Troféu do 1º ao 5º colocado – masculino e feminino.
Categorias:
* Geral
* Local
* Faixa Etária:
– Até 39 anos
– 40 a 49 anos
– 50 a 59 anos
– 60 a 69 anos
– 70+ anos
Maior equipe:
🏆 Troféu para grupo/assessoria local e visitante.
Sorteio de 2 relógios ⌚️ Garmin para os participantes do evento
⚠️ Não haverá premiação em dinheiro.
📝 INSCRIÇÕES
🌐 On-line: www.uptempo.com.br
📞 Grupos: 81 9 9198-0437
🏬 Presencial: Loja Monster Suplementos – Rua Valois Correia, 96 – Matriz – Vitória.
💸 2º LOTE
* Kit completo: R$ 105,00
* Kit sem camisa: R$ 90,00
📞 Para mais informações: 81 9 9198-0437


Com data marcada para o dia 14 de março, às 16h, será empossada a nova diretoria da AVLAC – Academia de Letras, Artes e Ciência. O evento ocorrerá no Salão Nobre do Instituto Histórico da Vitória, localizado no bairro da Matriz.
A advogada Christienne Marie Barnabé, recentemente eleita pelos pares, foi a escolhida para comandar os destinos da instituição local das letras pelos próximos 2 anos. A AVLAC, pessoa jurídica de caráter privado, possui duas décadas de relevantes serviços prestados à sociedade antonense.
Serviço:
Evento: posse da nova diretoria da AVLAC.
Quando: dia 14 de março de 2026, às 16h.
Local: Salão Nobre do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.


Morreu hoje aos 78 anos no Rio de Janeiro o ator e diretor Dennis Carvalho.
Dennis pode ser considerado um dos maiores nomes da TV brasileira, tendo dirigido clássicos como “Vale Tudo” e “Dancin Days”.
Como ator, também teve papéis em produções marcantes, como “Roque Santeiro” e “Brega e Chique”.
Na vida pessoal, foi casado sete vezes, a maioria com mulheres famosas, como Christiane Torloni, Bete Mendes, Monique Alves, Tássia Camargo, Ângela Figueiredo e Deborah Evelyn.
Com Torloni, porém, ele viveu a maior dor da sua vida.
O fato aconteceu em 1991.
Naquele ano, na garagem de sua casa, Christiane causou a morte involuntária do próprio filho, de apenas 12 anos de idade, em razão de uma manobra mal feita em sua caminhonete.
Ela estava com os dois filhos gêmeos, Leonardo e Guilherme (frutos de seu relacionamento com Dennis), dentro do veículo.
Após a manobra errada, o automóvel despencou da garagem, de ré, de uma altura de 4.5 metros.
Christiane e Leonardo sofreram escoriações leves, mas Guilherme não resistiu e morreu.
Após a perda, Dennis Carvalho e Christiane Torloni ficaram dilacerados e atônitos.
Em tese, Christiane cometeu o crime de homicídio culposo praticado ao volante de veículo automotor, previsto no art. 302 do Código de Trânsito Brasileiro.
Ou seja, aquele crime cometido sem intenção, mas que acontece por desatenção, excesso de confiança ou inabilidade técnica.
Porém, eu pergunto: para uma mãe ou um pai, existiria pena maior do que carregar consigo, para o resto da vida, a dor atroz de saber que causou involuntariamente a morte do seu próprio filho?
Convenhamos, não existe punição maior do que essa dor, que será perpétua.
Por essa razão, diante de feridas tão profundas, sabiamente, a lei penal decidiu retirar-se.
Embora haja crime, o juiz pode deixar de aplicar a pena e conceder o instituto do perdão judicial, após o devido processo legal.
O legislador entendeu que, para esses crimes, a perda já é a própria pena.
Sem dúvida, para o pai ou mãe, que é ao mesmo tempo autor e vítima, basta o seu próprio luto.
As lágrimas serão para sempre o seu cárcere.
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5º Corrida e Caminahda da Vitória 🏅
É Hoje! Último dia para garantir seu kit no 1º lote, não fique de fora, aproveite o valor promocional.
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No discurso proferido na Academia Pernambucana de Letras (APL) há poucos dias, a escritora e acadêmica Maria Lecticia Cavalcanti (cadeira 23) elegeu, como selo de validação às suas ideias sobre o ideal acadêmico, autores de forte tradição intelectual. Um deles, o filósofo Karl Jaspers (1883-1979), deve ser lembrado neste 23 de fevereiro, data em que se comemora o aniversário de seu nascimento.

Tomando café, com a Vênus de Milu, um presente trazido da Grécia por Paulinho Lima e Dra. Ana Regina Ferrer.
Filosófico abraço!
Sosígenes Bittencourt


Em um dia 25 de fevereiro de 1960, há 66 anos, um avião DC3, da Real Transportes, voo 751, decolava do aeroporto Campo de Goitacases, a 275 km do Rio de Janeiro, com 4 tripulantes e 22 passageiros, em direção ao aeroporto Santos Dumont.
A bordo estava o jovem João Murilo de Oliveira, filho do vitoriense João Cleofas de Oliveira, à época deputado federal, ex-ministro do Governo Getúlio Vargas, ex-prefeito da terra natal, na década de 1920.
Na mesma data, o quadrimotor DC6, prefixo 131582, da Marinha dos Estados Unidos, decolava do aeroporto de Ezeiza Buenos Aires, Argentina, com 7 tripulantes e 31 passageiros a bordo, entre eles, 19 membros da United States Navy Band (Banda da Marinha dos Estados Unidos), que se dirigia ao Rio de Janeiro, a fim de participar da visita do presidente Dwight Eisenhower, que chegara a antiga Capital Federal, dois dias antes para assinar ao lado do presidente Juscelino Kubitscheck, a “Declaração de Brasília”, documento que reafirmava a amizade entre os dois países.
Nas manobras de aproximação para pouso, por volta das 13h, as aeronaves colidiram provocando a queda de ambas na baía de Guanabara, e uma parte se chocando com o morro da Urca. Do avião brasileiro morreram os 26 ocupantes, enquanto do americano, 35 pessoas vieram a óbito, incluindo a banda da Marinha. A tragédia levou à morte 61 pessoas e cinco sobreviventes, gerando comoção entre os dois países.
Como forma de homenagear à memória do filho prematuramente morto, o parlamentar decidiu construir com recursos próprios o hospital João Murilo, localizado às margens da BR 232, no município pernambucano.
Inaugurado em 10 de janeiro de 1969, em misto de comemoração e emoção, é possível que milhares de pessoas que transitam naquele trecho não saibam as origens desse importante núcleo de saúde da região


5º Corrida e Caminhada da Vitória 🏅
É amanhã! não fique de fora, aproveite o preço promocional.
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Linha Adutora – Pacas (1934)


Na vila risonha de Guimarães, plantada à margem do rio Pirucuman, ao norte do Maranhão, no dia 30 de março de 1820, nasceu, João Pedro Dias Vieira, que seria, com o andar do tempo, uma das grandes figuras no mundo político brasileiro. Na antiga cidade de São Luiz, fez o curso de preparatórios, matriculando-se no Curso Jurídico de Olinda. Não recebeu, porém, a carta de bacharel, no famoso mosteiro de São Bento. Foi recebe-la, na Escola de São Paulo.
Diplomado, regressou à terra natal, e ingressando na magistratura, exerceu na capital maranhense, a promotoria de justiça. Representou, também, informa um biógrafo, o ministério público, na comarca de Itapicurú-Mirim. Fascinou-o, esse tempo, a política partidária, e o povo do Maranhão, nas urnas livres lhe deu uma cadeira de deputado, na Assembleia da Província.
Governou, aos 35 anos, com honestidade e justiça, a província do Amazonas, e dois anos decorridos, conferiu-lhe, essa terra formosa do extremo norte, o mandato popular, na Câmara Geral. E aos 41 anos, teve a honra de representar p torrão nativo, no Senado Imperial.
Homem culto, e patriota, orientado pela prudência, no dizer do ilustrado historiador do “Galeria Nacional”, mereceu, João Pedro, em 1864, o elevado cargo de ministro. Substituiu, no gabinete Zacarias de Góis, o conselheiro Pais Barreto, eminente pernambucano, na pasta do Estrangeiro. Nesse ano, no gabinete Furtado, dirigiu essa pasta, servindo, mais uma vez, ao governo da Coroa e à Pátria.
Deputado, chefe do governo, senador e ministro, foi, João Pedro, nesses postos de confiança do povo de do poder público, homem respeitável. Tinha a noção exata do cumprimento dos deveres, e cumpria-os, austeramente, pondo acima dos interesse pessoais, e das conveniências dos partidos políticos, os negócios públicos. Pertenceu à família numerosa dos estadistas do 2º Império.
Em 1870, recolhido, já, à vida privada, faleceu João Pedro, aos 50 anos de idade, em extrema pobreza. Morreu, porém, sereno, firme na sua fé e confiante na justiça dos homens.
Foi honesto. Teve grandezas e honrarias. E finou-se tranquilo, na humildade. Os humildes, na Terra, está nos Evangelhos, serão os exaltados no Céu.
Célio Meira – escritor e jornalista.
LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.
Setembro de 1939 – Célio Meira.


5º Corrida e Caminahda da Vitória 🏅
Faltam apenas 02 dias para a virada de lote, não fique de fora! Aproveite o preço promocional.
Inscrições através do site da UPtempo: https://www.uptempo.com.br/event-details/5-corrida-e-caminhada-da-vitoria-vitoria-de-santo-antao-pe
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CAFÉ FILOSÓFICO
Quem VÊ, não guarda na memória.
Memoriza, quem OLHA.
VER é perceber a imagem.
OLHAR é interiorizar a imagem.
VER é natural. OLHAR é intelectual.
Sosígenes Bittencourt


O que a gente viveu não foi só um evento… foi sentimento. 💛🎭
A Saudade mais uma vez mostrou que tradição, alegria e emoção caminham juntas. Cada fantasia, cada sorriso, cada abraço e cada música cantada em coro fizeram dessa edição um momento inesquecível.
Foi lindo ver famílias reunidas, amigos celebrando e gerações diferentes compartilhando a mesma energia. Porque não é só sobre Carnaval… é sobre pertencimento, memória e aquela alegria que aquece o coração.
Que venham os próximos encontros, mais histórias pra contar e mais momentos pra guardar na memória.
Porque na Saudade, a Gente Brinca Melhor. 💙✨
ASSISTA O VÍDEO OFICIAL DO DESFILE 2026:
https://www.instagram.com/reel/DVI26TdDsDJ/?igsh=MTFpdGdyNDFmOXM1Ng%3D%3D


Desfile da Banda do Colégio Municipal 3 de Agosto – ano não registrado.

No Carnaval, a resenha acontece antes, durante e depois da folia. Junta os amigos, pega uma Pitú e bora.
