Foi aqui que pediram cremosidade? Receba.
A Pitú Batidinha Maracujá é cremosa e traz o sabor especial da fruta.
Quem mais tá pronto pra essa cremosa? Vem na batida.

Foi aqui que pediram cremosidade? Receba.
A Pitú Batidinha Maracujá é cremosa e traz o sabor especial da fruta.
Quem mais tá pronto pra essa cremosa? Vem na batida.

Neste dia 12 de março em que se comemora o Dia do Bibliotecário, a homenagem aos que zelam pela vida da maior riqueza humana: o livro. A data homenageia o bibliotecário, escritor e poeta Manuel Bastos Tigre, que nasceu em 12 de março de 1882.
Em 1906, depois de concluir seu curso de Engenharia, fez aperfeiçoamento em eletricidade nos Estados Unidos. Lá conheceu o bibliotecário Melvil Dewey, que o fez despertar o interesse na profissão.
Aos 33 anos, obteve o primeiro lugar em concurso para bibliotecário do Museu Nacional do Rio de Janeiro. Entre 1945 e 1947 trabalhou na Biblioteca Nacional e depois assumiu a direção da Biblioteca Central da Universidade do Brasil.
Desde 1980, o dia é comemorado oficialmente. O presidente João Figueiredo assinou o decreto 84.631, em 9 de abril.

É tanta invenção em torno da minha morte, que inventei o verbo “Morrer-me”. Verbo que não pode ser conjugado em todas as pessoas.
É assim: tu me morres, ele me morre, vós me morreis, eles me morrem. Por quê? Porque nem eu morro nem ninguém tem coragem de me matar. Então, eu não sou morto, sou morrido.
Bom frisar que morrer de mentira faz mais sucesso do que morrer de verdade, não é todo dia que se é um morto andando pela cidade.
Portanto, todo mundo morre, mas, comigo, é diferente, todo mundo “me morre”.
– Sosígenes, você andou morrendo?
– Não, meu nobre, andaram “me morrendo”.
Ressuscitado abraço!
Sosígenes Bittencourt







Nasceu, na cidade do Recife, em 1878, Alfredo de Miranda Castro. Inteligente, poeta inspirado e jornalista, recebeu, aos 21 anos de idade, na Faculdade de Direito do Recife, a carta de bacharel, pertencente à turma de Bento Américo, notável prosador “sem verbo” e professor de direito, de Euzébio de Andrade, políticos das Alagoas, de Turiano Campelo, jornalista e político ardoroso, de Odilon Nestor, poeta de fina sensibilidade e professor daquela escola, e de Tito Rosas, o grande e malogrado advogado.
Na “Revista Contemporanea”, a trincheira de Teotônio Freire, de França Pereira e de Marcelino Cleto, traçou Alfredo Castro, crônicas maravilhosas e versos apreciáveis. Espirito brilhante, escrevendo em bom vernáculo , cêdo, conquistou, esse ilustre recifense, o aplausos das rodas literárias.
Ingressou na magistratura do estado do Ceará, ocupando o cargo de juiz de órfãos na comarca do Aracati. Deu-lhe, o governo federal, em 1905, o alto posto de procurador geral da República, na terra cearense.
Não se insulou, Alfredo de Castro, com a responsabilidades desse cargo, na ciência jurídica. Ligou-se, a esse tempo, conta Mário Linhares, poeta de raça, autor do “Florões”, a um grupo literatos de grande relevo, e entre esses, Álvaro Bomílcar, Fiúza de Pontes e de Álvaro Martins, que era o infatigável Policarpo Estouro da Padaria Espiritual, mantendo Alfredo de Castro, nessa companhia faiscante e amável, posição destacada.
Fez no “República”, oficina aguerrida de Antônio de Arruda, narra o brilhante escritor do “Poetas Esquecidos”, sua tenda luminosa de trabalho. Teve reputação firmada, e honrosa, na coluna da crítica das letras e das artes. Colaborou, também, a esse tempo, na revista “Heliópolis”, publicada no Recife, por um grupo de sonhadores.
Honrou, esse recifense de apreciadas qualidades morais e intelectuais, a justiça, a literatura e o nome de Pernambuco. Morreu moço, ainda, aos 53 anos de idade, no dia 1º de abril de 1926, em Fortaleza. Finou-se nesse dia, o delicioso poeta do “De sonho em sonho”.
Pertence, Alfredo de Castro, à galeria dos poetas ilustres de Pernambuco.
Célio Meira – escritor e jornalista.
LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.
Setembro de 1939 – Célio Meira.


Para quem acompanha os noticiários políticos do estado, já devem ter observado que os embates, dentro e fora dos bastidores, estão ganhando escala. Os grupos políticos liderados pela governadora Raquel Lyra e pelo prefeito do Recife, João Campos, estão em pé de guerra.
Quando essa “guerra” transita pelo espaço das realizações das obras e ações públicas, para realçar quem fez mais, convenhamos que o ambiente belicoso pode até favorecer, momentaneamente, a população, sobretudo a camada mais necessitada, quase sempre dependente da “mão” governamental. Mas as vezes, engrenagem e disputas políticas, “travam” determinadas ações que impactam, negativamente, essa mesma população, ávida por algum refrigério público.
Pois bem, dias atrás, conversando com um “ator” político da nossa terra, tomei conhecimento que os aliados da governadora Raquel Lyra na Vitória de Santo Antão, estão se utilizando dos seus respectivos prestígios, para não deixar um novo espaço da APAMI funcionar. Detalhe: segundo esse mesmo “ator” existe dezenas de leitos e toda uma estrutura pronta, mais o governo do Estado não autoriza funcionamento.
O curioso é que a governadora Raquel Lyra, que continua carecendo de ações positivas em sua administração, sobretudo na área da saúde, para avançar no processo da sua reeleição, esteja confiando cegamente nos seus aliados antonenses, para aceitar esse tipo de barganha.
Na política, nas engrenagens governamentais e nos processos eleitorais existe, concretamente, o chamado “fogo amigo”.
Se todo esse “travamento”, que esse “ator” político revelou-me, for realmente verdade, fica-nos pelo menos uma dúvida: será mesmo que os aliados da governadora Raquel Lyra, em Vitória de Santo Antão, estão jogando para melhorar ou piorar a imagem do governo?


Sou um torcedor do Sport Club do Recife dos mais alinhados. Tanto que estou portando os óculos de uma torcedora do tricolor do Arruda e filha de um fanáutico. Minha filosofia é a seguinte: eu comemoro a vitória do meu time, não a derrota do meu adversário.
Sosígenes Bittencourt




Na sua segunda edição, ontem (08), domingo, aconteceu a Corrida do EJC da Paróquia do bairro do Amparo. Com Percurso de 5km, os atletas largaram da principal praça da comunidade, circularam várias ruas centrais, para fechar o percurso no Pátio de Eventos Otoni Rodrigues.

Na qualidade de atleta participante, ao final, também participei da degustação de frutas e guloseimas. Medalhas para todos e troféus para as três primeiras colocações, nas categorias masculino e feminino.


No Dia Internacional das Mulheres, eu rendo as minhas homenagens a esta heroína anônima que o Brasil precisa conhecer.
Heley de Abreu Silva.
Como milhares de docentes anônimos espalhados por este país, esta professora mineira foi daquelas que lutavam por uma educação mais inclusiva e de melhor qualidade para as nossas crianças.
No dia 5 de outubro de 2017, porém, Heley entrou para a história por um ato de extrema bravura e heroísmo.
Na manhã daquele dia, na creche Gente Inocente, em Janaúba/MG, o vigia noturno Damião Soares dos Santos invadiu as salas de aula portando um recipiente com combustível e ateou fogo na edificação.
Nunca se soube o que o motivou.
Em uma reação de profundo desprendimento e coragem, Heley protegeu as crianças e entrou em luta corporal com o criminoso para impedir que continuasse com o ataque.
Com a sala de aula completamente em chamas, entrou e saiu três vezes no espaço para salvar os seus alunos.
25 (vinte e cinco) crianças foram salvas graças à sua ação.
O ato de imenso amor e altruísmo, porém, cobrou o seu preço.
Heley teve 90% do corpo queimado e morreu no hospital.
A morte da professora de Janaúba comoveu a cidade.
O seu velório reuniu centenas de pessoas e o seu caixão foi colocado em uma viatura do Corpo de Bombeiros.
Doze anos antes, em 2005, Heley já havia perdido um filho por afogamento na piscina de um clube, mas seguiu firme na sua luta.
O massacre da creche Gente Inocente também resultou na morte das funcionárias Jéssica Morgana e Geni Oliveira e de dez crianças, além do autor do ataque, totalizando quatorze mortos.
Heley deu a própria vida para salvar os seus alunos.
Morreu aos 43 anos, deixando o marido e três filhos, incluindo o bebê Olavo, de um ano e três meses.
Exercia a profissão com vocação e amor, mesmo em condições estruturais e salariais adversas.
A Rodovia MG-631, entre São João da Ponte e Francisco Sá, ganhou o seu nome.
Na pessoa da heroína de Janaúba, eu saúdo todas as mulheres de luta e de fibra deste país.
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Dizia Orson Wells que ” Se não fossem as mulheres, o homem ainda estaria acocorado em caverna, comendo carne crua. Nós só construímos a civilização, com a finalidade de impressionar nossas namoradas.”
Eu diria: Se desaparecessem todas as mulheres do mundo,
eu mandaria dar baixa na minha Carteira Profissional,
não iria trabalhar para sustentar um solitário como eu.
Apaixonado abraço!
Sosígenes Bittencourt


Por que o dia 6 de março tornou-se a Data Magna de Pernambuco?
Na verdade, a importância da data deve-se a um ato de intrepidez, bravura e coragem, que antecipou a eclosão de um movimento revolucionário.
Em outras palavras: o seis de março foi a fagulha que incendiou a Revolução Pernambucana de 1817!
O clima de insatisfação que imperava em Pernambuco aumentou, consideravelmente, a partir da vinda da família real para o Brasil, fugida de Napoleão, em 1808.
A presença da Corte no Brasil importou no aumento abusivo da voracidade fiscal, sem nenhuma contrapartida para a província.
Apenas para citar um exemplo: pagava-se em PE um imposto para a iluminação das ruas do RJ, enquanto muitas vias do Recife mantinham-se na escuridão.
Foi aí que ambientes de reuniões, como o Seminário de Olinda e o Areópago de Itambé, tornaram-se pontos irradiadores das ideias iluministas, envolvendo intelectuais, profissionais liberais, clérigos etc.
Ao tomar conhecimento da conspiração, o governador Caetano Pinto determinou a prisão dos insurgentes.
Em 6 de março de 1817, ao ser-lhe dada voz de prisão, o Capitão José de Barros Lima, o nosso “Leão Coroado”, atravessou a sua espada no brigadeiro português Barbosa de Castro, levando-o à morte.
Apesar da precipitação do ato, ninguém segurava mais!
A revolta espalhou-se pela cidade, incendiando as ruas do Recife!
Foram 75 dias de um governo independente, republicano, com lei orgânica própria, liberdade de imprensa e de credo, separação dos poderes e até bandeira própria, que, mais tarde, em 1917, tornar-se-ia a bandeira oficial de PE.
Mesmo que de curta duração, por ausência de um anteparo militar, a Revolução de 1817 afetou as fundações do sistema vigente e foi o único movimento insurgente que, efetivamente, conseguiu superar a fase conspiratória e deflagrar, de fato, a tomada do poder.
Não sem razão, foi intencionalmente apagado pela historiografia oficial, com o objetivo de que o seu exemplo jamais se disseminasse pelo restante do Brasil.
Viva o 6 de março!
Salvem os revolucionários de 1817!
Ps.: na foto, o monumento ao Leão Coroado, em Vitória de Santo Antão/PE, de Bibiano Silva.
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De Winston Churchill: A bebida tirou menos de mim do que eu consegui tirar dela.
De Mário Lago: Fiz um acordo pacífico com o tempo: nem ele me persegue, nem eu fujo dele, um dia a gente se encontra.
Reflexivo abraço!
Sosígenes Bittencourt

A Pitú Batidinha Maracujá é cremosa e traz o sabor especial da fruta.
Quem mais tá pronto pra essa cremosa? Vem na batida.


Ouro-Preto, a famosa cidade que, durante dois séculos, foi a capital da província de Minas Gerais, e onde Bernardo de Vasconcelos, intimorato demolidor do 1º Império, e o romancista Bernardo Guimarães viram a luz do dia, nasceu Afonso Celso, no dia 31 de março de 1860. Aos 15 anos de idade, publicou os primeiros versos, reunindo-os no “Prelúdios”. Era segundo anista, na Faculdade de Direito de São Paulo, quando entregou às livrarias, o “Devaneios”, enfeixando, dois anos decorridos, no “Telas Sonantes”, as poesias da mocidade.
Bacharelou-se em 1880, naquela Escola, e no ano seguinte, conquistou o grau de doutor com os aplausos dos mestres. Diplomado, armou, no Rio de Janeiro, a tenda de trabalho, na advocacia. E, nessa época, seduzido pela política, pleiteou pelo 20º distrito eleitoral de Minas, a deputação geral. Renhida e memorável, foi essa batalha, nas urnas mineiras. Defrontou-se, o jovem liberal, nessa campanha cívica, com Manuel Fulgêncio, poderoso chefe conservador, e o venceu, vencendo-o repetida vezes.
Subiu à tribuna da Câmara, e é ele que o afirma, no “Oito anos de Parlamento”, na sessão de 28 de fevereiro de 1882, fazendo profissão de fé republicana, e adotando, inteligentemente, o Manifesto de 3 de dezembro de 1870. Bateu-se, também, Afonso Celso, corajosamente, pela extinção da escravatura negra. Republicano e abolicionista, foi, no parlamento da monarquia, uma das figuras de maior relevo, pelo caráter, pela fidalguia e pela cultura.
Jornalista de ideias elevadas e de linguagem correta, escreveu em quase todas as revistas e jornais brasileiras, mantendo a secção “Cotas aos casos”, no Jornal do Brasil. Romancista, teatrólogo e historiador, publicou, Afonso Celso, livros excelentes. E entre esses, destacamos “O Imperador no Exílio”, “Oito anos de Parlamento” e o “Porque me ufano de meu país”, livro admirável, livro amado de seu coração de patriota.
Quando se proclamou a Republica, Afonso Celso encerrou sua carreira pública. Assistiu à queda política de seu pai, o venerando e nobre visconde de Ouro Preto, e o acompanhou na amargura e no ostracismo. O inquieto republicano de 82 transformou-se no tranquilo monarquista. Não combateu a instituição República, mas ficou fiel ao Imperador. Não se vinculou, nunca aos conspiradores, nem ingressou nas fileiras dos políticos ferozes do 2º Império. Serviu, indiretamente, à Pátria. Pertenceu à Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira de Teófilo Dias. Foi, também, no Instituto Histórico Brasileiro, coluna vigorosa. Mestre de direito, pontificou na cátedra.
E, morreu aos 78 anos de idade. Finou-se Afonso Celso, conde pela Santa Sé, admirado pelos homens. Deus o abençoou, à hora derradeira.
Célio Meira – escritor e jornalista.
LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.
Setembro de 1939 – Célio Meira.

