JOÃO CAVERNA E EDILMA – ao vivo no cd e dvd – ALÉM DO LIMITE, canta ROBERTO CARLOS.
João Caverna e Edilma – Além do Limite
Aldenisio Tavares
JOÃO CAVERNA E EDILMA – ao vivo no cd e dvd – ALÉM DO LIMITE, canta ROBERTO CARLOS.
João Caverna e Edilma – Além do Limite
Aldenisio Tavares
Em reunião de trabalho com o amigo contador Manoel Neto, recentemente ocorrida, após sua conclusão, seguimos conversando sobre o cenário político. Vale salientar que amigo Manoel é um dos profissionais mais gabaritados da nossa cidade quando o assunto é prestação de contas eleitoral.
Disse- se ele espantado: “Pilako, se a eleição municipal acontecesse no próximo domingo, só existira dois partidos aptos. O resto tem algum tipo de problema na justiça eleitoral”.
Sem dizer o nome, contou-me que, em função da indevida prestação de conta de um diretório local, a conta bancária de um conhecido político local fora bloqueada pela justiça. Só liberada, após o devido ajuste.
Como sou um curioso na matéria – política – resolvi fazer uma rápida pesquisa no Site do TRE. Tudo que ele me falou se configura como urgente. A expressiva maioria dos diretórios locais Tem alguma pendência a Justiça Eleitoral.
Tem muita gente na nossa cidade pensando em se filiar para ser candidato no próximo pleito. Como sugestão e até conselho, realço que antes mesmo de se filiar a algum partido o pretenso candidato pergunte ao seu “líder” político como “andam as prestações de contas da referida agremiação partidária?”
É bem verdade que há tempo. Também é verdade que os prazos na Justiça Eleitoral são mais céleres e cruéis, até porque o calendário da mesma é inelástico. Portando, para os que necessitam de uma gestão profissional e competente, no que se refere à contabilidade de partido político, na nossa cidade, não conheço ninguém mais inteirado com as novas regras do que o amigo Manoel Neto.
Obs: segue o seu contato (zap) – 9.9311.7178.
Cuidado, tem spoiler.
Estreou o filme Bacurau, de Kleber Mendonça, aqui em Vitória. Para quem está acostumado a ver filmes nacionais, Bacurau é bem diferente: ele mescla cenas de faroeste, do cangaço, de humor, de romance, de ação e até de horror.
O filme se passa num futuro distópico, na cidade sertaneja de Bacurau. Uma cidade imaginária que nem existe no mapa.
Ali um esquadrão de assassinos resolve jogar um jogo sinistro: assassinar, sadicamente, os moradores da cidade. Mas mal sabem eles que aquela gente descende do cangaço, acostumada com as intempéries da vida, com a morte e com a violência. Quer dizer, a vida pacata e moderada dos habitantes daquele lugar esconde a violência brutal de que são capazes, quando se sentem ameaçados. O contraste entre um homem simples e sossegado, porém potencialmente violento, está presente na literatura de Graciliano Ramos e Guimarães Rosa.
Kleber Mendonça não economiza nas cenas de horror. Cenas às vezes tão bizarras que o público é capaz de rir. É o caso, por exemplo, do personagem Lunga: uma mistura sangrenta de rambo com Bruce Lee.
O filme tem uma camada mais densa: a invasão dos produtos importados, da tecnologia, na vida do sertanejo. Ali, nesse futuro distópico, convivem paredões de som com cavalos, drones com roupas da sulanca, tablets e Internet com a terra seca do sertão. Mas apesar da invasão desses produtos importados, apesar de toda essa informação globalizada, a vida daqueles sertanejos não se transforma na vida insossa e insensível das grandes metrópoles. Ao contrário, o coração de Bacurau ainda pulsa. Tudo se passa como se o sertão, ameaçado de virar mar, faz o oposto: devora o mar e mostra ao mundo que o mar é que deve temer o sertão.
No filme tem muito mais. Difícil contar todos detalhes. Mas a cena mais emblemática, que atraiu muitos risos, mas que carrega uma mensagem importante, é a cena em que uma das assassinas pergunta a um menino: “quem nasce em Bacurau é o quê?”. Ao que o menino responde: “gente”. Assistam Bacurau.
André Carvalho
Hoje pela manhã, recebi um telefonema do “eterno instrutor” do nosso Tiro de Guerra, Major Eudes. Informando-me e, ao mesmo tempo, solicitando que avisasse, através do nosso jornal eletrônico, aos ex-atiradores que irá acontecer o desfile – em carro – do pelotão dos mesmos. Assim sendo, aos interessados, favor entrar em contato com ele.
Meus amigos, pessoas que me confortam e me levam para um lugar melhor. Amigos são pessoas que considero como irmãos. Amigo é aquela pessoa que podemos contar nossos problemas sem nos preocuparmos. O único ponto negativo é que um dia os amigos se separam. Meu desejo, não, meu pedido, melhor falando, é que sejamos amigos para sempre.
(Meu jeito em Versos e Prosas – Heitor Luiz Carneiro Acioli – pág. 02).
Antigamente, a juíza da infância e da adolescência era a mãe. Isso foi no tempo da palmatória. Escreveu, não leu, o pau comeu. Embora ninguém questionasse o valor da chinelada na educação doméstica, não me lembro de criança castigada com injeção letal.
A criança precisa entender que está sendo castigada porque descumpriu normas que precisam ser introjetadas, regras que precisam ser aprendidas, não por irritação, autoritarismo ou abuso da força paterna. Ninguém bate em criança por amor à criança, bate com raiva da criança. Ninguém mata um estuprador por amor ao estuprado, mas por ódio do estuprador.
Introjetamos normas com medo do castigo, mas isso não credita a todo castigo a melhor forma de promover a introjeção da norma.
A criança precisa entender o motivo pelo qual está sendo castigada, não pode concluir que está sendo castigada pelo ódio dos pais, pelo capricho dos pais, pela força maior dos pais. Isto seria como treiná-las para odiar.
Sosígenes Bittencourt
Hoje, 04 de setembro de 2019, estamos completando, exatamente, 22 anos de fundação da ABTV – Associação dos Blocos de Trios da Vitória. De lá para cá – pouco mais de duas décadas – muita coisa mudou. De sorte, apesar de tudo, a tradição do nosso carnaval continua forte.
Lembro como se fora ontem. A primeira reunião deu-se no Restaurante de Dona Jandira, no bairro de Águas Branca. Joel Neto, na qualidade de secretário municipal de turismo, participou das atividades. O Jornalista José Edalvo, na qualidade de representante do “Coelho”, atuou secretariando reunião. Eu, representando o Bloco da Saudade, apresentei o estatuto que foi aprovado por aclamação.
Eis à formação da primeira diretoria:
Presidente: Cristiano Pilako (Bloco da Saudade)
Vice-presidente: Alexandre Ferrer (Girafa)
Secretário: José Edalvo (Coelho)
Vice-secretário: Milmar Ferreira (Locomotiva)
Tesoureiro: Paulo Lima (Coelho)
Vice-tesoureiro: Josenilson Francisco (Locomotiva)
Conselheiros:
Vandi Lira Junior (Virgens) – Itamar Hermeson (Energia) – Danilo Ferreira (Bobeirodromo).
Suplentes:
Manoel Soares (Locomotiva) – Zito Mariano (Bloco da Saudade) – Brivaldo Sandres (Virgens)
Lembremos que o advogado que assinou tudo isso, foi o jovem Emerson Rodrigues de Lima, vinculado ao Bloco “Almas Formosas”.
Para tanto, deve-se dizer, muito contatos e pequenas reuniões foram realizadas para chegarmos a esse momento. O contexto carnavalesco de pernambucano e nacional de então apresentavam um processo bem diferente dos dias atuais. Blocos de outras cidades – principalmente do Recife – planejavam se instalar em Vitória.
Não poderia ser diferente: houve muitos debates em torno dessa temática na nossa cidade – Bloco X Orquestra. Em seguida, surgiu a ACTV – Associação do Carnaval Tradicional da Vitória – que também vem cumprindo sua missão.
O carnaval é dinâmico. O tempo passou e muitas agremiações ficaram pelo meio do caminho, outras seguem e tantas outras surgiram com a certeza que novas aparecerão. Mais adiante, na medida do possível, na comemoração dos seus 25 anos de fundação estaremos realizando uma grande festa. Viva o Carnaval da Vitória – a festa maior da terra do Glorioso Santo Antão!!!
Em grande estilo, durante todo o dia de ontem (03) a “Família Pitú” esteve reunida para festejar os 89 anos do empresário PAULO FERRER – o simpático e brincalhão PALUCA. Pela manhã, com a presença filhos, netos, sobrinhos e amigos mais próximos foi servido, em sua residência, um almoço.
À tarde os funcionários da empresa reuniram-se no pátio para promover-lhe calorosa homenagem. Querido por todos, “Seu” Paluca, visivelmente emocionado, contou o bolo ao som da vibrante e variada apresentação da orquestra Sinfônica Mirim do Coque. O aniversariante – 89 anos – tem uma vida profissional toda dedicada a empresa – Pitú – que foi fundada pelo seu pai, Nô Ferrer.
Através da sua assessoria, recebi o convite para participar, na noite de ontem (03), das comemorações natalícias do ex-deputado Henrique Queiroz. O evento aconteceu em duas etapas, por assim dizer. Primeiro, uma missa foi celebrada na Igreja Nossa Senhora do Rosário.
O segundo, os familiares, amigos e correligionários do vitorioso político participaram de um ato festivo no espaço dedicado aos eventos da Igreja Matriz de Santo Antão. Na ocasião, marquei presença para hipotecar meus parabéns e desejar muitos anos de vida ao experiente político.
Nostra tarde que do meu alento te procuro,
que dos dúlcidos alentos mil beijos…
De Extenuante o meu escrínio peito,
e na alvorada de mil flores,
e no estiloante inverno as flores murchavam e
balbuciavam num só grito, de gritar amor.
Que na tarde Nostra ver-te ao meu lado a contemplar
a tarde que passa como nuvens escuras e como a estrelar no
universo, a estrela que reluz,
teu brilho na cor da luz.
Quero cintilar em todo alvorecer e venho te chamar, amor,
na tarde Nostra.
E das estribeiras na presilha do teu cavalgar,
Eu venho gritar, amor, hei de te buscar: nos vales, mares,
na crosta terrestre ou na órbita celeste,
e na tua distância, eu me porei no vento,
mas hei de te amar,
numa tarde Nostra em que venho te buscar.
(TAPETE CÓSMICO – ADJANE COSTA DUTRA – pág. 56).
Sentado na calçada, um homem fuma
um cigarro ao lado se sua mulher.
Sentado na calçada, o homem não
se sente atraído por sua mulher.
Sentada na calçada, a mulher inala
as baforadas de cigarro do homem
que não quer.
Mas, logo próximo, um cão triste
parece entender o vale de solidão
que há entre o homem e a mulher.
Sosígenes Bittencourt
BRENO RAMOS – A PÉROLA NEGRA DA RÁDIO PERNAMBUCANO – COM 35 ANOS DE COMUNICAÇÃO – trazendo sua coletânea de 18 Sucessos do Rádio (2011) – na voz do cantor vitoriense Jhonata Santos – música é COMBUSTÍVEL DO AMOR, composição de Aldenisio Tavares.
Combustível do Amor – Jhonata Santos
Aldenisio Tavares