As bodas de prata da saudade – por José Aragão – há exatos 75 anos.

Com o pseudônimo de Justino d Ávila, escreveu o mestre Aragão, para a edição do jornal “O Vitoriense”, em 23 de junho de 1947. há exatos 75 anos. 

1922. Quase que se pode dizer: ontem. Entretanto, que diferença tão grande para este tempo junino?

Reporto-me aos meus catorze anos, para recordar as encantadoras noites consagradas aos três santos juninos, com as quais os vitorienses desse tempo enfeitavam a vida da mais delicada e enternecedora poesia.

À frente de quase todas as casas da cidade, ardiam as fogueiras, simetricamente erguidas, fazendo ressaltar entre as chamas crepitantes as palmas de dendê e as bandeiras de papel.

Raríssima a residência em cuja sala principal não estava imponentemente confeccionado o altar de São João! Altar cheio de flores, onde a tarlatana e o prateado da armação lhe davam uma imponência especial. Velas acesas, incenso e cânticos religiosos em louvor ao maior dos precursores. Depois do exercício religioso, os fogos de salão: o craveiro, o diabinho, o mosquito, o busca-pé, com a sua “faixa’ clássica e impressionante, os balões…

À noite, todas as mesas confraternizavam na mesma disposição e no mesmo aspecto. Pobres ou ricas, ninguém lhes distinguia o sabor, pois o tempo não lhes permitia distinções nos cardápios  e nem sequer nos paladares: canjica, pamonha, pé-de-moleque, tudo de milho, tudo ao coco, tudo em manteiga…

Nas casas da cidade, entretanto, os festejos se diferenciavam nas danças e “cantigas”. Tanto naquelas entre si, como nas modestas vivendas dos arrabaldes. De uma dessas residências urbanas, saía o vozeiro alegre da criançada:

 

“Capelinha de melão

É de São João,

É de cravo, é de rosa,

É de manjericão.”

E de outra casa contígua:

“No altar de São João

Nasceu uma rosa encarnada.

São João subiu ao céu

Foi pedir pela casada.”

E o estribilho, uníssono:

“São João!

Nosso pai, nosso doce, nosso bem

Quem não venera São João

Não venera mais ninguém.”

Já na residência fronteiriça, as moças e os rapazes, formando uma enorme roda, de mãos dadas, cantavam alvoroçadamente, estridente e animadamente:

“Lesou, lesou!

Ora vamos vadiar

Cavalheiro deixe a dama

Ora vamos vadiar

Que esta dama não é sua

Ora vamos vadiar!”

E nos subúrbios, nas casinhas humildes, eram o bomboleio  rítmico do “coco” na “cantiga” dolente da gente simples “do mato”:

“Vamos pegá e só cá mão

Qui hoje é dia de São João”

O resfolegar das sanfonas, as quadrilhas e os xotes…

25 anos de recordações ameníssimas. 25 anos de bondade e inocência, que passaram e que os asfaltos, a eletricidade, o “jazz”, os coquetéis e os “shows” não deixam mais voltar. 25 anos dos nossos avós, dos nossos pais, da nossa meninice!

25 anos atrás, quando São João era o santo do Brasil e o Brasil a terra de São João. 25 anos …25 anos!… Bodas de prata de saudade!”

Jornal “O Vitoriense”, em 23 de junho de 1947. há exatos 75 anos. 

O mercado do milho na Praça Leão Coroado…

Na tradicional “feira do milho”, que há anos vem acontecendo, aqui, na Praça Leão Coroado, Centro Comercial, agora a pouco, dei uma circulada para saber como anda o preço da mão de milho. Apesar do processo  inflacionário dos últimos 12 meses, em alta,  os preços estão entre R$20,00 e R$40,00. Vai depender da qualidade e do tamanho da espiga.

Para os que reclamam dos preços do milho, na época junina, relembro a frase do meu pai, Zito Mariano, em defesa do agricultor: “tá achando caro? Vá preparar a terra, plantar, limpar, colher e trazer para feira para ver o trabalho que é….. Na mesma hora você vai achar barato….”

Eleições 2022: candidatos locais – apoios e alinhamentos políticos……

Ainda fora da agenda de expressiva parcela da população brasileira  as eleições gerais 2022, aos poucos, começam a ganhar forma.

É bem verdade que no mundo particular dos políticos e das lideranças partidárias o processo já vem na ordem do dia desde à última virada do ano. As novas regras eleitorais e o “saco” de dinheiro do chamado “fundão”, que serão manipulados por esses senhores e essas senhoras,  é algo que apimenta a disputa, tanto em nível nacional como na nossa província e, por tabela, em nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão.

Com efeito, possivelmente, bateremos recorde em quantidade  de candidaturas  confirmadas  com domicílio eleitoral antonense,  numa mesma eleição geral.  Já com pré-candidatura na rua, por assim dizer, até o momento,  já temos pelo menos uma dezena.

Os três detentores de mantados, com  assento na ALEPE ( Aglailson Victor, Henrique Filho e Joaquim Lira),  são candidatos naturais à reeleição se juntando  às postulações (para deputado estadual) dos  vereadores André Carvalho e Doutor Saulo. O Advogado Doutor Gil também já está posicionado na pré-campanha.

Para a Câmara Federal, além do vereador Carlos Henrique, pelo menos uma trinca de mulher vem se colocando com suas respectivas pré-candidaturas já anunciadas: Hérika Araújo, Iza Arruda e Socorrinho da Apami. É possível que tanto para estadual e federal, até as convenções partidárias  – que ocorrerão obrigatoriamente entre os dias 20 de julho e 05 de agosto – outros nomes entrem no páreo ou mesmo algumas desistências sejam anunciadas – faz parte do jogo.

Por conta da proibição das chamadas coligações proporcionais,  os partidos estarão mais rigorosos quanto ao apoio das bases às  candidaturas  majoritários – senador, governador e presidente. Aliás, nessa questão,  já temos em Pernambucos vários filiados sendo expulsos das suas respectivas agremiações partidárias por conta da chamada  infidelidade – algo que sempre existiu nos estatutos, mas nunca foi levado ao pé da letra,

Por conta da polarização e até da rejeição de aliados “naturais” alguns dos pré-postulantes locais não estão “se preocupando” em divulgar seus respectivos alinhamentos políticos. Assim sendo, dentro do espectro da lógica partidária, abaixo, segue um pequeno quadro demonstrativo. Diga-se passagem:  até o momento.

Para deputado estadual:

como devem  votar os pré-candidatos Aglaílson Victor, Joaquim Lira, Henrique Filho, André Carvalho, Doutor Gil e Doutor Saulo. 

Aglaílson Victor (PSB)  e Joaquim Lira (PV)  – Danilo Cabral (governador – PSB ) – Tereza Leitão (senadora – PT ) – Lula (presidente – PT).

Henrique Filho (PP) – Danilo Cabral (governador  – PSB) – André de Paula (senador – PSD) –  Bolsonaro (PL).

André Carvalho  (PDT) – Marília Arraes ( governadora SD) – não definido  (senador ) – Ciro Gomes (presidente  – PDT).

Doutor Gil (UB) – Miguel Coelho (governador – União Brasil) – não definido (senador ) – Luciano Bivar (presidente UB).

 

Doutro Saulo (Patriotas) – não definido (governador) – não definido (senador) – Ciro Gomes (presidente – PDT).

Para deputado federal :

como deve votar os pré-candidatos(as) Carlos Henrique, Hérika Araújo, Iza Arruda e Socorrinho da Apami. 

Carlos Henrique (PP)  – Danilo Cabral (governador  – PSB) – André de Paula (senador – PSD) –  Bolsonaro (PL).

Hérika Araújo (PDT) – Marília Arraes ( governadora SD) – não definido  (senador ) – Ciro Gomes (presidente  – PDT).

Iza Arruda – (MDB)  – Danilo Cabral (governador – PSB ) – Tereza Leitão (senadora – PT ) – Simone Tebet  (presidente – MDB).

Socorrinho da Apami (UB) – não definido (governador) – não definido – Luciano Bivar (presidente UB).

Não devemos deixar de sublinhar que,  tal qual uma velho cacique político gostava de afirmar,  política é feito uma nuvem, ou seja: sempre em está em movimento. Assim sendo, esperemos os próximos capítulos dessa “nova novela eleitoral 2022” pois, a trama, até agora anunciada,  promete boas e inesquecíveis  emoções….

Obs: qualquer pré-candidato(a), aqui citado, que queira se pronunciar quantos aos seus respectivos apoios,  fique bastante a vontade.

 

Mumtaz Mahal – por historia_em_retalhos.

Em 17 de junho de 1631, morria Mumtaz Mahal, princesa persa muçulmana, casada com o quinto imperador mongol Shah Jahan.

A princesa morreu durante o parto do 14.° filho do casal.

Desolado, como uma homenagem póstuma, o imperador mandou construir o famoso Taj Mahal, um palácio sobre o túmulo dela, com a força de cerca de 20 mil homens.

A construção é considerada uma das maiores demonstrações de amor já feitas pelo homem, sendo eleita uma das Sete Maravilhas do mundo moderno.

Inspirado no fato, em 1972, Jorge Ben Jor lançou a canção “Taj Mahal”, contando “a mais linda história de amor”.

Tê tê tê, têtêretê tê tê, têtêretê tê tê, têtêretêtê tê
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Vereador Davi Frutas: “eu estou com os agricultores”…..

De maneira casual, ontem (20), por volta do meio-dia, ao transitar pelo centro comercial da nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – encontrei com o vereador e amigo “Davi Frutas”. Matuto falante, ele desses sujeitos que não nega às origens, ou seja: tem o cheiro de terra.

Pois bem, no nosso rápido bate-papo, quando questionado  sobre essa “polêmica” da ampliação do “auxilio da chuva” para os atingidos da zona rural, foi taxativo: “eu estou com os agricultores porque conheço de perto da realidade desse pessoal”. Complementando: “eu fui eleito pelos agricultores. Já mais eu poderia ser contra”. Além das dificuldades provocadas pelas chuvas nas lavouras, Davi também lembrou que em muitos lugares  as estradas estão complicando os negócios de quem vive no campo.

Fora dessa polêmica, dialogamos um pouco sobre a política de maneira geral. Nesse contexto, pude inferir das suas palavras que o mesmo  não tá  muito satisfeito com o tratamento que vem recebendo por parte da prefeitura, no que se refere aos seus pleitos –  mesmo sem me dizer textualmente, ficou-me essa  impressão.

Faltando poucos meses para o pleito estadual, onde o prefeito tem interesse direto em algumas candidaturas, as vezes as coisas precisam  piorar para  depois “melhorar”, na medida que o pleito vai se aproximando… Nesse jogo, essa moeda está sempre em voga…….Segue o jogo……

O sequestro de Abílio Diniz – por historia_em_retalhos

Poucos crimes reverberaram tanto nos noticiários nacionais, como o sequestro do empresário Abílio Diniz.

O ano era 1989.

Após 21 anos de ditadura, a experiência de uma eleição direta para presidente da República voltava à vida do brasileiro.

Na esfera policial, aquele período foi marcado pela expansão da prática de crimes de sequestro de empresários e pessoas influentes no Brasil.

Abílio Diniz era um empresário de sucesso e responsável pelo crescimento de empresas importantes, como Pão de Açúcar, Extra e Ponto Frio.

Esportista, lutador e havendo recebido treinamento de tiro com especialistas israelenses, recusava-se a andar com seguranças profissionais.

Em 11 de dezembro daquele ano, uma Chevrolet Caravan, disfarçada de ambulância, bloqueia o seu caminho, no Jardim Europa, São Paulo.

Abílio sacou o seu revólver e abriu parcialmente a porta, mirando contra a ambulância.

De repente, porém, sentiu um baque.

O seu carro foi atingido atrás por um Opala.

Ele tentou resistir, mas os sequestradores estavam em grande número e conseguiram rendê-lo, levando-o para o cativeiro, no bairro Jabaquara.

Dentro do cativeiro, um cubículo, havia um colchonete, um vaso sanitário, uma porta, um alto falante e um tubo por onde circulava o ar.

Abílio passou 6 dias como refém.

Pelo resgate, pedia-se US$ 30 milhões.

No dia 17 de dezembro, depois de 36 horas do cerco do cativeiro, os sequestradores decidiram que iriam se entregar e libertar Abílio Diniz.

O fim do sequestro foi exibido ao vivo pela TV.

Um ponto, porém, intriga quem vivenciou aquele período.

O sequestro de Diniz ocorreu no intervalo entre o 1.° e o 2.° turno da eleição presidencial de 1989, entre Fernando Collor e Luiz Inácio Lula da Silva.

O líder do grupo de sequestradores, Humberto Paz, revelou, perante o juiz, que foi obrigado a vestir a camiseta do Partido dos Trabalhadores, com o objetivo de prejudicar o candidato daquele partido.

Até hoje, não se sabe da veracidade dessa afirmação.

Porém, é certo que a mídia deu ampla visibilidade às tais camisas e este sequestro influenciou o resultado daquele pleito.
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Ao que parece, o carnaval 2023 tá garantido!!!

Coube ao Bloco “O fera” o privilégio de colocar o primeiro  trio elétrico na rua, nesse processo de retomada pós-pandemia. É bem verdade que ainda não estamos com a vida  “socialmente normal”, mas é possível dizer,  com toda certeza,  que o pior já passou. E nesse contexto os eventos populares começam engrenar novamente.

Na tarde de ontem (19 –  domingo ) – após dois anos quatro meses –  assistir o  Trio Asas da América desfilar pelas ruas da Vitória de Santo Antão, acompanhado por porção considerável de  brincantes, é algo que nos deixa bastante animados, no sentido do carnaval antonense 2023.

O carnaval da Vitória, indiscutivelmente, é o nosso maior patrimônio imaterial. Ostentamos números e fatos concretos que nos permite tal afirmativa. Assim sendo, sob o olhar atento da historiografia local, o desfile da fortaleza sonora dos irmãos “Valença” pelas ruas centrais da nossa “aldeia”, na tarde de ontem,  que tem como patrocinador oficial a internacional  Pitú,  nos inclina  dizer que a vida dos foliões  antonenses, em 2023, voltará ao seu estado original, ou seja: brincar carnaval na rua!!!

Chico Buarque de Holanda – por historia_em_retalhos.

Chico Buarque de Holanda sendo saudado em Curitiba, por uma multidão em praça pública.

Naquele ano (1966), a canção “A banda” havia vencido o II Festival de Música Popular Brasileira, em empate com “Disparada”, de Geraldo Vandré.

Na imagem, o jovem cantor sorri, no meio do povo, como quem ainda está acostumando-se aos festejos em torno de si.

Esse gênio da MPB, recentemente,  completa,  78 anos.

A arte vence o obscurantismo.

Obrigado e saúde, @chicobuarque! 🙌🏼
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Mais uma Missão Cultural – do sagrado ao profano…..

Dentro do processo de retomada pós-pandemia,  no último sábado (18), o grupo intitulado de “Corriola da Matriz” promoveu mais uma “Missão Cultural”. Após a necessária parada (por conta da pandemia),  essa foi  a segunda. A primeira da nova temporada ocorreu no dia 21 de maio,  com uma vista ao sempre bem movimentado  Mercado da Boa Vista.

Pois bem, articulada pelo “ex quase padre” Pedro Ferrer, nossa segunda missão (2022) seguiu para a histórica cidade de Olinda. Por lá, tivemos como anfitrião o sempre atencioso Padre Maurício. Após visita religiosa ao Mosteiro de São Bento – todas as suas dependências –  o grupo seguiu para a Casa Paroquial – no momento, em reforma.

Em ato contínuo, por assim dizer, o grupo, juntamente com outros grupos ligados ao padre Maurício,  seguiram para uma agradável reunião cultural com a presença de vários artistas olindenses. Na ocasião algumas apresentações musicais foram realizadas.

O Padre Maurício é um religioso plural e agregador.  Com sua simpatia e simplicidade, já conhecida por todos que com ele tiveram o privilegio da convivência, se configura numa pessoa agradabilíssima. Ou seja:  o mesmo é um especialista em dialogar com “gregos e troianos” e promover encontros frutíferos e com resultados práticos, diga-se de passagem. 

Fechando o roteiro da mais recente  “missão cultura”, promovida pelo grupo da “Corriola da Matriz”, o destino foi o Alto da Sé da “Cidade Patrimônio da Humanidade”. Por lá, de tudo um pouco. Da culinária à bela vista do litoral, da movimentação peculiar à Casa dos Bonecos. Tudo Mágico e enriquecedor…

 

Cidadão Vitoriense: José Fernando Moura.

Registramos o convite para a Sessão Solene da entrega do Título de Cidadão Vitoriense ao amigo Fernando Moura. O evento acontecerá no próximo dia 22 (quarta-feira), às 18:30h, na  Câmara de Vereadores. Desde já, registramos votos de parabéns aos amigos Fernando Moura e ao vereador Lourinaldo Junior (indicação). 

Em Tempo: após postagem, chegou-me a seguinte informação (12:08h)

Gostaria de comunicar que a solenidade de entrega do título de Cidadão Vitoriense, que me foi concedido, precisou ser adiada. Posteriormente informarei a nova data.
Forte abraço,

Fernando Moura.

Momento Instituto Histórico.

A partir de hoje, te convidamos a conhecer um pouco mais do Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão. E, para este primeiro vídeo, convidamos o presidente do IHGVSA o professor Pedro Ferrer que vai nos explicar porque este local atende também pelo codinome de Casa do Imperador e o porque da Rua Imperial receber este nome! Assiste aí!

Ministério Público de Pernambuco comemora 131 anos de história

Esta quarta-feira (15) ficou marcada pelas comemorações do aniversário de 131 anos do Ministério Público de Pernambuco (MPPE). A programação começou com a inauguração da Galeria dos Procuradores Gerais de Justiça do MPPE, no Edf. Procurador de Justiça Roberto Lyra,  e a aposição da placa do procurador-geral de Justiça, o PJ Franscisco Dirceu Barros.Em seguida, o procurador-geral do MPPE  (PGJ), Paulo Augusto de Freitas Oliveira, comandou a inauguração do Edf. Procuradora de Justiça Dra. Helena Caúla Reis, localizado na rua do Imperador, n 501. No espaço funcionarão 25 gabinetes de  Procuradores de Justiça , Salão dos Órgãos Colegiados, salas de apoio e de reuniões. “Seguimos estruturando a nossa atividade-fim para prestar serviços ainda melhores à sociedade pernambucana”, destacou o procurador.À tarde, a partir das 15h30, a programação teve seguimento, no Centro Cultural Rossini Alves Couto, com a mesa temática “Caminhos para os principais desafios do MP Brasileiro. Opiniões de suas lideranças”. O tema foi debatido Oswaldo D’Albuquerque Lima Neto, que é corregedor-geral do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP); Norma Angélica Reis Cardoso Cavalcanti, atual presidente do Conselho Nacional dos Procuradores-Gerais (CNPG); Silvio Roberto Oliveira de Amorim Júnior, procurador regional da República e ex-conselheiro do CNMP, Jarbas Soares, procurador-geral de Justiça do MPMG e do Procurador-geral do Trabalho, José de Lima Ramos Pereira. A mediação ficou  por conta do procurador-geral de Justiça do MPPE, Paulo Augusto de Freitas Oliveira.
O dia festivo foi concluído com solenidade realizada a partir das 16h. Na ocasião, os convidados presentes puderam prestigiar o lançamento do Hino MPPE, interpretado ao vivo por Nena Queiroga. Em seguida, o PGJ Paulo Augusto de Freitas Oliveira iniciou a entrega da Medalha Patrono Roberto Lyra, para 10 autoridades do Brasil por serviços prestados ao MPPE e sociedade.Logo depois, foi realizada, pela primeira vez na história da instituição, a entrega das Medalhas de Tempo de Serviço. A comanda foi recebida pelos membros que completaram 35, 30 e 10 de MPPE. “São 131 anos de uma instituição criada para servir ao povo pernambucano. Essa data agora faz parte do nosso calendário de eventos e é a certificação do nascimento desta respeitável instituirão. Parabenizamos a todos e todas que fazem o MPPE”, ressaltou Paulo Augusto.
Assessoria.

Dom Hélder Câmara – por historia_em_retalhos.

Registro de Dom Hélder Câmara desfilando pelas ruas do sítio histórico de Olinda em um dia de Corpus Christi.

Esta foto data da primeira metade da década de oitenta.

Ao fundo, o então prefeito da cidade, Germano Coelho, um dos principais responsáveis pela concessão do título de Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade a Olinda, em 1982.

Segundo a tradição católica, a data celebra o mistério da transubstanciação, em que o pão e o vinho são transformados no corpo e no sangue de Jesus Cristo.
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