
CORRIDA DE JUMENTO . Foto registrada na Praça da Matriz, em frente ao Clube Abanadores “O Leão” – 1977.

CORRIDA DE JUMENTO . Foto registrada na Praça da Matriz, em frente ao Clube Abanadores “O Leão” – 1977.

No Brasil, há um campeonato. Quem fabrica o pior pão de bromato. Os franceses devem perder o juízo, com o nome de francês no miolo de potássio.
Indigesto abraço!
Sosígenes Bittencourt

Pela 4ª vez consecutiva, a Pitú é vencedora do Top of Mind da Folha de S.Paulo como destaque na Região Nordeste, na categoria cachaça.
Simbora brindar essa conquista!


Em formato itinerante, frequentando os quatro cantos do estado, o Programa “Mesa de Bar”, comandado pelo conceituado comunicador Wagner Gomes, transmitido pelas rádios CBN RECIFE (105,7FM) e CBN CARUARU (89,9 FM), é sucesso absoluto.
Na estrada há mais de uma década (11 anos), produzido ao vivo, sempre por volta do meio dia dos sábados, Vitória de Santo Antão foi a “bola da vez”. Isto é: o programa do último sábado (29) repercutiu a partir do Club Arena JB, localizado no distrito de Pirituba.

É possível dizer que o conteúdo apresentado pelos convidados, nos 90 minutos de duração, bem reflete a proposta plural do programa. Ou seja: pessoas gabaritadas, das mais variadas tendências, abordando os mais variados assuntos: uma verdadeira confraria colaborativa.
Pois bem, nesse contexto, convidado pelo Wagner Gomes, tive o privilégio de participar e contribuir com o “Programa Mesa de Bar” do último sábado (29).
Por lá, juntei-me aos outros convidados: o radialista Aderval Barros, a representante da Pitú, Fernanda Ferrer, aos artistas Dani Aguiar, Nildo Ventura e Augusto César Filho e também aos músicos, das respectivas bandas.

Vale lembrar que o referido programa é patrocinado pelo Engarrafamento Pitú, desde o seu nascedouro. Portanto, fica aqui o singelo registro de um momento importante de troca de conhecimentos, muita harmonia e descontração, ocorrido no Programa Mesa de Bar, do último sábado, dia 29 de novembro de 2025.
Para assistir o programa inteiro:
https://www.youtube.com/live/Jrinu4L7pjc?si=lMQNyIh2o71W_IN0


Promovida pela empresa “Meta Associados”, aconteceu, na manhã do domingo (30), uma atividade física coletiva em forma de corrida rua. Com concentração, largada e chegada no Pátio da Antiga Estação Ferroviária, o encontro reuniu um bom número de atletas.

Com percurso de 6km, que percorreu várias ruas centrais da cidade, a organização do evento premiou os 3 primeiros colocados, no feminino e masculino.
Ao final, os atletas receberam medalha de participação e puderam saborear sucos e frutas diversas. Parabéns aos diretores da empresa META ASSOCIADOS, por investir no esporte e promover ação social voltada à chamada “Vida Saudável”.


Há 44 anos, a ala progressista da Igreja Católica promovia no Pátio do Carmo, no Recife, um pedido de desculpas ao povo preto, na memorável “Missa dos Quilombos”.
Evento de suma importância histórica, mas muito negligenciado, a Missa dos Quilombos lançou uma luz sobre as raízes do racismo e sobre a resistência do povo negro no Brasil.
A celebração foi presidida por um dos poucos bispos negros do Brasil, naquele momento, o mineiro Dom José Maria Pires, arcebispo da Paraíba (“Dom Zumbi”).
Ao seu lado, o anfitrião Dom Helder Camara, arcebispo de Olinda e Recife, que propôs o desafio da realização do ato.
No comando musical, uma das mais elevadas expressões do talento, sensibilidade e criatividade da música brasileira: Milton Nascimento.
Milton estava ao lado de Dom Pedro Casaldáliga e do poeta Pedro Tierra. A escritora Inaldete Pinheiro integrava os grupos de dança de matriz africana.
Em um ambiente ainda opressivo da ditadura militar e pelas mãos de uma instituição ainda muito conservadora (a Igreja Católica), Dom José Maria Pires afirmou com muita coragem que a igreja historicamente “frequentou mais a Casa Grande do que a Senzala”.
“A igreja não estava com os negros e hoje parece que começa a estar. Começa a nos querer bem, a respeitar a nossa cultura e não tratá-la mais como grosseira superstição”, afirmou.
Do Vaticano, porém, viera a odem de interdição ditada pela Congregação da Doutrina da Fé, dirigida pelo cardeal Joseph Ratzinger (futuro Papa Bento XVI), proibindo sumariamente a missa como uma celebração da eucaristia.
No Recife, os jornais estampavam:
“Missa Negra, coisa de satanás, profanação do culto sagrado promovida por Helder Camara, o bispo dos comunistas”.
Mas chegaram tarde.
Cerca de 8 mil pessoas lotaram o Pátio do Carmo.
“Claro que dirão, Mariama, que é política, que é subversão, que é comunismo. É Evangelho de Cristo, Mariama”, exaltou o Dom da Paz.
Apesar de desconhecida da maioria, a Missa dos Quilombos contribuiu para consolidar o dia 20 de Novembro como o Dia Nacional da Consciência Negra, instituído pelo Movimento Negro Unificado em 1978.
.
.
Siga: @historia_em_retalhos
https://www.instagram.com/p/DRRcfPCjmAW/?igsh=MTFvdWh4MjdxNGtxMA%3D%3D


(A Cascatinha da Matriz e Manoelzinho de Horácio)
Papai me contava e mamãe assevera que quem construiu essa praça, chamada Dom Luis de Brito, foi Horácio de Barros, pai de Manoelzinho Rangel. Depois, diz que Horácio de Barros não foi à inauguração da obra, porque estava acometido de Tifo. Assistiu ao evento, debruçado na janela de sua casa, na Rua Imperial, popularmente conhecida como Rua do Meio.
Era nessa Cascatinha que Manoelzinho de Horácio tomava cachaça com caramelo de menta, contava piada, soltava lorota e empulhava o mundo. Manoelzinho de Horácio partiu para a Eternidade aos 73 anos, já faz algum tempo. Ele contava que o médico que lhe tirou o baço e garantiu-lhe um ano de existência morreu primeiro.
Certa vez, Manoelzinho de Horácio me contou que fez um frio tão grande em Vitória de Santo Antão que o Leão Coroado, na frente da Estação Ferroviária, saiu do monumento e foi se esconder dentro de uma barbearia do outro lado da Praça. Manoelzinho de Horácio era jogador de futebol. Diz que, um dia, ele foi bater um pênalti, quando o adversário Tenente Índio o ameaçou: – Se fizer o gol, me apanha! Manoelzinho não teve dúvida, furou o gol e saiu correndo do estádio José da Costa, solto na buraqueira, pelo Dique afora.
Sosígenes Bittencourt


SAVE THE DATE!
A 5ª Corrida da Vitória já tem data marcada!
No dia 26 de abril de 2026, Vitória de Santo Antão será palco de mais uma grande celebração do esporte, reunindo atletas, famílias e apaixonados por corrida de rua.
Prepare-se para viver uma manhã de energia, superação e movimento!
Data: 26/04/2026
Local: Vitória de Santo Antão – PE
Em breve, divulgaremos todas as informações sobre inscrições, percursos e novidades desta edição.
Marque na agenda e venha fazer parte da 5ª Corrida da Vitória!

Comandado pelo conceituado jornalista Wagner Gomes, o próximo programa “Mesa de Bar” será realizado aqui em Vitória. Na qualidade de convidado, estarei participando. Portanto, segue, abaixo, mais informações:

🎙️Prepare-se para o @programa.mesadebar deste sábado! O cenário escolhido é o espetacular Clube Arena JB, em Vitória de Santo Antão, sinônimo de conforto e estrutura de ponta, lugar perfeito para garantir momentos agradáveis e de altíssimo nível.
E o time de convidados? Simplesmente imperdível:
🎤 Radialista Aderval Barros
(@adervalbarros)
✍️ Historiador e atleta Cristiano Pilako
(@pilakooficial)
💼 Empresário Alexandre Ferrer (@pitu)
🎶 Dani Aguiar
(@daniaguiaroficiall)
🎵 Nildo Ventura (@nildoventura)
e Augusto César Filho
(@augustocesarfilhoofc)
Garanta sua dose de boas histórias, risadas e muita música!
Você acompanha nossa transmissão através das rádios CBN Recife (@cbnrecife) e CBN Caruaru (@cbncaruaru), e também ao vivo em todas as nossas mídias sociais.
Marque nos comentários quem vai sintonizar ou te acompanhar no Clube Arena JB!


Registro fotográfico da reabertura do Banco Popular – 17 de novembro de 1964.

Nossa cidade – Vitória de Santo Antão – sempre teve tradição na cultura do “cavalo de sela”. Vitória também é o palco da tradicionalíssima 1ª Feira de Agosto, encontro anual, outrora, espaço voltado ao chamado “apontamentos dos engenhos” e, num tempo mais recente, espaço dedicado ao comercio do “cavalo bom de montaria”.

Pois bem, foi nessa atmosfera que há exatos 25 anos surgiu a Cavalgada Fest, projeto que durou pouco mais uma década, mas conseguiu muito prestigio, dentro e fora do munícipio. Nas muitas edições, reuniu muitos apaixonados pela “vida de gado”. Em uma das edições, chegou a ser condecorada e inscrita, pelo Instituto Rank Brasil, como a maior cavalgada uniformizada do País.

Na sua primeira edição, ocorrida exatamente no domingo, 26 de novembro de 2000, contou com a participação de mais de 600 cavalos. No formato padrão, iniciava-se com um farto café da manhã, seguia em cavalgada pelas ruas da cidade, regado a bebidas diversas, no meio do percurso (bate-sela) o almoço e ao final, apresentações musicais.

Logo na primeira edição, entre outras atrações musicais, apresentou-se, pela primeira vez nossa cidade, a Banda Brasas do Forró. O evento dançante ocorreu no espaço conhecido por “Vitória Park Show”, localizado no centro comercial.
Veja o vídeo aqui: https://youtube.com/shorts/VpuMBOPcA0Y?si=GB6Homk8SRV-VlgG
Vinte e cinco anos se passaram e muitos dos que participaram das várias edições não esqueceu. Continua, portanto, sendo a Cavalgada Fest uma memória afetiva bastante relembrada e querida, hoje, destacada no nosso quadro Corrida Com História.


Na tristonha cidade do Paracatú, perto das montanhas, no oeste de Minas Gerais, nasceu, em 1802, Antônio da Costa Pinto. Formou seu espirito na terra portuguesa, e aos 25 anos de idade, regressou ao Brasil, trazendo carta de bacharel, conquistada em Coimbra. Diplomado, apresentou-se a D. Pedro I, mas não alcançou as graças do poder. Numa audiência, não se ajoelhou e não beijou as mãos do Imperador. Era rebelde. E por esse motivo, “recusando cumprir as cerimônias da etiqueta do Paço, escreve o erudito historiador padre Rafael Galanti, o governo o deixou no esquecimento, durante quatro anos”.
Quando veio o governo da Regência, em 1831, ingressou, Costa Pinto, na magistratura de Minas. Sentou-se, mais tarde, aos 34 anos de idade, na cadeira de presidente de sua província, e sete anos depois, em 1844, exerceu na terra mineira, o cargo de chefe de polícia. Voltando à judicatura, obteve, em 1846, o alto posto de desembargador na Relação de Pernambuco. Político de ideias elevadas, sem o exagero da disciplina partidária, representou o povo de Minas, em sucessivas legislaturas, na Câmara geral. E figurava, ainda, na bancada parlamentar, em 1848, quando o governo lhe entregou, numa hora de terrível agitação política, a administração de Pernambuco.
Governou, o desembargador Costa Porto, essa província do norte, de 14 de julho a 17 de outubro de 1848. Gravíssimas eram, a esse tempo, as lutas partidárias. Não se envolveu, porém, esse governo liberal, nas linhas dos combatentes, e se conservou alheio às ambições e aos ódios pessoais, dirigindo, com serenidade, e justiça, o barco do governo. Deixado a província pernambucana, esse ilustrado mineiro regressou à Corte.
Serviu, ainda, ao governo bragantino, aceitando, em 1860, a presidência da província da Baia e, dez anos decorridos, mereceu a honra de sentar-se numa poltrona do Supremo Tribunal de Justiça. Chegou, desse modo, ao fim de sua carreira pública, brilhante e honrada.
Faleceu, no Rio de Janeiro, no dia 20 de março de 1880, aos 78 anos de idade. O ministro Antônio da Costa Pinto, no alto julgamento de Olegário de Aquino e Castro, antigo orador do Instituto Histórico Brasileiro, foi a “imagem viva da justiça, em todo o esplendor de sua serena majestade”.
Célio Meira – escritor e jornalista.
LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.
Setembro de 1939 – Célio Meira.




Projeto que vem ganhando corpo a cada apresentação, o grupo “Seresteiros da Vitória” promoveu no sábado (22) o seu primeiro encontro dançante privado – Baile Preto e Branco -, realizado no Clube dos Motoristas, localizado no bairro do Cajá.
Com varias apresentação musicas e um público ávido para se divertir, o evento cumpriu seu papel, já na primeira edição.
Majoritariamente formado por senhoras, que trás na memória os clássicos musicais de uma “Era de Ouro”, a festa foi animadíssima.

No contexto festivo, o grupo destacou, com um painel bem produzido, algumas das “seresteiras” que começaram a iniciativa que tem, entre outros objetivos, sociabilizar e integrar pessoas mais maduras ao mundo do entretenimento.



Em várias postagens, aqui pelo blog, abordei minha relação com os pássaros. Outrora, ainda no quadrante de criança, criava algumas espécies engaioladas. Coisas daquele tempo.
Mais de quatro décadas se passaram e o conceito social, independente das questões jurídicas, em relação à criação de pássaros, mudou bastante.
Assim como já relatei em outras ocasiões, continuo criando pássaros. Já nesse quadrante de adulto, crio-os livres, leves e soltos, em total sintonia com ritmo da natureza.

Em minha residência, num pé de caju, acompanho o desenrolar do “vai e vem” deles. No mais recente episódio, outro ciclo começou a se fechar – produção do ninho, ovos sendo chocados e os primeiros “passos” dos novos membros da família.
Não sei exatamente a que espécie pertencem. Só sei que são dóceis e calmos. Permitem-nos aproximar, sem qualquer alvoroço. Acho que já entenderam que somos “amigos, parceiros e protetores”.
Não obstante a correria da vida, precisamos separar um tempinho para acompanhar certos espetáculos que acontecem bem pertinho da gente, sem que seja necessário pagar ingresso, enfrentar filas ou mesmos grandes deslocamentos em viagens…..


TIRO DE GUERRA – BAIRRO DO LIVRAMENTO – JURAMENTO À BANDEIRA – 15-11-1982.
