Doutor Hugo Vinícius: “Honoris Causa em Direito”.

Motivado pelo convite do eminente juiz de direito da 3ª Vara Cível  da  nossa Comarca – Vitória de Santo Antão –, Doutor Hugo Vinícius Castro Jiménez,  prestigiamos o evento ocorrido no Teatro Tabocas, ocorrido na tarde de ontem (16), no Centro Universitário Facol.

A Sessão Solene contou com a presença de diretores, professores e alunos da instituição, advogados, vereador,  familiares e convidados do agraciado que teve como objetivo conceder  outorga de “Doutor Honoris Causa em Direito” ao já citado magistrado e professor.

Visivelmente emocionado com a conquista honrosa, Douto Hugo Vinícius, em sua fala, relembrou um pouco da sua vida – dificuldades e vitórias – e também da sua contribuição à sociedade na qualidade de docente e servidor público – na função de juiz há 17 anos. Recente,  o magistrado participou de uma das nossas live(s) realçando assuntos relacionados ao “Poder Judiciário”.

Segue, abaixo, o discurso proferido pelo Doutor Hugo Vinícius.

A turma do cachorro malhado marcou a história da nossa “Aldeia”.

Essa semana, nas redes sociais, ganhou corpo de volume avantajado a polêmica envolvendo alguns cachorros que “vivem” na Praça Padre Felix Barreto, localizada no bairro do Livramento e que foi, recentemente,  reconfigurada pela municipalidade.  Os mesmos (cães), na qualidade de “abandonados”,  são assistidos pela comunidade com destaque para a professora Salete  que, em vídeo,  frisou: “eles não estão sós”. 

Como dizia Mahatma Gandhi: “a grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados”. O conceito é antigo, mas, em nossa sociedade,  sobretudo na Vitória de Santo Antão, efetivamente, o envolvimento social nessa questão se configura em algo relativamente novo.

Não consigo lembrar –  nem muito menos já achei  nas páginas dos livros que contam a história dos nossos antepassados –  de algum movimento organizado no sentido da proteção “social” dos animais, ocorrido na nossa cidade. Aliás, por coincidência, foi justamente no espaço que hoje estão edificadas as Praças Padre Felix e 3 de Agosto que nossa cidade construiu uma história vinculada ao comercio de animais e até das antigas negociações – então permitidas por lei – do elemento escravo, mão de obra essencial  para “moer’ a economia da  nossa  primeira grande industria de transformação:  “engenho benguê”.

Nas últimas décadas, “soprada pela indústria pet”, a nossa sociedade avançou nessa questão. A legislação foi aprimorada e em alguns casos os “animais  abandonados” ganham mais visibilidade no contexto da caridade  e da solidariedade pelas pessoas  do que os próprios  indigentes semelhantes. Nem sempre a sociedade avança ou retrocede  de maneira homogênea. No mundo capitalista, quase sempre, as pessoas são incentivadas a pensar no “atacado” e não pelo “varejo”.

Na França – locomotiva pensante da banda ocidental do globo terrestres -, recentemente, uma Lei foi aprovada para não permitir que, entre outras coisas, a partir de janeiro de 2024,  cães e gatos sejam expostos em vitrines nas lojas,  disponíveis à venda. Algo que é extremamente importante, conceitualmente falando, no sentido de não permitir  à exploração e aos maus tratos que ocorrem com os animais de  “raça famosa”, praticados pelos criadores   e  negociantes profissionais, justamente  pela sana desenfreada  do lucro financeiro.

Na outra ponta, por assim dizer, dias atrás, um vereador da cidade de Tucumã, no estado do Pará, resolveu lançar uma ideia que bem reflete o seu lado primitivo e totalmente desconectado com princípios cristãos,  ao sugerir que cães e gatos “abandonados” servissem de alimentos às onças e leões nos zoológicos.

A discussão não é binária muito menos  engraçada. Envolve direitos, deveres, obrigações, civilidade e principalmente sintonia com crenças sobre o direito ao sopro da vida, seja ele “humano ou animal”.

Para concluir essas linhas,  sem sair do assunto e ativando a nossa “caixinha imaginativa”,  há trinta anos, se algum antonense  precificasse que no Natal do primeiro ano da terceira década do século vinte um, na nossa Vitória de Santo Antão,  os governantes de plantão financiariam,  com dinheiro público,  um  “Natal Pet” e que “cachorros de ruas”, enquanto dormiam,   iriam ser visitados, em coretos,  por autoridades  certamente esse sujeito seria despachado , de maneira sumária, direto  à  “Tamarineira”. A dialética é uma constante, como bem disse o pensador do seculo XIX, Karl Marx. 

”O Anjo Enviado Por Deus” – é o título do livro infantil lançado pela pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora Vânia Maria.

Na estrada da missão educadora há mais de três décadas a pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora, Vânia Maria, vem cumprindo sua nobilitante tarefa com esmero e paixão.  Mergulhando no mundo mágico e lúdico do universo infantil, recentemente, realizou mais um sonho, ou seja: virou escritora.

Na qualidade de mãe e avó, privilégios da magnitude da obra divina,  ela se reinventou para seguir em frente, apesar das pedras da incompreensão  “jogadas no seu caminho”.  A escritora Vânia Maria mergulhou  no mundo lúdico do universo infantil para emplacar o seu primeiro rebento literário: “ O Anjo Enviado Por Deus” – uma ficção desenhada com muita emoção e lágrimas nos olhos.

No roteiro da sua obra a escritora  consegue, poeticamente,  despertar nas crianças vários sentimentos:  confiança, amor, fé,  alegria e vontade de servir a Deus. Na narrativa da obra, vivenciada numa pequena cidade, um lobo muito malvado retira da família os  seu  bens  mais precioso, ou seja: filha e neto.

Com muita oração e devoção, Deus envia um anjo para restabelecer a alegria e a paz no coração de todos.  Além de um final feliz, uma lição de vida baseada nos ensinamentos cristãos e na constante vontade de viver feliz e seguir  sempre em frente.

Segundo a autora, Vânia Maria, “essa é uma experiência baseada na esperança e no amor, algo tão distante no nosso atual contexto social”.

Serviço:

Livro: “ O Anjo Enviado Por Deus”.

Contato Instagram – @psicoclinicavania

“RUELA” já foi catalogado para o 4º volume do livro – Apelidos Vitorienses.

Nosso amigo “Ruela” já nos revelou o motivo pelo qual tornou-se mais conhecido pelo apelidos do que pelo próprio nome. Disse-nos, ele: ” Vitória em peso já só me conhece por Ruela”. Assim sendo, o mesmo já foi catalogado e contará nas páginas do 4ª volume do Livro Apelidos Vitorienses, que deverá ser lançado no segundo semestre de 2022.

Para o quarto volume (8/25) já catalogamos:

Pereba, Aninho, Feola, Marreco, Jajá do João Murilo, Birino,  Bel Veículo e Ruela. 

Cena Musical: Banda Arcadianos…..

Banda Arcadianos iniciou em um festival de música no ano de 2019, mais adiante  tiveram que parar por motivo de força maior (COVID 19). Retornaram em 2021 e já gravaram o seu primeiro álbum, intitulado “O INÍCIO”. O grupo traz um repertório autoral e transita entre as vertentes do Rock, Pop e o Manguebeat.

As músicas são poéticas e falam sobre variados temas, sobretudo o amor, a coragem e a fé. A banda é formada por: Cid Lima, Jô Sales, Fabio Rocha, Pedro Cavalcanti e Jason Ayres. A paixão pela música reuniu os integrantes com o propósito de fazer mais pelo cenário musical brasileiro.

Assessoria. 

O sucesso do Livro “O Anjo Enviado por Deus” – pela pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora Vânia Maria.

A enfermeira Fátima Braz, top de linha . Comprou o livro que escrevi; O Anjo Enviado por Deus , na papelaria Lápis de Cor. É um prazer imensurável de tê- la como leitora . Espero que a leitura do livro cative o seu coração.

Tive o prazer da Dentista Lania  comprar também o livro que escrevi, na papelaria Lápis de Cor. Lania é uma dentista top e muito humana.  Desejo que essa leitura  seja encantadora.

Jaqueline  comprou o livro que escrevi na Papelaria Lápis de cor ( Vitória) . Conheço Jaqueline da Loja do Paris:  funcionaria como ela , só se inventarem outra! É uma  pessoa encantadora . Desejo que a leitura do “Anjo Enviado Por Deus”  seja uma viagem encantadora.

Beijos da Autora –  Vânia Maria

FALECIMENTO DE SAMIR ABOU HANA – por SOSÍGENES BITTENCOURT.

Samir não era um comunicador que tenha escolhido a profissão, era um profissional que nasceu para se comunicar. Um homem sério à moda antiga, sem afetação, quando ser sério não era uma exceção. Filho de palestino com uma paraense, e dado à luz em Recife, tornou-se um cidadão “cosmopolita”, do nordeste brasileiro, com cosmovisão ou mundividência de galgar ampla audiência em comunicação.

O seu amor ao próximo expressava-se de forma tão simples e espontânea, que logo conquistou audiência e credibilidade suficientes para escalar o pódio da televisão. E, para tanto, contou com o simpático convite de outro pernambucano que nasceu para fazer sucesso, Abelardo Barbosa, o popular Chacrinha, menino de Surubim, o Velho Guerreiro da distração.

Afetado no coração pelas calamidades das enchentes periódicas da capital pernambucana, recebeu a comenda de Secretário da Cidade – Samir Abou Hana. Samir era versátil, com relativo domínio de todos os assuntos, sabendo entrevistar, expondo seus pontos de vista sem ofender, sem maltratar. Sua polêmica terminava por abrir novo ângulo de visão sobre o tema, enriquecendo a explanação.

O falecimento de Samir deixa um indelével vazio nos sobreviventes de sua geração. Lembra-me o versículo de João, revelando um exemplo, pela palavra, no evangelho de Cristo: “No mundo, tereis aflições, mas tende bom ânimo. Eu venci o mundo”.

SOSÍGENES BITTENCOURT

Live 121 – ao vivo – “Memórias Antonenses” – com o cientista Frederico José de Vasconcelos Xavier.

Hoje (10),  produzimos a live “Memórias Antonenses”  com o cientista, professor e palestrante Frederico José de Vasconcelos Xavier. 

Filho do casal Aluísio e Eunice, nascido no sobrado da família no centro da Vitória de Santo Antão, Frederico Xavier, como assim ficou conhecido internacionalmente, inicialmente, revelou as suas histórias, sonhos e dificuldades que passavam na cabeça de qualquer criança da sua idade, ainda na metade do século XX.

Aluno aplicado e bastante curioso, ele descobriu a matemática e se apaixonou. Ainda muito jovem seu talento foi descoberto por um professor que abriu as portas para as primeiras experiências internacionais. Nesse contexto, tornou-se uma expressão mundial. Sem sombra de duvida, Fred, como é chamado na intimidade, se configura, no segmento acadêmico,  num dos expoentes de maior relevo da nossa Vitória de Santo Antão de todos os tempos.

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI.

Vitória, cidade industrial? – por Pedro Cavalcanti.

Não foi só uma vez que me deparei com a frase “as indústrias estão chegando em Vitória, mas só contratam peões, os maiores salários ficam com as pessoas que vem de fora”. Poderia ser uma contradição capitalista, o “peão” é sempre descartado, mas também é uma mostra de nossa realidade. Nossa população é pouco instruída. Todavia, mesmo assim, industrializamos.

Como toda a organização econômica, a industrialização do nosso município começou engatinhando. Em seus primórdios contava com a sempre saudosa Pitú, A Companhia Industrial de Vidros (CIV) e algumas outras que vocês podem consultar facilmente com nosso amigo Pilako. Esse processo começa a parar de engatinhar quando há a primeira grande mudança estrutural, a duplicação da BR-232, que começou no ano 2000 e finalizou em 2007. Dessa forma Vitória ganhava um acesso mais rápido à capital pernambucana e sua região metropolitana.

Outra obra estrutural que passa quase despercebida é o gasoduto que corta nossa cidade e segue até Caruaru. Foi inaugurado em 2009 junto com a indústria que mudaria o patamar de nossa cidade, a SADIA. Esses três movimentos podem parecer dispersos, porém, a duplicação da 232, o gasoduto e a SADIA fazem parte do mesmo processo. Com políticas de incentivos fiscais, terras e mão-de-obra barata, a estrutura era o único entrave que afastava as indústrias da nossa cidade. Valendo-se de um acentuado processo de desindustrialização do SUDESTE, e com excelentes benefícios regionais, o Nordeste teve um incremento industrial em contraponto ao resto do país.

As indústrias começaram a se instalar, de uma forma que parece alheia a nossa cidade. Estavam em grande parte “do outro lado da pista”. Querem nosso incentivo fiscal, nossa terra e nossa mão-de-obra barata, mas não vão se afastar do gás e da rodovia. Nosso distrito industrial nasceu oferecendo algo que o Vitoriense sequer sonhava, trabalho “fichado”. Parece um exagero, mas os cargos de baixo salário que as indústrias ofereceram são um manjar numa cidade travada e com mais da metade da população vivendo com uma renda média de metade de um salário.

Nossa cidade sem infraestrutura urbana e sem planejamento agora é pujante de fábricas. Nossa população continua despreparada e o preço da terra disparou. Não é de se estranhar o “boom” imobiliário que veio com as indústrias. A cidade cresceu em tempo recorde, trabalhadores de cidades vizinhas, e até de outras regiões precisavam de moradias. Foi a “farra dos novos condomínios e loteamentos”. O preço dos aluguéis gentrificou alguns bairros (tirou o peão de lá), a classe média cresceu através do comércio e dos serviços. A cidade começou a sentir até as moléstias da capital com seu trânsito desorganizado.

O que podemos esperar do futuro? O processo de industrialização tende ao crescimento, e nossos gestores? Saberão lidar com isso?

Pedro Cavalcanti é Doutorando em Geografia pela UFPE e Pós-graduando em Administração Pública e Direito Legislativo pela UPE.

”O Anjo Enviado Por Deus” – é o título do livro infantil lançado pela pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora Vânia Maria.

Na estrada da missão educadora há mais de três décadas a pedagoga, psicopedagoga clínica e escritora , Vânia Maria, vem cumprindo sua nobilitante tarefa com esmero e paixão.  Mergulhando no mundo mágico e lúdico do universo infantil, recentemente, realizou mais um sonho, ou seja: virou escritora.

Na qualidade de mãe e avó, privilégios da magnitude da obra divina,  ela se reinventou para seguir em frente, apesar das pedras da incompreensão  “jogadas no seu caminho”.  A escritora Vânia Maria mergulhou  no mundo lúdico do universo infantil para emplacar o seu primeiro rebento literário: “ O Anjo Enviado Por Deus” – uma ficção desenhada com muita emoção e lágrimas nos olhos.

No roteiro da sua obra a escritora  consegue, poeticamente,  despertar nas crianças vários sentimentos:  confiança, amor, fé,  alegria e vontade de servir a Deus. Na narrativa da obra, vivenciada numa pequena cidade, um lobo muito malvado retira da família os  seu  bens  mais precioso, ou seja: filha e neto.

Com muita oração e devoção, Deus envia um anjo para restabelecer a alegria e a paz no coração de todos.  Além de um final feliz, uma lição de vida baseada nos ensinamentos cristãos e na constante vontade de viver feliz e seguir  sempre em frente.

Segundo a autora, Vânia Maria, “essa é uma experiência baseada na esperança e no amor, algo tão distante no nosso atual contexto social”.

Serviço:

Livro: “ O Anjo Enviado Por Deus”.

Contato Instagram – @psicoclinicavania

Helder Neri: o adeus final….

Repercutiu bastante a notícia do falecimento do bem relacionado Helder Neri. Familiares, funcionários e diretores do Engarrafamento Pitú e uma legião de amigos acompanharam as últimas homenagens. O funeral aconteceu  no  velório da Rosa Master e seu sepultamento ocorreu às 16h, no Cemitério São Sebastião.

Na ocasião, registramos o cortejo até o “campo santo” assim como os aplausos dos presentes que acompanharam o seu sepultamento. Entre outras coisas, Helder deixou a marca da sua irreverência e da sua animação, sobretudo nos reinados momo da nossa cidade.

Live bate-papo – “Memórias Antonenses” – com o cientista Frederico de Vasconcelos Xavier.

LIVE  bate-papo – “Memórias Antonenses” –  sexta-feira (10), às 17h com o  matemático, cientista, professor e palestrante internacional, Frederico Xavier.  

Nascido em nossa “Aldeia” – Vitória de Santo Antão – Frederico foi aluno do Colégio 3 de Agosto. Apaixonado pela matemática, ainda muito jovem, se aprofundou no assunto e se revelou uma “mente brilhante”. Morando dos EUA há 50 anos tornou-se um renomado cientista e vai compartilhar conosco suas memórias da infância. 

Live bate-papo – “Memórias Antonenses” – com o cientista Frederico Xavier. 

Sexta-feira – 10 dezembro – às 17h.

Transmissão pelo Blog do Pilako.

Helder Neri: “Pilako, eu vou morrer cedo……..”, disse-me ele.

Ainda era madrugada quando a informação começou a circular pelas redes sociais: Helder Neri faleceu, vitima de um infarto.  Quem conhecia ele mais de perto sabia das dificuldades que estava atravessando,  no que se refere   ao controle da ingestão de bebida alcoólica. Os amigos e familiares não lhes faltaram no sentido do apelo para uma “manerada”  no seu estilo de vida, sobretudo nos últimos anos.  Mas a vida e a morte  continuam  sendo os  maiores  de todos os mistérios…..

Em algumas conversas mais reservadas ele,  abrindo bem os olhos  como se quisesse sublinhar  as palavras emitidas pela sua boca, repetiu-me,   várias vezes: “Pilako,  eu vou morrer cedo”. Parecia  conviver com essa aflição, algo, por assim dizer, muito inquietante para qualquer passageiro desse mundo de meu Deus.

Festeiro, animado e  com bom transito na cidade, Helder guardava na memória e no coração as melhores  lembranças do seu pai. Sempre que tinha oportunidade,  mudando a modulação da voz para o grave, dizia,  : “eu sou filho de Joca Neri”.

Em  cargo importante no Engarrafamento Pitú, Helder vibrava com  a empresa. Vestia  literalmente a marca e entrava em êxtase quando assim era anunciado:   “Helder da Pitú”.  Ele tinha prazer em desempenhar sua função de ponte entre os mais variados segmentos de eventos  com a empresa.  Honesto na sua função, Helder também sempre foi apaixonado por política. Estava no seu sangue. Corria nas suas veias.

 

Nas festas e nos acontecimentos sociais, ou mesmo nas “brincadeiras”  mais informais que o mesmo  participava,   não “podia ver um microfone”. Gostava de discursar e cantar.  Ao carnaval da Vitória  também  emprestou sua irreverência.  Deixou seu legado como folião, carnavalesco e incentivador da festa, inclusive sendo-lhe tributado um “reinado inteiro”, na qualidade de homenageado do carnaval da Vitória.  Tenho inúmeros registros  dele em foto e vídeo,   aqui  no blog. Não tinha um coração ruim. Vivenciou  alguns altos e baixos, mas conseguiu vencer na vida profissional.

Infelizmente, perdemos um amigo da nossa geração. Algo que não aceitamos como uma partida “normal”  ou mesmo no  seu devido tempo, sem antes  refletirmos que tudo poderia ter sido bem diferente. Como falei inicialmente,  a vida e a  morte  continuam sendo  os  maiores  de  todos os  mistérios . Vai com Deus, amigo Helder Neri.

Sua música preferida, cantada por ele mesmo: 

Corrida Com História – 5 anos do Grupo de Corrida “Vapor da Vitória” e o centenário da primeira prova da modalidade.

Foi justamente aos pés do “Anjo da Vitória”, exatamente no dia 08 de dezembro de 2016, ou seja há 5 anos, que se materializava o grupo de corrida “Vapor da Vitória”. Seu nome surgiu em função do sonho de todo corredor  –  iniciante, amador e profissional – que é manter-se no “vapor” durante todo percurso, algo quase sempre impossível.

O primeiro registro de uma  corrida em nossa cidade nos remete ao longínquo ano de 1921: 100 anos. Foi o time de futebol local  –  Guarany Sport Club –  que promoveu uma disputa até o então distrito de Pombos. O vencedor, com o tempo de 1:15h, foi o atleta de nome de Raul. Nos estatutos da referida agremiação,   entre outras coisas, constava que a mesma destinava-se “ a promover todos esportes terrestres que desenvolvam fisicamente os indivíduos”.

O tempo passou e a modalidade – Corrida de Rua – ganhou o mundo. Na Vitória de Santo Antão do século XXI cada dia temos mais atletas nas ruas. Nesse contexto, vários grupos de corrida surgiram, dentre eles destacamos o Grupo Vapor da Vitória que hoje, 08 de dezembro de 2021, comemora os seus primeiros 5 anos de plena atividade. Assim sendo, segue os parabéns a todos integrantes do grupo, sobretudo aos  fundadores:  Wilian Barros e Walmir Cordeiro de Farias (Júnior).