Copa da FIFA 2026: agora chegou a hora da verdade….

Mesmo sem apresentar um futebol brilhante,  nessa copa de 2026,  o selecionado argentino avançou para ser finalista. Disputa que ocorrerá no próximo domingo (19), contra o selecionado espanhol,  que na última partida contra o time francês apresentou uma aplicação tática quase perfeita.

Pois bem, não acompanho futebol no dia dia. Mas em se tratando de copa do mundo, que é algo muito maior do que apenas futebol, na medida do possível, procuro atualizar-me,   nas estatísticas e curiosidades.

Evidentemente que torci pela Seleção Brasileira. Torcemos e vibramos, também, por Cabo Verde, em virtude das nossas relações ancestrais, aqui, anteriormente,  já devidamente explicada e relacionada.

Com relação aos oito finalistas da Copa da FIFA 2016, soprei para os “deuses do futebol”  contemplar,   com o título de 1º lugar,  aqueles que nunca haviam levantado a taça de campeão do mundo. Não funcionou. A lógica prevaleceu.

Dos quatro semifinalistas, por assim dizer, usei uma razão lógica “protecionista”, isto é: uma final entre a Espanha e a Inglaterra, pois, cada qual, possui apenas um título de campeão do mundo. Minha torcida não funcionou: entrou água pela metade….

Nessa altura do campeonato é impossível não reconhecer que a Argentina possui um plantel de jogadores torcedores, ou seja: vestem a camisa como se estivessem na arquibancada. E isso, mesmo sem apresentar um futebol de excelência, dentro de campo, vem fazendo a diferença.

Apenas a título de comparação, na última década, no que se refere às disputas da Taça Libertadores, os times brasileiros, frente aos argentinos,  foram absolutos.

 No entanto, no que se refere às competições envolvendo as respectivas seleções (Brasil X Argentina), os nossos irmãos sul-americanos nos suplantaram com facilidade.

Apenas focando no futebol regional (América do Sul), fica-nos, pelo menos,  uma dúvida: por qual motivo, nos últimos tempos,  os times brasileiros seguem  avançando  na mesma proporção que a seleção  canarinha continua despencando?

Vida Passada… – Benvindo Amaral – por Célio Meira.

Benvindo Gurgel do Amaral, cearense, nasceu no dia 24 de abril 1835, no Aracatí, linda e velha cidade à margem direita do rio Jaguaribe. Muito moço, na terra natal, seguiu a vida do comercio, que era a do pai, transportando-se, mais tarde, para a cidade do Recife, onde os cenários eram mais largos para as suas lutas mercancia. E anos e anos se passaram. Benvindo, porém, nas horas vagas, e nas horas tranquilas de meditação. Via claro, que não era o comercio o seu destino, e que podia encontrar, noutras zonas de trabalho, triunfos e a glória.

Reparou, então, que andava já na casa dos vinte e oito anos de idade, podendo perfeitamente, moço e forte, dividir o tempo entre o balcão e o estudo. Matriculou-se, concluindo o curso de humanidade, na Faculdade de Direito do Recife. Atendia a freguesia durante o dia, e à noite, debruçava-se nos livros, aprendendo as ciências jurídicas e sociais. E cinco anos de decorridos, em 1867, naquele ano agitado da Vida acadêmica do Recife, quando Castro Alves dirigia os companheiros , nas praças públicas, em sinal de protesto, conta Clovis Bevilaqua, do estudante cearense Torres Portugal, declamando aqueles dois versos famosos:

“A lei sustenta o popular direito

Nós sustentamos o direito, em pé “.

Conquistou, Benvindo, a carta de bacharel. E teve, nessa época, na sua turma, a companhia de Generino dos Santos, Antônio Estevão de Oliveira, Gonsalves Ferreira, João Barbalho Uchôa Cavalcanti, Luiz Ferreira Maciel Pinheiro e de José Higino Duarte Pereira, vultos que, com o correr dos anos, se tornaram preeminentes nas ciências, nas terras, nas letras, na administração e na política.

Diplomado, fechou, Benvindo, as portas de sua casa comercial, e regressou à província onde nasceu. Dedicou-se ao jornalismo e ao funcionalismo público. Ao lado de Júlio César, conta o barão de Studart, eminente historiador brasileiro, escreveu no “Jornal de Aracatí”, e mais tarde, ombreando-se com Augusto Gurgel e José Avelino, colaborou no “ Jornal de Fortaleza”, alcançando aplausos.

Exerceu o cargo de procurador fiscal da Tesouraria do Ceará. E, um dia, cearense da gema, andarilho, sentiu o desejo de correr terras, e partiu no rumo da Amazônia, prestando serviços relevantes na secretaria de uma presidência, na província do Pará.

Honrou, Benvindo Gurgel do Amaral, o nome de sua terra, e os homens de Aracatí, habitantes felizes da zona jaguaribana, venera, ainda, sua memória.

Célio Meira – escritor e jornalista. 

LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.

Setembro de 1939 – Célio Meira. 

ATRÁS DA PORTA – por Sosígenes Bittencourt.

ATRÁS DA PORTA

Atrás da porta
renasce a infância e seus bruxedos

Atrás da porta
há golpes e risos
e mãos impossíveis

Atrás da porta
o pequeno espaço
estreita os desejos

Atrás da porta
há olhos perquiridores
mas, cegos, de confundem

Atrás da porta
há outra porta
abrindo lembranças

Atrás da porta
há o gelo e o fogo
de tua volta

Atrás da porta
“tem o aspecto
de um corpo”

Atrás da porta
os mortos estudam os vivos
mais mortos que os mortos

Sosígenes Bittencourt
Janeiro/1978

AVLAC realizou reunião ordinária com a palestra do escritor Melchíades Montenegro.

Na manhã do domingo (12), em sua sede, localizada no bairro do Livramento, aconteceu mais uma reunião ordinária da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência. o evento foi comandado pela presidente da instituição, Christienne Marie Barnabé.

O ponto alto da pauta, além de lançamento de música e outras comemorações, materializou-se  na brilhante palestra do senhor Melchíades Montenegro – pernambucano da cidade de Catende.

Geógrafo de formação, acadêmico com sólida trajetória literária e escritor – autor de dezenas livros e premiado nacional e internacionalmente.

No  conteúdo da sua esclarecedora abordagem o mesmo, de maneira objetiva e inteligente,   jogou luz na origem e também no processo evolutivo das academias de letras, com foco na cultura ocidental.

Preparado e portador de uma memória fantástica, Montenegro, na ocasião, sublinhou as primeiras movimentações vividas em Atenas passando, também,  pelos primeiros passos no então Brasil-colônia até chegar às mais sofisticadas e irradiadoras confrarias literárias da atualidade, sem esquecer, claro,  dos grêmios estudantis e das academias de letras interioranas.

Ao final do evento, os presentes foram convidados a saborear os “comes e babes”.

Pedro Queiroz: um antonense que marcou época!!!

Na manhã de ontem (12), por intermédio de um amigo, fiquei sabendo do falecimento do amigo Pedro Queiroz (76 ANOS). Em virtude da minha primeira moradia, já que fomos vizinhos na Avenida Silva Jardim, desde sempre, já cresci conhecendo o filho mais novo de “Dona” Dora:  Pedro José Cavalcanti de Queiroz, ou mesmo,  Pedrinho, como  os mais velhos o  chamavam. 

Como o próprio Pedro passou a vida inteira reafirmando:

“não sou melhor nem pior que ninguém, sou,  apenas,  diferente”.

Agora, portanto, não seria nenhum absurdo, principalmente para as pessoas que conviveram mais de perto com ele, dizer: “ele foi uma pessoa amada e odiada, num só tempo”.

Pedro sempre foi uma pessoa que se destacou, nos mais diversos ambientes em que frequentou. Estudioso, gostava de mostrar e compartilhar seus conhecimentos. E ser destaque, quase sempre, atrai admiradores e invejosos.

Além de exibir uma cultura geral invejável, ele sabia, como ninguém,  transformar, com elegância retórica, objetividade cirúrgica  e eficiência  instantânea, informação em palavra. Sua eloquência, ferramenta poderosa no mundo moderno,  configurava-se  no seu  mais valioso  trunfo.

Professor, advogado e político o Doutor Pedro Queiroz ganhou fama na cidade através das campanhas políticas. Foi vereador por vários mandatos e também chegou a ocupar, interinamente, a chefia do Poder Executivo local, em função do afastamento, por questão de saúde, do então prefeito Ivo Queiroz.

Mas era na  tribuna da câmara que ele se sentia realizado. Foi, também, relator da Lei Orgânica do Munícipio,  no inicio dos aos 1990.

No mundo político, que normalmente é regido mais pelo ódio de que pelo amor, em momentos distintos, teve participações decisivas. As campanhas majoritárias,  em Vitória,  dos anos de 2000 e 2008,  são dois bons exemplos, mas também circulou por Brasília. Sabia e entendia das entranhas da política nacional.

Várias entrevistas para o Blog do Pilako. Veja o vídeo. 

Junto com os irmãos –  Antônio e Paulo -, Pedro também gostava de participar dos eventos sociaIs e carnavalescos. Era da turma do “Coelho” e do Clube Abanadores O Leão.

Várias entrevistas para o Blog do Pilako. Veja o vídeo. 

Identificado com os ensinamentos da religião católica, foi uma espécie de discípulo de Padre Renato. Em todas as ocasiões em que tinha oportunidade, gostava de sublinhar: “Padre Renato é um padre padre……..”

Várias entrevistas para o Blog do Pilako. Veja o vídeo. 

Pedro Queiroz sempre foi uma pessoa identificada com a comunidade local. Conhecia os fatos importantes e detalhes da história da formação da nossa cidade. Estabeleci com ele, em vários momentos,  bom dialogo sobre fatos e acontecimentos que marcaram época na nossa cidade. Nas  suas participações nas rádios locais,  gostava de relembrar de pessoas e fatos importantes, sobretudo os ligados à seara política.

Por ocasião de algumas dificuldades de saúde, nos últimos anos, Pedro foi se afastando, aos poucos, da sua vida cotidiana. Gostava de caminhar logo cedo, ir à missa e conversar no Pátio da Matriz. Tudo isso, coisas relativamente simples,  lhe enchia  de satisfação.

Portanto, essas são algumas palavras para lembrar a figura do amigo Pedro Queiroz, sepultado, na tarde de ontem (12), no Cemitério São Sebastião, aqui em Vitória.

Realcemos, contudo, que não é fácil resumir em um artigo informações e curiosidades sobre uma pessoa que viveu intensamente e que, sem sombra de dúvidas,  teria elementos de sobra para se preencher um livro inteiro.

Que Santo Antão continue a lhe guiar, amigo Pedro Queiroz…..

 

A história de um dos crimes mais chocantes do país – por @historia_em_retalhos.

O ano era 2012.

Marcos Matsunaga, um homem rico, herdeiro e diretor executivo da Yoki, e Elize Matsunaga conheceram-se alguns anos antes do crime, quando Elize trabalhava como garota de programa.

Os dois começaram um relacionamento, casaram-se e tiveram uma filha.

Nesta época, o casal vivia uma vida de luxo em um apartamento nobre da capital paulista.

Elize, porém, desconfiava que estava sendo traída e contratou um detetive particular para seguir o marido.

A investigação confirmou que Marcos mantinha um relacionamento com uma amante, o que a transtornou e a levou a planejar o crime.

Na noite do dia 19 de maio de 2012, Marcos voltava para casa carregando uma pizza nas mãos.

Ao entrar no apartamento, foi alvejado com um disparo de arma de fogo realizado pela esposa.

Já morto, todavia, vem a parte mais sórdida deste crime:

Elize esquartejou o corpo do marido, colocou os pedaços em malas e abandonou as partes em diferentes pontos da Grande São Paulo.

Uma das babás da família confirmou que Elize havia comprado uma serra elétrica na véspera do assassinato, o que foi usado pela promotoria para confirmar a tese da premeditação do crime.

A defesa de Elize ainda invocou a tese de uma suposta legítima defesa, que não prosperou.

O julgamento do homicídio de Marcos Matsunaga aconteceu em 2016 e durou sete dias, um dos mais longos da história de São Paulo.

Elize foi condenada a 19 anos, 11 meses e 1 dia de prisão por homicídio, destruição e ocultação de cadáver.

Em 2019, o Superior Tribunal de Justiça reduziu a pena para 16 anos e 3 meses, levando em consideração o fato de ela ter confessado o crime.

Hoje, Elize está no regime aberto, após a Justiça conceder-lhe a liberdade condicional.
.
Siga: @historia_em_retalhos

https://www.instagram.com/p/Dauj-O9xKn7/?igsh=MTE1OWt1ZmpwcTdvcA%3D%3D

Festa da Saudade – Super OARA – 15 de agosto.

No vídeo, um pouco do astral de uma das edições da Festa Saudade, evento dançante que celebra o bom repertório musical e o encontro de gerações: 

Serviço:

Evento –  9ª Festa da Saudade 

Dia – 15 de agosto

Local – Clube Abanadores O Leão

Atrações musicais: Banda Pinga Fogo e Orquestra Super OARA

R450, mesa para 4 pessoas – $800, camarote para 10 pessoas 

Reservas de mesas e camarotes: 9.9188.3054

Leonardo Edardna: uma obra para a eternidade….

Para marcar a passagem dos 400 anos de fundação do nosso torrão o produtor cultural Leonardo Edardna, mais conhecido por Bad Léo, concretizou  um “sonho” que em breve será compartilhado com toda comunidade antonense.

Com sensibilidade histórica e sentimento coletivo, após vários anos de pesquisa e muito trabalho, Edardna lançará um livro ilustrado em forma de  “álbum de figurinhas”.

No conteúdo, que aborda fatos históricos, monumentos e figuras de relevo da nossa história, um convite à navegação que,  de maneira lúdica e divertida, realça os  4 séculos da nossa linha do tempo, iniciada com  a chegada do português Diogo de Braga, em 1626, aos dias atuais. .

Desde o ano de 2022, Bad Léo vem se  dedicando à pesquisa local. Em 2023 e 2024, foi dando forma ao referido projeto que tem o requinte  do  pioneirismo. No transcorrer dos anos de  2025 e 2026 caiu em campo para tornar realidade a obra que consagrará seu nome para muito mais além da sua existência no mundo dos vivos.

Nessa caminhada cívica, coletiva e empreendedora encontrou muitas barreiras, mas, com perseverança e determinação,  venceu todas. Salientemos que um trabalho dessa envergadura seria quase impossível sem o acervo do nosso Instituto Histórico e Geográfico,  que aliás se configura no verdadeiro relicário da nossa história.

Além do  “álbum de figurinhas”, o conjunto do trabalho também reproduziu réplicas de figuras e monumentos históricos da nossa Vitória de Santo Antão que,  em breve,  estarão  disponíveis nas escolas públicas e privadas para serem adquiridas pelos alunos e também por todos aqueles que se identificam com a chamada educação patrimonial.

Fico feliz que esse empreendimento cultural tenha sido materializado. Ao longo dessa penosa e longa jornada de trabalho, quando procurado pelo produtor Edardna, tive a oportunidade de opinar e contribuir,  positivamente,  para efetivação dessa grande ferramenta de aprendizado coletivo, sobretudo para as crianças e adolescente da nossa Vitória de Santo Antão.

Eis aí, portanto, mais uma importante ação para celebrarmos a passagem dos nossos 400 anos de história. 

Vida Passada… – Sotero dos Reis – por Célio Meira.

No ano de 1800, na cidade de São Luiz, do Maranhão, nasceu, a 22 de abril, Francisco Sotero dos Reis. Foi aluno, na infância, de Frei Caetano de Vilhena, e quando se abriram, na sua vida, as estradas da mocidade, pensou, Francisco, no estudo da medicina, na velha França. Não lhe permitiu o destino essa aventura. A morte arrebatou-lhe o pai, e ele ficou no torrão nativo, triste e pobre.

Iniciou-se, então, no magistério particular, ensinando francês e latim, até que, em 1821, o general Bernardo Silveira, presidente da província, narra o padre Galanti, o nomeou professor dessa última disciplina, nu colégio, que vivia e prosperava nas graças do governo. Sotero obteve, em concurso, a cadeira de latim, no Liceu de sua província. Fundou o Instituto Literário Maranhense.

Político de convicções arraigadas, conservador, filiado ao partido dos cubanos ou saquaremas, teve, Sotero, atuação destaca e combativa nos anos de 1838 a39, no tempo da inditosa revolução dos “Bem´ti-vís”. Combatia-o o liberal Franco de Sá, “Bem-ti-vís” de boa linhagem, e amigo dedicado de João Francisco Lisboa, que era, na Côrte, o embaixador das ideias liberais. Nega-se a Sotero, nesse doloroso movimento armado, sentimentos de generosidade; atribue-se-lhe perseguição terrível aos adversários, e a historiadora Carlota Carvalho, nascida no Maranhão, o acusa de sanguinário. Outros historiógrafos exaltam-lhe a figura política e a obra patriótica. Há, ainda, nesses julgamentos, de lado a lado, afeições e ódios que se transmitiram de geração em geração.

Jornalista de linguagem elegante e vigorosa, armou, Sotero, várias tribunas de combate, e entre essas, o Maranhense, o Constitucional, o Observador e o Eclesiástico, informam biógrafos, foram aquelas em que, de melhor modo, ele se agigantou, na arena de luta, e aos olhos dos que o aplaudiam, tocados de idealismo.

Deputado à Assembleia da província nativa, homem de imprensa, político, não abandonou, nunca, a cátedra, ensinando a língua latina, num largo período de 43 anos, à mocidade da terra onde nasceu. Jubilou-se aos 66 anos de idade, publicando o “Postila de gramática geral”, o “Curso de literatura brasileira e portuguesa” e a famosa “Gramática Portuguesa”, consultada, ainda hoje, pelos estudiosos do vernáculo.

Morreu Sotero, aos 71 anos. Amado e odiado entre os políticos, queridos entre os discípulos, admirado no mundo dos intelectuais, pertence, esse brasileiro, à galeria dos filhos preclaros da gleba de Odorico Mendes, Gonsalves Dias, Joaquim Gomes de Sousa, Coêlho Neto e de Humberto de Campos, o príncipe dos escritores do Brasil.

Célio Meira – escritor e jornalista. 

LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.

Setembro de 1939 – Célio Meira.