Em Vitória, fogo amigo “queimando” a governadora Raquel Lyra.

Para quem acompanha os noticiários políticos do estado,  já devem ter  observado que os embates, dentro e fora dos bastidores,  estão ganhando escala. Os grupos políticos liderados pela governadora Raquel Lyra e pelo prefeito do Recife,  João Campos,  estão em pé de guerra.

Quando essa “guerra” transita pelo espaço das realizações das obras e ações públicas,  para realçar quem fez mais, convenhamos que o ambiente belicoso pode até favorecer, momentaneamente, a população, sobretudo a camada mais necessitada, quase sempre dependente da “mão” governamental.  Mas as vezes, engrenagem e disputas políticas, “travam” determinadas ações que impactam, negativamente, essa mesma população,  ávida por algum refrigério público.

Pois bem, dias atrás, conversando com um “ator” político da nossa terra, tomei conhecimento que os aliados da governadora Raquel Lyra na Vitória de Santo Antão, estão se utilizando dos seus respectivos prestígios, para não deixar um novo espaço da APAMI funcionar. Detalhe: segundo esse mesmo “ator” existe dezenas de leitos e toda uma estrutura pronta, mais o governo do Estado não autoriza funcionamento.

O curioso é que a governadora Raquel Lyra, que continua carecendo de ações positivas em sua administração, sobretudo na área da saúde, para avançar no processo da sua reeleição, esteja confiando cegamente nos seus aliados antonenses, para aceitar esse tipo de barganha.

Na política, nas engrenagens  governamentais  e nos processos eleitorais existe, concretamente,  o chamado “fogo amigo”.

Se todo esse “travamento”, que esse “ator” político revelou-me,  for  realmente verdade, fica-nos pelo menos uma dúvida: será mesmo que os aliados da governadora Raquel Lyra, em Vitória de Santo Antão, estão jogando para melhorar ou piorar a  imagem do  governo?

2ª Corrida do EJC da Igreja do Amparo.

Na sua segunda edição, ontem (08), domingo, aconteceu a Corrida do EJC da Paróquia do bairro do Amparo. Com Percurso de 5km, os atletas largaram da principal praça da comunidade,  circularam várias ruas centrais, para fechar o percurso no Pátio de Eventos Otoni Rodrigues.

Na qualidade de atleta participante, ao final, também participei da degustação de frutas e guloseimas. Medalhas para todos e troféus para as três primeiras colocações, nas categorias  masculino e feminino.

Heley de Abreu Silva – por @historia_em_retalhos.

No Dia Internacional das Mulheres, eu rendo as minhas homenagens a esta heroína anônima que o Brasil precisa conhecer.

Heley de Abreu Silva.

Como milhares de docentes anônimos espalhados por este país, esta professora mineira foi daquelas que lutavam por uma educação mais inclusiva e de melhor qualidade para as nossas crianças.

No dia 5 de outubro de 2017, porém, Heley entrou para a história por um ato de extrema bravura e heroísmo.

Na manhã daquele dia, na creche Gente Inocente, em Janaúba/MG, o vigia noturno Damião Soares dos Santos invadiu as salas de aula portando um recipiente com combustível e ateou fogo na edificação.

Nunca se soube o que o motivou.

Em uma reação de profundo desprendimento e coragem, Heley protegeu as crianças e entrou em luta corporal com o criminoso para impedir que continuasse com o ataque.

Com a sala de aula completamente em chamas, entrou e saiu três vezes no espaço para salvar os seus alunos.

25 (vinte e cinco) crianças foram salvas graças à sua ação.

O ato de imenso amor e altruísmo, porém, cobrou o seu preço.

Heley teve 90% do corpo queimado e morreu no hospital.

A morte da professora de Janaúba comoveu a cidade.

O seu velório reuniu centenas de pessoas e o seu caixão foi colocado em uma viatura do Corpo de Bombeiros.

Doze anos antes, em 2005, Heley já havia perdido um filho por afogamento na piscina de um clube, mas seguiu firme na sua luta.

O massacre da creche Gente Inocente também resultou na morte das funcionárias Jéssica Morgana e Geni Oliveira e de dez crianças, além do autor do ataque, totalizando quatorze mortos.

Heley deu a própria vida para salvar os seus alunos.

Morreu aos 43 anos, deixando o marido e três filhos, incluindo o bebê Olavo, de um ano e três meses.

Exercia a profissão com vocação e amor, mesmo em condições estruturais e salariais adversas.

A Rodovia MG-631, entre São João da Ponte e Francisco Sá, ganhou o seu nome.

Na pessoa da heroína de Janaúba, eu saúdo todas as mulheres de luta e de fibra deste país.
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PARA O DIA INTERNACIONAL DA MULHER – por Sosígenes Bittencourt.


Dizia Orson Wells que ” Se não fossem as mulheres, o homem ainda estaria acocorado em caverna, comendo carne crua. Nós só construímos a civilização, com a finalidade de impressionar nossas namoradas.”

Eu diria: Se desaparecessem todas as mulheres do mundo,
eu mandaria dar baixa na minha Carteira Profissional,
não iria trabalhar para sustentar um solitário como eu.
Apaixonado abraço!

Sosígenes Bittencourt

Data Magna de Pernambuco – por @historia_em_retalhos.

Por que o dia 6 de março tornou-se a Data Magna de Pernambuco?

Na verdade, a importância da data deve-se a um ato de intrepidez, bravura e coragem, que antecipou a eclosão de um movimento revolucionário.

Em outras palavras: o seis de março foi a fagulha que incendiou a Revolução Pernambucana de 1817!

O clima de insatisfação que imperava em Pernambuco aumentou, consideravelmente, a partir da vinda da família real para o Brasil, fugida de Napoleão, em 1808.

A presença da Corte no Brasil importou no aumento abusivo da voracidade fiscal, sem nenhuma contrapartida para a província.

Apenas para citar um exemplo: pagava-se em PE um imposto para a iluminação das ruas do RJ, enquanto muitas vias do Recife mantinham-se na escuridão.

Foi aí que ambientes de reuniões, como o Seminário de Olinda e o Areópago de Itambé, tornaram-se pontos irradiadores das ideias iluministas, envolvendo intelectuais, profissionais liberais, clérigos etc.

Ao tomar conhecimento da conspiração, o governador Caetano Pinto determinou a prisão dos insurgentes.

Em 6 de março de 1817, ao ser-lhe dada voz de prisão, o Capitão José de Barros Lima, o nosso “Leão Coroado”, atravessou a sua espada no brigadeiro português Barbosa de Castro, levando-o à morte.

Apesar da precipitação do ato, ninguém segurava mais!

A revolta espalhou-se pela cidade, incendiando as ruas do Recife!

Foram 75 dias de um governo independente, republicano, com lei orgânica própria, liberdade de imprensa e de credo, separação dos poderes e até bandeira própria, que, mais tarde, em 1917, tornar-se-ia a bandeira oficial de PE.

Mesmo que de curta duração, por ausência de um anteparo militar, a Revolução de 1817 afetou as fundações do sistema vigente e foi o único movimento insurgente que, efetivamente, conseguiu superar a fase conspiratória e deflagrar, de fato, a tomada do poder.

Não sem razão, foi intencionalmente apagado pela historiografia oficial, com o objetivo de que o seu exemplo jamais se disseminasse pelo restante do Brasil.

Viva o 6 de março!

Salvem os revolucionários de 1817!

Ps.: na foto, o monumento ao Leão Coroado, em Vitória de Santo Antão/PE, de Bibiano Silva.
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Data Magna poderia ser da expulsão dos holandeses – por Antonio Magalhães

Nesta sexta-feira, 6 de março, Pernambuco homenageia sua Data Magna. Comemora o início da Revolução Pernambucana de 1817, um levante que tomou o poder em Pernambuco por 74 dias, estabelecendo uma república provisória. Motivado por altos impostos, seca e crise do açúcar, o movimento de caráter liberal estendeu-se a outros estados do Nordeste, sendo violentamente reprimido pela Coroa Portuguesa, registram os livros de história.

Sem desmerecer a importância deste movimento que até hoje orgulha os pernambucanos, cabe questionar se a Revolução de 1817 foi realmente o evento político-militar mais relevante do Estado. Em 160 anos de conflitos variados, da colonização até 1964, a Insurreição Pernambucana que expulsou o invasor holandês em 1654, depois de 24 anos de domínio estrangeiro, poderia estar à frente desta comemoração. Foi um episódio vitorioso, ao contrário do trágico desfecho do levante de 1817, quando foram condenados à morte lideranças locais e retirado amplo território do nosso Estado pela Coroa e anexado à Bahia.

Me lembro muito bem quando, a meu lado, o escritor e pesquisador Leonardo Dantas Silva (1945-2023), autor do excelente livro “Holandeses em Pernambuco”, comentou baixinho comigo: “a Insurreição Pernambucana, que foi vitoriosa na guerra, deveria ter sido a escolhida”. Mas, apurado os votos dos pernambucanos, Leonardo acatou a vontade popular sem qualquer problema: a Data Magna ficou com o evento dos revolucionários de 1817.

Subestimar fatos históricos faz parte da nossa história. O pessoal da Insurreição Pernambucana que derrotou os holandeses só foi inscrito em 2012 no Livro de Aço dos Heróis da Pátria. João Fernandes Vieira, André Vidal de Negreiros, Henrique Dias, Felipe Camarão, comandantes das ações militares que expulsaram os invasores, foram bravos soldados, guerrearam com coragem em guerrilhas e batalhas até a saída dos holandeses.

João Fernandes Vieira e André Vidal de Negreiros merecem estar no livro dos heróis brasileiros. Mas só nesse. Suas ações depois como comandantes-gerais em Angola não fazem jus ao que fizeram aqui. Na África, foram impiedosos com as tribos e reinos angolanos, promovendo massacres e capturando escravos para o envio ao Brasil por ordem do rei de Portugal.

Na verdade, Pernambuco não se tornou independente com a saída dos holandeses. Só voltou ao antigo patrão. E a própria insurreição começou com o descontentamento dos donos de engenhos de açúcar com os holandeses. Não havia condições para eles pagarem os empréstimos. Vitoriosos em 1654, os comandantes João Fernandes Vieira e André Vidal de Negreiros partiram para voos mais altos. Primeiro governando províncias do Norte e Nordeste até, por determinação do rei de Portugal, serem nomeados comandantes-gerais em Angola, em tempos distintos. Primeiro Vieira de 1658 a 1661 e depois Negreiros de 1661 a 1666.

Ser enviado a Angola significava acumular mais riquezas no comando de uma guerra colonial contra os nativos que se negavam à vassalagem. Os dois comandantes levaram vantagem sobre os comandantes anteriores. Suas tropas levadas de Pernambuco estavam adaptadas ao clima, às doenças tropicais, ao massacre de indígenas e de quilombolas, diferente dos soldados lusos vindos da Europa.

O objetivo dos dois era destruir focos rebeldes, ora comandados pela valente Rainha Jinga, que em 30 anos de luta contra os portugueses nunca foi submetida à coroa portuguesa. Ora pelo rei do Congo. Com Vieira valia tudo: massacre em aldeias incendiadas, degolas, captura de escravos. Nunca relaxou nas suas nefastas funções.

Já André Vidal de Negreiros, como comandante dos “brasílicos”, venceu a batalha de Ambuíla, em 1665, quando destruiu o Reino do Congo, matando o rei, sua família, membros da corte e aliados. Foi o maior embate colonial na África desde Alcácer-Quibir, em 1578. De acordo com o historiador Luís Felipe Alencastro, precipitou o declínio dos reinos do Congo e Matamba, da sucessora de Jinga.

Portanto, o conceito de heróis é fluído e relativo. Vieira e Negreiros, os dois heróis pernambucanos foram comandantes de massacres de africanos, que, como eles, lutavam contra um invasor de suas terras, no caso africano, o português. Contudo, isso não invalida os feitos gloriosos da Insurreição Pernambucana, evento para uma Data Magna “in pectore”. Coisas da história e da vida. É isso.

Antonio Magalhães – jornalista

 

A medalha da 5ª Corrida da Vitória é um peça valiosa e histórica!!!

Projeto iniciado no ano de 2020, mas interrompido por conta dos efeitos restritivos da pandemia, a Corrida e Caminhada da Vitoria só foi efetivada, de fato, em 2022, quando realizou sua primeira edição.

Sempre valorizando a chamada “Educação Patrimonial”, o evento realçou,  em suas medalhas e troféus,  temas alusivos à história local, como datas comemorativas,  logradouros e monumentos.

Em 2026, por ocasião da passagem dos 400 anos de fundação do nosso torrão, a 5ª Edição da Corrida e Caminhada da Vitória, através das medalhas e troféus, simbolicamente, ao estampar uma réplica do que teria sido  a primeira capela, construída em solo antonense, dedicada ao Glorioso Santo Antão, padroeiro da cidade, sublinha contornos históricos na imperiosa  linha do tempo.

Assim sendo, após  concluir  a prova, o atleta não só estará colocando uma medalha de corrida no peito, mas sim,  uma peça  valiosa que conta a história de uma das cidades mais importantes de Pernambuco e do Brasil.

5ª Edição da Corrida e Caminhada da Vitória

Dia 26 de abril, a partir das 5h – Praça da Restauração – às 5h

Como participa?

Inscrições: 

Pelo site: www.uptempo.com.br

Presencial: Loja Monster Suplementos – Matriz

WhatsApp – 9.9198.0437

 

Vida Passada… – Afonso Celso – por Célio Meira.

Ouro-Preto, a famosa cidade que, durante  dois séculos, foi a capital da província de Minas Gerais, e onde Bernardo de Vasconcelos, intimorato demolidor do 1º Império, e o romancista Bernardo Guimarães viram a luz do dia, nasceu Afonso Celso, no dia 31 de março de 1860. Aos 15 anos de idade, publicou os primeiros versos, reunindo-os no “Prelúdios”. Era segundo anista, na Faculdade de Direito de São Paulo, quando entregou às livrarias, o “Devaneios”, enfeixando, dois anos decorridos, no “Telas Sonantes”, as poesias da mocidade.

Bacharelou-se em 1880, naquela Escola, e no ano seguinte, conquistou o grau de doutor com os aplausos dos mestres. Diplomado, armou, no Rio de Janeiro, a tenda de trabalho, na advocacia. E, nessa época, seduzido pela política, pleiteou pelo 20º distrito eleitoral de Minas, a deputação geral. Renhida e memorável, foi essa batalha, nas urnas mineiras. Defrontou-se, o jovem liberal, nessa campanha cívica, com Manuel Fulgêncio, poderoso chefe conservador, e o venceu, vencendo-o repetida vezes.

Subiu à tribuna da Câmara, e é ele que o afirma, no “Oito anos de Parlamento”, na sessão de 28 de fevereiro de 1882, fazendo profissão de fé republicana, e adotando, inteligentemente, o Manifesto de 3 de dezembro de 1870. Bateu-se, também, Afonso Celso, corajosamente, pela extinção da escravatura negra. Republicano e abolicionista, foi, no parlamento da monarquia, uma das figuras de maior relevo, pelo caráter, pela fidalguia e pela cultura.

Jornalista de ideias elevadas e de linguagem correta, escreveu em quase todas as revistas e jornais brasileiras, mantendo a secção “Cotas aos casos”, no Jornal do Brasil. Romancista, teatrólogo e historiador, publicou, Afonso Celso, livros excelentes.  E entre esses, destacamos “O Imperador no Exílio”, “Oito anos de Parlamento” e o “Porque me ufano de meu país”, livro admirável, livro amado de seu coração de patriota.

Quando se proclamou a Republica, Afonso Celso encerrou sua carreira pública. Assistiu à queda política de seu pai, o venerando e nobre visconde de Ouro Preto, e o acompanhou na amargura e no ostracismo. O inquieto republicano de 82 transformou-se no tranquilo monarquista. Não combateu a instituição República, mas ficou fiel ao Imperador. Não se vinculou, nunca aos conspiradores, nem ingressou nas fileiras dos políticos ferozes do 2º Império. Serviu, indiretamente, à Pátria. Pertenceu à Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira de Teófilo Dias. Foi, também, no Instituto Histórico Brasileiro, coluna vigorosa. Mestre de direito, pontificou na cátedra.

E, morreu aos 78 anos de idade. Finou-se Afonso Celso, conde pela Santa Sé, admirado pelos homens. Deus o abençoou, à hora derradeira.

Célio Meira – escritor e jornalista. 

LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.

Setembro de 1939 – Célio Meira.

Eleições 2026: políticos antonenses “pulando” a janela…

O  ano eleitoral, para o eleitor comum,  ainda permanece distante da ordem do dia. Para os ativistas do WhatsApp,  defensores do “mito” e filhos do “pai dos pobres”, as postagem continuam se intensificando e perturbando o ambiente,  nas redes.  Aliás, essas figuras deveriam procurar realizar um tratamento, no sentido do livramento dessa praga, desse encosto, dessa verdadeira doença chamada “fanatismo político”.

Já para os políticos, assessores e pessoas que gravitam nessa órbita a eleição de 2026 já começou faz tempo. Articulações, negociações e acordos estão sendo desenhados e ativados  todos os dias.

No conjunto das decisões mais importantes, podemos dizer que chegou o momento  da primeira, ou seja: escolher o partido ou federação pelo qual se postulará ao cargo desejado. Agora, entre março e abril (05/03 a 03/04), abrir-se-á a chamada “Janela Partidária” – mecanismo legal, em que o político poderá mudar de sigla sem o risco de perder o mandato. 

Do universo antonense, das postulações com domicilio eleitoral na terra de João Cleófas, se levando em consideração o que circula na grande imprensa e em conversas informais,  apenas o deputado Henrique Queiroz Filho não mudará de partido, visando o pleito de 2026. Não por ser diferente dos demais, apenas por está  confortável,  partidariamente, neste momento.

Os demais, com previsão de “mexer” no caldeirão político local e estadual, deverão se abrigar em outras siglas partidárias.

 Aliás, para ficarmos apenas no “mundo da Vitória de Santo Antão”, especula-se que políticos, antes, vinculado ao número “40” (PSB) pulem para o número “55” (PSD).  E quem, outrora, chamava de “mundiça do 40”, doravante, passe a exalta-lo (0 número 40)  com unhas e dentes.

Para concluir esse pequeno “aperitivo” político, do que poderá acontecer até o fechamento da “Janela Partidária”, nesse ano (2026) eleitoral em curso,  poderíamos acrescentar que para os políticos a regra mais usada é da conveniência, ou seja: para se salvar deve-se seguir  com Deus ou Diabo, o que melhor conduzir ao objetivo final.

Aperta a tecla, e confirma….

5ª Edição Corrida e Caminhada da Vitória – 2º lote….

🎉 Edição especial celebrando os 400 anos de fundação da Vitória de Santo Antão! 🎉

🏃‍♂️✨ 5ª Corrida da Vitória – 26 de abril de 2026 ✨🏃‍♀️
Corrida 7km – Caminhada 3km
Concentração às 5h – Largada às 6h

🏆 PREMIAÇÕES

Troféu do 1º ao 5º colocado – masculino e feminino.

Categorias:
* Geral
* Local
* Faixa Etária:
– Até 39 anos
– 40 a 49 anos
– 50 a 59 anos
– 60 a 69 anos
– 70+ anos

Maior equipe:
🏆 Troféu para grupo/assessoria local e visitante.

Sorteio de 2 relógios ⌚️ Garmin para os participantes do evento

⚠️ Não haverá premiação em dinheiro.

📝 INSCRIÇÕES

🌐 On-line: www.uptempo.com.br
📞 Grupos: 81 9 9198-0437
🏬 Presencial: Loja Monster Suplementos – Rua Valois Correia, 96 – Matriz – Vitória.

💸 2º LOTE

* Kit completo: R$ 105,00
* Kit sem camisa: R$ 90,00

📞 Para mais informações: 81 9 9198-0437

AVLAC – posse da nova diretoria.

Com data marcada para o dia 14 de março, às 16h, será empossada a nova diretoria da AVLAC – Academia de Letras, Artes e Ciência. O evento ocorrerá no Salão Nobre do Instituto Histórico da Vitória, localizado no bairro da Matriz.

A advogada Christienne Marie Barnabé, recentemente eleita pelos pares, foi a escolhida para comandar os destinos da instituição local  das letras pelos próximos 2 anos. A AVLAC, pessoa jurídica de caráter privado,  possui  duas décadas de relevantes serviços prestados à sociedade antonense.

Serviço: 

Evento: posse da nova diretoria da AVLAC.

Quando: dia 14 de março de 2026, às 16h.

Local: Salão Nobre do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.