
Logo após os simpatizantes do presidente Lula, euforicamente, ganharem as ruas e as redes sociais, em virtude da “virada eleitoral” em cima do filho de ex-presidente Bolsonaro, ocorrida no último dia 25 de outubro, o clima de polarização, antes, acirrado, foi, aos poucos, se desidratando, ao ponto de, em uma semana, praticamente sumir da ordem do dia. Isso porque, o lado que perdeu, sentindo o baque, recolheu as armas.
Essa semana, com a grande exposição das eleições para o congresso estadunidense, aqui e acolá, os simpatizantes do bolsonarismo, aqui no Brasil, torceram publicamente para uma vitória política do presidente Trump, algo que não aconteceu. Em ato contínuo, o referido revés alimentou, nas redes, postagem de regozijo dos petistas.
Alheios às implicações positivas e negativas do referido resultado, ao que parece, as pessoas abduzidas por essa polarização tóxica e doentia, à qual todo nós estamos expostos, de maneira geral, passaram a “viver” e enxergar à politica como uma espécie de Fla-Flu sem pausa. Isso é preocupante.
A política, antes de tudo, sobretudo para as pessoas mais vulneráveis socialmente, precisa ser um espaço de cobrança, independente do lado vitorioso. Os políticos, de quaisquer coloração partidária, precisam ser confrontados, nunca exaltados. Político no exercício do poder é igual a soldado no quartel: tem que trabalhar e ponto.
Portanto, de maneira geral, precisamos concentrar nossas energias nas três esferas do Poder Executivo – federal, estadual e municipal –, na busca da melhor política pública que possa contemplar, cada qual na sua necessidade, de maneira plena e satisfatória. Essa, sim, imagino, seria a “boa briga” política…..






















Léo dos Monges










Eu sempre tive a mania de colar frases célebres no centro da cidade para o povo refletir. Sou um louco da boa loucura. Há quem colecione galo de briga e se acredite sadio.