
O HUMOR DE BOM HUMOR – por Sosígenes Bittencourt.

Filhos de imigrantes japoneses são nissei.
Netos de imigrantes japoneses são sansei.
Filhos de brasileiros com cara de japonês, nunsei.
Perguntaram como seria topless em chinês.
Resposta: Xen-Xu-Tian
E como se fala pobre em chinês?
Xen-Nada
E descalço, como seria?
Xen-Xinelo.
(Brasileiros com cara de Japonês)
Nipônico abraço!
Sosígenes Bittencourt

Momento Pitú

Corrida da Pipoca, Rumo ao Hexa aconteceu no domingo!!!

Conciliando dois temas que estão “na ordem do dia”, o grupo antonense de corrida de rua Pipoca Running, liderado pela atleta e empreendedora Magally Cavalcante, promoveu, no domingo (07), a “Corrida da Pipoca” – Rumo ao Hexa.

Além dos 6km de percurso e das disputas pelos espaços no pódio, o encontro esportivo contou, também, com premiação para atletas fantasiados. Ao final do percurso, a turma saboreou frutas, bolos e outras guloseimas juninas, tudo em clima de forró.
A concentração, largada e chegada ocorreram no Pátio da Antiga Estação Ferroviária.

SALVE A DATA – 13 DE SETEMBRO – 2ª Meia Maratona da Vitória!!!

A contagem regressiva começou!
A 2ª Meia Maratona da Vitória – 21K por Tabocas já tem data marcada: 13 de setembro! 🏃♂️💨
Escolha seu desafio: 21K • 10K • 5K
📍 Vitória de Santo Antão – PE
Prepare-se para viver mais uma grande experiência nas ruas da Vitória! 🧡
HOJE É DOMINGO – por Sosigenes Bittencourt.

Hoje é domingo
Pede cachimbo
O cachimbo é de barro
Bate no jarro
O jarro é de ouro
Bate no touro
O touro é valente
Bate na gente
A gente é fraco
Cai no buraco
O buraco é fundo
Acabou-se o mundo
Obs: Nesta canção de roda do tempo de eu menino, pede cachimbo significa pede descanso.
Como somos, meio gente, meio barro, sem cachimbo, fuma cigarro. Eu, não, pelo pigarro.
Enfisematoso abraço!
Sosigenes Bittencourt

A luva do tetra é minha……….

No contexto do aquecimento da torcida brasileira, o Jornal Nacional, desde a última segunda-feira (1º de junho), vem exibindo uma “série especial” realçando momentos épicos da nossa seleção, em variadas participações na Copa da FIFA. Ontem, quinta-feira (04), por exemplo, sublinhou o quesito “união”.
Tal qual o momento atual, na Copa de 1994, amargávamos um jejum de 24 anos sem o cobiçado título de “Campeão do Mundo”. O último havia sido conquistado no México, em 1970.
Com a exibição de várias imagens, destacando um determinado jogo no Recife, acabei motivado em escrever essas linhas…..
Pois bem, nas eliminatórias, em 1993, a seleção brasileira vivia o drama de não se classificar para a copa de 1994. Vaiada em algumas partidas, em função do péssimo desempenho em campo, chegou a vez de jogar no Recife, contra a Bolívia. Aliás, vale lembrar: o selecionado boliviano, antes, “em casa”, havia metido 2X0 no selecionado brasileiro.
Eis que do fundo poço, ainda no vestiário (segundo informações da época), surge a ideia do time, numa demonstração inequívoca de união, entrar com as “mãos dadas”. Resumo da ópera: o Brasil goleou a Bolívia. Aliás, dizem, os entendidos, que o inicio do título do tetra, alcançado nos EUA, começou no Recife, exatamente no jogo em tela.
Pois bem, na qualidade torcedor, juntamente com mais 70 mil pessoas, estive nesse jogo , ocorrido no campo do Santa Cruz, ou seja: “Mundão do Arruda”.
Por motivo alheio a minha vontade, acabei, na arquibancada, ficando posicionado atrás de uma das barras. Como prêmio, por ordem e graça do destino – aquilo que a gente chama de sorte – acabei sento agraciado com a luva do então goleiro titular da seleção: Claudio Taffarel. De maneira aleatória, em momento de euforia, ele jogou para a torcida, mesmo na direção em que eu estava.

Assim sendo, até hoje, 33 anos depois, continuo guardando a referida peça. Uma joia rara, lembrança do jogo que mudou a história do futebol mundial. “O Brasil ganhou o tetra no Recife”: estamparam os jornais pernambucanos daquela época…..“Vai que é tua Taffarel……………….”

AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência.

Momento Pitú

9ª Festa da Saudade: SALVE A DATA…

Algumas festas passam. Outras ficam na memória.
E no dia 15 de agosto, teremos mais um capítulo dessa história na Festa da Saudade – Ano 9.
Uma noite especial para reencontrar amigos, reviver grandes momentos e dançar ao som da inigualável Orquestra Super Oara. 🎶💃🕺
📍 Vitória de Santo Antão – Clube O Leão
🗓️ 15 de agosto
Salve a data, convide os amigos e venha fazer parte de mais uma edição dessa tradição que já mora no coração de tanta gente.
Vida Passada… – Francisco Bernardino – por Célio Meira.

O rio Piranga, afluente do rio Doce, ao sul de Minas Gerais, deu seu nome a uma cidade. E nessa terra mineira, nasceu, em 1853, Francisco Bernardino Rodrigues Silva, que teria de ser, no cenário político brasileiro, por dilatados anos, figura singular e destacada. Diplomou-se, em Direito, pela Faculdade do rincão bandeirante.
Não se iniciou, na vida pública, na terra natal, e abriu banca de advogado, na mesma zona do sul de sua província, na cidade de Juiz de Fora, onde alcançou largo prestígio na alma do povo, pela rija témpera do caráter, pelo saber, e pelas virtudes do coração.
Ingressou, na política, sob a bandeira do partido conservador, e os correligionários o elegeram deputado à Assembleia da Província. Não figurou, no parlamento, entre figuras inexpressivas: ao contrário, orador eloquente, imaginoso, de linguagem burilada, conta o erudito historiador do “Galeria Nacional”, obteve, sempre, a admiração de seus pares, e o aplauso popular, e quente, das galerias. Exerceu, ao tempo da monarquia, a presidência da província do Piauí, e nesse alto posto, informa um biógrafo, notáveis serviços prestou à causa pública.
Quando se proclamou a República, Francisco Bernardino não permaneceu sob os escombros do regime decaido. Aceitou, sem pruridos guerreiros de cristão novo, a revolução vitoriosa. E, como outrora, serviu, nobremente, à terra adotiva de Juiz de Fora, aceitando, a presidência da Câmara Municipal. Foi vice-presidente de Minas, ao lado de Afonso Pena.
Pleiteou, mais tarde, o cargo de presidente do seu Estado, e não conseguiu eleger-se. Memorável foi essa refrega eleitoral. Bias Fortes foi o eleito. Derrotado, Francisco Bernardino, não ensarilhou as armas nobres de sua campanha, e continuou na estacada, amando a terra e o povo. Fez-lhe justiça, esse mesmo povo, enviando-o à Câmara Federal.
Jornalista, dirigiu o “Farol”, velha e brilhante tribuna da imprensa de Juiz de Fora, e nessa esfera de suas atividades intelectuais, foi sempre o mesmo homem, idealista, patriota, e de atitudes definidos no mundo cheio de perigos, da política partidária. Morreu, aos 67 anos de idade, a 17 de abril de 1920, na terra amada, que o acolheu e o elevou, no conceito público. Piranga e Juiz de Fora, duas irmãs do sul mineiro, perderam, nesse dia, com o desaparecimento de Francisco Bernardino, uma das figuras famosas de sua vida e de sua história.
Célio Meira – escritor e jornalista.
LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica.
Setembro de 1939 – Célio

O MUNDO EM TODA PARTE – por Sosígenes Bittencourt.

Eu não posso ver o Mundo do alpendre aqui de casa.
Eu sempre estou no centro da Terra.
Onde eu estiver, será sempre o centro do Universo.
Sosígenes Bittencourt

O Tempo Voa Vídeo: Luciano Lima
“O Brasil será hexa de todo jeito”….

Faltando poucos dias para o início da maior competição futebolística do planeta – Copa da FIFA -, já é possível sentir um clima diferente no ar, sobretudo para os amantes do futebol.
De fato, se desprezarmos todos os interesses que giram na concepção do evento, a ideia de que a copa do mundo “junta” os povos, as culturas e celebra o esporte, convenhamos, é algo animador, no sentido do crescimento civilizatório.
Antes da realização da 2ª copa no Brasil, ocorrida em 2014, nutria um desejo de, um dia, participar desse evento. Mas, após participação efetiva, de várias partidas, em solo pátrio, dei-me por satisfeito. Ou seja: contemplei minha curiosidade. Achei bastante interessante. Foi uma experiência gratificante.
Se estiver vivo, quando ocorrer a 3ª copa no Brasil, voltarei a participar. Mas não desejo mais, como antes, deslocar-me para outro país ou mesmo continente para vivenciar esse espetáculo. Talvez por não mais me considerar uma pessoa “ligada em futebol”.
Hoje, cotidianamente, sou uma espécie de “torcedor meia boca”. Aquele que apenas acompanha os resultados, sem quase nenhum envolvimento.
Mas independente de qualquer coisa, para o brasileiro de maneira geral, o futebol será sempre uma “religião” a ser incorporada. É cultural….
Curiosamente, ontem (1º), escutei uma expressão que chamou-me a atenção: “o Brasil será hexa de todo jeito”. Em seguida, veio a explicação: “serão seis títulos conquistados ou seis copas consecutivas sem vencer!!!”

ENTRE PROSA E VERSOS – por Sosígenes Bittencourt.

Eventualmente, eu e Veridiano Dias Clemente, num instante de inspiração literária na Avenida Mariana Amália.
Sosígenes Bittencourt

O Tempo Voa: comemoração

Grupo Escolar Rosa Amélia de Queiroz – década de 1960 – entre outros, Nô Joaquim de Ivo Queiroz.

Momento Pitú

José Edson imprimiu seu nome na galeria dos grandes atletas antonenses!!!

A vida não é fácil para ninguém. A história de cada um, cada qual sabe contar. No mundo mágico dos esportes, por exemplo, a superação é um ingrediente inexorável. Para vencer faz-se necessário lutar com todas as forças, muitas vezes, buscando-as em lugares que, inicialmente, nem se imagina possuir.
Pois bem, doravante, narrarei uma história de superação que ganhou tonalidade domingo (31), refletida bem diante dos meus olhos.

Ainda não passava das 2h do domingo (31) quando o meu celular, tocando, acordou-me. Do outro lado, o amigo atleta antonense José Edson. Com voz firme de quem já estava “aceso”, relatou-me variáveis de dificuldades para o seu deslocamento até a cidade de Olinda, na qual, assim como eu, estava inscrito para um evento de corrida de rua: Maratona Internacional de Olinda.
Não se tratava de uma prova rotineira: seria a sua primeira maratona. Ou seja: os seus primeiros 42km e 195 metros, justamente numa prova internacional. Vencida as primeiras dificuldades, viabilizamos, naquele momento, a resolução do deslocamento.
Juntos, ainda antes das 4h, chegamos ao destino. Detalhe: a largada estava marcada para acontecer às 4:30h. Além do escuro próprio do horário, a chuva ainda “jogava” mais dificuldade na aludida empreitada esportiva.
Após a largada, foquei no meu desafio. Comprometido comigo mesmo, planejei concluir aquela meia maratona (21k e 100 metros) num tempo inferior a 2:30h. Algo que realizei com sucesso (2:27h).
Mas voltemos ao José Edson – também conhecido pelo carinhoso apelido de “Gui”.
Já com o dia claro, eis que, após “voar” em um percurso de 42km (média pace 4), percorrido em pouco menos de 2:50h, cruzou o pórtico da chegada, diante dos nossos olhos, o José Edson. Ainda sem poder falar e raciocinar direito, mediante ao esforço físico e mental demasiado, esboçou algumas palavras: “acho que fiquei em terceiro”.
Já restabelecido, seu número foi chamado pelos autofalantes para comparecer à tenda da organização. Veio a confirmação: 2ª colocação geral na Maratona Internacional de Olinda: detalhe do feito: na primeira prova realizada pelo referido atleta nessa categoria: 42k.
No seu semblante reluzia um universo de alegria, que era emoldurado pela principal característica dos verdadeiros vencedores, ou seja: humildade.
Naquilo que poderíamos chamar de “ficha técnica” do atleta aludido, posso dizer que o José Edson não é atleta profissional. Muito pelo contrário: ele já tem 45 anos de idade, trabalha duro todos os dias no regime ‘CLT” e não goza do acompanhamento necessário que os atletas competitivos – de alto nível – dispõem.
Para encerrar essas linhas, em que tributamos ao atleta antonense José Edson nossas melhores admirações e reconhecimento de HONRA AO MÉRITO, realçamos que nossa cidade é um celeiro de atletas “que se viram sozinho”. Certamente, em algum lugar, no tempo futuro, haverá de ter um espaço reservado aos talentos e o devido reconhecimento para esses verdadeiros guerreiros e guerreiras das tabocas.
Em tempo: na categoria Meia Maratona (21km), no feminino, nessa mesma prova – Maratona Internacional de Olinda – duas atletas antoneses – Michele e Elaine – compuseram o pódio geral, na 2ª e 4ª colocação, respectivamente.

A POESIA É ESSENCIAL – por Sosígenes Bittencourt.

De Carlos Drummond de Andrade: Eu plantei um pé de sono, brotaram vinte roseiras.
De Orestes Barbosa: A porta do barraco era sem trinco, mas a lua furando nosso zinco, salpicava de estrelas nosso chão.
Sosígenes Bittencourt

Lançamento de Livro: Do Subsolo De Todos Nós….
