ENSAIO PARA OPINIÃO SOBRE VIOLÊNCIA NO BRASIL – por Sosígenes Bittencourt.

Se o problema nuclear do Brasil é a violência, pois todos os demais gravitam em volta, como resolvê-los? Eis o grande desafio. Comecemos pelas perguntas?

A Lei Maria da Penha reduziu a violência contra mulheres no Brasil?

A Lei do Desarmamento reduziu o índice de criminalidade no Brasil?

E terminemos pelas perguntas, baseados nas respostas às perguntas iniciais.

A Operação Lava Jato conterá a corrupção no Brasil?

A Redução da Maioridade Penal reduzirá a criminalidade juvenil?

Dê seu palpite, mesmo que também julgue ser um mero palpite. Apresente solução, se quiser. Não se trata de Redação do Enem.

E boa sorte!

Sosígenes Bittencourt

4ª Festa da Saudade: contagem regressiva – faltam 02 (dois) sábados!!!

Faltando apenas dois sábados para o evento dançante mais esperado da cidade, único por conta do seu estilo e proposta, hoje,  podemos  dizer que os preparativos estão seguindo num ritmo satisfatório, antes planejado.  Já estamos em fase bastante adiantada, no que se refere à entrega das senhas aos participantes.

Em recente conversa com o amigo e líder da Orquestra Super Oara, Elaque Amaral, já ajustamos um novo  repertório para o evento. Mais uma vez, para a música de abertura do seu show, fiz uma escolha pessoal. Música forte e muito pouco executada no atual cenário, talvez pela complexidade do conjunto da obra, mas, indiscutivelmente,  bonita por natureza!!!

Estamos na estrada….A 4ª Festa da Saudade Tá Chegando!!!!!!

SERVIÇO:

Evento: 4ª FESTA DA SAUDADE – Local: O LEÃO – Dia: 24 DE AGOSTO -Horário: 22 HORAS – Atrações Musicais: BANDA MADE IN RECIFE E ORQUESTRA SUPER OARA – Mesa para 4 pessoas R$ 280,00 –  Camarotes para 8 pessoas R$ 450,00.

SAUDOSAS VENDAS E LOJAS VITORIENSES (1) – por Marcus Prado.

A VENDA DE SEU QUINCAS localizava-se no bairro do Livramento, a poucos metros da igreja padroeira do bairro. Foi uma venda germinadora de outras vendas da mesma família vitoriense. Eu era menino, levado por meu pai, Júlio Gomes do Prado, a essa venda, acompanhando-o nas compras semanais de alimentos. Meu pai comprava na “caderneta”, quando não à vista. O que era a “caderneta”: era um hábito nesse tempo comprar na “caderneta”, um crédito especial de confiança entre os fregueses habituais, para o pagamento no final do mês. A confiança naquele tempo era tamanha que a “caderneta” ficava sob os cuidados do comprador. Morávamos na Praça do Livramento, numa casa vizinha à de dona Lina e sua irmã Massú, perto da venda de seu Quincas, no antigo Pátio dos Currais, hoje Praça Padre Felix Barreto. Dona Lina foi a primeira mulher vitoriense nomeada para a Prefeitura. O ato saiu na gestão do interventor Municipal, professor José Aragão. Ela teve como padrinho, nessa nomeação, outro funcionário muito dedicado, da secretaria de Finança, o Sr. Anísio Costa, também nosso vizinho no Pátio dos Currais, como eram vizinhos nossos : Pedro Ramalho e Brasiliano de Queiroz Monteiro.

Marcus Prado – jornalista 

Recordar é Viver – por Pedro Ferrer.

No intuito de pesquisar sobre a história do nosso aeroclube lancei-me numa busca no jornal “Diário da Manhã”, matutino circulante na capital, durante boa parte do século XX. Deparei-me com esta pérola que merece, no meu entender, ser publicada, pelo tom jocoso e pela abordagem do método de fazer política de José Joaquim da Silva, que de acordo com Pilako permanece até hoje.

Para os menos avisados ou pouco versados em nossa história, especialmente os políticos que adoram trocar nomes de logradouros, RONCADOR é o riacho que passa por baixo da avenida Mariana Amália e Aquino foi um vereador que chegou a ser presidente da nossa Câmara de vereadores e fazia ferrenha oposição ao prefeito de então.

“Com maioria na Câmara, o sr. Agamenon (Governador) não terá necessidade de convidar os demais partidos para colaborarem com o seu governo, porque lá na Assembleia estará um deputado como JOSÉ JOAQUIM FILHO para, com ardor do seu verbo, com a pujança da sua inteligência, defender as críticas que forem feitas.

Convém não esquecer o sr. Agamenon que o seu deputado da Vitória de Santo Antão, quando vereador ali, proferiu tais e tantos discursos que dominou a Câmara local. Foram tantos os seus projetos que o prefeito, por sinal pai do grande tribuno, se atrapalhou de tal forma que só conseguiu fazer três coisas que o município jamais se esquecerá: a Bomba do Roncador, uma banca de jogo que se estendeu por todo o município e uma surra no vereador Aquino”. (Diário da Manhã, Recife, 8 de novembro de 1950).

Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico da Vitória. 

O coração que ri – por Sosígenes Bittencourt.

O sofrimento é um prolongamento da dor, ele sobrevive à dor. Sofrimento é deixar de agradecer pelo amor recebido e resmungar pelo amor que deixou de receber.

Pessoas que amam a vida são pessoas que agradecem e, por isso, são pessoas calmas. A calma promove harmonia, porque a calma organiza a vida. E um dos benefícios dessa postura diante da vida é fundar no convívio a esperança.

O coração que ri não dá asas ao sofrimento porque palpita deesperança.

Sosígenes Bittencourt

Lions Clube da Vitória: PRESTANDO CONTA!!

Em duas etapas o Lions Clube da Vitória investiu cerca de R$ 8.000,00 (oito mil reais) em obras de infraestruturas   no Lar Espírita São Francisco de Assis, localizado no Alto do Reservatório, aqui em Vitória – três mil e quinhentos na primeira e  quatro mil e quinhentos na segunda.

Os recursos, proveniente de promoções do aludido clube de serviço, foram bem aplicados num novo piso para o melhoramento daquele grupo de pessoas idosas. Assim sendo, parabéns aos integrantes por efetivar, na prática, os objetivos pelos quais o Lions Clube foi criado, assim como para todos àqueles que contribuíam nas respectivas promoções. 

Momento Cultural: Amar – por João do Livramento.

Não afirme o que é o amor

Nada diga e nada fale

Se você ainda vive

É melhor então que cale

Se está vivo não sentiu

O perfume da ilusão

Embebido no amor

Exalado na paixão

A quem indaga o que é o amor

Não preciso responder

Mostro apenas uma flor

Todas nascem pra morrer

Ah, essa morte é enganadora

E de amor tem apelido

Cabelos longos, corpo belo

Escondido num vestido

Me enganou o coração

Me enganou o pensamento

Quando achei que estava vivo

Já morrera há muito tempo

Mas se nascesse novamente

Ao início eu voltaria

Sem amor não sei viver

E assim amando morreria.

João do Livramento.

O POETA DRUMMOND, PROFETA DRUMMOND – por Sosígenes Bittencourt

O poeta é um filósofo apressado, um cientista antecipado, um visionário, um profeta. Tudo através da intuição.

O poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade, falecido em 1987, andou prevendo tragédia na sua terra natal. Observem como fez a leitura do leito do Rio Doce e seu amargo destino às margens das barragens da Vale-Samarco em LIRA ITABIRANA.

O Rio? É doce.
A Vale? Amarga.
Ai, antes fosse
Mais leve a carga.

Entre estatais
E multinacionais,
Quantos ais!

A dívida interna.
A dívida externa
A dívida eterna.

Quantas toneladas exportamos
De ferro?
Quantas lágrimas disfarçamos
Sem berro?

Catastrófico abraço!

Sosígenes Bittencourt