
Visita do presidente Castelo Branco – rampa do Hospital João Murilo – década 1960

Visita do presidente Castelo Branco – rampa do Hospital João Murilo – década 1960
Na vida real essa galera massa já encontrou, agora quero ver é quem encontra na foto. Conta aí nos comentários! 👇 #PitúÉResenha #ProcurandoSafadão.


Sem falar no detalhe. A Coca-Cola do meu tempo de menino era um refrigerante à base de NOZ DE COLA, uma pequena castanha da África Tropical, digestiva, nutritiva e estimulante, a de hoje é feita com um xarope sintetizado em laboratório e acondicionado em ampola de alumínio. Eu a chamo de BOMBA DE VENENO.
Sosígenes Bittencourt
Hino de Vitória de Santo Antão – Versão Orquestra Avalovara e o Coral da 1ª Igreja Batista da Vitória.

Aldenisio Tavares

Estatura mediana baixa. Sempre de paletó, predominantemente cinza. Essa é a imagem que dele guardo quando de casa saia para a igreja da Matriz.
Mário de Farias Castro, o grande cruzado da “Casa dos Pobres”, era filho de Francisco de Farias Castro e de Maria Júlia de Farias Castro. Seu pai, juiz de direito, ao aposentar-se fixou residência em Gravatá, onde, no dia 26 de agosto de 1901, nasceu aquele que seria o grande baluarte da nossa “Casa dos Pobres”. Aos 15 anos, com a morte do pai, mudou-se para o Recife, onde concluiu o curso secundário. Ingressou, em seguida, na Faculdade de Direito do Recife, bacharelando-se no dia 18 de dezembro de 1924. No ano seguinte foi nomeado promotor da Comarca de Belém do Cabrobó, sendo logo em seguida transferido para a Comarca do Jaboatão. Em março de 1928, sendo promotor de Bezerros, contraiu núpcias com a senhorita Maria Belkiss de Holanda Cavalcanti, antonense, filha do dr. Nestor de Holanda Cavalcanti. As núpcias foram oficializadas pelo padre José Lamartine Correia de Lyra, vigário de Piedade. No ano de 1929 vamos encontrá-lo como promotor da Comarca dos Barreiros. Em 1930, com a revolução que levou Getúlio Vargas ao poder, foi, por perseguição política, demitido do cargo de promotor, pelo interventor federal em Pernambuco, dr. Carlos de Lima Cavalcanti, demissão decorrente de sua manifesta simpatia pelo partido Integralista, do qual era membro e que tinha como líder o dr. Plínio Salgado, inimigo político de Getúlio Vargas. Era uma época de repressão, na qual a democracia e a liberdade eram amordaçadas
Dr. Mário Castro não baixou a cabeça. Passou a residir em Vitória de Santo Antão e reabriu sua banca de advogado, pautando-se sempre pelos nobres valores do cristianismo: justiça e caridade. Mais tarde, impulsionado pelos seus elevados sentimentos de amor ao próximo lançou, como presidente da União dos Moços Católicos, a ideia, logo acolhida pelo padre
Américo Pita e por toda a sociedade antonense, de fundar a Casa dos Pobres que se tornou a razão primeira de sua vida. Assim sendo dedicou-se de corpo e alma ao elevado ideal. Paralelamente construiu 40 casas, cujos alugueis foram destinados à manutenção do abrigo dos velhos abandonados, ao mesmo tempo em que se dedicava sem trégua às atividades forenses e sociais. Em 1950 participou da fundação do Instituto Histórico e Geográfico do qual foi orador durante vários anos. Dele partiu a iniciativa de doar, ao Instituto, a histórica mesa usada pela Família Imperial, quando de sua passagem pela nossa cidade.
Mário Castro não deixou filhos. Vítima do diabetes, doença com a qual conviveu por mais de trinta anos, faleceu no dia 18 de fevereiro de 1967, na idade de 66 anos. O grande instituidor e mantenedor da “Casa dos Pobres” legou às futuras gerações um extraordinário exemplo de amor ao próximo.
Pedro Humberto Ferrer de Moraes.
-Fonte bibliográfica:
-Revista do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo antão, volume VIII, página 57, 1982.
-Transmissões orais e conhecimento direto do biografado.
– “A Voz Parochial”, periódico da Matriz de Santo Antão.


Quem casa
Quer casa,
Diz o ditado popular.
Mas quantas mulheres
Estão prontas
Para uma casa Administrar?
José Bezerra de Oliveira


Solenidade festiva Lions Clube da Vitória – Clube Abanadores ” O Leão” – Zito Mariano e o prefeito Barreto – década de 1970.
E esse parceiro aí tá em companhia boa demais, meu povo. E vocês, já acharam algum display do Wesley Safadão por aí?


O grande obstáculo em ser feliz está na busca da felicidade, é procurá-la onde não está, é buscá-la no mundo, nos seres inanimados. A felicidade está naquilo que depende de você, no abstrato, aquilo que só existe ENQUANTO você produz. Eis o segredo, eis a chave, o caminho. O amor não existe ENQUANTO você não produz. Já o mundo não depende de você para existir, ele é concreto. Portanto, o amor é a essência da felicidade. O cineasta Franco Zefirelli disse que “O homem, desde o Egito até nossos dias, é movido por dois sentimentos: A ânsia de amar e o temor da morte.
Não obstante, em que creem os religiosos? O que se lê em João, 14:27, “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize”.
Sosígenes Bittencourt

A partir de hoje, 02 de dezembro, estamos colocando na rua a campanha promocional visando o carnaval da “Saudade” 2020. Toda semana, daqui para frente, até o reinado de momo, estaremos com uma peça nova sendo veiculada nas mais diferentes plataformas de comunicação.
Assim sendo, abaixo, segue o primeiro vídeo. Aproveito para lembrar que “NA SAUDADE, A GENTE BRINCA MELHOR!!”

Na qualidade de antonense sintonizado com as boas causas da terra, na noite de ontem (01), o amigo Jurandir Soares repassou ao Museu do Instituto Histórico, através do professor Pedro Ferrer, mais uma relíquia do seu particular acervo.
A peça é uma espécie de placa indicativa dos antigos vagões destinados à carga. Nela (placa) também consta à origem do mesmo. Nas duas últimas décadas do século XIX nossa cidade foi contemplada com a chegada do meio de transporte mais moderno para a época. No vídeos, veja a explicação do professor Pedro Ferrer.

No próximo sábado (07/12), o Distrito de Apoti, localizada no município de Glória do Goitá, vai ter a oportunidade de reviver a 5ª edição do Bloco Seca Litro. O agito fica por conta do MC Japão e da Banda Sedutora. No embalo, “Seca Litro” é o Bloco diferenciado do Distrito no qual traz hits bombástico que virou cultura no Estado de Pernambuco.
A agremiação conta ainda com a participação do MC Salah, que com um Paredão, vai percorrer as ruas do Distrito, com a saída na Praça de Eventos. O cortejo ocorre no circuito oficial do Carnaval fora de época de Apoti. O início das apresentações estão previsto para acontecer às 21h.
O desfile do bloco iria ocorrer no sábado, 07 de dezembro, na Praça de Eventos do Distrito de Apoti. Os abadás custam R$ 15. A venda é realizada por vendedores autorizados e pela televenda, por meio do número: (81) 9 8253-9131.
Assessoria.
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50 Anos de “Seu” Zito Mariano – Capela São João – junho 1978 – na foto Zito Mariano e Padre Renato


– “minha paz vos dou” – Jó 14.27.
Se queres a paz de Deus,
tenha fé no coração,
não roubes a paz alheia,
não persigas teu irmão.
(migalhas de poesia – Célio Meira – pág. 42).

(O verbo “SUICIDAR-SE” é um PLEONASMO?)
O verbo “suicidar-se” vem do latim sui (“a si” = pronome reflexivo) + cida (= que mata). Isso significa que “suicidar” já é “matar a si mesmo”. Dispensaria, dessa forma, a repetição causada pelo uso do pronome reflexivo “SE”. Ou seja, “ele suicidou” em vez de “ele SE suicidou”.
É importante lembrar que as palavras terminadas pelo elemento latino “cida” apresentam essa ideia de “matar”:
formicida – que mata formiga;
inseticida – que mata inseto;
homicida – que mata homem.
Voltando ao verbo “suicidar-se”, se observarmos o uso contemporâneo deste verbo, não restará dúvida: ninguém diz “ele suicida” ou “eles suicidaram”. O uso do pronome reflexivo “se” junto ao verbo está mais que consagrado em nosso idioma. É, na verdade, um PLEONASMO IRREVERSÍVEL.
Numa história que é contada pelo grande ator, compositor, escritor e poeta Mário Lago, do seu livro 16 Linhas Gravadas, entre outras histórias, encontra-se a do professor de Português que se mata ao descobrir a traição de sua amada esposa Adélia. Deixou escrito na sua mensagem de despedida: “ADÉLIA SUICIDOU-ME”.
Sosígenes Bittencourt