Recentemente li matéria em jornal de grande circulação, que apresentava uma pesquisa realizada em várias capitais do País, onde avaliou a situação das calçadas com grande circulação de pedestres tendo como, buracos, imperfeição no piso, obstáculos entre outros os principais problemas encontrados. O título de melhor cidade, entre as avaliadas, ficou para Fortaleza (7,6) e o de pior ficou com Manaus (3,6). Já Recife recebeu a nota 4,95.
Como “o centro do meu mundo é a minha cidade”, a leitura da pesquisa, que de maneira assintomática, aguçou minha curiosidade quanto a avaliação dos pedestres de nosso torrão em relação ao tema citado, afinal em nossa cidade, as calçadas além de servirem para as pessoas caminharem também servem como uma espécie de Bombril, por ter em alguns casos, 1001 utilidades.
Por diversos problemas como falta de uma política firme de urbanização ao longo dos anos, não sendo exclusividade apenas de uma gestão, pela falta de emprego que impulsionou a proliferação do comércio ambulante e sobretudo pela “esperteza” de alguns, é possível também se deparar com ruas onde os moradores “esticaram” suas construções para as calçadas, igrejas que cercaram as calçadas como se suas fossem, comerciantes que “molharam” as mãos de fiscais para fazerem vista grossa, como também alguns políticos, sobretudo prefeitos quando estão sentados na cadeira do poder que são “bonzinhos” e gostam de dar aquilo que não lhe pertence, são apenas alguns dos tantos maus exemplos e absurdos que podemos citar.
Recentemente tivemos até banco invadindo calçadas com o consentimento, por debaixo dos panos, de prefeito como é o caso do Banco do Brasil e do Banco Bradesco, isso porque, nas outras cidades não observamos essas mesmas instituições financeiras com tais procedimentos.
Sendo assim, acho que numa avaliação séria, nossa cidade não teria um resultado nem razoável, visto que os maus exemplos, infelizmente são a ordem do dia. Portanto, como estamos entrando em campanha eleitoral, seria bom questionarmos os aspirantes ao cargo máximo do Executivo local quais serão suas “novas” propostas para esse tema.






























