Varanda do Tadeu: Só música com qualidade

Aconteceu no último sábado (08) no Restaurante Varanda do Tadeu, uma espécie de “Templo  Sagrado” da boa música, mais uma confraternização de amigos, regada a cerveja gelada e bom tira-gosto.

Inaugurando-se o microfone sem fio, o “consagrado” Tadeu “desfilou” por entre as mesas interpretando músicas “imortais” da MPB. Josy Melodia, acompanhado de Beto, manteve o padrão de qualidade musical da casa.

Para fechar a tarde com chave de ouro “subiu ao palco” a nossa amiga PAULIETE, para brindar a todos,  com a sua belíssima voz, que foi bastante aplaudida, mostrando assim que nossa cidade é um verdadeiro  celeiro de bons artistas.

Participe da Sexta do Pilako!

Os internautas já podem participar da SEXTA DO PILAKO desta semana. Cadastre-se e concorra a vários prêmios oferecidos por amigos empresários, profissionais liberais e artistas da cidade.

Aos que se cadastrarem, desejamos boa sorte e aos que queiram fazer suas doações entrar em contato pelo contato@blogdopilako.com.br ou mandar suas doações para nosso escritório na Praça Leão Coroado, 56 – Centro ou entrar em contato pelo 81 8437-5414.

Lembre-se, os sorteios serão realizados todas as quintas-feiras, para participar o internauta deverá se cadastrar na semana do sorteio em curso. Os sorteados terão até às 17h da sexta-feira para resgatar os seus prêmios.

Clique aqui e participe!

7 de Setembro: um dia de festa

Em todo Brasil o feriado cívico de 7 de Setembro foi comemorado como manda a tradição. O ponto alto das comemorações em nossa cidade ficou por conta dos desfiles dos Colégios locais como também de outras cidades, que vieram abrilhantar o evento, que mais uma vez, aconteceu pelas ruas centrais da Vitória.

Como todos os anos a criançada deu um brilho todo especial a festa encarando o desfile como um dia inesquecível. No ano do centenário de nascimento de Luiz Gonzaga, muitas das agremiações estudantis reverenciaram o SEU LUIZ.

Entre as várias homenagens ao Rei do Baião podemos assinalar a singela, mas oportuna, lembrança à Professora, recém falecida, Lúcia Beltrão que teve sua vida dedicada à Educação em nosso município.

A Escola Municipal Duque de Caxias, localizada na Vila de Pirituba, mesmo tendo sido uma referência negativa recentemente no RANK do IDEB, desfilou com empolgação e beleza, mostrando assim, que o resultado adverso foi superado, resultado esse, que ainda não foi devidamente explicado pela Secretária de Educação Maria José de Lira, que tem obrigação de dar uma satisfação à população, até porque, caso a escola tivesse recebido algum prêmio internacional não seria a Diretora que iria receber e sim a referida Secretária, portanto mais uma vez cobramos as devidas explicações a Maria José Lira, que faz de conta que não tomou conhecimento do fato.

Confira algumas imagens registradas durantes o desfile deste ano:

Falta de respeito e amor com as pessoas

Nem tudo foi festa nos desfiles do feriado de 7 de setembro. A Prefeitura que tem por obrigação organizar a festa foi, mais um vez, incapaz de preparar “a casa” para receber a população.

Apenas como alguns exemplos da falta de capacidade e boa vontade de fazer as coisas bem feitas, a Prefeitura não coordenou o comercio ambulante, deixando-os por conta própria, criando assim, uma ocupação irracional, de maneira que para se chegar a Avenida Mariana Amália, vindo da Matriz, só existia espaço para duas filas indianas, sendo impossível se parar para comprar uma água mineral, sem contar claro, o empurra-empurra e agonia das crianças e principalmente os idosos.

Na Rua Imperial faltou reforço à iluminação local, pois em alguns momentos a escuridão era tanta que ficava difícil de identificar, com precisão, qual escola estava desfilando, mostrando assim a Prefeitura, total falta de respeito com os professores, alunos que há meses vem se preparando para o “grande” dia, e que não por conta da escuridão, não tiveram o seu trabalho realçado, sem contar claro, com a decepção dos familiares em não poder contemplar, de maneira satisfatória, seus filhos e netos nos desfiles.

Retreta romântica no coreto

Em clima de nostalgia e muita animação e sob a proteção de Nossa Senhora do Rosário,  uma “mesa” foi instalada em pleno coreto da praça na última quinta-feira (06), comandada pelos “artistas” Professor Rogério (bandolim) e Seu Oliveira (violão).

Na ocasião, Seu Oliveira interpretou, com maestria, suas composições e as do Rei Roberto Carlos. Seu Oliveira que ensinou muita gente a dirigir na cidade, poderia muito bem dar boas aulas de musicalidade a muitos músicos por aí.

Veja Vídeo:

E tome GAMBIARRA: Do pano no teto aos meios-fios “saia e blusa”

MELA-MELA NO CARNAVAL DE 1987 – PRAÇA DA MATRIZ – JOCA, RÔMULO, PILAKO

Como já falei em algumas oportunidades, não sou velho. Mas dentro do “baú” da memória carnavalesca guardo, de maneira viva, algumas fases e imagens. Cheguei a participar de corso, com passagem inclusive pela Praça 13 de Maio e da Bandeira, lembro muito bem de algumas disputas entre orquestras e me “lambuzei” bastante nos áureos tempos do mela-mela.

Por falar em mela-mela e lambuzar, a Prefeitura, com vistas aos desfiles de cívicos alusivos ao dia 7 de setembro, mandou “pintar” os meios-fios das ruas centrais da cidade para dar uma melhorada no aspecto geral.

Muito bem, ao passar hoje (06) pela rua que liga a Praça Leão Coroado à Praça 3 de Agosto, uma “pintura” me chamou atenção. Trata-se das pinturas, na cor amarela dos meios-fios, que deveriam seguir um rigor técnico, já que segundo o CBT tem o  seu significado e suas razões de ser.

Pois bem, perguntei aos meus amigos lavadores de carro do setor, que sempre estão atentos a qualquer alteração no “pedaço”, o motivo pelo qual as referidas “pinturas” ficaram incompletas.

O primeiro disse, com um “AR de riso”, que existiam dois pintores fazendo o serviço, um pintando de um lado e outro no sentindo contrário, e antes de terminar o serviço a tinta acabou.

Foto: Barbosa – Secretário de Planejamento de Vitória – Portal da Prefeitura de Vitória

Já o segundo, falando com mais segurança, disse-me que na hora que os “caras” estavam pintando tinha dois carros estacionados em cima da calçada, motivo pelo qual o serviço não ficou completo.

Sendo assim, não custaria nada lembrar ao senhor Barbosa, o tal SECRETÁRIO GERENTÃO” que Elias trouxe lá da cidade de Belo Jardim, que deveria contratar outra empresa para fazer os serviços, pois esta é “especialista” em LAMBUZAR as ruas, como nos tempos carnavalesco de outrora, quando o mela-mela corria solto.

Votem se quiser…

Na tarde de hoje (06) nossas lentes registraram, mais uma vez, porco se alimentando de lixo em frente à FAINTVISA. O Prefeito Elias Lira, que acha tudo isso absolutamente normal, deveria usar o seu espaço,  no Guia Eleitoral, para dizer que, caso seja reeleito,  não vai tirar os bichos das ruas e, se os eleitores quiserem votar nele, que votem, e se não quiserem não votem e ponto final.

A “bicharada” só vem aumentando…

Na tarde de ontem (05) nossas lentes flagraram na Rua Hemenegildo Costa, no bairro dos Ferreiros, próximo a FACOL, um cavalo “pastando” nas ruas se alimentando com lixo. Em praticamente em todos os bairros da cidade a “pisada” é a mesma.

Segundo comentários é o senhor Beto Lira, sobrinho do Prefeito, o responsável pela fiscalização e recolhimento dos animais que vivem perambulando pelas ruas da cidade.  Mas, não é novidade para ninguém que a “bicharada” nas ruas só vem aumentando.

AVALIAÇÃO: Qual foi a pior?

Parece brincadeira, mas não é. Todos os dias essa porca e suas “amigas” fazem suas refeições com o lixo dos moradores deste prédio e só quem não sabe disso é o Prefeito Elias Lira e o seu sobrinho Beto Lira, que segundo informações, é o responsável pelos serviços de fiscalização e recolhimento de animais nas ruas. E o prefeito ainda diz no seu Guia Eleitoral que, em relação ao governo passado a saúde melhorou.

Gostaria do internauta uma AVALIAÇÃO isenta de paixões e interesses pessoais. Com exceção dos empregos dos parentes e do pessoal de fora da cidade, qual a diferença da gestão de Governo de Todos para o a gestão do Governo Que Faz?

Preocupação ZERO

Na tarde de ontem (05) nossas lentes flagraram na Rua José Rufino, próximo ao Mercadinho Vitória, uma porca a procura de lixo para se alimentar. Em praticamente todos os bairros da cidade a “pisada” é a mesma.

O Prefeito Elias Lira, que acha tudo isso absolutamente normal, chega no seu quarto ano de comando sem conseguir tirar os bichos das ruas. Digo tirar, porque na gestão do Governo Que Faz, comandada pelo folclórico José Aglailson a “pisada” era a mesma.

Uma pergunta simples: Será que esses sujeitos estão mesmo preocupados com a saúde da população?

Amigo Paulo, nada mudou na Cultura Vitoriense

Foi em um dia de sábado, mais precisamente no dia 9 de janeiro de 1886, que a nossa cidade viveu um acontecimento que transformaria definitivamente sua história. Falo da histórica inauguração do TRÁFEGO FERROVIÁRIO.

Apenas para ilustrar a importância desse auspicioso dia, o transporte para Capital antes era realizado por DILIGÊNCIAS, carros puxados por animais, que transportava apenas as pessoas importantes da época, como Senhores de Engenhos médicos e políticos.

Muito bem, foi, a partir desta época, da chegada do trem, que nossa cidade deu um salto de crescimento, praticamente em todos os sentidos.

Pois bem, hoje ao ver a gestão do Governo de Todos desprezar as instalações do histórico prédio da antiga Estação Ferroviária, deixar a Praça Leão Coroado, em total estado de abandono, sem falso saudosismo, é mutilar um pouco da história de cada vitoriense.

Lembro, com muita saudade e com os olhos “cheios de imagens” das viagens de trem até o Recife. O frio na barriga ao passar pelos intermináveis túneis escuros e das novas paisagens que todas viagens nos proporcionavam.

Sendo assim, diante de tantas boas lembranças e por também me achar um pouco “dono” desse patrimônio imaterial da cidade, cobro mais respeito dos gestores com a nossa história.

Pois, Elias Lira e Paulo Roberto, estão sendo relapsos com a manutenção das instalações do referido prédio, pois há mais de um ano parte do teto caiu e Paulo Roberto o máximo que fez, até agora, foi colocar um pedaço de pano para tentar esconder o buraco.

Tudo isso é lamentável Paulo, nossa história merecia tratamento melhor.

A Guarda Municipal existe?

Na manhã de hoje (05), mais uma vez, nossas lentes registraram, em pontos diferentes da cidade, a caótica situação em que se encontra o fluxo de veículos nas ruas da Vitória. Como se não bastasse a falta de educação dos motoristas, que não colaboram, a Prefeitura, responsável pelo ordenamento, através da Guarda Municipal, simplesmente “não existe”, desencadeando assim, um verdadeiro “trânsito Salvem-se quem puder”.

Em um simples deslocamento do bairro Livramento em direção ao da Matriz, em alguns casos, está passando dos trintas minutos. Não basta apenas pintar os meios-fios, tem que se fiscalizar e multar.

Nessa sequência de fotos o internauta verá, de maneira muito clara, que se pelo menos tivesse guardas nas ruas a situação poderia ser amenizada. Acompanhe essa “viagem” e sinta de perto a falta de compromisso dos gestores Elias Lira e Décio Filho com os princípios básicos que norteiam a administração pública.

Malabarismo urbano

Na tarde de ontem (04) e na manhã de hoje (05) nossas lentes flagraram, nos canteiros centrais da Avenida Mariana Amália, principal corredor financeiro e comercial da cidade, mais cenas de desrespeitos às leis eleitorais.

Os candidatos Elias e Aglailson são iguais até nas transgressões, pois colocam seus cavaletes nas ruas de maneira que comprometem o direito de ir e vir das pessoas, passando assim, claro a testado de arrogância e prepotência.

Sendo assim, os vitorienses que já tem de ter cuidados para não “birrar” nos carros de mão nas calçadas, agora já estão sendo obrigados a se especializarem em outra modalidade de “obstáculo urbano” que são os cavaletes dos políticos.

Mais risco no centro comercial

Já não bastasse a “maratona com obstáculo” que os transeuntes do centro comercial da cidade tem que enfrentar, correndo inclusive risco de ser atropelado nas ruas por  conta das ocupações irregulares nas calçadas, “autorizada” pela Prefeitura, agora temos ainda de enfrentar “novos” riscos.

Nossas lentes registraram na manhã de hoje (o5) na Rua João Cleofas de Oliveira, parte do  forro de uma loja, que encontra-se danificado, poderá a qualquer momento cair na cabeça de alguém. Portanto, já que em nossa cidade os fiscais da Prefeitura só existe na folha de pagamento, seria bom que alguém tomasse alguma providência para não acontecer o pior.

Manaus e Vitória

Como não poderia ser diferente, a capital amazonense está fervilhando. Os políticos, no mesmo ritmo dos nossos, fazem promessas mirabolantes, impossíveis de serem atendidas.

Manaus é uma cidade com lixo em vias centrais, falta de água, praças abandonadas, prédios mal conservados. No quesito praças, elas se assemelham. Assim como Vitória, Manaus (refiro-me ao centro da cidade) só tem uma praça organizada (praça da Polícia) conservada, florida e bonita. Esta praça lembra a nossa da Matriz, só que a nossa é bem superior. As demais praças de Manaus, que eu conheci, estão tão abandonadas quanto as nossas outras. Mas há um detalhe, amigo Pilako, no qual Manaus perde para Vitória, não há animais soltos nas ruas.

Vamos aos aspectos positivos da capital amazônica: o teatro da Amazônia, fruto do tempo áureo da borracha, é lindo e gigantesco. A visita custa R$ 10,00. Do teatro descemos a pé até o porto fluvial, passando e visitando a catedral, o velho relógio e a alfândega.

No final conheci a Academia Amazonense de Letras. Lembrei-me, com entusiasmo e saudade dos acadêmicos vitorienses. Mais do que saudade de Severina Moura, Serafim, Fátima Santos, Savana, Egídio, Lúcia Martins, Aldenísio, Gasparina, Arquiles, Rafael, Valdinete e Luciene Freitas, a tristeza invadiu-me e um sentimento de frustação e revolta aflorou no meu interior. Sede organizada, reformada e bem conservada, tudo com o apoio do poder público. Fiz um paralelo com a mísera situação do Sobradinho da rua Imperial que aguarda a complacência do nosso gestor municipal.

Pilako, seguem fotos: uma do teatro e duas da Academia. Abraço e recomendações a todos.

Pedro Ferrer