Bichos nas ruas: Também e risco constante de acidente.

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Na noite de ontem (01) nossas lentes flagraram na Rua Elzanira Bezerra, no bairro do Cajá, o momento em que um motoqueiro quase se choca com um porco que estava circulando na via. Além de promover sujeira e imundice, bichos de grande porte perambulando pela cidade é também risco iminente de acidente, principalmente, para os motoqueiros.

Sendo assim, mesmo a contragosto serei obrigado a abrir a “Jaula do Elias” e zerar nosso contador mais uma vez.

RELATÓRIO DOS BICHOS – MARÇO/2015.

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02/mar 03 CAVALOS AV. HENRIQUE DE HOLANDA BLOG
05/mar 2 PORCOS CAJÁ BLOG
09/mar CAVALO RUA AMARELA INTERNAUTA
09/mar PORCO CAJÁ BLOG
10/mar BURRO AV. HENRIQUE DE HOLANDA INTERNAUTA
10/mar 02 CAVALOS AV. HENRIQUE DE HOLANDA BLOG
11/mar CAVALO ESTRADA QUE VAI PRA TERRAPRETA/FICAN/BELA VISTA INTERNAUTA
12/mar CAVALO CAIC/CAJÁ INTERNAUTA
12/mar CAVALO AV. HENRIQUE DE HOLANDA INTERNAUTA
13/mar CAVALO MAUÉS INTERNAUTA
16/mar PORCOS PRIMITIVO DE MIRANDA BLOG
17/mar 02 CAVALOS CAJÁ BLOG
18/mar 02 PORCOS AV. MARIANA AMALIA INTERNAUTA
19/mar 02 CAVALOS AV. HENRIQUE DE HOLANDA BLOG
20/mar 7 CABRAS/BODES HENRIQUE DE HOLANDA INTERNAUTA
20/mar 02 CAVALOS REDENÇÃO INTERNAUTA
23/mar PORCO CAJÁ BLOG
23/003 CAVALO LUIZ GONZAGA INTERNAUTA
23/mar CAVALO MARIO BEZERRA INTERNAUTA
25/mar BURRO JARDIM IPIRANGA INTERNAUTA
25/mar CAVALO LOTEAMENTO REAL INTERNAUTA
25/mar PORCA AV. HENRIQUE DE HOLANDA BLOG
26/mar PORCA CAJÁ BLOG
26/mar PORCO MATRIZ/DIQUE INTERNAUTA
31/mar 02 PORCOS CAJÁ BLOG

Nota AblogPE

A Associação dos Blogueiros do Estado de Pernambuco (ABLOGPE) vêm a público repudiar a atitude da “nova holding”, o Grupo Opinião de Comunicação (GOC), controlado pelo Canadá Investimentos, proprietário da Hapvida, com a demissão na última terça-feira, 24 de março, de mais de 100 profissionais dos jornais Diário de Pernambuco e AquiPE, dentre os quais eram da redação, gráfica e setores da administração.

A ABLOGPE se solidariza com todos os profissionais que dedicaram suas vidas ao jornal mais antigo da América Latina, estando ao lado do Sindicato dos Jornalistas de Pernambuco (Sinjope) e a Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj).

Recife / Olinda – PE, 31 de março de 2015.

*Moção de Repúdio à recente demissão dos profissionais ligados ao Diário de PE e apoio aos penalizados, conforme resolução aprovada no Encontro Estadual dos Blogueiros nos últimos dias 27 e 28 de março de 2015, na cidade de Olinda/PE.

Elias Lira: continua “cuspindo” no rosto do povo.

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Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, em toda sua história, acredito, nunca vivenciou um momento tão curioso. De um lado, a chegada de empresas que então sintonizadas com o créditos e o débitos de carbono (efeito estufa) assim como, entre outras coisas, a instalação de um moderno centro de compras equipado com cinemas de avançada tecnologia.

Na outra ponta, a população é obrigada a conviver com os desmandos administrativos de uma gestão que governa a cidade de costas para o povo. O prefeito Elias Lira, juntamente com sua equipe “da cozinha”, “cospe e escarra” no rosto das pessoas, na medida em que prefere concentrar suas energias nas licitações e contratações deixando correr a revelia as necessidades básicas da população, sobretudo, dos menos favorecidos.

Pois bem, volto a repetir o que já disse várias vezes: esta gestão do Governo de Todos NÃO TEM VERGONHA NA CARA. Como podemos, em pleno século 21, presenciar nas vias públicas da cidade, porcos se alimentando de lixo e promovendo a maior sujeira? Veja o vídeo:

Gostaria de  perguntar ao prefeito Elias Lira: você gostaria que os porcos se alimentassem na calçada da sua casa? Você gostaria que esta  imundice acontecesse na calçada da casa dos seus filhos?

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Esta pergunta também cabe para a secretária municipal de saúde, Veraluci Lira. Acho até que senhora deveria levar estas cenas para apresentar aos seus colegas médicos para saber o que eles acham disso.

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

A população precisa  protestar, precisa entrar nessa briga para que os governos, junto com a população, sejam capaz de promover uma cidade melhor para se viver. Outra pergunta: será que existe alguém que é favor de bichos perambulando pelas  vias públicas?

Portanto, como cidadãos precisamos ter a capacidade de se indignar com esta situação, que aliás é muito diferente de ter ódio do gestor. A indignação, ao contrario do que muita gente pensa, surge no forte sentimento de responsabilidade para com o outro e para com o coletivo. Sendo assim, toda vez que me deparo com uma cena desta fico indignado, simplesmente, porque me coloco no lugar das outras pessoas.

Para concluir, serei obrigado mais uma vez a abrir a “jaula do Elias” e zerar nosso contador.

O MOSQUITO DA DENGUE vai te pegar…

Para quem trafega pela movimentada Avenida Henrique de Holanda, quase sempre apressado e cuidado com tráfego, certamente não notou que as margens da mesma, próximo ao muro do DETRAN “repousa”  UMA DUZIA DE PNEUS USADOS.

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Cabe então perguntar aos técnicos da Prefeitura o seguinte:

– os mosquitos da DENGUE da nossa cidade são diferentes dos outros lugares?

Enquanto a população, principalmente as donas de casa, vem travando uma guerra silenciosa com este “infeliz mosquito”, a prefeitura parece que não sabe que pneus ao ar livre junta água da chuva e se torna um criatório ideal para a proliferação do aedes aegypti.

Portanto, alguém que já deveria ter retirado estes pneus daí e não o fez, depois de lê esta postagem cuide em retirar a bunda da cadeira e cuide de fazê-lo e aproveite para promover um MUTIRÃO DE LIMPEZA NA CIDADE TAMBÉM. Todos devem lutar contra a DENGUE. Acorda Elias Lira!

Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Internauta JORDANIA continua em sua virgília

VIGÍLIA, ONLINE, DE PROTESTO E REIVINDICAÇÃO

“Há 194 dias (18/08/2014 – 28/02/2015) – 28 segundas-feiras, 28 terças-feiras, 28 quartas-feiras, 28 quintas-feiras, 28 sextas-feiras, 28 sábados, 27 domingos, 28 semanas, 06 meses, (0) anos, 194 alvoradas, 194 noite, 06 luas cheias, 07 luas minguantes, 07 luas novas, 05 luas crescentes e 06 feriados, oficial, nacionais; 4.656 horas -, está sendo cobrado do Prefeito a restituição de um bem CULTURAL, PATRIMONIAL, dos munícipes e nativos” .

Sr. Elias Lyra, devolva a nossa praça Duque de Caxias, arborizada e ajardinada.
Uma de suas funções como servidor, gestor, é de empenho no zelo da preservação e proteção do patrimônio municipal .
No seu governo, há quase dois mandatos, houve continuidade, permissiva, na desfiguração, devastação, extirpação, iniciada por atos de imprudência e desatino do governante anterior, sr. José Aglailson, num de nossos bens patrimoniais da cidade.
Fomos apartados, forçadamente, do bom costume da nossa cultura, de sentar para descanso reflexivo e uso como lazer naquele tradicional local, herança memorial, que faz parte da história da terra.

Aquele jardim público – memorial – foi erguido com o peso do dinheiro pago pelos contribuintes de impostos, da época, por 03 gerações como avós, bisavós e trisavós; queremos SIM a perpetuação daquele espaço inalterado e com a mesma extensão desde sua inauguração.

Código Penal – CP – DL-002.848-1940
Dos Crimes Contra o Patrimônio
Capítulo IV

Dano
Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:

Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.

Dano Qualificado

Parágrafo único – Se o crime é cometido:

Inciso III – contra o patrimônio da União, Estado, Município . . . (Alterado pela L-005.346-1967)

Eu, no gozo dos meus direitos à *cidadania, peço ao Ministério Público Federal a apuração das responsabilidades.
*Se interessar por tudo o que é de todos(Carlos Ayres Brito, membro da Academia Bras.de Letras Jurídicas).

*fiscalização, controle, cobrança, denúncia, representação, queixa, acionamento do poder. . .

JORDANIA

Comunidade do Cajueiro: a resistência continua.

Recebemos informações da internauta Pâmela Silva relatando movimentos populares ocorridos na Comunidade do Cajueiro relativo a recente tentativa de invasão a terrenos públicos naquela localidade, eis a nota:

 A população do cajueiro após o retorno dos invasores, que estavam coagindo a população, sob ameaça de acabar com o comercio local, denunciou a invasão abrindo um B.O. para investigação e apuração dos fatos, e solicitaram a ajuda da policia militar. os militares atenderam prontamente o pedido dos moradores e pararam a invasão. Um dia após a intervenção policial os moradores organizaram um mutirão, replantando o lugar e colocando uma faixa no local discriminando que o local é terreno publico portando pertence a todos do Bairro.

A população diz que não aceita a invasão e não vai desistir do terreno que pertence a todos e por algum motivo que todos desconhecem é tão cobiçado visto que em 2012 houve uma tentativa de invasão e em 2015 dentro de um período menor que 30 dias houve 3 tentativas de invasão. Atualmente a população está replantando e organizando sua tão sonhada praça ecológica por conta própria, o mutirão de ontem 28/03/2015 foi o primeiro passo.

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Internauta comenta no blog

Comentário postado na matéria “O problema não está na falta do dinheiro, e sim, na forma como ele é aplicado.“.

Pilako,suas observações estão corretas,mas vou te fazer um relato,sou morador da Bela Vista,moro próximo a0 posto de saúde da mesma,e comecei a passar malno trabalho ai me dirigir a a pam que hoje mudou de nome,ao lado da pizza grill,ao chegar fui informado que a atendente não poderia atender pois falta vinte minutos para ela larga e a mesma estava se aprontando para ir embora,me dirigir ate o posto de saúde da bela vista mas comodo ao lado de minha casa ao chegar fui bem recepcionado ai a senhora da recepção disse aguarde um pouco que a funcionaria saiu e já vem,tinha uma pessoa na minha frente e disse mas faz 1 hora que espero ai esperei mas uns 30 minutos e fui embora verificar minha pressão na farmácia e a dita funcionaria esta fazendo a uma em uma manicure próximo de acordo com o funcionário da farmácia e ainda me mostrou a mesma de uniforme la conversando. Este calvário foi so para verificar a pressão que estava alta ai o rapaz da farmácia me orientou ai ao hospital,mas próximo. CADE A FISCALIZAÇÃO DOS ORGÃOS PUBLICO,PIOR E NA ULTIMA SEXTA FEIRA DO MES OS ONIBUS ESCOLARES NÃO RODAO E ESTUDANTES FICAM NA MÃO. ACORDA PREFEITO AI QUE FALA E UM EX.ELEITOR SEUS.

CIDADÃO DO BEM

O problema não está na falta do dinheiro, e sim, na forma como ele é aplicado.

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Apesar da nossa cidade, recentemente, ter batido recorde no que diz respeito a arrecadação financeira, na outra ponta, a população vitoriense não tem tomado conhecimento ou participado de nada que tenha tido uma melhora substancial nos serviços públicos prestado pela municipalidade.

Apenas para ficar no tripé de toda administração pública – Saúde, Educação e Segurança –  podemos perceber que o povo da nossa cidade continua carente. Na questão da saúde, os postos de atendimento básico – PSF – estão em situação precária, com deficiência de profissionais, falta de medicamento e utensílios indispensáveis para a prestação do correto diagnóstico. A população sabe disso, e como resultado, lota a recepção do Hospital João Murilo para receber serviços ambulatoriais que deveriam estar disponíveis e sendo prestados nos bairros, bem pertinho das pessoas.

Na Educação, outra área vital administrada por uma parente do prefeito, sua sobrinha Maria José Lira, a situação é lastimável. Além das escolas estarem sucateadas, algumas delas inaugurada pelo próprio prefeito, como é o caso de Escola Madre Tarcisia localizada no Distrito de Bonaça, faltam profissionais e os que lá se encontram – maioria deles – estão trabalhando, segundo comentários, em regime de “semiescravidão”, ou seja, trabalham sem receber salários para “segurar” o lugar.

Apenas,  algumas perguntas: quem foi que “comeu” o dinheiro deles? Onde o dinheiro deles foi gasto de maneira antecipada? pra que ?  por quê?

É bom que se diga que Segurança Pública é dever do Estado. Mas, nada impede que o município seja proativo nesta área. Segurança não é  apenas proteger a pessoa comum do ladrão, é, portanto um conjunto de medidas que proteja a população do risco do infortúnio.

Por exemplo, quando o prefeito Elias Lira e o diretor da AGTRAN, Hildebrando Lima, não regulamentam a questão das motos “cinquentinhas e motenetas” expõe o simples cidadão, pagador de impostos, a ser vítima de problemas, pois, já é sabido que a maiorias dos acidentes urbanos tem o envolvimento desses veículos, invariavelmente, manobrados por pessoas sem a carteira nacional de habilitação e, vez por outra,  embriagadas. Isto também é violência contra a população e está sob a jurisdição do Poder Municipal, ou seja, sob o comando da “MÚMIA ADMINISTRATIVA“, chamada Elias Lira.

Pois bem, dias atrás registrei na via conhecida como “Rua da Madeira”, no Centro Comercial da cidade uma placa de regulamentação de trânsito (PEDAÇO DE MADEIRA AMARRADA EM UM TRILHO DA CALÇADA), colocada pelos Técnicos da AGTRAN, ou pelos menos por  pessoas que recebem salários como tal, que bem reflete o descaso da administração da gestão do Governo de Todos para com a população.

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Portanto, volto afirmar o que já disse inúmeras vezes: a maioria dos problemas da cidade não reside na falta de dinheiro e sim, na forma como se gasta o dinheiro público, ou seja, O NOSSO DINHEIRO.

Elias Lira: “amarrando cachorro com linguiça”

No final da tarde de ontem (26) ao caminhar pelo  cruzamento da Rua Senador João Cleofas com a Avenida Mariana Amália, especificamente, na calçada lateral do prédio do Banco do Brasil, observei que um fio, caído, estava enrolado em um dos postes.

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É provável, que não haja corrente elétrica nesta fiação ou mesmo, sinal de internet, mas devemos levar em consideração que a mesma ainda se encontra ligada a outros fios e ao poste, de modo, que devemos – nós leigos – ter receio no tocante a acidente, como diz o ditado popular: “prudência e canja de galinha não faz mal a ninguém”.

Vale salientar também que este absurdo ocorre em dos cruzamentos mais movimentado da cidade, em pleno Centro Comercial e ninguém – órgãos competentes – não faz absolutamente nada.

É bom que se diga que a prefeitura, órgão responsável pelo disciplinamento desta questão (controle dos fios nas vias públicas), não tem nenhuma gerência no assunto. As operadoras de telefonia, e principalmente as empresas que “mexem” com internet, fazem o que quer e bem entendem, ou seja, colocam fios em qualquer altura e de qualquer jeito, o que interessa para eles é atender o cliente.

O curioso, é que quando este cliente, por algum motivo qualquer, dispensa os serviços contratados àquela operadora, os fios continuam lá, ou seja, muitos dos fios que estão cruzando nossas vias não tem nenhuma serventias além, claro, de tornar a cidade MAIS FEIA.

Portanto, volto a dizer o que já disse anteriormente: o prefeito Elias Lira, junto com a sua equipe, está no poder há sete anos consecutivo e ainda não conseguiu imprimir um ritmo administrativo razoável, minimamente profissional. Nossa cidade mudou de patamar e o Elias ainda  continua pensando  que devemos  “amarrar cachorro com linguiça”.

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“Levar Vantagem” é preciso………………

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O carnaval já passou, mas os BICHOS continuam se encontrando nas vias públicas da nossa cidade, quer seja dia ou noite. Fico impressionado com a falta de VERGONHA NA CARA dos nossos gestores públicos que botam seu salário no bolso e não estão se preocupando com o  que vão deixar como  OBRA praticada em favor da municipalidade, afinal, ser servidor público, por principio, é CUIDAR DA COLETIVIDADE.

Quando um líder político, por falta de espírito público, começa instrumentalizar a gestão administrativa para servir apenas aos seus interesses e, por tabela, dos seus parentes, inevitavelmente ele gera no “corpo funcional”, quer seja efetivo ou contratado, um sentimento de  que LEVAR VANTAGEM não é crime.

Ora! Pensa, então, o pessoal que não  é rico, mas também não é burro: se um cara que já milionário, que se diz direito e religioso “usa e abusa” do dinheiro do município, e ainda por cima a população vota nele e no  seu filho, porquê é então, que eu não posso “me defender” também?

Infelizmente este é o pensamento reinante na nossa cidade. Do jeito que as coisas então caminhando, é possível, que o mandatário municipal, em função das promessas empenhadas aos “parasitas do poder”,  não muito republicanas,  já já, comesse a viver uma espécie de INFERNO ASTRAL.

Sendo assim, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “Jaula do Elias” e zerar, mais uma vez, o nosso contador.

FAVOR OU OBRIGAÇÃO?

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Mesmo depois de sete anos consecutivos no poder da administração pública municipal, o prefeito Elias Lira não conseguiu promover uma gestão que atenda minimamente questões  básicas da população.

Na manhã de ontem (25), por exemplo, nossas lentes registraram uma estudante sendo obrigada a caminhar na rua por conta do desleixo e da falta de um trabalho sequencial da prefeitura.

Sai prefeito, entra prefeito, fica prefeito, mas o regime é o mesmo, ou seja: a moeda que circula entre a gestão e a população é a do FAVOR e não a da OBRIGAÇÃO, pois, ao que tudo indica, o prefeito tem como regra só realizar algo, mesmo  que seja um direito liquido e certo  da população,  quando alguém lhe pede, pois, só assim, fica configurado o FAVOR.

Eis ai um exemplo clássico, ou seja este absurdo só será resolvido quando algum dos  diretores de uma das  escolas daquela localidade  pedir “pelo amor de Deus” ao prefeito para ele resolver este problema, que aliás, é de sua obrigação. Eis aí, mais um ensinamento da “cartilha do atraso” que Elias pratica de maneira sistemática.

Educação e Escolarização – por João do Livramento

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A grande maioria das famílias brasileiras confundem, educação com escolarização, quando na verdade a escolarização é apenas uma parte do processo de educação, onde aprende-se as matérias curriculares. Já a educação, é a formação como um todo de cada indivíduo, ou seja, “formação cultural; social; financeira; religiosa; alimentar e moral”. E que deve começar no convívio familiar desde os primeiros anos de vida. Porém não é isso que temos acompanhado nas famílias. Hoje as crianças vão para as “escolinhas” cada vez mais cedo, achando os pais que isso é benéfico para a criança, mas estudos indicam que as crianças de até 5 anos, devem estar em contato direto com as mães, e que, esta separação precoce, tem gerado reflexos que possivelmente são a causa de tantos jovens “inseguros”. Por outro lado os pais tem negligenciado a educação de seus filhos. Sem a autoridade dos pais e regras a cumprir, as crianças por exemplo, comem o que querem, a hora que querem e onde querem, além de serem deseducados pela mídia, aja vista que uma criança de 5 anos quando chega à escola, já tem assistido mais de 6 mil horas de TV, com programação totalmente inadequada para a sua faixa etária. Pois bem, essas crianças quando chegam na escola, encontram “regras e normas” que devem ser seguidas e pelo fato de não as trazerem como hábito doméstico, não querem cumpri-las, e a escola passa a ser um “obstáculo” em suas vidas, personificado na figura do professor, que muitas vezes chega a ser agredido. Muito se comenta a respeito da obrigação do poder público na educação das nossas crianças e adolescentes, o que é uma reinvindicação legítima, porém, a família não pode se furtar de suas tarefas, que são básicas para a construção de um ser humano com senso de: respeito, deveres, obrigações e por fim direitos. Mas o que vemos é uma retórica em cima dos “direitos da criança e do adolescente”. E não apregoam-se os conceitos de respeito, deveres e obrigações, que devem vir antes de tudo. Precisamos desfazer esse mal entendido urgentemente, caso contrário, continuaremos nesse perigoso equívoco social que nos encontramos hoje, pois basta um olhar atento, para que se identifique o “flagelo sociocultural”, que é infligido a essa geração por nós, que somos seus tutores. Logo se refletirmos um pouco, iremos compreender o fato de que eles serão os tutores da nossa velhice. Por fim encerro com esta frase para sua reflexão, pensem nisso!

“O mundo que nós vamos deixar para os nossos filhos,
depende muito dos filhos que vamos deixar para o mundo.”

 João do Livramento.        

A Insustentabilidade ambiental em Vitória de Santo Antão

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Em meados da década de 70, personalidades que se destacavam mundialmente nas discussões acerca do meio ambiente, política internacional e econômica reuniram-se fundando o Clube de Roma.  Discutindo como executar sobre ações sustentáveis.            A partir daí, surgiu o que viria a ser um novo caminho para a forma de olhar e de administrar recursos, e as instâncias políticas passaram a se preocupar em criar modelos de crescimentos organizados que pudessem ser realizados sem comprometimentos ambientais, econômicos e sociais.  Atualmente o termo que engloba os princípios de crescimento organizado é conhecido como Sustentabilidade.

Trazendo para nossa realidade de gestões municipais do Brasil, podemos observar que boa parte dos gestores não cumpre os limites máximos de utilização de recursos, nem projeta medidas que busquem melhorias ambientais, evidenciando cada dia cenários piores no nosso país.

Em Vitória de Santo Antão não enxergamos ações coniventes com os critérios e conceitos de sustentabilidade. Tais falhas observadas  refletem também a falta de comprometimento das demais esferas governamentais, tanto à nível estadual quanto federal. Seja no cotidiano ou na própria mídia local, as incoerências ocorrem de forma visível a todos, podemos citar alguns problemas: abastecimento de água precário, desvio de rios, construções desordenadas em áreas impróprias, dejetos de esgotos despejados em rios sem nenhum tipo de tratamento, diminuição da área verde urbana acompanhado de cortes de árvores sem justificativas concretas, falta de conservação de prédios históricos (ambiente urbano),  leis que acompanhem o cenário global de construções ecologicamente corretas e ausência de planos de incentivo ao turismo ecológico, são exemplos de ausência de uma gestão municipal eficiente no cenário no quesito ambiental.

Será que a situação em Vitória, encontra-se agravada pela terrível lógica de “gestão política partidária”? Nomeações de cargos sem critérios técnicos, apenas por méritos de campanha, implica em resultados negativos no desenvolvimento de políticas públicas eficientes.

Compartilho o pensamento de Miguel Pereira: ”Não há como não reconhecer a importância do planejamento urbano para permitir que haja uma cidade mais humana, seja numa sociedade que preze pelas relações democráticas e iguais em direitos; ou seja, numa sociedade de relações insustentáveis e profundamente contraditórias. Nelas há que se reconhecer o conflito nas relações sociais, para inicio de negociação dos riscos; e não poderá se transigir da presença dos setores excluídos e organizados no processo de elaboração do planejamento urbano. Essas questões que penso poderão suscitar e aprofundar o debate sobre o futuro das cidades.

Caso não administre de forma coerente o crescimento, buscando visualizar   necessidades futuras de forma coerente e planejada, pois precisaremos de mais recursos, vamos sempre fica lançando a pergunta  “Será que estamos preparados ou podemos imaginar um futuro cada vez pior em Vitória de Santo Antão??

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Bicho na Rua: Atenção Veraluci Lira.

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Na manhã de ontem (24) nossas lentes flagraram uma porca circulando livremente pela Avenida Henrique de Holanda, próximo ao acesso para Terra Preta. A secretaria Municipal de Saúde,  Veraluci  Lira, aparentemente, não sabe que animais de grande porte circulando por vias públicas promovendo sujeira e imundice se configura em uma grave problema de SAÚDE PUBLICA.

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Portanto, mais uma vez, cobramos alguma atitude no sentido de resolver este grave problema. Sendo assim, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “Jaula do Elias” e zerar no contador mais uma vez.