
kit completo – $115,00
kit sem a camisa – $95,00
Para grupos, temos desconto!
SORTEIO DE 2 RELÓGIOS GARMIM
PARA MAIS INFORMAÇÕES: 9.9420.9773

kit completo – $115,00
kit sem a camisa – $95,00
Para grupos, temos desconto!
SORTEIO DE 2 RELÓGIOS GARMIM
PARA MAIS INFORMAÇÕES: 9.9420.9773

Oficializado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1975, o chamado “Dia Internacional das Mulheres” é, muito antes do que um evento comemorativo, uma data de luta.
A origem precisa da data é controversa, porém a razão mais consistente deve-se ao fato de que, no dia 8 de março do ano de 1917, um protesto intitulado de “pão e paz” foi realizado por milhares de mulheres na Rússia, em busca de melhores condições de trabalho, contra a fome e contra a participação da nação na Primeira Guerra Mundial.
No Brasil, ninguém é capaz de melhor exprimir a luta emancipatória das mulheres do que a famacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes (foto).
A sua trajetória em busca de justiça durante 19 anos e 6 meses fez dela um símbolo da luta por uma vida livre da violência doméstica.
Após se casar com o professor colombiano Marco Antônio Heredia, em 1976, Maria da Penha foi vítima de duas tentativas de feminicídio.
Primeiro, ele deu um tiro em suas costas, enquanto ela dormia, criando a falsa versão de um assalto.
Como resultado desta agressão, Maria da Penha ficou paraplégica.
Quatro meses depois, quando voltou para casa, após duas cirurgias, internações e tratamentos, ele a manteve em cárcere privado, no decorrer de 15 dias, e tentou eletrocutá-la durante o banho.
A partir daí, deu-se início ao calvário desta pequena guerreira, que enfrentou, inclusive, a indiferença do sistema de justiça brasileiro, o que a fez provocar a Comissão Interamericana de Direitos Humanos.
Tal comissão responsabilizou o Estado brasileiro por negligência, omissão e tolerância em relação à violência doméstica praticada contra as mulheres.
Após conseguir, finalmente, ver o seu agressor preso e com a pena devida, em 7 de agosto de 2006, foi sancionada a Lei n.° 11.340/06, que recebeu o seu nome, como reconhecimento de sua luta contra as violações dos direitos humanos das mulheres.
Que nesta data as mulheres brasileiras mirem-se na batalha e no exemplo de Maria da Penha.
Ao lado das flores, a luta!
Só assim a data será definitivamente significada.
Feliz Dia Internacional das Mulheres!
.
Siga: @historia_em_retalhos
https://www.instagram.com/p/DG8UT87RYFd/?igsh=aXhvbmE1YXllc2Z1






Comandada pelos irmãos Ferrer – Alexandre e Aluizinho – a Agremiação Carnavalesca A Girafa, além de desfilar os três dias com o Trio e Banda Asas da América, nesse ano, 2025, por ocasião da comemoração pela passagem dos 75 anos de fundação, também desfilou com alegoria e orquestra de frevo, na manhã da terça-feira, 04 de março.

Fundada em 1950 por um conjunto de amigos, A Girafa sempre marcou presença nas ruas da cidade no reinado de momo. Indiscutivelmente, é uma das agremiações do carnaval antonense mais bem estruturada. Mais 75 anos de glórias para A Girafa……




Capitaneado pelo vibrante carnavalesco e folião de primeira hora, Ageu Júnior, a Agremiação Carnavalesca “Os Cardeais” desfilou pelo circuito oficial do carnaval na noite do sábado. Animado por orquestra de frevo, a troça também congregou os elementos da cultura momesca. Veja o vídeo:





Por que o dia 6 de março tornou-se a Data Magna do Estado de Pernambuco?
Na verdade, a importância da data deve-se a um ato de intrepidez, bravura e coragem, que antecipou a eclosão de um movimento revolucionário.
Em outras palavras: o seis de março foi a fagulha que incendiou a Revolução Pernambucana de 1817!
O clima de insatisfação que imperava em Pernambuco aumentou, consideravelmente, a partir da vinda da família real para o Brasil, fugida de Napoleão, em 1808.
A presença da Corte no Brasil importou no aumento abusivo da voracidade fiscal, sem nenhuma contrapartida para a província.
Apenas para citar um exemplo: pagava-se em Pernambuco um imposto para a iluminação das ruas do RJ, enquanto muitas vias do Recife mantinham-se na completa escuridão.
Foi aí que ambientes de reuniões, como o Seminário de Olinda e o Areópago de Itambé, tornaram-se pontos irradiadores das ideias iluministas trazidas da Europa, envolvendo intelectuais, profissionais liberais, clérigos etc.
Ao tomar conhecimento da conspiração, o governador Caetano Pinto determinou a prisão dos insurgentes.
Em 6 de março de 1817, ao ser-lhe dada voz de prisão, o Capitão José de Barros Lima, o nosso “Leão Coroado”, atravessou a sua espada no brigadeiro português Barbosa de Castro, levando-o à morte.
Apesar da precipitação do ato, ninguém segurava mais!
A revolta espalhou-se pela cidade, incendiando as ruas do Recife!
Foram 75 dias de um governo independente, republicano, com lei orgânica própria, liberdade de imprensa e de credo, separação dos poderes e até bandeira própria, que, mais tarde, em 1917, tornar-se-ia a bandeira oficial de Pernambuco.
Mesmo que de curta duração, por ausência de um anteparo militar, a Revolução de 1817 afetou as fundações do sistema vigente e foi o único movimento insurgente que, efetivamente, conseguiu superar a fase conspiratória e deflagrar, de fato, a tomada do poder.
Não sem razão, foi, intencionalmente, esquecido e apagado pela historiografia oficial, com o objetivo de que o seu exemplo jamais se disseminasse pelo restante do Brasil.
Viva o seis de março!
Salvem os revolucionários de 1817!
.
Siga: @historia_em_retalhos
https://www.instagram.com/p/DG2r3hPx3VE/?igsh=MWhicjNoamVrbGF0cw%3D%3D

Ainda no chamado pré-carnaval, registramos um pouco da concentração e do desfile da Agremiação Barrigas D”Água. Oriundo do Sítio do Meio e das comunidades do seu entorno o “Barrigas” se configura numa das maiores atrações do nosso carnaval. Veja os vídeos:


Gente, segundo levantamento do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição (ECAD), de 2014 a 2024, essas foram as 20 músicas mais tocadas no carnaval de Pernambuco:
1 – Frevo mulher – Zé Ramalho
2 – Voltei Recife – Luiz Bandeira
3 – Tropicana – Vicente Barreto / Alceu Valença
4 – Hino do Galo – José Mario Chaves
5 – Chuva de Sombrinhas – Nena Queiroga / André Rio
6 – Hino do Elefante – Clovis Vieira / Clidio Nigro
7 – Oh, Bela – Capiba
8 – Último Regresso – Getúlio Cavalcanti
9 – Me segura que senão eu caio – Jota Michiles
10 – Arreia lenha – Marron Brasileiro
11 – Anunciação – Alceu Valença
12 – Vassourinhas – Batista Ramos / Mathias Da Rocha
13 – Diabo Louro – Jota Michiles
14 – País Tropical – Jorge Ben Jor
15 – A Praieira – Chico Science
16 – Não quero dinheiro – Tim Maia
17 – Hino da Troça – Milton Bezerra De Alencar
18 – Madeira que cupim não rói – Capiba
19 – Eva – Cartavetrata / Umto / Ficarelli
20 – Leão do Norte – Lenine / Paulo Cesar Pinheiro
.
.
.
Podemos chegar a três conclusões:
– o frevo é majoritário e domina o ranking das mais tocadas (14 das 20).
– diferentemente de Salvador, onde o hit do carnaval costuma ser um lançamento da temporada, ou do Rio de Janeiro, onde a música do verão pode ser de um outro gênero, em Pernambuco, o frevo é ritmo certo.
– porém, há um aspecto muito negativo: fica evidente que não houve uma renovação das canções mais ouvidas nesses últimos dez anos. Entre as 20 músicas mais executadas, não aparecem novos compositores de frevo. Muitos “hits” tem mais de 45 anos.
Deixo, então, a seguinte indagação:
O que fazer para garantir a renovação do frevo?
Aguardo as opiniões de vocês.
.
.
Siga: @historia_em_retalhos
https://www.instagram.com/p/DG1Fv7FR5CN/?igsh=ZWViYTJuMzgxc25y




Mais uma vez, as muitas atividades carnavalescas impediram-me de atualizar o blog. Aliás, esse ano (2025), estive menos tempo nas ruas, motivo pelo qual também acabei realizando muito menos registros do que gostaria. Como todos já estão “carecas” de saber o Blog do Pilako é formado pela equipe “eu sozinho”. Para pensar, planejar, escrever, editar e postar. Enfim! O Carnaval 2025 acabou, mas com a proteção do Glorioso Santo Antão, a vida segue normalmente…..


Na noite do sábado (22), a Agremiação Carnavalesca “As Virgens da Vitória” manteve a tradição de desfilar uma semana antes. Saindo do Bairro do Livramento, “puxada” por trio elétrico, os foliões deram um colorido especial ao pré-carnaval antonense.

