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Liliane Cléa: um roteiro de filme que você pode participar!!!

A vida não está fácil para ninguém…Imaginar, então, que com um pouco de recurso de muitas economias mais um empréstimo consignado, no sentido de um melhoramento físico na sua residência, seria o ponto de partida para um “problemão” à vida da técnica de enfermagem Liliane, convenhamos, não perece fazer muito sentido.
Sua trágica história, verdadeira sem margens para dúvidas, ocorreu na noite da última terça-feira (15), aqui na nossa Vitória de Santo Antão. Ela trabalha no Hospital João Murilo de Oliveira. Ainda no clima da conclusão do sonho palpável (pequena reforma na casa), a mesma, devota por natureza, em forma de agradecimento aos céus, resolveu acender uma sequência de velas.
Por obra do destino, que mais parece um roteiro de filme, a casa, juntamente com pertences pessoais e familiar, ardeu em fogo, justamente na noite do seu plantão. Avisada por telefone, só deu tempo de chegar para constatar o desastre consumado.
Assim sendo, juntamente com seus companheiros de trabalho e por ser algo totalmente sintonizado com os fatos aqui narrados, engrossamos a corrente de solidariedade para ajudar a amiga Liliane Cléa, funcionária do hospital João Murilo. Se você a conhece, deve haver tomado conhecimento dessa história. Se não a conhece e sensibilizou-e com a narrativa e quer ajudar, favor entrar em contato diretamente com ela: PIX: 81971075350.

Live 103 – ao vivo – “Memórias Antonenses” – com o advogado vitoriense Jorge Costa.

Recebemos para uma LIVE , na tarde de hoje (16), no sentido de falarmos das “suas memórias antonenses” o advogado Jorge Costa Leão.
Natural da Vitória de Santo Antão, mais precisamente da antiga “Rua Barão do Rio Branco”, hoje Rua Senador João Cleofas (centro da cidade), Jorge Costa, atualmente com 80 anos, morou na “sua terra” até o inicio dos 60 (1960), então com 20 anos. No nosso animado bate-papo, o mesmo relatou à “formação do comercio”, da sua iniciação na música, do nosso aeroclube e até das noitadas no antigo “Vale dos Prazeres”.
ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI.
Espaço Parlamentar: “comentário positivo” – pelo vereador Doutor Saulo.
HENRIQUE QUEIROZ FILHO – INSTITUTO – EMENDA – por Pedro Ferrer.

Corria o mês de Santana. Dia chuvoso. O telefone tocou. Fazia frio. Envolvido no cobertor fui ao celular. Era a Cláudia Vicente do outro lado da linha que alegre, gaguejando, não media, nem controlava sua alegria:
– Professor, saiu a emenda.
– Menina, que emenda é esta?
– A emenda do deputado Henrique Filho para o Instituto.
– Claudia, que boa notícia. Valeu eu sair das cobertas para atender ao teu chamado. Quanto ?
– Cinquenta mil reais e um quebradinho. Sei, que não resolve tudo, mas é uma excelente ajuda.
-Claro. Só temos a agradecer-lhe.
– Vou comunicar aos demais diretores.
Este foi o auspicioso diálogo mantido com a secretária do Instituto no dia 27 de julho de 2020. Divulgamos nas redes sociais. Fizemos os contatos necessários e caímos no trabalho. Aguardar a liberação do dinheiro.
– Banco do Nordeste. Abrimos a conta e ficamos no aguardo.
– Dia 01 de abril de 2021 o dinheiro caiu na conta.
– No outro dia já começávamos a remover o forro. Era o primeiro passo da ampliação.

Hoje, dia 16 de junho de 2021, temos algo de concreto a apresentar aos antonenses. Concluímos os trabalhos. Ampliamos nosso espaço. Falta-nos ainda duas etapas. Quem sabe, se o deputado Henrique Filho não voltará a nos beneficiar com mais uma emenda?
Três temas precisam ser inseridos no nosso museu: História da educação – Religiões –Imagem e som.
O novo espaço será destinado à História da Educação em nosso município. Iniciaremos a etapa mais delicada: arranjo e montagem do espaço. Faremos contatos com os historiadores e os professores. Buscaremos sugestões. Nossos antigos mestres não podem ser lançados no esquecimento. É nossa responsabilidade mantê-los vivos na memória das novas gerações.
O instituto Histórico, através da sua diretoria, agradece o auxílio advindo do deputado Henrique Filho que segue o exemplo do pai, o qual no ano de 2019, destinou-nos sessenta mil reais através de uma emenda. Naquela ocasião fizemos a Galeria de Artes que acolhe obras de autores antonenses e ou amigos da Vitória de Santo Antão.
Reforçamos nosso obrigado ao deputado Henrique Queiroz Filho.
Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.
Celinho: é hoje…..

Live bate-papo – “Memórias Antonenses” – com o advogado Jorge Costa.

LIVE bate-papo sobre – “Memórias Antonenses” -, amanhã, quarta-feira (16), às 17h.
Para construir conosco esse momento convidamos o vitoriense Jorge Costa, que há 60 anos deixou de residir na sua terra natal – Vitória de Santo Antão -, mas que continua com “Vitória” na sua mente e dentro do seu coração. Entre outro assuntos, abordaremos suas histórias mais marcantes e também um pouco do cotidiano da “cidade de antigamente”.
Live Bate-papo – “Memórias Antonenses”.
Quarta-feira – 16 de junho – às 17h.
Transmissão pelo Blog do Pilako.
Professora Severina Moura: transmissão da missa de 7º dia.
A coluna de Tavares de Miranda – por Ronaldo Sotero.

O Jornal Folha de São Paulo, em sua edição de 9.6.21, página B 14, na série Perfis profissionais da Folha comemorativa ao seu centenário, homenageia vários jornalistas que trabalharam no periódico paulista, narrando perfil desses profissionais.
Na citada edição, o vitoriense José Tavares de Miranda ( 1916-1992) é o homenageado, por sua importante atuação no colunismo social, que marcou época. Fez parte do jornal de 1945 a 1986. A elite da alta sociedade de São Paulo disputava um espaço para ser citada em sua coluna.
Criou um estilo de texto, expressões logo incorporadas ao dia a dia dos leitores. Trazia uma citação bíblica em cada edição. A coluna de Tavares de Miranda era tão importante ou até mais, do que a primeira página, por conta dos “furos de notícia” que ele publicava. Era irmão da também vitoriense de saudosa memória, a filósofa Maria do Carmo Tavares de Miranda.
Ele escreveu um livro de título Tampa de Canastra, com sua veia poética.
Sua filha mais jovem, Ana Tavares de Miranda, também jornalista, foi secretária de imprensa do presidente FHC, de 1994 a 2002, e no período de senador. Muito discreta, era uma das raras pessoas de acesso livre ao gabinete presidencial, tamanha sua proximidade com o poder. Ela recusava entrevista e justificava: Não, por favor. Assessor não é notícia. Quem deve aparecer é a autoridade. No dia em que assessor virar notícia, deixa de ser assessor”. Foi a resposta dada revista Imprensa, em 6.2.1998.
Ronaldo Sotero – jornalista.
O comunicador Caxias Junior comandou a “Live Junina” da Vitória.

Com o apoio do Engarrafamento Pitú, no último final de semana, o comunicador Caxias Junior comandou a transmissão remota que se configurou, na prática, na abertura dos festejos juninos 2021 na nossa Vitória de Santo Antão. Com grupos musicais de várias origens e estilos, no palco, o evento formatado pelo sempre animado Caxias Junior cumpriu seu papel com louvor. Parabéns Caxias! Assim sendo, abaixo, segue o vídeo completo da transmissão.
Celinho: homenagem da empresa Duo Media – Bruno Freitas.
Nós que fazemos a Duo Media prestamos nossa homenagem ao amigo e companheiro de trabalho Célio Meira Bisneto ou, como muitos conhecem, Celinho, mais uma vítima do covid-19. Célio era Produtor, palestrante, social media, e empresário da Bis TV. Trabalhamos em diversos projetos, mais do que amigos éramos parceiros! foi durante nossos trabalhos juntos que pude registrar, alguns momentos de Célio as vezes sério, preocupado para que tudo fosse executado perfeitamente, e as vezes descontraído, fica aqui a nossa homenagem a nosso amigo, obrigado pelo momentos de trabalho e alegria juntos, que Deus posso confortar os parentes e amigos nesse momento difícil. Descanse em paz amigo!
Celinho: os pais nunca deveriam sepultar os filhos…..

De início, há mais ou menos um ano e meio, originária do outro lado do mundo, apenas uma notícia como tantas outras. Em pouco tempo, o primeiro caso no Brasil. Ainda sem entendermos nada, fomos obrigados a seguir normativos estranhos ao qual nunca antes havíamos imaginado. À constatação de que em nossa “aldeia” o inimigo invisível vencia o primeiro confronto, apenas reforçou a tese de que estamos todos vulneráveis também.
A morte por COVID-19 de uma pessoa muita próxima é algo angustiante. História como tantas outras. Pessoa ativa, em plena atividade que se contagia em circunstância alheias e, após os primeiros diagnósticos e tratamento, adentra uma unidade de saúde com suas próprias pernas e ainda por cima reclamando de que não precisa, porque está bem.
Poderíamos dizer que o último capitulo da breve existência física de Celinho (Célio Meira Bisneto), que acaba de nos deixar com apenas quatro décadas de vida (o8 de março de 1981), foi parecido com tantos outros dos seres humanos que também foram dragados por essa pandemia. Mas, para cada um que partiu, o sopro de vida que lhe foi ofertado pelo criador foi único e intenso.

Celinho deixa esposa, filha, pai, mãe, irmão e irmãs, demais parentes e um conjunto de pessoas que enxergava nele uma pessoa amiga, produtiva e brincalhona. De sorriso fácil e ao mesmo tempo de mau humor inesperado, Celinho escreveu sua própria história. Desde muito novo abraçou um mundo que se descortina novo e infinito, ou seja, o contexto digital. Em várias ocasiões, disse-me ele: “tio, esqueça caneta e papel. O mundo agora é outro”.
Se podemos dizer que existe uma espécie de pedagogia na morte, no sentido do ensinamento aos vivos, diria que a morte de uma pessoa muito próxima ensina muito mais. Nesse inesperado ocorrido deve-se constar pelo menos uma lógica invertida ao mundo dos vivos: os pais nunca deveriam sepultar os filhos…..
COVID-19: valendo-me dos 53 anos vividos, tome a primeira dose hoje!

Com pouco mais de 53 anos de idade não consigo relatar, com precisão, a quantidade de vacinas que já fui submetido. Ao longo da história o tema “vacina” sempre despertou algum tipo de polêmica. Lá atrás, convenhamos, até por falta de informações confiáveis. O que não se admite, contudo, é que em plena era da comunicação parte da sociedade ainda traga para o centro do debate esse tipo de questionamento (desconfiança) totalmente descabido, sobretudo no olho do furacão de uma pandemia.
Voltando ao contexto da minha relação particular com o sistema vacinal, relato que pelo menos em duas ocasiões a mesma (vacina) ficou marcada. A primeira, por assim dizer, me transporta aos anos 70 (1975). Ainda criança, na faixa dos 8 anos, escutei muito o nome da doença que aterrorizava a população: Meningite Meningocócica. Lembro que fui levado por meu pai ao posto improvisado no Colégio Dias Cardoso. Quando vi aquela “pistola” fiquei com um medo “arretado”. A “picada” foi tão rápida que até hoje ainda continuo na dúvida se aquele líquido no braço entrou mesmo.

O tempo passou e, no último ano da segunda década do século XXI, eis que nos defrontamos com a tal pandemia do novo coronavírus. Doença nova, sem precedentes e que, inicialmente, deixou a comunidade médica com mais perguntas do que respostas. Em tempo recorde, os cientistas nos indicou o caminho da solução, sem mágica ou pirotecnia. Se a vacina terá outros efeitos, só o tempo dirá, mas que no momento ela é o caminho comprovado para o mundo voltar a girar e as pessoas seguirem a diante.
Não menos marcante, hoje, 09 de junho de 2021, pelo critério cronológico (a partir dos 53 anos), estive no Colégio Municipal 3 de Agosto para “tomar” minha vacina contra o COVID-19. Momento singular. Depois de muita espera, finalmente, a nossa vez chegou. Doravante, é redobrar os cuidados e mais adiante tomar a segunda dose, irmanados na esperança que toda população planetária, sobretudo a brasileira, seja imunizada o quanto antes. Viva a Vacina! Viva a Ciência!
O Tempo Voa: Estação Ferroviária da Vitória.

VITÓRIA DE SANTO ANTÃO. Estação Great Western-Victória, prolongam
Mais um dos nossos vídeos foi editado e circula com áudio fantasioso.
Circula pelos grupos de whatsapp mais um dos nossos vídeos com edição maldosa. O mesmo teve seu áudio modificado sugerindo novos grupos para vacinação totalmente sem cabimento. O pior, é que tem gente que acredita. O mais grave, é que ainda tem muita gente que, mesmo sabendo que é mentira alimenta-o, passando adiante e postando em outros grupos gerando assim “uma fonte de desenformação”. O vídeo foi gravado originalmente há 5 anos – em 2016.
A internet nos abriu inúmeras oportunidades. Hoje, praticamente, tonou-se quase impossível não ser impactado pelos seus benefícios e, quando operada de maneira errada e até criminosa, também não sofrer os impactos do seu mau uso. Portanto, abaixo, segue o vídeo com o áudio original.
MEIO AMBIENTE – por Pedro Ferrer.

Aconteceu nesta segunda feira, dia 07, o lançamento do Plano Municipal de Arborização do município, pela Agência Municipal de Meio Ambiente que tem à frente o dr. Péricles Austregésilo. O plano prevê o plantio de mais de 50 mil mudas de espécies nativas nas zonas rurais e urbanas. A cerimônia ocorreu no Monte das Tabocas e contou com a presença do prefeito, dr. Paulo Roberto Leite de Arruda, vice prefeito, Edmo Neves, secretários e vereadores. O Instituto Histórico prestigiou o louvável gesto e torce pelo sucesso do projeto.
Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.
Professor Severina Moura: uma vitoriense arretada!!

Ainda na noite de ontem, domingo, o6 de junho de 2021, circulou a notícia que Dona Severina Andrade de Moura havia falecido. Uma triste notícia. Professora Severina, como era mais conhecida, foi uma figura que atuou no nosso espaço social muito além da sua nobilitante missão de lecionar.
Com origem na zona rural, desde muito nova, Dona Severina desbravou novos horizontes com força e determinação. Para estudar, confessou ela várias vezes: “saia do sitio sozinha, seguia caminhando até a cidade todos os dias porque eu queria ser professora”.

Filha de José Elias dos Santos e Doralice Andrade dos Santos, a então jovem Severina estudou no Colégio Nossa Senhora da Graça. Formada em licenciatura plena em letras (1976) e pós-graduada em língua portuguesa (1982), a mesma exerceu o magistério em vários educandários da Vitória e de outras cidades, assim como no ensino superior.
Dona Severina casou com Severino Gonçalves de Moura (Vivi Moura) em 1962. Viúva e com 6 filhos para criar Dona Severina demonstrou sua fibra e garra no encaminhando familiar. Bem relacionada, a mesma sempre foi atuante nos clubes de serviços e causas sociais. Dentre outras atividades, foi presidente da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência.
Dotada de um bom humor estremo, Dona Severina era a “animação” em pessoa. Contadora de anedotas das melhores ela sempre se divertia nas mais diversas ocasiões. Poetisa por natureza, gostava de presentear os mais chegados com seus versos, quase sempre produzidos “em cima da hora”.
Conheço “Dona Vina” desde que me entendo por gente – foi assim que aprendi lhe chamar. Meu pai, Zito Mariano, foi amigo/irmão do seu marido. Tanto que ambos tomaram o casal amigo como padrinho de um dos filhos (Lauro/Betânia).
Acometida de algumas dificuldades de saúde, há anos, Dona Severina teve várias internações hospitalares e retorno ao tecido familiar. Aos 85 anos, recém comemorado, Vitória perde uma pessoa que lutou para construir uma cidade melhor, sobretudo na educação escolar. Com o seu bom humor “exagerado, por assim dizer, o céu, hoje e sempre, será animado por Dona Severina Moura.
Por ocasião do seu aniversário de 80 anos (2016), uma comissão do Instituto Histórico foi até a residência de Dona severina para lhe parabenizar. Aproveitei a oportunidade para gravar um alongado vídeo com a professora em que ela conta um pouco da sua vida. Veja o vídeo.
EMENDA PARLAMENTAR X MUSEU X ACERVO: um parabéns ao deputado Raul Henry.
Emenda é uma prerrogativa, com amparo legal, que permite aos deputados e senadores destinarem subsídios aos seus redutos eleitorais. Tal iniciativa é criticada por muitos; creem eles que dinheiro nas mãos de políticos é tremendamente perigoso. Outros a defendem; estes pautam-se pelo princípio que ninguém mais que os políticos para conhecerem as carências da sua região. Impulsionado por essa alternativa, nosso Instituto Histórico e Geográfico, através do empresário Alexandre Ferrer, vice-presidente do PMDB estadual, acenou ao deputado federal Raul Henry. A acolhida foi deveras positiva.
Expusemos algumas das nossas deficiências ao dr. Raul Henry o qual em análise com o dr. Alexandre Ferrer concluiu e atendeu nosso pedido, repassando R$ 100.000,00 (cem mil reais) para a “CASA DO IMPERADOR”. Com a graciosa e valiosa contribuição de Viviane Lima, bióloga lotada na Secretaria de Planejamento, preparamos em tempo recorde nosso projeto e o encaminhamos para o INSTITUTO BRASILEIRO DE MUSEUS. O projeto foi acatado plenamente. Passa agora para a fase de análise.
A verba da emenda tem objetivos específicos:
1-conservação, catalogação e digitalização dos documentos manuscritos e impressos (inquérito da Hecatombe do Rosário, registros de escravos, atas dos séculos XIX e XX da Câmara de Vereadores, escrituras públicas, jornais, revistas e fotos);
2- treinamento de monitores para acolhimento dos visitantes do Museu;
3 – divulgação do rico acervo do Museu e publicação de revistas e livros;
4 – montagem de exposições e de peças teatrais abordando temas de nossa rica e extraordinária História.
Museu é escola. Museu é vida e esperança. Fomos educados em sentido inverso: Museu é lugar de coisa velha. Que bobagem; quanta insensatez! As peças de um museu são espelhos do nosso passado. Cada peça tem seu significado, um valor intrínseco. Os óculos de Aragão não são simplesmente óculos. Eles são (foram) de Aragão. O diploma de prefeito de José Augusto Ferrer não é meramente um diploma. É diploma do ex-prefeito. Um título de eleitor é peça banal, mesmo antigo. Todavia, o título de Martha de Holanda tem um significado e sabor diferentes.
Alardeiam que nosso acervo é rico e plural. Sim, ele é rico e plural. Todavia pouco explorado e curtido por nossos conterrâneos. Adianta um rico acervo, sem visitantes? Salva-nos as escolas que levam suas crianças para nos visitar. Temos próximo de 3 mil visitantes anualmente; 97% de escolares.
Os objetivos do projeto visam incutir no público infanto-juvenil o espírito nativista e o amor ao torrão natal. Todos conhecem e repetem o adágio: só se ama o que se conhece. Vamos abrir as cortinas da História, trazer nossas crianças ao Museu para que elas desfrutem de maneira saudável e prazerosa do nosso acervo.
Os visitantes serão acompanhados de monitores caracterizados com roupas das épocas colonial, imperial e republicana (primeiras décadas do século XX). Está, a diretoria do Instituo, ansiosa em dar o primeiro passo para incrementar o turismo cultural em nossa urbe.
Enfim, agradecemos o simpático e operoso gesto do deputado Raul Henry, coadjuvado pelo empresário Alexandre Ferrer. Que outras emendas pousem sobre nosso Instituto.
Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.
Com apoio da Pitú, o comunicador Caxias Jr comanda a abertura dos festejos juninos em Vitória.
Não fosse o momento pandêmico, que “derruba” pela segunda vez a maior festa do Brasil, ou seja, “ Os Festejos Juninos”, os vitorienses já estariam “aquecido” para adentrar no mês mais dançante. Na nossa cidade, são promoções festivas das mais variadas: grupos de igrejas, escolas, eventos profissionais e etc.
Sem deixar a “peteca’ cair e animado com o sucesso da promoção carnavalesca remota, ocorrida em fevereiro de 2021, o comunicador “Caxias Jr”, agora, convoca os casais dançarinos para aproveitar o “São João Virtual da Vitória de Santo Antão” que será exibido pelo canal do youtube do programa “Sua Excelência o Frevo” (Rádio Tabocas).
Com a presença confirmada de várias atrações musicais, locais e da capital, o referido evento junino ira acontecer a parir das 16h do próximo domingo (6). Com apoio total do Engarrafamento Pitú, “Caxias” promete abrir “oficialmente” a temporada remota do São João 2021 na terra que Luiz Gonzaga deixou seu coração.
Hospital João Murilo: agradecemos as mensagens….
Por ocasião da nossa postagem ocorrida ontem (01), em que realçamos a importância do nosso Hospital João Murilo e do seu corpo funcional para o atendimento dos conterrâneos e de moradores de cidades circunvizinhas, em que “condenamos” fofocas e inverdades que tem circulado nas redes sociais sobre a referida unidade de saúde pública, recebemos alguns telefonemas e algumas mensagens parabenizando-nos. Portanto, abaixo, reproduzimos algumas dela.
“Brilhante comentário, meu caro Cristiano Pilako. Não diria melhor.”
Luiz Bezerra de Carvalho Jr.
“Excelente explanação da situação. Não há como culpar uma instituição por conta de um problema generalizado. Quem trabalha no HJMO sabe que a luta é incessante para atender de forma digna cada cidadão que necessita do hospital. Não é com difamações, mas sim com apoio e ideias que se consegue superar essas adversidades que estamos passando. Um hospital para uma população de aproximadamente 140.000 habitantes, sem contar com as cidades vizinhas, é de se esperar que esteja lotado e com uma fila de espera imensa.”
Richardson Bezerra de Lima.
“Verdade, ninguém vai e fala q seu parente saiu com vida depois de um internamente com este vírus.Meu irmão é a prova viva q foi feito o q se pode por sua vida e graças a Deus passou 29 dias internado só 10 dias ficou entubado na UTI. Esta em casa se recuperando.”
Ilza María do Nascimento.
“Muito bom comentário
Obrigada pela justiça aos funcionários do hjmo
Valeu.”
LAURA MELO.
“Exatamente ,chega de mimimi e aprenda a dar valor aos nossos trabalhos árduo e que estamos nos esforçando ainda muito mais para dar sempre o nosso melhor pra cuidar de quem precisa de nossos cuidados…”
Rosinete Maria dos Santos Avelino Silva.
“Foi impecável o tratamento ao meu marido, todos juntos conseguiram salvar a vida dele. Com muito carinho pelos paciente. Deus permitiu que meu marido sobrevivesse para testemunhar esse fato. O grande problema dessa maldita doença e que ela vence o psicológico e quando o paciente chega ao hospital e é diagnosticado com COVID, ele já está se condena, e isso não ajuda. Serei eternamente agradecida ao hospital João Murilo. E a toda equipe.”
Jane Nogueira.







