
1ª edição da Meia-Maratona da Vitória – já tem data!!!

SALVE A DATA!
📅 21 de setembro de 2025
Vem aí a 1ª Meia Maratona da Vitória!
Prepare-se para sentir a energia das ruas de Vitória de Santo Antão com muita emoção e superação!
🏃♂️ Percursos: 10km e 21km
📍 Local: Vitória de Santo Antão – PE
Marque na agenda, chame os amigos e comece o aquecimento!
Essa corrida vai entrar para a história!
As inscrições abrem em breve! Fique ligado!
O Tempo Voa Vídeo: Dona Dora e filhos…..

Vida Passada… – Visconde de Alcantara – por Célio Meira.

No último quartel do século XVIII, na cidade de São Luiz do Maranhão, nasceu João Inácio da Cunha. Rico, estudou na famosa Universidade de Coimbra, onde alcançou, aos 25 anos de idade, a carta de bacharel em direito. Diplomado, e estando em Lisboa, quando, em 1807, D. João VI, o Navegante, resolveu partir para o Brasil, só para não esmagar as forças de Napoleão I, João Inácio regressou à Pátria, na Comitiva Real, a mais famosa, e a mais numerosa, de que há memória na história agitada dos povos. E por ter enfrentado tempestades, na penosa travessia, chumbando seu destino à sorte de uma coroa, num país longínquo, mereceu, José Inácio, as graças do rei aventureiro, que lhe ofereceu, em 1808, a cadeira de desembargador, na relação da Baia.
Orador eloquente e jurisconsulto de polpa, na apreciação de um biografo, alcançou, esse jovem magistrado maranhense, prestígio e fama na terra baiana, e nas terras da Corte, ao Tempo de D. Pedro I, infidelíssimo esposo de d. Leopoldina. Exerceu, João Inácio, o cargo de Intendente geral de polícia, no 1º Império. E em 1826, era senador, representando a terra onde nasceu.
Foi o 4º ministro do Império, no gabinete de 14 de Dezembro de 1829, e nesse posto de real destaque, recebeu a graça do viscondado. Nasceu, em 1781, o visconde de Alcantara. Pertenceu, esse ilustrado titular, à geração daqueles que se bateram pela permanência de d. Pedro I no poder, quando conspiraram os rebeldes da abdicação.
E naqueles dias memoráveis de luta política, à hora atribulada em que i Imperador, imprudentemente, avivou o braseiro da rebeldia, com a reconstituição do ministério, de que resultou o gabinete de 5 de abril de 1831, ocupou, o visconde de Alcantara, a pasta da justiça. Viveu dois dias, esse ministério. Veiu a abdicação do monarca. Iniciou-se a Regência.
Ensarilhando as armas, nos combates políticos, o visconde de Alcantara recolheu-se à vida tranquila, esperando, serenamente, pela morte. E morreu três anos mais tarde, a 14 de fevereiro de 1834, aos 53 anos de idade. Ninguém lhe negou até hoje, as excelsas virtudes de coração e de caráter. Foi um homem austero e nobre.
Célio Meira – escritor e jornalista.
LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica. Setembro de 1939 – Célio Meira.

A MÚSICA E MINHA EMOÇÕES – por Sosígenes Bittencourt.

Música do passado para eternizar a esperança no País do Futuro. Para tanto, uma pequena essência da natureza brasileira na arrumação sonora do sensível compositor Guerra-Peixe.
Eu não consigo torcer contra o Brasil. Há um país que vive em mim, livre de qualquer influência que o desfaça.
Sosígenes Bittencourt

Festa junina!!!

O Tempo Voa: Rua Dr. José Rufino Bezerra – “Principal do Cajá”.
Registro da Rua Doutor José Rufino Bezerra Cavalcanti – também conhecida pelo nome popular: “Principal do Cajá” – década de 1970 – antes da construção do viaduto.

A ceia dos cardeais e o regabofe dos leigos – por Marcus Prado.
Momento Pitú.
Pensa numa combinação que rende resenha! É a Pitú Limão com a Mel e Limão, aquele gostinho de sempre, agora também num novo formato que deixou a nossa Pituzinha ainda mais desejada.

O Tempo Voa Documento: Desportiva Pitú.

PROFESSORA DAMARIZ – por Sosígenes Bittencourt.

PROFESSORA DAMARIZ
(in memoriam)
Minha genitora e geratriz,
professora Damariz,
antes de eu vir ao mundo.
Antes de eu ser,
repousando profundo
no vir a ser.
Requiescat in pace!
Sosígenes Bittencourt

Artur Eugênio de Azevedo – por @historia_em_retalhos.

Em 12 de maio de 2014, era covardemente assassinado o médico Artur Eugênio de Azevedo, aos 35 anos, em Jaboatão dos Guararapes/PE.
Artur era paraibano de Campina Grande/PB, mas morava no Recife e atuava como cirurgião nos hospitais do Câncer, das Clínicas, IMIP e Português.
Na noite daquele dia 12 de maio, Artur foi arrastado por dois homens na entrada do edifício onde residia, em Boa Viagem.
O seu corpo foi encontrado com marcas de tiros na manhã seguinte, às margens da BR-101, em Jaboatão dos Guararapes, e o seu veículo foi localizado queimado e abandonado no bairro da Guabiraba (foto).
Com um futuro promissor e de temperamento calmo, sereno e muito benquisto, a morte de Artur causou perplexidade no meio médico e na sociedade.
Isto porque o mandante do crime foi um colega seu de trabalho.
Por supostas desavenças profissionais (jamais esclarecidas), o médico Cláudio Amaro Gomes (foto) planejou o assassinato de Artur, tendo o seu filho, Cláudio Amaro Gomes Júnior, participado da trama.
Coube a Cláudio Júnior o papel de chamar Jailson Duarte César para contratar os homens que executariam o assassinato: Lyferson Barbosa e Flávio Braz.
O mais inacreditável em toda essa história é que Cláudio Amaro, o cabeça do crime, era um médico bem sucedido.
Mestre e doutor em cirurgia, era também professor-adjunto da UFPE, tendo sido o profissional responsável pelo internamento do presidente Lula quando este passou mal no Recife em 2010.
Por que tirar a vida de um colega de profissão, jovem, idôneo, com todo um futuro profissional pela frente?
Infelizmente, este é o tipo da pergunta para a qual nós jamais teremos a resposta, visto que a mente humana é indecifrável.
Ao fim e ao cabo, Cláudio foi condenado a 27 anos de prisão e o Conselho Regional de Medicina cassou o seu diploma.
Cláudio Filho pegou 34 anos de cadeia e Lyfeson Barbosa e Jaílson Duarte foram condenados, respectivamente, a 26 e a 24 anos de prisão. Flávio Braz, o quinto envolvido, morreu em um tiroteio com a polícia.
Uma semana de paz a todos, gente.
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Curiosidades antonenses: Código de Posturas (1897).
Confira o trecho do CODIGO DE POSTURAS do município da Vitória, datado de 1897. Os trechos foram retirados do volume 07 da revista do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, editada em 1977. São muitas curiosidades, que valem a pena serem disponibilizadas em nosso blog.


O Tempo Voa Vídeo: festa no Clube Abanadores ” O Leão”.
Momento Pitú.
Já pensou como homenagear a coroa neste Dia das Mães? A gente tem a dica perfeita: presenteie com originalidade e garanta a sua Vitoriosa, a cachaça extra premium da Pitú. Porque mãe vitoriosa é aquela que ama, cuida e, claro, sabe se divertir como ninguém!

Fernando de Noronha: esclarecimentos são necessários!!!

Distante dos acontecimentos, apenas acompanhando pela grande mídia e também por algumas postagens na internet, no que se refere aos lamentáveis fatos ocorridos na Ilha de Fernando de Noronha, em que um delegado de polícia atirou num nativo, por motivo alheio a sua profissão, na qualidade de sociedade, sigo acompanhando o desfecho dos acontecimentos.
Evidente que os procedimentos administrativos já foram acionados e certamente dentro dos prazos legais os esclarecimentos deverão ser comunicado pela imprensa.
O nativo, baleado na perna e ainda hospitalizado, já se pronunciou. Em suas palavras, sem filtro, por assim dizer, demostrou um certo espanto com a situação. Já o delegado, até o mento, segue em silêncio. Motivo pelo qual dificulta qualquer juízo de valor sobre sua versão dos fatos. Mas curiosa foi a nota da associação dos delegados que, ao que parece, contradiz com as cenas exibidas na filmagem divulgada, até aqui.
Seria bom que, ao final das investigações, após ouvir todos os envolvidos e sem nenhum tipo de pressão, as autoridades viessem a público para revelar a verdadeira motivação dos acontecimentos e evidentemente punir o e/ou os culpados. Isso deixaria a polícia com mais credibilidade e a população mais segura.

ENCANTAMENTO – por Sosígenes Bittencourt.
O homem se encanta com a beleza da mulher. A mulher se encanta com a inteligência do homem. Nisso, a mulher é mais inteligente. O filósofo francês Jean-Paul Sartre (1905-1980), embora insuportavelmente feio, tendo sido comparado a uma caixa de rapé ou um minúsculo Buda, dizia que “Ninguém dá a menor importância ao fato de que um escritor célebre seja bonito ou feio.” Ei-lo!
Sosígenes Bittencourt

O Tempo Voa: inauguração de espaço público.

Inauguração da Lavanderia Pública – bairro do Dique – prefeito Nô Joaquim – década de 1960.

Câmara dos Deputados: frutos duvidosos…..

Por uma questão de justiça não podemos generalizar. Na chamada floresta política existe algum tipo de animal que vive na trilha da seriedade. O problema é que no resultado das ações do conjunto as boas sementes não florescem, não inspiram e muito menos produzem os frutos necessários, isto é: a sociedade sempre sai perdendo.
Obrigados a reconfigurar o número (513) de representantes (deputado federal), no sentido da ocupação das cadeiras na Câmara Federal, em função da alteração populacional nos estados, os nossos legítimos representantes acabaram optando pela solução mais vantajosa – para eles….
Ou seja: as 513 cadeiras, para a próxima legislatura, passarão para 531. Mudança quase imperceptível. Continua-se com os números 1, 3 e 5. Apenas foram alteradas duas posições. Tudo pensado para confundir a informação. 513 e 531 – visualmente – é quase mesma coisa….
São por essas e outras atitudes que todos os dias a classe política vem perdendo a credibilidade e o respeito da população. Mudar a regra do jogo – em benefício próprio –, no meu modesto entendimento, apenas revela o grau de preocupação que esses parlamentares possuem em relação ao eleitorado. Ano que vem tem eleição: ao invés de 513 serão 531. Viva o Brasil!!!

DEFORMA ORTOGRÁFICA – por Sosígenes Bittencourt.

No Dia Internacional da Língua Portuguesa, uma boa chance de meter a língua na Deforma Ortográfica da Língua Portuguesa.
Não me sai do pensamento, a ideia de que “ideia” não tem mais acento.
A Deforma Ortográfica parou com o acento de “para”.
Agora, você para para ouvir uma besteira desta.
A Deforma Ortográfica raspou o acento de “pêlo”.
Agora, o seu cachorrinho espalha pelo pelo caminho.
A Deforma Ortográfica roubou o trema do “u”.
Para que “sequestro” com trema? Fique “tranquilo”, não trema.
A Deforma Ortográfica tirou o hífen do bolo pé-de-moleque.
Agora, você não come bolo, come um pé de moleque.
Sosígenes Bittencourt

