
Panorama do Festival do Chopp – Clube Vassouras ” O Camelo” – registro fotográfico da década de 1970.


Panorama do Festival do Chopp – Clube Vassouras ” O Camelo” – registro fotográfico da década de 1970.

Quando o sabor é bom, a gente quer mais. Por isso, o pituzeiro pode comemorar: agora tem Pitú Limão em garrafa. Bora começar os trabalhos? Junta os amigos pra compartilhar que hoje tem resenha.


Em reunião ocorrida no Salão Nobre do nosso Instituto Histórico e Geográfico, ocorrida na manhã do domingo (18), a AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – reuniu seus acadêmicos no sentido da apreciação da palestra da professora, artista plástica e escritora Débora Lima.

Na ocasião, a mesma apresentou sua “Defesa Acadêmica”, realçando o legado artístico do antonense Antão Bibiano da Silva (1889 – 1969) – ANTÃO BIBIANO DA SILVA, UM ILUSTRE ANTONENSE, SUA VIDA E SUA OBRA.

Explanando sobre a importância da beleza e dos seus múltiplos conceitos a professora Débora fez uma viagem filosófica para revelar, entre outras coisas, o robusto e rico legado do artista Bibiano Silva. Ao final, recebeu os aplausos e o reconhecimento da seleta plateia.


Dentro do chamado “grande ciclo junino” algumas agremiações locais já ativaram seu modo forró. Abrindo a temporada, no inicio de maio, no Clube Abanadores “ O Leão”, o “Forró do Coelho” manteve a tradição de mais de 4 décadas. Coo diz a música: “parece noite de são de joão…”

Na noite do último sábado (17), o “Forró do ETSÃO”, ocorrido no Espaço de Ouro, reuniu os foliões que também curtem os festejos juninos. Duas bandas de forró animaram o encontro. Veja o vídeo:
Na sequência, até a noite do São João, ainda teremos o “Arraiá do Meiota”, que ocorrerá no próximo dia 24. O Forrozão da Pitú, promovido pelo sempre organizado Charles Romão acontecerá no dia 31/05.

Já no inicio do mês de junho, entrará no circuito festivo o “1º Forrozão do LAVACOPO” que acontecerá na Gamela de Ouro, a partir das 21h do dia 07 de junho.



A histórica cheia de 1975.
Há 50 anos, 80% do município do Recife esteve debaixo d’água, naquela que é considerada a pior tragédia geográfica da história da cidade.
107 mortos, milhares de desabrigados.
A expansão urbana desordenada fez a natureza recobrar o seu espaço, retomando áreas antes ocupadas pelas quatro principais bacias hidrográficas da cidade: Capibaribe, Beberibe, Pina e Tejipió.
Por terra, o Recife ficou incomunicável com o restante do país por dois dias.
Isso mesmo: o Recife ficou ilhado.
Nesta ocasião, surgiu a famosa frase:
“No Recife, o que não é água, foi água ou lembra água”.
E como se não bastasse, ainda criaram uma fake news.
No dia 21 de julho de 1975, espalhou-se o boato de que as barragens de Tapacurá e Margot Fonteyn haviam rompido-se, gerando um clima de desespero e pânico na cidade.
Houve registro de pessoas que morreram de ataque no coração, diante da aflição com a falsa notícia.
Isso tudo aconteceu há 50 anos, mas, na essência, pouco mudou. A cidade precisa compreender que o aterramento indiscriminado retira da água o seu curso natural, o qual, um dia, será cobrado.
Não nos esqueçamos de que o Recife nasceu em uma grande “planície encharcada”, com 94 cursos d’água naturais.
Uma sexta-feira de paz a todos, gente!
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MEMÓRIA DE VITÓRIA:
Grupo Escolar Cardeal Roncalli
Diz que é de Vitória de Santo Antão, mas não escalou a Praça 13 de maio, rumo ao Grupo Escolar Cardeal Roncalli, passando pela Venda de João de Barros Lima, na Feira das Panelas, quando não havia uma estaca fincada no chão nem um barracão.
Sosígenes Bittencourt



SALVE A DATA!
📅 21 de setembro de 2025
Vem aí a 1ª Meia Maratona da Vitória!
Prepare-se para sentir a energia das ruas de Vitória de Santo Antão com muita emoção e superação!
🏃♂️ Percursos: 10km e 21km
📍 Local: Vitória de Santo Antão – PE
Marque na agenda, chame os amigos e comece o aquecimento!
Essa corrida vai entrar para a história!
As inscrições abrem em breve! Fique ligado!


No último quartel do século XVIII, na cidade de São Luiz do Maranhão, nasceu João Inácio da Cunha. Rico, estudou na famosa Universidade de Coimbra, onde alcançou, aos 25 anos de idade, a carta de bacharel em direito. Diplomado, e estando em Lisboa, quando, em 1807, D. João VI, o Navegante, resolveu partir para o Brasil, só para não esmagar as forças de Napoleão I, João Inácio regressou à Pátria, na Comitiva Real, a mais famosa, e a mais numerosa, de que há memória na história agitada dos povos. E por ter enfrentado tempestades, na penosa travessia, chumbando seu destino à sorte de uma coroa, num país longínquo, mereceu, José Inácio, as graças do rei aventureiro, que lhe ofereceu, em 1808, a cadeira de desembargador, na relação da Baia.
Orador eloquente e jurisconsulto de polpa, na apreciação de um biografo, alcançou, esse jovem magistrado maranhense, prestígio e fama na terra baiana, e nas terras da Corte, ao Tempo de D. Pedro I, infidelíssimo esposo de d. Leopoldina. Exerceu, João Inácio, o cargo de Intendente geral de polícia, no 1º Império. E em 1826, era senador, representando a terra onde nasceu.
Foi o 4º ministro do Império, no gabinete de 14 de Dezembro de 1829, e nesse posto de real destaque, recebeu a graça do viscondado. Nasceu, em 1781, o visconde de Alcantara. Pertenceu, esse ilustrado titular, à geração daqueles que se bateram pela permanência de d. Pedro I no poder, quando conspiraram os rebeldes da abdicação.
E naqueles dias memoráveis de luta política, à hora atribulada em que i Imperador, imprudentemente, avivou o braseiro da rebeldia, com a reconstituição do ministério, de que resultou o gabinete de 5 de abril de 1831, ocupou, o visconde de Alcantara, a pasta da justiça. Viveu dois dias, esse ministério. Veiu a abdicação do monarca. Iniciou-se a Regência.
Ensarilhando as armas, nos combates políticos, o visconde de Alcantara recolheu-se à vida tranquila, esperando, serenamente, pela morte. E morreu três anos mais tarde, a 14 de fevereiro de 1834, aos 53 anos de idade. Ninguém lhe negou até hoje, as excelsas virtudes de coração e de caráter. Foi um homem austero e nobre.
Célio Meira – escritor e jornalista.
LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica. Setembro de 1939 – Célio Meira.


Música do passado para eternizar a esperança no País do Futuro. Para tanto, uma pequena essência da natureza brasileira na arrumação sonora do sensível compositor Guerra-Peixe.
Eu não consigo torcer contra o Brasil. Há um país que vive em mim, livre de qualquer influência que o desfaça.
Sosígenes Bittencourt


Registro da Rua Doutor José Rufino Bezerra Cavalcanti – também conhecida pelo nome popular: “Principal do Cajá” – década de 1970 – antes da construção do viaduto.

Pensa numa combinação que rende resenha! É a Pitú Limão com a Mel e Limão, aquele gostinho de sempre, agora também num novo formato que deixou a nossa Pituzinha ainda mais desejada.



PROFESSORA DAMARIZ
(in memoriam)
Minha genitora e geratriz,
professora Damariz,
antes de eu vir ao mundo.
Antes de eu ser,
repousando profundo
no vir a ser.
Requiescat in pace!
Sosígenes Bittencourt


Em 12 de maio de 2014, era covardemente assassinado o médico Artur Eugênio de Azevedo, aos 35 anos, em Jaboatão dos Guararapes/PE.
Artur era paraibano de Campina Grande/PB, mas morava no Recife e atuava como cirurgião nos hospitais do Câncer, das Clínicas, IMIP e Português.
Na noite daquele dia 12 de maio, Artur foi arrastado por dois homens na entrada do edifício onde residia, em Boa Viagem.
O seu corpo foi encontrado com marcas de tiros na manhã seguinte, às margens da BR-101, em Jaboatão dos Guararapes, e o seu veículo foi localizado queimado e abandonado no bairro da Guabiraba (foto).
Com um futuro promissor e de temperamento calmo, sereno e muito benquisto, a morte de Artur causou perplexidade no meio médico e na sociedade.
Isto porque o mandante do crime foi um colega seu de trabalho.
Por supostas desavenças profissionais (jamais esclarecidas), o médico Cláudio Amaro Gomes (foto) planejou o assassinato de Artur, tendo o seu filho, Cláudio Amaro Gomes Júnior, participado da trama.
Coube a Cláudio Júnior o papel de chamar Jailson Duarte César para contratar os homens que executariam o assassinato: Lyferson Barbosa e Flávio Braz.
O mais inacreditável em toda essa história é que Cláudio Amaro, o cabeça do crime, era um médico bem sucedido.
Mestre e doutor em cirurgia, era também professor-adjunto da UFPE, tendo sido o profissional responsável pelo internamento do presidente Lula quando este passou mal no Recife em 2010.
Por que tirar a vida de um colega de profissão, jovem, idôneo, com todo um futuro profissional pela frente?
Infelizmente, este é o tipo da pergunta para a qual nós jamais teremos a resposta, visto que a mente humana é indecifrável.
Ao fim e ao cabo, Cláudio foi condenado a 27 anos de prisão e o Conselho Regional de Medicina cassou o seu diploma.
Cláudio Filho pegou 34 anos de cadeia e Lyfeson Barbosa e Jaílson Duarte foram condenados, respectivamente, a 26 e a 24 anos de prisão. Flávio Braz, o quinto envolvido, morreu em um tiroteio com a polícia.
Uma semana de paz a todos, gente.
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Confira o trecho do CODIGO DE POSTURAS do município da Vitória, datado de 1897. Os trechos foram retirados do volume 07 da revista do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, editada em 1977. São muitas curiosidades, que valem a pena serem disponibilizadas em nosso blog.

