É só abrir uma latinha de Pitú que o sorriso já vem junto. Se tiver caju pra acompanhar, então…Eliany Almeida, muito massa a sua foto, viu? Valeu, pituzeira!
O camarada arrumou uma mulher de vida fácil, colocou na boleia do caminhão e danou-se a desfilar pela cidade. A mãe ficou indignada. Quanto mais ela reclamava, menos o camarada ouvia, apaixonado pela sujeita.
Um dia, em total respeito a sua genitora, resolveu mudar a advertência do para-choque do caminhão: MÃE, TENHA DISTÂNCIA.
Através das redes sociais recebi uma peça publicitária assinada pelo Governo de Pernambuco que tem, entre outros objetivos, “vender” o Estado, turisticamente falando. Bem produzida, as imagens encantam! Além do extraordinário conjunto de praias o “Leão do Norte” é rico em história e diversidade cultural. Na qualidade de pernambucano fico contente e orgulhoso.
Já na qualidade de antonense, da Terra desbravada por Diogo de Braga e honrada por Mariana Amália, Pedro Ribeiro, Maria do Carmo Tavares de Miranda e João Cleófa de Oliveira (para ficar apenas nesses nomes) fico questionando-me, no sentido de não reconhecer no filme nenhuma imagem ou referência à Vitória de Santo Antão.
É compreensivo que a maioria da população ignore os fatos históricos, mas não é razoável que os comandantes da província não tome esse cuidado. Com exceção da faixa litorânea, sem nenhum demérito ao punhado de municípios circunscritos nos limites pernambucanos, “meu lugar” tem tudo e mais um pouco daquilo que os outros possam apresentar.
Se colocarmos uma “lupa” para observarmos o viés político da referida peça, logo enxergaremos que há uma tentativa de ignorar as potencialidades da maior cidade do nosso sertão. O curioso nesse raciocínio – viés político – é que nossa cidade, detentora de três eleitores sentados na Casa de Joaquim Nabuco, todos – juntamente com os seus respectivos pais – , batendo continência para o doutor Paulo Câmara, deveria ser contemplada com louvor, já que é possuidora de todas as condições técnica naquilo que converge ao objetivo da comunicação publicitária.
De resto, só consigo entender que essa invisibilidade da nossa terra – Vitória –, aos olhos da cúpula palaciana, é justamente por possuímos todos “ovos numa só sexta”, isto é: Vitória não tem oposição política a nível estadual. Nesse contexto, contudo, somos uma espécie de “curral manso”- dominado e humilhado…..
Já falei e volto a falar novamente:SÃO POR ESSAS E OUTRAS QUE VITÓRIA DE SANTO ANTÃO ESTÁ PRECISANDO, HA MUITO TEMPO, DE UM DEPUTADO DE OPOSIÇÃO PARA FALAR EM NOME DA POPULAÇÃO VITORIENSE!!!!
Em recente debate na Rádio Jornal, no programa comandado pelo “comunicador da maioria”, Geraldo Freire, o tema abordado pelos debatedores “viajou” pela memória afetiva da chamada boêmia recifense. Já maduros, mais ou menos na casa dos 70 anos, eles elencaram os pontos comerciais e clubes sociais que marcaram época e os que resistiram ao “senhor” tempo e continuam de portas abertas.
Nesse flerte com o tempo pretérito, teve um deles que, aos dez anos de idade, disse haver passado num espaço que só permitia a entrada de pessoas com idade acima de 22. Ele, então pensou: “poxa…. quanto eu estiver com 22 anos já estarei velho….” Depois de citar os expoentes da boêmia do “seu tempo”, disse outro: “ os verdadeiros boêmios não deveria morrer nunca!”
Numa rápida conexão com a Terra de Santo Antão danei-me a imaginar sobre a chamada boêmia antonense. Boêmia, ao pé da letra, quer dizer: “roda de intelectuais, artistas etc. que leva a vida de modo hedonista e livre, bebendo e divertindo-se”. Muitas vezes esse estilo é censurado por boa parte da sociedade, sobretudo no tempo em que os costumes eram mais conservadores e rígidos.
Retratando o tema na nossa polis, seria missão impossível não percorrer os caminhos que desaguava na Rua Primitivo de Miranda. Lá – no auge – um dos espaços do gênero mais famosos do Estado de Pernambuco, referenciado por alguns intelectuais “puros” e acima de qualquer suspeita, na sua época, de “Vale dos Prazeres”, em boa medida, foi o um dos pontos de encontro mais assíduo e longevo da fina flor da sociedade antonense.
Assim sendo, acho que esse tema – boêmia – na nossa cidade deveria ser mais explorado. Aliás, temos um bom material nos jornais impressos e ainda alguns “coroas” que poderiam contribuir com suas lembranças e oralidades.
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É função de quem LÊ e ESCREVE, sobretudo quando publica o que escreve, facilitar, pedagogicamente, para a compreensão do LEITOR.
Por exemplo, o ABORTO é matéria que pode, evidentemente, ouvir a opinião do Presidente da República, mas não é matéria a ser decidida pelo Presidente da República.
Quando o Supremo Tribunal Federal decide pelo aborto em fetos ANENCÉFALOS (sem cérebro) estão no uso de suas atribuições e não estão acatando nem rejeitando a opinião do Presidente da República.
O que o povo quer é que o Representante do Executivo mande no LEGISLATIVO e no JUDICIÁRIO, o que caracterizaria um rompimento com a INTERDEPENDÊNCIA de poderes e recrudesceria os anseios ditatoriais do governante. Quer dizer, o povo pode optar pelo candidato que é a FAVOR, ou CONTRA o aborto, mas não pode querer que seja matéria decidida pelo Presidente da República. Seria misturar alhos com bugalhos em detrimento de si mesmo. Compreende?
Em boa medida, na atual conjuntura, as redes sócias expressam as vozes e os pensamentos das pessoas que estão com você, de certa forma, interligadas. Hoje, por exemplo, é impossível navegar sem ser impactado pela notícia ou até o “gracejo” dos torcedores do Leão da Ilha do Retiro. Afinal, o Sport retornou à elite do futebol brasileiro.
Para muitos brasileiros o futebol é uma espécie de “razão para viver”. E, nesse contexto, por incrível que pareça, “secar” o time rival passa a ser a segunda razão pela qual justifica sua passagem pela Planeta Terra. Hoje, por exemplo, já falei com duas pessoas vestidas com o uniforme do Tricolor do Arruda dizendo: “essa coisa tem muita sorte”…..
Pois é…Na seara futebolística não basta seu time ganhar…. Difícil mesmo é ver o seu derrotado e o rival vitorioso!!! Mas logo ..logo outras batalhas chegarão. Hoje, é o dia do Leão e ponto final.
A condição de deixar as decisões para depois , evitou o Brasil de sofrer várias perdas humanas no 1º conflito mundial , entre 1914 a 1918. Após ter três navios afundados, Paraná, Tijuca e Macau, pelos alemães, o presidente Venceslau Brás decretou guerra à Alemanha em 27.10.1917. Em agosto de 1918, o governo enviou uma esquadra para patrulhar a costa da África e Gibraltar. Antes de chegar à Europa, a frota perdeu 156 tripulantes em Dacar, Senegal, continente africano, por causa da gripe espanhola.
Um dia após a esquadra chegar ao estreito de Gibraltar, foi informada de que a guerra acabou com assinatura do armistício. A índole de animais como quelonios (tartarugas) e fazer as coisas incompletas, vagarosas, ironicamente, desta vez ajudou a evitar centenas de baixas entre os militares brasileiros, caso as tropas desembarcassem na Europa.
É a Lei que regula a sucessão periódica na manifestação cósmica e os grandes ciclos da vida, da morte dos átomos, dos astros e dos seres. É ela que faz o movimento de pulsação da Natureza e a respiração universal. Foi através da observação dos períodos onde determinados acontecimentos sempre se repetem, que começaram partindo de uma rotação infinitamente grande, efetuando assim sua revolução em torno de se mesmo e dentro de outra.
Os ciclos perpétuos de tempo recomeçam constantemente de modo periódico e inteligente no espaço e na eternidade. Há ciclos de matéria e há ciclos de evolução espiritual, e há também ciclos de raças, de nações e de indivíduos. Há um objetivo em cada ato importante da Natureza e todos os seus atos são cíclicos e periódicos. Assim é que observamos na história uma alteração regular de fluxo e refluxo na maré do progresso humano. Os grandes reinos e impérios deste mundo, depois de atingirem o ponto culminante do seu desenvolvimento, passam a descer, de acordo com a mesma Lei que os fez subir, até que, tendo chegado ao ponto inferior, a humanidade novamente se afirma e sobe outra vez, para alcançar, graças a essa Lei de progresso ascendente, uma altura maior que aquela, cujo ponto onde havia anteriormente descido. Mas, esses ciclos-rodas que se engrenam em outras rodas não incluem de uma só vez e ao mesmo tempo toda a humanidade.
O grande ciclo abrange o progresso da humanidade desde o aparecimento do homem primordial de forma etérea até a libertação do homem da matéria que o envolve, prosseguindo no seu curso ascendente, para recolher-se ao atingir o ponto culminante da Ronda.
Os grandes ciclos de raças, que incluem por igual todas as nações e tribos pertencentes àquela raça especial, mas, dentro deles há ciclos menores de nação e povo, que seguem seu próprio curso sem dependerem uns dos outros.
(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 10 e 11).
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