8ª Festa da Saudade: já deixou saudade……..

Fechando as postagens, referente ao evento intitulado Festa da Saudade, que em 2025 chegou para sua 8ª edição, segue, abaixo, dois links para visualização das apresentações musicais: no primeiro, Banda Sexto Ato. No segundo, Orquestra Super Oara.

Banda Sexto Ato: https://www.instagram.com/reel/DNyzwvB3NnE/?igsh=ZmczZGFxOWFtenJ5

Orquestra Super Oara: https://www.instagram.com/reel/DNzGjNK3LnN/?igsh=MTA3NzQ3OGFmcmJ5Mw%3D%3D

 

 

Eleições municipais do ano de 1985 – por @historia_em_retalhos.

Este fato cômico aconteceu nas eleições municipais do ano de 1985 em São Paulo.

Como comentamos em um retalho anterior, naquele momento, o país vivia a frustração da não aprovação, em 25.04.1984, da Emenda Dante de Oliveira, que devolveria ao Brasil as eleições diretas para presidente da República.

Todavia, ainda sob o calor das “Diretas Já”, foi aprovada a EC n.° 25/1985, que possibilitou o retorno das eleições diretas para prefeitos das capitais.

Pois bem.

Jânio Quadros sempre foi uma figura excêntrica.

Após a sua renúncia à presidência, apenas sete meses após a assunção do cargo, tentou, no ano seguinte, o governo de São Paulo, sendo derrotado por seu velho desafeto Ademar de Barros.

Com a eclosão do golpe de 1964, foi um dos três ex-presidentes a ter os seus direitos políticos cassados, ao lado de João Goulart e Juscelino Kubitschek, chegando a ser detido pelo Exército, por ordem do então Ministro da Justiça Luís Antônio da Gama e Silva.

Em 1982, foi novamente derrotado nas eleições para o governo de São Paulo, na qual sagrou-se vencedor André Franco Montoro.

Tido como um político ultrapassado e enfrentando um candidato em plena ascensão, que era o senador Fernando Henrique, Jânio lançou-se na disputa municipal de 1985, contando com os apoios mais conservadoras da sociedade paulistana da época, como a TFP, a Opus Dei, o ex-governador Paulo Maluf e o ex-ministro Delfim Netto.

FHC, oxigenado pela redemocratização, era amplamente favorito naquele pleito, porém cometeu um pecado capital na política: cantou vitória antes do tempo.

Na véspera da eleição, sentou na cadeira de prefeito e permitiu que o fotografassem, dando como “certa a vitória”.

A foto, que estampou vários jornais no dia do pleito, foi apontada como a causa da derrota de FHC, até então líder das pesquisas.

Este “detalhe” ressuscitou uma figura tida como decrépita na política nacional, que era o ex-presidente Jânio Quadros.

Mas, o mais cômico aconteceu depois.

No dia da posse, Jânio desinfetou a cadeira exclamando: “desinfeto-a, porque nádegas indevidas a usaram”, referindo-se a Fernando Henrique Cardoso.

Pérolas da política nacional.
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Em clima de nostalgia, a 8ª Festa da Saudade aconteceu no último sabado!

Já cravada no calendário social da cidade da Vitória de Santo Antão, a Festa da Saudade, que ano chegou na 8ª edição, aconteceu na noite do último sábado, dia 23 de agosto.

Do ponto de vista musical, desde a sua concepção, o evento é pensado  para um público mais exigente. No conjunto da obra, por assim dizer, os participantes, além da diversão presente e concreta, o público “viaja” no sentido das boas recordações. Momentos que foram “congelados” na mente para serem acessados em oportunidades especiais.

Na abertura, a banda antonense Sexto Ato subiu ao palco para realizar uma apresentação impecável. A turma preparou um repertório que encaixou certinho com o sentimento da festa.

Com a experiência de quase 7 décadas de estrada, a internacional Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos – Super OARA – brindou o público presente com os clássicos internacionais e nacionais, levando o pessoal à pista de dança.

Para concluir, essas poucas palavras sobre a 8ª Festa da Saudade, ocorrida no último sábado, no Clube Abanadores “O Leão”, gostaríamos de agradecer a todas as pessoas envolvidas, sobretudo aos que compraram as mesas e os camarotes e compareceram com suas respectivas famílias. A Festa da Saudade é sempre um ato ousadia, isto é: congregar pessoas, unidas pelo desejo de celebrar a vida!

Esta é Sylvia de Montarroyos – por @historia_em_retalhos.

Menina de classe média do Recife, com boa formação e muita sensibilidade para causas sociais, Sylvia era irmã de Carlos de Montarroyos, que foi preso político no início da década de 1960.

Ao lutar pela liberdade de seu irmão, ingressou no movimento estudantil e, com o golpe de 1964, precisou entrar na clandestinidade.

Tornou-se noiva de Pedro Makovski, com quem passou a militar contra a ditadura recém-instalada.

Em um dia, enquanto dormia, foi acordada com a chegada da polícia.

Ainda tentou fugir, mas Sylvia (codinome Tatiana) e o noivo (codinome Gustavo) foram pegos, em fuga, “de mãos dadas” (forma como Sylvia iniciou a sua autobiografia).

Isto aconteceu no dia 2 novembro de 1964.

No fim daquele mês, Sylvia foi colocada em uma sala escura de um quartel do Recife, frente a frente com Pedro.

Acreditem se quiserem, mas ela foi estuprada por agentes da ditadura diante do seu noivo, ficando no chão completamente ensanguentada bem perto da morte.

“Eram tapas, queimaduras de cigarro… me colocaram em uma jaula de uns 80cm quadrados. Privação de sono e de alimento, isolamento e incomunicabilidade. Eu só recebia meio pão seco e meio copo de água”, lembra Sylvia, hoje uma senhora com mais de 70 anos.

Tudo isso tinha um objetivo: provocar naquela jovem de 17 anos, que não falava o que os torturadores queriam ouvir, danos de natureza sensorial, com consequências como alucinações, confusão mental, desagregação, depressão e ideias suicidas.

Foi assim que Sylvia foi levada para o Manicômio da Tamarineira, extremamente machucada e inconsciente, pesando 23kg.

Na Tamarineira, não recebeu apenas eletrochoques, mas também foi tratada com insulinoterapia, para provocar-lhe convulsões e até levá-la ao coma.

“A ditadura foi uma fábrica de mortos e uma fábrica de loucos. Como eu, muita gente enlouqueceu na tortura”, diz Sylvia.

Quem tiver oportunidade leia a íntegra do depoimento dado por Sylvia à Comissão Estadual da Verdade, em 09.12.2013.

Por fim, reparem: tudo isso aconteceu no ano de 1964.

Isto prova que a ditadura matou e torturou muito antes do AI-5, ao contrário do que sustentam alguns.
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8ª Festa da Saudade – TUDO PRONTO!

Tudo pronto! Amanhã, sábado, 23 de agosto, acontece, no Clube Abanadores “O Leão” , a 8 edição da Festa da Saudade. Voltado para um público portador de gosto musical apurado,  duas atrações sobem ao palco: Banda Sexto Ato e Orquestra Super Oara. 

Nossa cidade, desde outrora, sempre produziu bons eventos dançantes e bem concorridos. Atualmente, a Festa da Saudade se traduz num desses momentos. Portanto, devemos aproveitar essas boas oportunidades festivas:

Informações: 9.9188.3054

 

 

 

 

Contagem Regressiva: faltando 30 dias para Primeira Meia Maratona da Vitória!!!

🏅 1ª Meia Maratona da Vitória – 21 por Tabocas
📍 21K e 10K

📅 Data: 21/09/2025
📍 Local: Antiga Estação Ferroviária / Praça Leão Coroado – Vitória de Santo Antão
🕓 Concentração: 4h
🏁 Largada: 5h

🏆 Premiações – Meia Maratona (21km):
🔹 Masculino e Feminino – 1º ao 5º lugar
🔹 Geral e Local
🔹 Faixas etárias:
* 40 a 49 anos
* 50 a 59 anos
* 60+

🏃‍♂️ Corrida 10km:
🔹 Masculino e Feminino – 1º ao 5º lugar
🔹Geral e Local

❗ Obs: Não haverá premiação em dinheiro 💰

📝 Inscrições:
🌐 Online: https://www.uptempo.com.br/event-details/1-meia-maratona-da-vitoria-21-por-tabocas-vitoria-de-santo-antao-pe
📲 Grupos: (81) 9 9198-0437
🏪 Presencial: Loja Monster Suplementos – Vitória

💸 Valores 2º lote:
🔸 21K e 10K: R$ 115,00
🔸 Kit sem camisa: R$ 105,00
🔹 Descontos especiais para grupos: (81) 9 9198-0437

Vida Passada… – José Maria – por Célio Meira.

Naquele ano de 1849, de sombria memória para os homens que se bateram pela vitória das armas praieiras, nasceu José Maria de Albuquerque Melo, na cidade do Cabo. Fascinando, nos primeiros anos da vida,  pela engenharia, ingressou, José Maria, na Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Cedo, porém, abandonou o estudo da matemática, e , regressando ao Recife, bateu à porta da Faculdade de Direito. Publicou, ao tempo em que andava na convivência da álgebra e da geometria, conta Clóvis Bevilaqua, o “De galho em Galho”, livro de fantazias literárias.

Político ardoroso, espírito combativo, desde  a mocidade, conquistou, quando era, ainda, quintanista, uma cadeira de deputado, na Assembleia de sua Província. Bacharelou-se, no ano em que Seabra conquistou a cadeira de mestre, em 1880, pertencendo à turma de Gil Amora, de Laurindo Leão e de Henrique Milet. Dez anos mais tarde, representou o povo, na Câmara Federal. Foi um dos deputados pernambucanos à Constituinte de 1890. Intimorato, e nobre nas atitudes, esse parlamentar ilustre para quem a “deslealdade era um dos mais frios crimes”, teve nessa época, atuação destacada. Manteve, com elevação moral, suas ideias políticas, e serviu, desinteressadamente, a nação. Quando Floriano Peixoto assumiu a presidência da República, em 1891, governava, Pernambuco, o desembargador Correia da Silva, que apoiou, ouvindo a voz de Lucena, o golpe de Estado de Deodoro da Fonseca.

Em todo país, era gravíssima a situação política. José Maria assumiu, a 27 de novembro daquele ano, o governo de Pernambuco. Floriano, num telegrama célebre, insinuou, a José Maria, para governador, o nome do barão de Contendas. O bravo jornalista da “A Província” cedeu a desejo do presidente. E a 30 de novembro de 1891, subiu, ao poder, o honrado Contendas.

Conspirava, tenazmente, porém, os vanguardeiros da “legalidade” florianista, e , a 18 de dezembro, desencadeou-se a tempestade. Deposto o barão, surgiu a Junta Governativa, o triunvirato da rebeldia. E a luta, no campo das ideias, prosseguiu,  violenta e acesa.

Iniciou-se o governo de Barbosa Lima. Houve, a princípio, um armistício. Depois, os combatentes voltaram aos postos. Era, José Maria, o chefe corajoso da democracia. Perseguido pelo governo, fugiu e peregrinou, conta, Gonsalves Maia, pelos arredores do Recife. Era o apóstolo, romântico como Silva Jardim, do regime de 89. Escreveu, a esse tempo, cartas e artigos memoráveis, do “ôco do Mundo”, ferreteando os detentores do poder e da força. E quando pode regressar à trincheira, foi para morrer, tragicamente, numa secção eleitoral, defendendo o direito, pedindo justiça e clamando pela liberdade. Foi assassinado, José Maria, aos 46 anos de idade, a 4 de março de 1895, na rua dos Caldeireiros, na cidade do Recife.

Tombou, nesse dia histórico, uma árvore gigantesca da República.

Célio Meira – escritor e jornalista. 

LIVRO VIDA PASSADA…, secção diária, de notas biográficas, iniciada no dia 14 de julho de 1938, na “Folha da Manhã”, do Recife, edição das 16 horas. Reúno, neste 1º volume, as notas publicadas, no período de Janeiro a Junho deste ano. Escrevi-as, usando o pseudônimo – Lio – em estilo simples, destinada ao povo. Representam, antes de tudo, trabalho modesto de divulgação histórica. Setembro de 1939 – Célio Meira.

No sanatório de Davos: Thomas Mann e Manuel Bandeira – por Marcus Prado.

O ano era 1985 – por @historia_em_retalhos.

Naquele momento, sob o calor das “Diretas Já”, o Brasil vivia a frustração da não aprovação, em 25.04.1984, da Emenda Dante de Oliveira, que devolveria ao país as eleições diretas para presidente da República.

Todavia, ainda como um rescaldo do clamor das ruas, foi aprovada a EC n.° 25/1985, que possibilitou o retorno das eleições diretas para prefeitos das capitais.

Pois bem.

No Recife, o então prefeito (biônico) era Joaquim Francisco.

Jarbas Vasconcelos, legitimado pelos 93 mil votos recebidos nas eleições de 1982 para deputado federal, e o também deputado federal Sérgio Murilo, ambos do MDB, lançaram-se internamente na disputa de 1985.

Murilo acabou levando a melhor nas prévias do partido, de sorte que Jarbas, sem alternativa, deixou a sigla, juntamente com Miguel Arraes e Pelópidas Silveira, para ingressar no PSB e poder disputar o Palácio do Capibaribe.

A partir dali, o Recife assistiria a uma das disputas eleitorais mais tensas e acirradas da sua história.

No auge da campanha, o então deputado Carlos Lapa fez uma denúncia contra Sergio Murilo, afirmando que este havia matado uma pessoa.

Apoiadores de Jarbas espalharam pela cidade panfletos apócrifos chamando o candidato emedebista de assassino.

Apesar de jamais comprovado, este episódio impulsionou Jarbas Vasconcelos na disputa.

Porém, a campanha de Sergio Murilo não deixou por menos e contra-atacou, apresentando uma denúncia de que Jarbas havia agredido o seu pai em Vicência, sua terra natal.

Uma carta, supostamente assinada pelo pai de Jarbas, dirigida ao ex-governador Moura Cavalcanti, foi explorada a fórceps na campanha.

Radicalizada, polarizada e sem um segundo turno, a eleição findou por dar a vitória a Jarbas, que obteve 31,19% dos votos, seguido por Sérgio Murilo (29,45%) e João Coelho, do PDT, com 23,39%.

Augusto Lucena (PDS), Roberto Freire (PCB) e Bruno Maranhão (PT) somaram, juntos, 11,97%.

Sérgio Murilo abandonou a vida pública em 1987, vindo a falecer em 2010, aos 78 anos.

Já Jarbas Vasconcelos, após aqueles pleito, ainda venceria outras seis eleições majoritárias no estado.
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A Raça e a Itambé fizeram um Gol de Placa!!!

Em parceria com a organização da Primeira Meia Maratona da Vitória, evento esportivo que será realizado no próximo dia 21 de setembro, aqui, em Vitória de Santo Antão, a Raça Distribuição e a Itambé lançaram uma promoção que fez  o maior sucesso, dentro e fora do mundo digital.

A promoção, alardeada  na tarde da última sexta-feira (15), em vídeo,  nas redes sociais da referida empresa, anunciou 100 inscrições gratuitas para os atletas.

Em ato contínuo, após o devido cadastro na internet, que se esgotou em pouco mais de uma hora, os contemplados, para validarem  as respectivas  inscrições, deveriam comparecer a um supermercado, comprar R$50 em leite em pó Itambé e entregar no prazo estipulado,  em um  determinado  ponto físico  – escritório do Blog do Pilako.

Nesse “percurso iluminado”, por assim dizer, todos os produtos arrecadados serão doados a instituições de caridade/filantrópica,  localizadas na cidade da Vitória de Santo Antão.

Esse movimento,  empreendido pela Raça Distribuição, fruto da sensibilidade  e responsabilidade social do empresário Wilson Santos, e  “abraçada” pela Itambé, é aquilo que se configura  num verdadeiro “Gol de Placa”. Ao final, todos os envolvidos foram impactados positivamente.

 

17 de agosto: dia da Batalha de Casa Forte! – por @historia_em_retalho.

Capítulo importantíssimo da expulsão dos holandeses aconteceu no dia 17 de agosto de 1645, em Casa Forte, no Recife.

Derrotados na Batalha das Tabocas, em Vitória de Santo Antão, 14 dias depois, os holandeses decidiram acampar no engenho de Anna Paes, imóvel onde funcionou o Colégio Sagrada Família, ao lado da matriz de Casa Forte.

E montaram um plano: o comandante Hendrick Van Haus ordenou que o major Carlos Blaer fosse até a Várzea, raptar todas as mulheres dos luso-brasileiros e as trouxessem até o engenho de Anna Paes.

Tomando conhecimento da trama, os luso-brasileiros, marchando sob pesada chuva, conseguiram atravessar o rio Capibaribe, a nado, na altura do Cordeiro, até alcançar e cercar o engenho, na manhã do dia 17 de agosto.

Pegos de surpresa, os batavos refugiaram-se na casa-grande e colocaram as mulheres prisioneiras nas janelas.

O chefe da tropa luso-brasileira, interpretando o ato como um sinal de capitulação, ordenou um cessar fogo e enviou um oficial para negociar a rendição com os neerlandeses.

Covardemente, o emissário foi morto na frente da tropa.

Enfurecidos, os insurgentes atacaram com ferocidade e sede de vingança, ateando fogo na casa.

Cercado e sufocado pela fumaça, o chefe flamengo empunhou uma bandeira branca e o cabo de uma pistola, em sinal de rendição, capitulando junto com a sua tropa.

A derrota custou aos batavos 37 mortos, muitos feridos e mais de 300 prisioneiros, além de grande quantidade de armamento, cavalos e víveres.

Você sabia?

– o nome do bairro “Casa Forte” deve-se justamente à utilização militar da casa-grande do engenho de Anna Paes.

– a Av. 17 de agosto, principal via da região, ganhou esse nome em alusão ao fato histórico.

– as casas do engenho situavam-se em um grande pátio, chamado Campina de Casa Forte, que, no século 20, tornou-se o primeiro jardim público do grande Burle Max: a Praça de Casa Forte (foto)

– o sobrado onde, hoje, funciona o requintado restaurante Nez Bistrô foi, no passado, a senzala do Engenho Casa Forte.

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