Doutor Saulo lança sua pré-candidatura a deputado estadual…

Atualmente filiado ao partido Patriotas (51),  em vídeo recente, o vereador Doutor Saulo lançou sua pré-candidatura ao cargo de deputado estadual por Pernambuco. Na ocasião, conclamou os internautas à construção de uma corrente em torno do seu mais novo desafio político/eleitoral.

Amigos dos amigos, Saulo, no xadrez antonense, é um político que dialoga em 360 graus. Tem trânsito em todos os grupos. Nesse contexto, sua candidatura tem espaço para avançar em todos os extratos sociais. Nas cidades circunvizinhas,  o mesmo, na qualidade de médico, tem serviço prestado e um continuo contato com pessoas.  Ao amigo Saulo Albuquerque desejamos sucesso eleitoral em 2022.

Veja o vídeo:

PENSANDO MESMO – por Sosígenes Bittencourt.


Eu sempre imagino que precisamos de dois profissionais antes de mais nada: um Psicólogo e um Professor de Língua Portuguesa. O Psicólogo para nos revelar nossos transtornos psicológicos, e um Professor de Língua Portuguesa para nos ensinar a ler e escrever. Infelizmente, estamos nas mãos de transtornos que desconhecemos e sem saber se estamos lendo e escrevendo corretamente. Sobre mim mesmo, eu vejo poesia em tudo, por isso ando pelo cantinho da calçada. Porém, é o único transtorno do qual não desejo me curar.

Sosígenes Bittencourt

Convento de Nossa Senhora do Monte – por Marcus Prado.

MEUS CAROS AMIGOS DOM FERNANDO SABURIDO e Irmã Verônica, na abadia do convento de Nossa Senhora do Monte. Antes das orações e do Canto Gregoriano, o mais legitimo que se ouve em Olinda. Estou, como ouvinte e devoto dessa liturgia.

Construída originalmente por ordem de Duarte Coelho, em 1535, a Igreja de Nossa Senhora do Monte é a mais antiga edificação religiosa de Olinda. O interior é rústico, composto apenas de um simples altar-mor . Fotografei.

Marcus Prado – jornalista. 

A morte de Moa do Katendê – por historia_em_retalhos.

Não é de hoje que crimes letais ocasionados por intolerância política acontecem no Brasil.

Na madrugada de 08 outubro de 2018, o mestre de capoeira Romualdo Rosário da Costa, o Moa do Katendê, foi assassinado por Paulo Sérgio Ferreira, após declarar a sua preferência política para o segundo turno das eleições presidenciais que aconteceriam naquele ano.

Moa do Katendê estava em um bar no bairro do Engenho Velho da Federação, periferia de Salvador, quando discutiu com outro homem sobre aquele pleito presidencial.

Após a discussão, o autor do crime saiu do bar onde estavam, foi até a casa em que morava, voltou ao estabelecimento e atacou o mestre de capoeira com 12 facadas pelas costas.

Moa morreu no local.

Após o seu falecimento, foi produzido o documentário “Quem vai quebrar a máquina do mal?”, sob direção de Carlos Pronzato.

Crimes dessa natureza são os sinais mais evidentes de uma sociedade despreparada para a democracia e doente.
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Pessoas se matando e os políticos rindo de tudo isso……….

O evento trágico que ganhou volumoso  espaço nos noticiários do Brasil inteiro e invadiu as redes sócias,  relacionado ao assassinato do guarda municipal Marcelo Aloizio, na festa de comemoração dos seus 50 anos de vida, aconteceu em Foz de Iguaçu, no estado do Paraná, mas poderia ter ocorrido na sua cidade, seu bairro ou mesmo na sua rua. O clima que estamos vivenciando de um tempo para cá e acentuando-se à medida que o pleito presidencial  vai se aproximando, se configura na “tempestade perfeita” para essa guerra insana.

Políticos, de maneira geral, adoram ver pessoas de boa fé brigando e defendendo suas ideias, quase sempre mentirosas.  Os seguidores, coitados, muita vezes nem se dão conta que são catalogados pelos seus respectivos manipuladores como uma espécie de  “jumentos motivados”. Nessa relação de dependência  patológica,  por assim dizer, inexiste razão, apenas paixão doentia. É um verdadeiro delírio do nada ou mesmo uma robusto miolo de pote.

Na qualidade de cidadãos conscientes, muitas vezes,  somos implacáveis na busca pelo nossos direitos. Isso ocorre na relação comercial, pelo direito de ir e vir e etc, mas em relação aos políticos, via de regra,  acabamos colocando-os  num patamar “sebastianista”, ou seja: achamos que eles estão muito acima de nós…

Instigar e alardear o ódio – quase sempre – é uma especialidade de todos os políticos. Faz parte da trama, do jogo e da condução. Vale observar, também,  que quase sempre os políticos estão no  poder porque a maioria do eleitorado  rejeitou o seu principal adversário e não, propriamente, pelos seus  respectivos predicados. É por essas e outras  que a cena política é recheada de desilusões, traições  e decepções….

Ao final dessas despretensiosas linhas, motivadas pelas cenas que mais parecem retiradas de um filme de terror, vindas lá do Paraná,  ratifico que os políticos respeitam e procuram escutar mais os que lhes rejeitam do que os que lhe acompanham  cegamente….

Políticos, na qualidade de gente e gestor (com raríssimas exceções)  não merecem tanto….. São figuras que ocupam espaços terráqueos privilegiados, mas –  se tudo for como está escrito –   não irão desfrutar do sono eterno, na derradeira morada, ao lado do pai eterno….

Livro Asas Para Vitória de Santo Antão – a história do Aero Clube da Vitória – continua à venda!

Fruto de uma aprofundada pesquisa histórica, realizada pelo presidente do Instituto Histórico da Vitória, professor Pedro Ferrer, o Livro Asas Para Vitória de Santo Antão tem recebido os merecidos elogios. Recheado com fotos e documentos, o conteúdo, de maneira cronológica, narra o passo a passo rumo  materialização e sucesso, daquilo que que ficou catalogado na nossa história como um dos sonhos mais ousados dos antoenses, ou seja: a concretização do Aeroclube da Vitória – vale a pena ler……

O livro custa $70 e pode ser adquirido através do contato (81) 9.8880.1744. 

Em defesa do Patrimônio histórico: casos de destombamentos – por Marcus Prado.

Não é a primeira vez que chega ao Brasil uma comissão da UNESCO para fiscalizar, mediante denúncias, como foi o caso de Ouro Preto, e mais recentemente na Serra Negra, em Minas Gerais. Que o Brasil teve o risco de passar por essa vergonha diante da repercussão internacional, com reflexos de imediato no campo do Turismo. Não é por acaso que somos um dos países mais visitados, na América do Sul, por comissões fiscalizadoras da UNESCO. A entidade, com sede em Paris, se propõe a promover a identificação, a proteção e a preservação do patrimônio cultural e natural de todo o mundo, considerado especialmente valioso para a humanidade. O resultado da avaliação, no caso mineiro, que está sendo feita por especialistas de renome internacional, pode levar a Serra do Curral a perder o reconhecimento de Patrimônio da Humanidade da Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO). Depois da análise técnica, os especialistas irão anunciar se vão manter o pedido de intervenção protocolado no Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (Icomos), instituição que assessora a Unesco.

Em nível de Pernambuco, saindo da esfera da UNESCO, (sem deixar de reconhecer a rica pluralidade cultural de nosso estado), sou levado a fazer uma confissão: se depender do meu voto, o primeiro patrimônio local a ser destombado, entre outros da capital e do Interior, seria o prédio onde funcionou, durante mais de um século, o jornal mais antigo em circulação em nosso idioma: o DIARIO DE PERNAMBUCO. Opinaria pela pena máxima, embora constrangido, posto que fui autor do parecer de tombamento desse edifício, um documento com mais de 100 páginas, aprovado à unanimidade pelo colegiado presidido por Marcia Souto e Aramis Macêdo. (Restou a sensação de tempo perdido, atado por fortes laços de lembranças e reconhecimento: trabalhei nesse prédio durante cerca de três décadas, como redator literário (*). O estado, dono desse edifício, adquirido por desapropriação há 17 anos, nada fez ao longo dos anos, até hoje, para preservá-lo como monumento arquitetônico de rigorosa preservação. Tornou-se exemplo inqualificável de abandono do patrimônio histórico, a autoridade não agilizou procedimentos recomendados no ato de homologação governamental.

Um dos prédios mais importantes do bairro recifense de Santo Antônio, acha-se em estado de ruinas, cada dia cai um pedaço das paredes e do teto, colocando em risco os que passam pela calçada; à noite é invadido por pessoas sem teto e usuários de drogas, durante o dia vira latrina a céu aberto. Há dois anos, quase foi por inteiro atingido por um incêndio. A praça (o entorno do prédio) é usada como banheiro por pessoas que vivem no local (Nada diferente da Rua das Flores, para lembrar outra vergonha do caso Painel de Brennand). Não houve sequer o interesse de colocar no ambiente um tapume de proteção.

Temos no Brasil um dos melhores conjuntos de leis, regulamentos, diretrizes entre as nações signatárias de Cartas de Preservação, um dos melhores organismos, teoricamente, que eu saiba, de proteção do patrimônio histórico, um referencial, sem nada dever em nível internacional, como é o caso do IPHAN, a partir do ideário de Rodrigo Melo Franco de Andrade e do legado dos pernambucanos Aloisio Magalhães e Airton Carvalho. Eles, que tanto fizeram para a construção do Sistema Nacional do Patrimônio Cultural (SNPC), para o qual muito contribuiu o escritor Gilberto Freyre. Eu lembraria, como subsídio, as pesquisas acadêmicas que têm se multiplicado em qualidade, certas teses recentes dedicadas à preservação do entorno do bem tombado, exigência tão importante e tão negligenciada. A preservação do entorno, que deixou de ser cumprido no tombamento do prédio do DIÁRIO, é atualmente um dos itens mais importantes nos debates internacionais. Mas, tudo ou quase tudo, na esfera governamental, o que foi dito acima sobre os ordenamentos do patrimônio, dá a impressão que fica só no papel, fenômeno não só do Recife, fato já por tantas vezes ressaltado pelas mídias da capital.

No caso da Serra Negra, em Minas Gerais, foi ignorado que o trabalho não termina com o tombamento – na realidade apenas começa. Tanto do ponto de vista do Poligonal de tombamento: área claramente delimitada com o objetivo de preservar a paisagem urbana perceptível e diretamente relacionada com a motivação do tombamento, quanto do Poligonal de entorno: área claramente definida com o objetivo de resguardar a ambiência do bem tombado e garantir a qualidade urbana necessária para sua fruição: Tudo isso estava sendo frontalmente ignorado. Houve omissões, ausência de regras não efetivas, descontinuidades na salvaguarda do bem tombado, invasões, fragilidades na proteção, tal como vem ocorrendo, há décadas, em Olinda, com o secular Horto Del-Rey, visto no passado como a maior área verde urbana do Brasil.

(*) Em Marcel Proust houve um tempo perdido, mas foi depois recuperado como necessário para dar sentido à vida. Resta apelar para que o tempo imite a arte.

Marcus Prado. Jornalista

5ª Festa da Saudade – na próxima semana iniciaremos as vendas das mesas e camarotes!!!

Já programada para o próximo dia 20 de agosto, a 5ª edição da Festa da Saudade contará mais uma vez com show da vibrante Orquestra Super Oara. O evento ocorrerá no Clube Abanadores “O Leão”,  com inicio a partir das 22h.

Com público cativo, o encontro dançante se configura numa das noites mais esperadas pela boemia antonense. Assim sendo, na próxima semana estaremos anunciando mais  informações e iniciando, efetivamente, as vendas/reservas de mesa e camarotes.

CONVITE: o vereador Doutor Saulo convida pela Audiência Pública…

Registramos o convite enviado pelo vereador Doutor Saulo, para Audiência Pública que acontecerá no próximo dia 13, às 9h, no plenário da Câmara de Vereadores da Vitória. O encontro, além de comemorar a passagem dos  32 anos do Estatuto da Criança e Adolescente debatera às atribuições do Conselho Tutelar e Conselho de Direito. Desde já, agradecemos pela lembrança.

João Álvares: os 400 anos tá chegando…..

Dias atrás, nas dependências do Museu do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, bati um papo com o sempre atualizado João Álvares. “Seu” João é dessas pessoas que se alimenta diariamente da boa leitura.

Sintonizado com os fatos marcantes da historiografia local, vale destacar, o mesmo atuou  de maneira sublinhada no palco da vida real antonense, sobretudo a partir da segunda metade do século XX. Com extrema devoção, “Seu” João também labutou,  por décadas,  na imprensa local.

Próximo de completar 400 anos de fundação, o nosso lugar se configura num pedaço da história do Brasil. Nesse contexto,   “Seu” João  é um entusiasta de  primeira hora para que a cidade, irmanada com os poderes constituídos e a sociedade civil organizada, confeccione e execute uma grande celebração festiva, a partir de 2026. Assim sendo, comecemos a contagem regressiva……faltam 3 anos e meio…….

Chegava ao Recife o papa João Paulo II – por história_em_retalhos.

Há 42 anos, em 07 de julho de 1980, chegava ao Recife o papa João Paulo II.

A visita era histórica.

Pela primeira vez, um papa visitava o Brasil.

Ao todo, o pontífice percorreu 13 cidades, em apenas 12 dias. Durante sua visita, bancos e repartições públicas fecharam e esquemas rodoviários foram alterados.

O avião pousou na base aérea da capital pernambucana às 15h:35min. Assim que desembarcou, João Paulo II foi recebido por Dom Helder Câmara, arcebispo de Olinda e Recife, e pelo então governador de Pernambuco, Marco Maciel.

Do aeroporto, a comitiva seguiu em desfile pelas ruas do Recife, arrastando uma multidão de fiéis. Às 17h:00min, o papa deu início à celebração da missa no Viaduto Capitão Temudo, que ficou conhecido como o “viaduto do papa”.

Da celebração, participaram mais de 500 mil pessoas. A liturgia foi organizada pelo padre José Augusto Rodrigues Esteves, pároco da Matriz de São José.

Durante a missa, Karol Wojtyla fez uma menção a Dom Hélder, que jamais foi esquecida: “Dom Hélder, irmão dos pobres e meu irmão”.

Chegou-se até a ouvirem-se rumores, na época, de que Dom Hélder poderia ascender ao cardinalato, após essa declaração, o que nunca aconteceu, tudo não passando de boataria.

Ao fim da celebração, o chefe da Igreja Católica foi levado por Dom Hélder para conhecer um pouco mais da cidade, avistando, no Complexo de Salgadinho, a Catedral da Sé, em Olinda.

Um dado extremamente curioso: naquele 07 de julho, oito crianças que nasceram no Recife ganharam o nome de João Paulo, tamanha era a popularidade do pontífice!

É bom lembrar (para não esquecer) que, em 1980, o Brasil ainda vivia sob o jugo do autoritarismo. Neste cenário, João Paulo II trouxe ao país temas incômodos ao regime militar, como justiça social e direitos humanos.

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Edson e Rhuan – dois heróis deles mesmo!!!

No último domingo – 03 de julho de 2022 – dois corredores de rua  do grupo ao qual também faço parte – Vapor da Vitória – escreveram, juntos,  uma história bonita que merece ser contada a todos, sobretudos aos respectivos  filhos e netos.  Em dupla, concluíram um trajeto de 100km. Cada qual, percorreu 50km. A façanha ocorreu no evento intitulado de  “Ultramaratona do Frio” – etapa 2022 – Caruaru/Garanhuns.

Aos, agora, ultramaratonistas Edson e Rhuan nossos efusivos parabéns. Se aventurar em uma prova longa, que exigirá um esforço nunca antes conseguido,  é algo digno de todos os elogios. Além do ato em si – cruzar a alinha da chegada de pé – o feito exige muita determinação pessoal, disciplina mental e  treino físico constante (com bastante antecedência). Ninguém na face da terra, do nada, se levanta um dia da cama e diz: “hoje eu vou correr uma maratona….” e  consegue…..

Para tanto, vale salientar: planejar,  se preparar e conseguir  efetivar a façanha, convenhamos, é algo que só pertence aos verdadeiramente  determinados…

Portanto, aos heróis deles mesmos, Edson e Rhuan, mais uma vez, Parabéns!!!

Veja o vídeo da emocionante chegada….

https://youtube.com/shorts/02YU3NlTEDg?feature=share

FALECIMENTO DE CLAUDINHO – por Sosígenes Bittencourt.


Claudinho era filho de finado Rochinha, da Farmácia. Eu o tratava, como merecia, em homenagem a seu pai: Claudinho, o menino de Eulâmpio Valois da Rocha. Claudinho era simples, disciplinado, simpático sem afetação, uma cópia do pai – gente de antigamente – um pequeno gentleman.

A vida é feita de tempo e daquilo que fazemos com o tempo que temos. Ademais, morreremos. Contudo, uma vez vivos no mundo, não tem mais jeito, o jeito que tem é viver.

Agora, amigo Claudinho, és detentor de um segredo só a ti revelado. Um dia, fostes como nós somos; um dia, seremos como tu és. E segue-se um mistério profundo, nunca mais retornaremos a este mundo.
Até breve! Requiescat in pace!

Sosígenes Bittencourt

4 de julho: o dia da independência dos EUA – por historia_em_retalhos.

4 de julho: o dia da independência dos EUA ou o “Independence Day”. 🇺🇸

Como tudo aconteceu ?

Em verdade, a insatisfação das chamadas “13 colônias” britânicas na América do Norte acentuou-se a partir da chamada “Guerra dos 7 anos”, travada entre Inglaterra e França (1756/1763).

Vencedora, a metrópole inglesa resolveu cobrar os prejuízos dos colonos, aumentando, consideravelmente, as taxações, além de criar leis que retiravam a liberdade dos norte-americanos.

Por outro lado, a Inglaterra vivia a plenos pulmões a Revolução Industrial, enxergando em suas colônias as fontes necessárias para alimentar o seu processo de industrialização.

As queixas em desfavor da metrópole, então, só aumentavam, o que motivou a realização de duas importantíssimas reuniões: o 1.° e o 2.° Congresso da Filadélfia.

Em 07.06.1776, no 2.° congresso, o delegado da Virgínia, Richard Lee, apresentou uma moção para as 13 colônias declararem independência.

O texto da declaração, cujo principal redator fora Thomas Jefferson (3.° presidente dos EUA), foi aprovado e publicado em 4 de julho, data que se tornou sinônimo da independência americana.

Um aspecto importante: após a Batalha de Saragota, a França, rival da Inglaterra, aderiu ao conflito, em 1778.

No ano seguinte, a Espanha também se aliou a franceses e a americanos, mas foi apenas em 1781, na Batalha de Yorktown, em que as forças rebeldes foram lideradas por George Washington (1.° presidente) e pelo francês Marquês de La Fayette, que o conflito foi encerrado.

A estátua da liberdade foi um presente da França aos EUA!

Representa a deusa romana Libertas, carregando uma tocha e uma tábua, onde está inscrita a data da independência (04.07.1776).

Os ideais iluministas da Independência Americana e da Revolução Francesa reverberaram fortemente no Brasil, influenciando movimentos libertários, como a Inconfidência Mineira, a Revolução de 1817 e a Confederação do Equador.

Uma última curiosidade: em 04 de julho de 1994, dia de festa nos EUA, com um gol histórico de Bebeto, a seleção canarinha vencia os donos da casa, partindo para a conquista do tetracampeonato.
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