
Movimento de Rua das Ligas Camponesas em apoio a Miguel Arraes – Cruzamento das Ruas Rui Barbosa com 15 de novembro – década de 1950/60.


Movimento de Rua das Ligas Camponesas em apoio a Miguel Arraes – Cruzamento das Ruas Rui Barbosa com 15 de novembro – década de 1950/60.


Por ocasião do evento festivo ocorrido no último sábado (24), no Clube Abanadores “O Leão”, “engordei” a minha lista com nomes de pessoas que são mais conhecidas pelo apelido do que pelo próprio nome. Nossa amiga SULA se configura num bom exemplo. Assim sendo, a história do seu apelido também estará grafada nas páginas do próximo volume (4º).
Para o quarto volume (12/25) já catalogamos:
Pereba, Aninho, Feola, Marreco, Jajá do João Murilo, Birino, Bel Veículo, Ruela, Deuh, Caramelo, Ceará e Sula.


Após um “mergulho” de dois anos (2020/21), por conta da pandemia, o evento que foi criado para celebrar as velhas amizades, voltou. O epicentro de tudo, por assim dizer, foi no Facebook. Articulado do outro lado do Oceano atlântico (Espanha) pela Graça Arruda, inicialmente, ela apenas queria reencontrar algumas amigas da cidade. O tão esperado reencontro acabou ganhando outra forma e volume. Assim, nasceu o primeiro evento que ocorreu exatamente num sábado, 28 de setembro de 2013, no Restaurante Gamela de Ouro, com expressivo número de participantes. Veja o vídeo.
Assim sendo, no último sábado (24), no Clube Abanadores “O Leão”, aconteceu mais uma edição do “Encontro das Amigas da Vitória”. Como todo retomo sugere ajustes e oxigenação, nessa 8ª edição, o amigo Valdemiro, juntamente com outros participantes, coordenaram o tão aguardado evento. Visivelmente emocionado, o mesmo agradeceu a presença de todos.
Em clima de alegria e euforia, pessoas que viveram suas respectivas juventudes juntas na nossa cidade – década de 60/70/80 – e que hoje vivem distantes da “terrinha” afluíram ao local combinado. Regados ao famoso “comes & bebes”, embalados por músicas sugestivas e por uma orquestra de frevo, o 8º Encontro finalizou com uma apoteótica volta no Pátio da Matriz, relembrando os últimos suspiros dos famosos bailes carnavalescos.
Portanto, resta-nos, agora, esperar o próximo encontro, que deverá ocorrer no último sábado de setembro de 2023. Até lá!




Ao avistarem as grandes embarcações portuguesas aproximarem-se de suas terras, os índios caetés teriam exclamado com surpresa: I-g-a-r-a-s-s-u!
Eles ainda não sabiam, mas, ali, naquele local, estava nascendo um dos primeiros núcleos de povoamento do Brasil!
A palavra “Igarassu” é oriunda do tupi e significa justamente “canoa grande”, que seriam as tais caravelas avistadas pelos caetés.
Segundo a tradição, Igarassu foi fundada em 27 de setembro de 1535, após a vitória dos portugueses sobre os caetés, por ordem do capitão Afonso Gonçalves, que mandou erigir no local uma capela consagrada aos santos Cosme e Damião.
Essa igreja é considerada a mais antiga em funcionamento do Brasil.
Os santos Cosme e Damião, padroeiros de Igarassu (e dos médicos e farmacêuticos), foram irmãos gêmeos que exerceram a medicina sem cobrar nada por isso.
A santidade dos dois irmãos é atribuída ao fato de que curavam os enfermos, não só com o conhecimento médico, mas, também, por meio de milagres.
Em sincretismo com os santos católicos, as religiões afro-brasileiras identificaram Cosme e Damião com o orixá Ibeji.
Igarassu é uma relíquia viva do Brasil.
Em 1972, o IPHAN tombou o conjunto arquitetônico da nucleação histórica, com uma área de 0,4 km².
Terra da primeira igreja católica do Brasil, de Lia do Côco e do Maestro Spock, de monumentos seculares e de muita cultura, além de lindas praias e de belas reservas de mata atlântica!
Esta é Igarassu, a aniversariante do dia de hoje!
Parabéns Igarassu por seus 487 anos!
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João Câmara, paraibano de Olinda e Recife, pintor, gravador, desenhista, artista gráfico, professor e crítico vive, atualmente, mais uma fase criadora com a justa medida de quem deseja produzir uma grande obra literária. Fase dos grandes desafios de invenção, não só como pintor consagrado pela melhor crítica de arte do Brasil, mas, agora, como ficcionista. Como contista, para mim, com a leitura do seu primeiro livro nesse gênero, difícil e complexo, “Lidando com o passado e outros lugares”, editado pela Topbooks, tem sido uma grata surpresa.
Conhecíamos João Câmara do expressionismo e do fauvismo, quando submetia a sua pintura ao corpo humano, a torções e deformações, sem prejuízo de certo erotismo. O pintor das Cenas da Vida Brasileira, dos Dez Casos de Amor e de outros tantos instigantes temas. Mas como contista (a ironia com que aborda a política e o cotidiano brasileiro, como na sua pintura) mostra-se rico de caracteres e ideias, daí sendo visto de linhagem proustiana.
Há muito não vejo, em Pernambuco, depois de Osman Lins, Ariano Suassuna, Gilvan Lemos, Raimundo Carrero, Hermilo Borba Filho, Maximiano Campos, Cláudio Aguiar, Leônidas Câmara, Luzilá Gonçalves, Ronaldo Correia de Brito, Sidney Rocha, Marcelino Freire, Walther Moreira Santos, Fernando Monteiro, Luce Pereira, Cicero Belmar, sem esquecer o poeta e também contista José Rodrigues de Paiva, um autor com tamanha força de trânsito para o mundo visível com a vida que flui e suas transfigurações. Ele, com a sua obsessão plástico-visual, que produz coisas absolutamente incomuns nos seus (agora) dois ofícios, pode ser visto com muita minúcia de estrutura narrativa, com esse livro, como um dos melhores da atual geração de ficcionistas em nosso idioma.
O seu texto de notável senso plástico, muito bem escrito, de polivalente descoberta artesanal, com o olhar em fatos reais ou não, provoca uma perfeita sintonia com o leitor. Cada palavra no seu certíssimo lugar, concisão de estilo, um rigor quase ortodoxo na escrita, transfigurado pela cristalização estética. Não só pelas tramas narrativas do contista, deu-me o autor a nítida impressão de que a literatura brasileira de ficção dos nossos dias e seus leitores mais exigentes, não terão nada a temer ao inclui-lo entre os plenamente logrados a integrar a escala dos melhores do seu tempo.
Nas páginas de ilustrações, o autor usa a imagem da câmera fotográfica como T. S. Elliot usava a música no vocabulário dos Quatro Quartetos; tal como o sentimento da sílaba e do ritmo em Grande Sertão & Veredas, de João Guimarães Rosa ou em Gilberto Freyre em Casa-Grande & Senzala; ou a música operística na pintura e também na paisagística de Roberto Burle Marx, que pintava cantando trechos de óperas. (Não nego que nos meus devaneios fotográficos chego a procurar cores nas sinfonias que ouço).
Não foi à toa que o pintor famoso, sem largar os pincéis e os recursos digitais que sabe usar com rara habilidade, seus vínculos com a Fotografia, (um refúgio plenamente realizado, para dar volume e forma, a intersecção partilhada nos seus quadros), converteu-se em ficcionista. A imagem e seu duplo processo de transformação é uma constante nas narrativas desse livro. O resultado, ao lado de sua exploração metalinguística, nos seus objetivos inerentemente estéticos, em que toda estrutura do gênero aparece, foi uma reunião de contos bem avaliados pelo autor do Prefácio, Wedson Barros Leal, e que será, depois de mim, ainda mais avaliado pelo leitor exigente, pela melhor crítica. Sem falar por especialistas de literatura comparada, posto que a obra aqui noticiada, sendo firme no essencial, é absolutamente “aberta”, uma des-coberta contínua, como diria Martin Heidegger, indicando sempre mais do que o que mostra, contemporânea a todos, com possibilidades infinitas. Protegida pelo escudo do cânone das boas categorias.
Marcus Prado – Jornalista

O que esse olhar de @thardellylima quer dizer pra Nação Pituzeira? Arrisque seu palpite aí nos comentários…


Em evento promovido pelo “Box Vitória”, ocorrido na manhã/tarde do domingo (25), no estacionamento do Vitória Park Shopping, podemos dizer que a nossa cidade, Vitória de Santo Antão, vivenciou um belo e proveitoso espetáculo esportivo.
Com a participação de equipes de várias cidades, o “Vitória Games”, comandado pelo amigo Zé Luís e equipe, indiscutivelmente, cumpriu seus objetivos. Entre outras coisas: despertar o interesse em mais pessoas pela prática do “crossfit” – atividade esportiva vibrante!

Além do espetáculo esportivo, por assim dizer, o evento também contou com a participação musical do artista vitoriense Jonatha Chocolate. Em todas as categorias o trio formado por Gabriel, Neto e Rafael, intitulado por “Os Antonenses”, foi a única equipe local que marcou presença no pódio.


Parabéns aos organizadores do evento por essa contribuição ao esporte na nossa cidade, em especial ao “crossfit”.


Em pleno processo de retorno às atividades do cotidiano, no sentido do ambiente da pandemia do novo coronavírus, na manhã do domingo, dia 25 de setembro, aconteceu a primeira reunião ordinária – modelo presencial – do nosso Instituto Histórico e Geográfico.
Comandada pelo presidente do referido sodalício, professor Pedro Ferrer, o encontro serviu para, entre outras coisas, alinhar e colocar “em dia’ atas e demais questões administrativas. Em ato contínuo, o professor informou sobre o andamento das atividades lúdicas que em breve serão implementadas na casa, sob a coordenação do produtor cultural Leonardo Edardna.

Dois painéis de Lula Cardoso Ayres perecem nas instalações do antigo aeroporto do Recife.
Tão pouco tempo após o busto de Frei Caneca, as placas de bronze da Ponte Maurício de Nassau e o monumento “O Mascate” serem furtados, mais um caso de profunda insensibilidade para com o patrimônio artístico do nosso estado.
Concluídos no ano de 1958, os dois murais de Lula Cardoso Ayres retratam o folclore e os ciclos econômicos do estado de Pernambuco.
Desde a inauguração do novo aeroporto, porém, foram esquecidos nas instalações do antigo equipamento, entregues à própria sorte.
Apesar de tombados pela Fundarpe, em 2021, até agora, a empresa espanhola AENA, gestora do complexo aeroportuário, não adotou nenhuma providência no sentido de preservá-los.
E, antes que se diga que não houve tempo hábil, esclareço que a empresa gere o aeroporto do Recife desde o dia 03 de março de 2020, ou seja, há dois anos e meio.
A salvaguarda destes dois painéis é urgente, antes que se consume um irreversível processo de degradação, por agentes químicos, físicos e biológicos.
Em nossa opinião, recuperá-los e transplantá-los para o moderno aeroporto da capital, assim como foi feito com o mural “Pastoral” (1958) de Francisco Brennand, seria o mais condizente com a preservação desse patrimônio.
Assim agindo, a concessionária daria uma demonstração de respeito ao patrimônio artístico do estado de PE, onde alocou os seus investimentos, e, notadamente, à memória de Lula Cardoso Ayres, um dos maiores artistas modernistas pernambucanos.
Queremos crer que o compromisso assumido quando da assinatura do contrato de concessão não se resume à gestão comercial e à obtenção de lucros.
Um bom domingo a todos!
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prof. Leonardo Dantas Silva
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Segue a entrevista completa com a candidata a deputada federal Socorrinho da Apami, dentro do conjunto de LIVE(s) que o Blog do Pilako está produzindo com todas as candidatas e candidatos com “DNA Antonense”, por assim dizer.


Segue a entrevista completa com o candidato a deputado federal Allan Lira, dentro do conjunto de LIVE(s) que o Blog do Pilako está produzindo com todas as candidatas e candidatos com “DNA Antonense”, por assim dizer.



Segue a entrevista completa com o candidato a deputado estadual Sargento Edson Júnior, dentro do conjunto de LIVE(s) que o Blog do Pilako está produzindo com todas as candidatas e candidatos com “DNA Antonense”, por assim dizer.


Segue a entrevista completa com o candidato a deputado federal Antônio de Lemos, dentro do conjunto de LIVE(s) que o Blog do Pilako está produzindo com todas as candidatas e candidatos com “DNA Antonense”, por assim dizer.


Registro raro de João Cabral de Melo Neto, aos 16 anos (1936), tendo a Catedral da Sé, ao fundo, quando ainda ostentava as torres góticas.
Poeta, escritor e diplomata, João Cabral integrou a chamada terceira geração do modernismo brasileiro, ficando conhecido como o “poeta engenheiro”, pela maneira que escrevia com profundo rigor estético.
Redigia os seus versos como quem lapidava um diamante: talhando as arestas, pacientemente, buscando o formato perfeito.
Poucos alcançaram a sua plenitude e exatidão.
Na opinião do escritor moçambicano Mia Couto, o autor de “Morte e Vida Severina” e de “O cão sem plumas” foi o maior poeta da língua portuguesa.
Traduzidos para diversos idiomas, os seus escritos são reconhecidos no mundo inteiro, mas precisam ser melhor difundidos em solo nacional.
Está mais do que na hora de a juventude brasileira conhecer melhor a obra cabralina.
Agradeço ao amigo Alfredo Cabral de Melo, pela cessão da fotografia de seu acervo pessoal, pelo presente do livro biográfico e, principalmente, por ser um guardião fiel do inestimável legado literário de seu tio, cuja importância transcende os limites do estado de Pernambuco.
Por todos, Lenine: “sou Capibaribe num livro de João Cabral…”
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Inauguração da agência do Bandepe – 22 de março de 1968 – entre outros o então prefeito Nô Joaquim e doutor Ivo Queiroz – arquivo fotográfico Instituto Histórico.


Segue a entrevista completa com o vereador e candidato a deputado estadual Doutor Saulo, dentro do conjunto de LIVE(s) que o Blog do Pilako está produzindo com todas as candidatas e candidatos com “DNA Antonense”, por assim dizer.

HOJE – TERÇA-FEIRA, 20 DE SETEMBRO, ÀS 17H, A ENTREVISTA POLÍTICA DO BLOG DO PILAKO É COM O VEREADOR E CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL DOUTOR SAULO – ESPERO TODOS VCS!


Em 19 de setembro de 1990, era regulamentado o Sistema Único de Saúde (SUS), criado pela Carta Cidadã de 1988.
Entre os países com mais de 200 milhões de habitantes, o Brasil é o único que possui um sistema de saúde pública universal totalmente financiado pelo Estado.
O SUS é um patrimônio do povo brasileiro.
Parabéns a todos que fazem esse sistema!
Na foto, painel de Abelardo da Hora, que retrata o SUS, no Hospital Miguel Arraes, região metropolitana do Recife.
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