Varanda do Tadeu mantém tradição

Aconteceu no sábado (13) no Restaurante Varanda do Tadeu mais encontro dos amantes da boa música. Como sempre, além do consagrado Tadeu, subiram ao palco novos  artistas da terra que mantiveram o alto nível musical e principalmente no repertório, desta vez o jovem Willims comandou a festa.

Baby Alegria faz a festa para criançada…

Para comemorar o dia da criançada o Bloco infantil Baby Alegria, promoveu na sexta (12), mais uma grande apresentação. Tendo como tema, especialmente para o dia, NA TERRA DOS BRINQUEDOS o evento teve como ponto de concentração a Praça da Matriz, onde foi encenada uma peça teatral que foi bastante prestigiada.

Em seguida o Bloco realizou o seu tradicional desfile pelas ruas centrais da cidade, acompanhado não só pelos associados como também por muita gente na “pipoca”. Mais uma vez está de parabéns o Charles e toda equipe pela organização.

De como tratamos e da intimidade dos bichos

Em referência à maneira como tratamos nossos animais, relembraria aqui a reflexão de Mahatma Gandhi, cuja espiritualidade dispensa maiores comentários: “A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo como seus animais são tratados.” Ora, observemos como nossos idosos e nossas crianças são tratados e imaginemos como tratamos nossos animais. Crianças produzidas por distração abdominal, fora da redoma protetora do amor, e velhos surrupiados e olhando a rua da janela, solitários e deprimidos, é o que mais vemos por esses brasis.

Leonardo da Vinci, um dos maiores crânios da história da humanidade, disse que “Chegará um dia em que o homem conhecerá o íntimo dos animais. Nesse dia, um crime contra um animal será considerado um crime contra a própria humanidade.”

A propósito, os animais levam uma vantagem sobre os homens, eles não sabem que vão morrer. Depois, os animais não sentem ódio, sentem medo, não matam por perversidade nem ambição, matam por sobrevivência. Hei de dizê-lo em nome da intimidade dos animais. Engaiolar animal e não tratá-lo é de uma perversidade às raias de crimes perpetrados contra a humanidade. É desumanidade.

Sosígenes Bittencourt

Feliz Dia dos Professores

Neste Dia dos Professores, gostaríamos de homenagear a Professora Lúcia Beltrão (in memoriam), pela sua vida voltada a Educação Vitoriense. Lúcia atuou por muitos anos no Colégio Nossa Senhora das Graças (DAMAS), na antiga DERE (atual GRE) e como Secretária de Educação do Município. 

Na memoria de uma grande professora, que foi Lúcia Beltrão, desejamos parabéns a todos os Mestres Vitorienses dedicados na construção de um mundo melhor, através da Educação.

O Tempo Voa Documento: PROFESSORA FRANCISCA RODRIGUES LOPES DE SENA (Dona Francisquinha) (1991)

Apesar do “status” de uma sociedade depender obviamente do caráter comunitário de sua composição e consequentemente do comportamento coletivo de seus integrantes, não se pode desprezar a influência que alguns dos seus membros isoladamente desempenham na evolução à meta do bem estar social. Nesta percepção é que evoco, com o objetivo de registro histórico, a figura elegante, inteligente e aristocrática da Professora FRANCISCA RODRIGUES LOPES DE SENA (Dona Francisquinha), educadora que muito contribuiu à formação do caráter de muitos vitorienses que tiveram o privilégio de estudar no Externato São Luis Gonzaga, no período compreendido entre 1945 e 1958.

A trajetória daquilo que costumamos rotular como destino, colocou-me também na condição de educador, integrando o elenco dos professores do Magistério Superior da Universidade Federal de Pernambuco. Suspeito, porém, que nessa condição minha tarefa tem sido mais de informar, instruir, transferir conhecimentos do que aquela de forjar condutas, de mostrar caminhos, de modelar comportamentos, enfim de educar. Esta tarefa é melhor desempenhada pela professora do pré-escolar e do primeiro grau menor. Assim é que quando bem realizada fica a marca indelével nos indivíduos. Ataulfo Alves já evocou poeticamente esta constatação ao se referir da saudade que tinha de sua professorinha em Miraí. Quando do meu discurso como paraninfo dos biomédicos da UFPE em 1979, dividi a honraria com aquela que me ensinou as primeiras letras e que tantas boas influências me deixou com a sua personalidade marcante.

Filha de Antônio Rodrigues Pereira e Efigênia Rodrigues Pereira, nasceu na Paraíba em 03 de dezembro de 1897 e faleceu aos 87 anos em 24 de março de 1985. Esposa de Honório Lopes de Sena, um dos fundadores do tradicional Clube Abanadores “O Leão”, mãe de Marly Sena de Oliveira Régis, Luiz Gonzaga Rodrigues Lopes de Sena e Geraldo de Magela Rodrigues Lopes de Sena, fundou em Vitória de Santo Antão uma escola na Rua Imperial, 70. Religiosa, denominou-a de Externato São Luiz de Gonzaga, santo do qual era devota. Na árdua tarefa de educar as crianças, contou com a ajuda da também notável sobrinha e filha de criação, Yvonne Ângela Rodrigues Costa.

Trajando calças curtas marrom escuro e com suspensórios da mesma cor e camisas brancas da mangas curtas, frequentei o Externato São Luiz de Gonzaga, quando iniciei os meus primeiros contato a leitura e a escrita do português, quando travei os meus primeiros embates com a tabuada, quando comecei a ser um social, aprendendo, com os companheiros de classe e sob a supervisão das minhas novas mães afetivas a ser um colega. Ah bons tempos! “Eu era feliz e não sabia”. Recordações, muitas: a palmatória – nunca a experimentei pois parece-me que eu fui um daqueles garotos quietinhos; o suicídio de Getúlio Vargas com a suspensão das aulas; a vergonha de dizer a D. Yvonne o feminino de rapaz; os exercícios de caligrafia – as caligrafias de D. Francisquinha e D. Yvonne eram lindas; as provas finais em belos encartes de cartolina – verdadeiras obras de arte.

A Primeira Comunhão e os seus preparativos ainda estão fortemente vivos em minha memória: as aulas de catecismo; os encantos da rica e mística liturgia da Religião Católica; a leveza sentida após a confissão. Mas que pecados tínhamos? Não importava, mais valia a sublime e doce experiência do perdão dado por Deus, via confessor. Seu filho, recém-ordenado, Padre Luiz Gonzaga, celebrou a nossa Primeira Comunhão. Dia Feliz!

Recordações pessoais que aparentemente interessariam apenas a mim, mas elas têm o valor de mostrar a importância daqueles que têm a nobre missão de, ao lado dos pais, mostrar os primeiros caminhos da cidadania. Ademais, têm o valor de registrar o quanto competentemente D. Francisquinha exerceu tal tarefa, ao lado da inesquecível D. Yvonne.

Várias personalidades de destaque nas diferentes áreas da atividade humana em nossa sociedade foram seus alunos, a quem ela relembrava com tanto amor, e que não esqueceram sua figura extraordinária.

Sirva este despretensioso artigo de estimulo a quem de competência devotar trabalho de maior fôlego à Professora Francisca Sena, sua obra e sua influência naqueles que tivera a fortuna de com ela estudar. Finalmente, preste-se esta recordação de incentivo a quem de direito conferir a um logradouro em Vitória de Santo Antão o nome da Professora Francisca Rodrigues Lopes de Sena.

Por Luís Carvalho
Texto originalmente publicado na Revista do Instituto Histórico – VOL. XI – 1991. 

Blog do Pilako: Mais de Hum Milhão e Meio de Acessos.

É com alegria, satisfação e um pouco de espanto que anunciamos a marca de mais de UM MILHÃO E MEIO de acessos alcançada  pelo  nosso blog no dia de ontem (10). ALEGRIA,   porque vencer,  sempre é bom. A SATISFAÇÃO deriva justamente da alegria que fora   alicerçada sob os princípios da ética e da correção sempre empunhada nessa nossa empreitada.

Então, de onde vem, mesmo que pouco, o ESPANTO?

No mundo virtual onde o ontem é museu, o hoje já é passado e o amanhã já está na ordem do dia, se manter presente e crescente na BLOGESFERA não é tarefa fácil. O espaço  virtual é tão poderoso que nos dá as ferramentas necessárias para “mudar o mundo”, quando, na maioria das vezes, não conseguimos nem nos entendermos.

Escrever diariamente me tem sido uma tarefa salutar e prazerosa. O ato de escrever inevitavelmente nos força a aprender. Acertadamente, ao invés de falar do mundo para nossa cidade escolhi falar de Vitória para que o mundo lhe visse mais.

Alguns dos segredos do sucesso do nosso blog, acredito,  seja a forma simples da construção das matérias, pois repito sempre que tenho oportunidade, tem coisa que só é notícia no Blog do Pilako, tal qual um encontro de amigos em uma praça qualquer como também pela imprevisibilidade dos temas abordados, todos relativos a cidade.

Portanto, quero mais uma vez agradecer a toda equipe e colaboradores, e principalmente você internauta, pela construção     de um novo jeito de dialogar com a sociedade, de maneira aberta e franca fazendo um mundo melhor, até porque, O CENTRO DO NOSSO MUNDO É A NOSSA CIDADE.

Triste contingência humana

Nada me infunde tanto respeito como os cabelos brancos.

Os velhos, quando os vejo passar encurvados ao peso dos anos, olhos encovados, face enrugada, semblante quiçá anuviado pelas sombras do infortúnio, sinto n’alma, evoco em mim mesmo todas as suas passadas alegrias, risos e venturas, os seus desenganos, as suas esperanças mortas.

Cada cabelo branco como que retrata uma página da vida, página doirada de luz ou tarjada de luto; revive um episódio interessante, a fase amena dos castelos infantis, o período romântico de verdes sonhos, dos corações enamorados; as primeiras batalhas e os primeiros triunfos na luta pela vida; enfim, reminiscências queridas de anos que se foram para jamais voltar.

Deve ser penosa a existência nessa quadra, quando um homem se transforma num fardo inútil e as mais das vezes aborrecidos e incômodo; quando ele sente a ausência daqueles que o ajudaram nos primeiros passos, dos companheiros de jornada, que o esperam no além-túmulo; e quando nota que tudo é indiferente à sua sorte, que ninguém se preocupa com sua pessoa, mas quando muito cortejam a sua fortuna; quando se convence de que passou a sua época, que o mundo é dos moços e dos fortes, que tem de voltar as costas a tudo o que constituiu o objeto de seus pensamentos e desejos e resignar-se à marcha batida para a eternidade.

É-lhe quase impossível uma conformidade perfeita quando pensa maduramente na sua triste realidade: ou procura afastar de si o pesadelo do fim que se aproxima ou, vencido, angustiado, pede a Deus lhe abrevie a existência.

A maior parte, porém, quer viver, ainda. Embora como sombras errantes do homem ou mulher que foi, que venceu, que riu, que recebeu aplausos e cortesias, que foi talvez o eixo de uma pequeno mundo.

Triste contingência humana!

Prof. José Aragão
Texto publicado no editorial do Jornal “O Vitoriense”, de 07 de Janeiro de 1940.

Internauta faz comentários.

Como tantos outros recantos desse Brasil, Vitória mais uma vez se mostrou como uma sociedade solidificada nos pilares democráticos. Elegeu como se vê o Sr. Elias Lira para seu quarto mandato de prefeito. Tal façanha foi conquistada de forma limpa, democrática e ordeira em face de seu opositor, o Sr José Aglailson, ex- prefeito da mesma Vitória de Santo Antão. Não sou e nem nunca fui desafeto de nenhum dos dois, contudo, mesmo reconhecendo que ambos tiveram muitos acertos e erros na gestão da cidade, fato que, aliás, é peculiar a todo e qualquer governante, entendo que é mais que chegada a hora de haver uma renovação no quadro político de Vitória. Não por se tratarem de figuras indesejadas, mas pelo fato de considerar que a permanência no poder não pode se tornar ad eterna, pois isso, como se tem visto, sempre resulta em situações socialmente desconfortantes.

Posto assim, nos resta lhes agradecer por todo serviço prestado, assim como a eles, nos agradecer pelas oportunidades que lhes foram dadas para dirigir nossa cidade.

Impõe-me registrar, que ambos tiveram mais acertos que erros, são homens que no seu cotidiano souberam amealhar os bons predicados de que são senhores.

Mas, é imperioso destacar, como destacado já foi, que o poder derivado que é do povo, tem que sofre renovações.

O continuísmo, não encontra agasalho na democracia.

Marcus Vinicius Valois de Melo

Sexta do Pilako

Informamos que em decorrência aos feriados que ocorrerão amanhã (12) e na segunda-feira (15), o sorteio da Sexta do Pilako desta semana foi prorrogado para a próxima quinta-feira (18). Os amigos internautas que já se inscreveram nesta semana, não precisam se cadastrar novamente, pois já estão participando. E os que ainda não se inscreveram, aproveitem e participem!

Internauta Tadeu Prado compartilha música inédita de Roberto Carlos com os nossos internautas

Pilako,

Estou temporariamente afastado do meu programa de Rádio temático com o cantor Roberto Carlos e o Movimento Jovem Guarda, todos os sábados das 13h às 16h horas na Rádio Metropolitana FM em função de estar cursando o PROGEPE – Programa de Formação de Gestor Escolar – Implementado pela Secretaria de Educação do Estado. Porém no iní­cio de novembro estarei de volta e, em primeiríssima mão, trago para os internautas amigos do Blog do Pilako 30 segundos exclusivos do mais novo sucesso do rei Roberto Carlos “Esse Cara Sou Eu” que estará na trilha sonora da nova novela da Globo “Salve Jorge” o no cd de inéditas do cantor, que sairá em dezembro.

Tadeu Prado
Programa Roberto Carlos

Ouçam:

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Quer ganhar vários CDs Promocionais? – Participe da Sexta do Pilako!

Acaba de ser incluído na Sexta do Pilako desta semana 07 CD´s promocionais, oferecidos pelo site IngressoVitória. Confira os álbuns:

  1. César Menotti & Fabiano
  2. Cavaleiros do Forró – Ao Vivo no Haras Boa Viagem – Set/2012.
  3. Arreio de Ouro – Thê, Thê, Thê Paixão!
  4. Wesley Safadão – São João 2012
  5. Michel Teló – na Balada
  6. Magníficos – O Primeiro Beijo – Vol. 15
  7. Netinho Ao Vivo – no Assú Folia 2011.

Para concorrer aos CD´s e a diversos outros prêmios, Clique aqui.

Apenas uma leitura despretensiosa…

Jota Domingos

No Brasil é assim, mal se concluiu uma eleição e já estão os políticos e a imprensa falando já no próximo pleito. Os assuntos giram em torno das novas perspectivas para 2014, quando serão realizadas eleições para novos cargos, tais quais presidentes, governadores, senadores e deputados federais e estaduais.

Muito bem, nem sempre a derrota nas urnas configura-se como “perca total”. Um bom exemplo disso é o candidato derrotado ao cargo de prefeito, na cidade de Recife,  Daniel Coelho, isso porque mesmo não conseguindo levar a eleição para segundo turno saiu das urnas muito maior do que entrou.

Em nossa cidade, após uma revisada na votação dos candidatos à vereador, não eleitos, podemos observar alguns vitoriosos, que mesmo sem ter conseguido emplacar um mandato saíram das urnas fortalecidos.

Um bom exemplo disso, foi o comunicador Jota Domingos que fez abrir na cidade uma discussão sobre a força da imprensa local. O estreante em pleitos eleitorais Xanuca, que tem como “base” o bairro do Lídia Queiroz e adjacências mostra que entrou no “jogo pra ficar”.

Xanuca, Beto do Pró-asfalto e Kátia de Natuba

A votação da iniciante Kátia de Natuba revelou a força do seu pai, principal cabo eleitoral, o veterano ex-presidente da Câmara de Vereador Ramos de Natuba, que mantém sua força na Zona Rural da cidade, dividindo esse “espólio” aliás, com atuante e articulado Beto do Pró-asfalto, que mesmo tendo diminuído de votação mostrou que tem um eleitorado cativo e fiel que acredita no seu trabalho, que teve origem humilde na comunidade de Pirituba.

Já no chamado “voto religioso” o Irmão Celso quase dobrou sua votação em relação a campanha passada. Luciano Lima, aparentemente, o mais católico de todos, teve um bom desempenho. Devemos também destacar a votação da estreante Silvia do Geral, que sempre atuou nos bastidores eleitorais e saiu das urnas mostrando que também sabe o caminho do “mapa da mina”.

Irmão Celso, Luciano Lima e Silvia do Geral

Na eleição passada a votação de Zequinha Mototaxi já o revelava como uma liderança, veio para essa eleição e mostrou aos seus líderes que se houvesse mais investimento na sua campanha teria avançado muito mais.

Um movimento intitulado, “APOSENTE UM VEREADOR VITORIENSE”, ocorrido no período pré-eleitoral liderado por uma turma jovem, que teve como representante Walter Vieira, concentrado na internet, principalmente nas redes sociais revelou definitivamente que a cidade precisa sair dessa “camisa de força”, visto por alguns como “uma coisa de meninos” cumpriu muito bem, ao meu ver, um papel pedagógico e inovador para a história política da cidade, construindo uma atmosfera propícia ao chamado voto consciente.

Zequinha Mototaxi e Walter Vieira

Sendo assim, poderíamos, sem deméritos aos demais, classificar essa pequena lista de candidatos que mesmo sem assumir cadeiras na Casa de Diogo de Braga saíram das eleições passadas como VENCEDORES.

Buraco voltou rapidamente…

Na manhã de hoje (10) nossas lentes registraram aquilo que tínhamos previsto. O buraco na Avenida Mariana Amália, que “teima” em desafiar os técnicos da Secretaria de Obras, e por tabela, os funcionários das empresas contratadas pela municipalidade para saná-lo, rapidamente voltou.

Sendo a Avenida Mariana Amália uma das principais artérias do centro financeiro e comercial da cidade a não solução, em definitivo do problema, revela-se na falta de cuidado e zelo da gestão do Governo de Todos com a imagem da cidade, isso porque, entre tantas justificativas, nossa cidade está atravessando um auspicioso momento de crescimento econômico.

Apelidos Vitorienses: José Mariano de Barros Neto (TOCO)

Dando continuidade a nossa coluna, “APELIDOS VITORIENSES“, coluna essa,  que traduz a notoriedade dos “vulgos” de alguns  conterrâneos,  hoje iremos falar do senhor José Mariano de Barros Neto.

Nome herdado do nosso avô, digo nosso, porque o senhor José, é o meu irmão Toco Mariano. Uma coisa curiosa é que dos 10 filhos dos nossos pais, ele é o único que traz o sobrenome MARIANO, como também é o único que não traz no nome nenhuma referência à família da nossa mãe, isso porque seu nome é uma homenagem ao nosso avô paterno, acrescido do famoso NETO.

Poderia  sim, como normalmente acontece, ser chamado por NETO ou até NETINHO. Mas, pelo fato de certo dia, ainda muito pequeno, ter sido colocado nos braços e ter ficado de pé e bem “durinho” foi comparado a um “toquinho” dizendo papai: “olha isso, parece um toquinho”.

Hoje alguns dos parente mais velhos, como tios e tias, ainda o trata como Toquinho. O tempo passou e o Toquinho virou Toco, vindo a ser “qualificado” como  Toco Mariano, coisa, aliás, que ele mesmo faz questão de enfatizar dizendo: “Toco tem muito por aí, eu sou Toco Mariano”.

Seu Zezé Mariano

Sendo assim, essa é uma história que revelamos sobre o apelido de mais um conterrâneo que é pouquíssimo conhecido por José Mariano de Barros Neto na cidade. Contendo no seu apelido uma coisa curiosa, isso porque, é mistura de vulgo+sobrenome oficial, ou seja, é o famoso Toco Mariano.