Internautas participam, através das redes sociais, do Blog do Pilako.

 

Recebemos, via redes sociais, alguns comentários de internautas das mais variadas tendências, realçando suas impressões sobre o carnaval vitoriense 2014. Por falta de espaço na nossa extensa pauta, onde fizemos questão de postar matérias com todas as agremiações que conseguimos cobrir no tríduo momesco, estamos agora, mesmo atrasados,  publicando-as. Agradeço também pelo envio das mesmas.

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Evangelização no corredor da folia.

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Durante os festejos de MOMO em nossa cidade, hora encerrado, nossas lentes também registraram, no corredor da folia, momentos de evangelização. Em várias ocasiões observamos um grupo de jovens uniformizados, deslocando-se, de maneira organizada, procurando um espaço adequado para promover suas apresentações.

Sendo assim, gostaria de parabenizar este grupo de jovens, que dentro das suas convicções e conceitos, marcaram espaços difundindo a palavra de DEUS.

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Coronéis devoradores de filhos: uma conversa para boi dormir.

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A briga eterna entre vermelho e amarelo serve apenas para fortalecerem um ao outro, pois esse conflito é condição da própria existência dos dois. Quando ouvimos hoje alguém perguntar “você é do vermelho ou do amarelinho?”, “você prefere quem rouba muito mas faz, ou prefere quem rouba pouco e faz pouco?”, “você prefere um coronel ou um latifundiário?”. Ora, nessa circunstância, temos que desconfiar da própria pergunta: e quem é a favor disso tudo?

Está mais que provado que a briga entre Aglailson e Elias sempre foi uma falsa briga. É como se diz: “os que não querem criticar os amarelinhos, também não devem falar dos vermelhinhos”.

Na verdade, deveríamos pensar esse antagonismo “para inglês ver”, colocando em perspectiva o que é sintomático, o que é contraditório e o que é inconsistente nisso tudo em Vitória de Santo Antão.

Por exemplo: deveríamos lembrar que Elias Lira não teria sido prefeito, sem que o primo de Aglailson, Dr. Ivo, tivesse escolhido ele. Também não podemos deixar de lembrar, que Elias Lira só voltou à prefeitura, quando outro primo de Aglailson, Henrique Queiroz, o ajudou nas eleições. Ou seja, os amarelinhos sempre estão com alguma coisa faltando para chegar ao poder, e só conseguem quando “parasitam” a mesma família, que eles insistem em se dizer contra.

Desse modo, a reação de nojo dos amarelos em relação aos vermelhos é uma reação falsa. Elias Lira depende de Aglailson e Henrique para sobreviver. Se Aglailson ou Elias estivessem sozinhos em Vitória de Santo Antão, eles iriam se enfraquecer lentamente, pois não teriam um ao outro para se fortalecerem.

Ante o exposto, vamos pensar o que tem acontecido recentemente em Vitória de Santo Antão:

Aglailson Pai se divorcia do filho, para poder refazer uma aliança com o primo (aquele que elegeu o atual prefeito nas últimas eleições). A aliança pretende forjar a metáfora de um Titã, o Saturno da mitologia romana, que engolia os próprios filhos ao nascerem, pois tinha medo de perder o trono: de igual modo, Aglailson diz se juntar a Henrique para castrar o seu próprio filho, Júnior, e de quebra devorar a cria recente dos amarelinhos, Joaquim (ambos pretendem concorrer para deputado estadual).

Na mitologia, um dos filhos sobrevive e mata o próprio pai, se tornando o Deus supremo. Mas não se enganem, pois o perverso filho dessa nova/velha aliança não parece ser nem Júnior, nem Henrique e nem Joaquim. O filho desse consórcio perverso é a perpetuação da mentirosa e velha oposição (vermelho e amarelo) que vai insistir em continuar.

Vejamos: quando Aglailson e Henrique declararam como inimigos os amarelinhos e a própria família (júnior), eles deram um novo gás para àquele antagonismo que parecia ter seus dias contados. E a partir de agora, vão poder anunciar nas ruas novamente: “os papais voltaram”, enquanto os amarelinhos vão bradar “vamos eliminar essa família”. É a mesma briga de sempre, mas que agora se tornará mais cruel e cínica do que antes: o inimigo a ser alimentado serão seus próprios filhos.

Sendo assim, quando alguns eleitores decidiram votar em Elias ao invés de Aglailson, contando que o atual prefeito iria definhar sozinho, queriam que as eleições de 2016 fossem as primeiras eleições “abertas”, depois de 50 anos, em nossa cidade. Ledo engano. A velha e mentirosa oposição tende a se perpetuar, senão com os filhos dessas famílias, será com alguém que essa mesma elite vai ajudar a eleger.
Fiquem atentos.

Grupo Aposente Um Vereador Vitoriense.

CHEGOU A HORA DAS AVALIAÇÕES.

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Após as últimas agremiações carnavalescas desfilarem em nossa cidade neste domingo (09), enfim, o carnaval 2014 chega ao seu final. Depois de muitas expectativas por parte dos mais diversos “atores” envolvidos neste grandioso espetáculo, chegou a hora das avaliações.

Particularmente falando, o carnaval não foi dos melhores. Fiquei triste pelo fato de não ter terminado, como deveria, o desfile da SAUDADE. Já com relação à participação dos internautas acessando o nosso jornal eletrônico, assim como, fazendo pose na direção das  nossas lentes para ficar “bem na fita”,  foi muito além do esperado.

Como autentico folião e carnavalesco vitoriense, posso dizer, que o CARNAVAL como um todo, ficou a desejar. Vivenciamos uma festividade ATÍPICA.  Longe de mim querer ser a régua carnavalesca de toda uma cidade, mas, queiramos ou não, praticamente todos os segmentos que gravitam em torno do “astro rei”, CARNAVAL, ficaram descontentes.

Para o folião, força motriz desta engrenagem, retirou-se o direito de ir e vir. Para os diretores das mais diversas agremiações carnavalescas, peças fundamentais no secular carnaval da Vitória, a verticalização das decisões, entre outras coisas, engessaram a criatividade e a espontaneidade dos desfiles. Para os “operários” do carnaval, tais quais barraqueiros e pequenos comerciantes, as festividades de MOMO trouxeram o gosto  amargo do PREJUÍZO.

Fico muito a vontade para expor minhas impressões sobre nossa FESTA MAIOR, até porque,  além de ser-me um direito constitucional fui um dos sujeitos  que mais promovi a nossa festa. Posso falar, EM ALTO E BOM SOM, que desde os primeiros dias de janeiro de 2014, dei uma guinada radical na programação do nosso blog, postando praticamente só matérias atinentes ao carnaval, como todos vocês são testemunhas oculares, simplesmente na intenção de evidenciar um dos nossos maiores patrimônios imateriais. Sendo assim, seria de bom alvitre, reservar para a pessoa que promove (de forma obsequia),  um espaço, na mesma proporção, no direito à crítica. Como diz a bela canção carnavalesca: “queiram ou não queiram os juízes, o nosso BLOG é de fato campeão”.

Portanto, no transcorrer desta semana irei postar alguns artigos relatando minhas impressões sobre o  carnaval 2014.

Desfile da SAUDADE: Viva a “Taboquinhas”!

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Dentro do estilo autentico frevo pernambucano, A Agremiação Carnavalesca “A SAUDADE”, manteve a tradição do seu estilo no desfile da segunda (03) feira de carnaval pelas principais ruas da Vitória. Contando, mais uma vez, com o Trio Asas da América e a Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos, popularmente conhecida por SUPER OARA, os saudosos foliões curtiram o melhor repertorio do carnaval vitoriense.

Este ano, de maneira auspiciosa, fizemos uma JUSTA homenagem ao Clube de FADOS TABOQUINHAS, que diga-se de passagem, um dos poucos clubes em todo Brasil, no estilo português, em  atividade a manter-se GARBOSAMENTE.

O folião da SAUDADE, em regra geral, brinca o carnaval com sentimento, com amor às tradições da Vitória e sobretudo sintonizados com princípios da chamada pernambucanidade, ou seja, PERNAMBUCO… IMORTAL… IMORTAL.

Durante o trajeto da Agremiação, que durou mais três horas (das 21h50 à 1h), pudemos observar várias foliões com adereços assim como grupos com adornos iguais, situação inclusive, que bem reflete à animação e  peculiaridade do encontro.

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Sendo assim, apesar de toda aquela chuvarada que quase inviabilizava o evento, o desfile da SAUDADE deste ano manteve sua magia e sua singularidade no carnaval vitoriense. Ano que vem… tem mais ….. para mais uma vez externarmos nosso mais sinceros sentimentos carnavalescos pois, como diz a imortal cação ……..” carnaval quando começa … não devia nunca terminar … quando chega a quarta-feiras de cinzas … ai que saudade me dar”.

Seu Zito Mariano foi lembrado na “toada” do Boi Vitoriense.

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Entre tantas imagens carnavalescas, oriundas da minha infância, estão as dos bois e caluas. Quando criança, fazia parte da “equipe” de recepção, comandada pelo meu pai, Zito Mariano, no momentos que os bois e caluas adentravam na nossa residência para fazer suas toadas e tomar umas e outras, coisas aliás, que papai fazia questão de oferecer.

O tempo passou, mas não perdi o respeito por esta tradição vitoriense. Agradeço aos que fazem o BOI VITORIENSE, pela forma carinhosa e saudosista com que me trataram no momento em que nos encontramos, ocasião aliás, que lembraram, nas suas toadas, o nome do eterno carnavalesco ZITO MARIANO. Obrigados, mais uma vez a todos.

“GALO DO CAJÁ” mostra sua força no carnaval vitoriense.

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No início da noite da terça (04) feira de carnaval a Agremiação Carnavalesca “ O GALO DO CAJÁ” arrastou muitos foliões pelas ruas centrais da cidade. Nossas lentes registraram a passagem do Clube pela Rua Dr Aloizio Xavier. Veja o vídeo:

Apesar das dificuldades e da má vontade do poder público com um dos clubes mais preferido pelo “povão”,  O Galo continua mostrando  que tem público fiel e que seu espaço no carnaval vitoriense é só seu.

“URSO BRANCO” lembra seu diretor Sérgio Tarso.

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Na noite da segunda (03) feira de carnaval a tradicional Agremiação Carnavalesca “Urso Branco” realizou mais um desfile pelas ruas centrais da cidade. Com sua sede na Mangueira o clube arrastou os foliões do bairro para o circuito oficial da folia. Este ano, “O URSO” homenageou o carnavalesco Sérgio Tarso. Veja vídeo:

Girafa realizou três dias de festa.

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Mantendo a tradição de mais de seis décadas a Agremiação Carnavalesca “A GIRAFA”, mais uma vez, deu vida ao carnaval vitoriense. Ao som do trio ASAS DA AMÉRICA, “pilotado” pelo artista vitoriense PIERRE, A PRESSÃO DE PERNAMBUCO, os girafeiros e girafeiras, dentro e fora do cordão, acompanharam, com muito entusiasmo, nos três dias (domingo -02, segunda -03 e terça -04) ao desfile, pelas ruas centrais da cidade, de uma das mais antigas agremiações da Vitória.

No primeiro dia (domingo) tivemos o privilégio de registrar uma das melhores imagens do carnaval vitoriense 2014. Veja o vídeo:

No segundo e terceiro dia (segunda e terça) “ A GIRAFA” não arrefeceu o espetáculo e manteve o ritmo levando milhares de pessoas ao êxtase carnavalesco.

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Parabéns mais uma vez aos seu diretores: Helder, Aluizinho e Alexandre Ferrer por manter “A GIRAFA” com todo pique no carnaval secular da Vitória de santo Antão.

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