Plenárias do Pernambuco 14 já mobilizaram quase 5 mil pessoas

ARMANDO MONTEIRO

Foto: Leo Caldas/Divulgação

Projeto que reúne propostas para o programa de governo de Armando Monteiro (PTB) é marcado por amplo processo de diálogo 
 
Salgueiro – A primeira fase do Projeto Pernambuco 14, que visa dialogar e colher contribuições da sociedade para o futuro programa de governo de Armando Monteiro (PTB), já reuniu quase 5 mil pessoas em plenárias realizadas na área metropolitana norte do Recife, nos sertões do São Francisco, Central, Pajeú e do Moxotó.
 
Nesta fase, foram cinco plenárias, de um total de 14 que serão realizadas até o início de junho. Apenas neste final de semana aconteceram os encontros de Salgueiro, no sábado (10) à tarde; de São José do Egito, na sexta (9); e de Arcoverde, na quinta (8). O Pernambuco 14 já esteve também em Petrolina e Igarassu.
 
Em Salgueiro, assim como nas demais regiões, a plenária atraiu representantes da sociedade civil e lideranças políticas de todo o Sertão Central para debater o futuro do Estado. A população entregou nas mãos dos pré-candidatos a governador e a senador, Armando Monteiro e João Paulo, propostas formuladas para as áreas de cidadania, desenvolvimento, infraestrutura e qualidade de vida. Nesta semana, no sábado (17), haverá plenárias em Caruaru, pela manhã, e em Surubim, à noite.
 
Aplaudido de pé pelos sertanejos, Armando Monteiro agradeceu a presença de todos, ressaltando a importância de se construir uma proposta pela via do diálogo: “Temos que fazer a escuta, colocar o ouvido na terra e promover uma ampla audiência em todas as regiões de Pernambuco para que possamos interpretar os anseios do povo de Pernambuco”.
 
 “Depois que me elegi senador, me impus um compromisso que era o de percorrer todas as c regiões de Pernambuco. Percorri quase 160 municípios desde 2011. Com o Pernambuco 14 poderemos formar um programa de governo que tenha a responsabilidade de traduzir os compromissos e uma aliança com a população, que é um grande desafio que Pernambuco nos aponta”, ressaltou Armando.

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LÉO DOS MONGES: SABE TUDO DE MÚSICA…

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Hoje, 09 de maio, de maneira excepcional estamos postando a  matéria, rotineiramente exposta nos dias de quinta-feira, relativa à coluna do nosso blog intitulada: CURIOSIDADES MUSICAIS. Está coluna, é assinada pelo amigo Léo dos  Monges, que convenhamos, é um  apaixonado por música e conhecedor do tema como poucos.

O surgimento desta coluna – Curiosidades Musicais – foi meio que por acaso. Em certa ocasião, estávamos um sábado a tarde, – Léo, Nininho e eu – no encontro dos amantes da boa música que acontece no Restaurante Varanda do Tadeu, quando fizemos uma espécie de gincana  do tipo: “qual é a música”, e Léo foi o campeão disparado. Sendo assim propomos à ele uma coluna semanal aqui no blog.

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Pois bem, no dia de hoje a referida coluna está completando exatamente um ano. O que vou dizer agora, até parece brincadeira, mas não é. A conjunção do alto fluxo do blog do Pilako na Rede Mundial de Computadores e a qualidade no conteúdo dos artigos de Léo, o fez virar, neste período, UMA CELEBRIDADE NACIONAL.

Para confirmar o que digo, basta o internauta neste momento pesquisar no Google – maior sistema de busca  do mundo – para se deparar, na primeira página, como a foto do nosso amigo e colunista Léo dos Monges.

Para comemorar a auspiciosa data, Léo,  de maneira oportuna, nos brinda hoje com história da famosa música PARABÉNS PRÁ VOCÊ.

Hoje, dia 09 de maio de 2014, estamos comemorando um ano da Coluna “Curiosidades Musicais”. A todos vocês que nos acompanham um grande abraço.

Léo dos Monges

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PARABÉNS A VOCÊ

No dia de hoje no Brasil, 400.000 pessoas estão aniversariando. Em um país como o nosso, de enormes desigualdades sociais, é bem provável que todas essas celebrações tenham uma única coisa em comum: a música Parabéns a Você. Ela é com certeza e com folga, a melodia mais conhecida e mais cantada no país em todos os tempos, e dificilmente algum dia terá uma concorrente à altura.

Sua história começa nos Estados Unidos, em 1875. Duas professoras primárias da cidade de Louisville, no Estado de Kentucky, as irmãs Mildred e Patricia Smith Hill, resolveram compor uma quadrinha para seus alunos cantarem quando chegassem à escola, pela manhã. O resultado foi good Morning To All (Bom dia para Todos), uma simples e despretensiosa melodia em que o título era também a letra inteira, repetida quatro vezes em tons levemente diferentes.

Meio século mais tarde, em 1924, uma editora musical americana lançou um livro de partituras, o Celebration Songs. Como na época nã havia uma música própria para ser tocada em aniversários, a editora “emprestou’  a melodia das irmãs Smith Hill e reabatizou-a como Happy Birthday To you (Feliz Aniversário Para Você). De novo, quase nada aconteceu. Mas, nove anos depois, em 1933, a canção foi usada como tema de uma Peça teatral na Broadway, em Nova York, não por acaso intitulada Hapyy Birthday To You.

A música se espalhou pelo mundo e chegou ao Brasil no final da década de 30. Aqui era cantada nas festinhas das famílias abonadas, em inglês mesmo. A letra original tinha apenas uma frase, Happy Birthday To you, repetida quatro vezes, sendo que, na terceira linha, o To You era substituído por um Dear, mais nome do aniversariante. Só que tinha alguém que não estava achando graça nenhuma naquela invasão musical alienígena. Era o cantor Almirante, pseudônimo de Henrique Foréis Domingues, que também apresentava, na Rádio Tupi do Rio de Janeiro, um programa de grande audiência sobre música brasileira. Nacionalista fervoroso, Almirante se sentia incomodado com algumas coisas de Brasileiro ficar enrolando a língua e, em 1942, decidiu promover um concurso para escolher uma letra “mais nossa” para a melodia americana.

Umas das 5.000 cartas que chegaram à Rádio Tupi veio da cidade Paulista de Pindamonhamgaba, no Vale do Paraíba, SP. Foi escrita em apenas cinco minutos por Bertha Celeste Homem de Melo, filha única de um casal de fazendeiros, formada em farmácia, casada e mãe de uma filha. O júri encarregado da escolha era composto por membros da Academia Brasileira de Letras: Olegário Mariano, Cassiano Ricardo e Múcio Leão, e os três se encantaram com o versinho de Bertha Celesta, por dois motivos: era um dos poucos que tinha quatro linhas diferentes (a maioria preferiu repetir a mesma frase quatro vezes). Dava de goleada até na letra original…

Bertha Celeste tinha 40 anos quando escreveu a quadrinha de Parabéns a Você. Depois de se tornar conhecida em todo Brasil, Doutorou-se em Letras e dedicou-se à poesia (A coletânea de sua obra está no livro Devaneios). Aos 54 anos de idade moudou-se para a cidade de Jacareí, onde lecionou por mais dez anos e onde viria a felecer em agosto de 1999, aos 97 anos, de Pneumonia. Além de passar boa parte da vida contando a história de seu famoso verso, Bertha insistia para que as pessoas o cantassem direito. Quem canta – como muita gente faz – “Parabéns prá você, Nessa data querida, Muitas felicidades, Muitos anos de vida”, está cometendo três erros (gravíssimos, assevera Dona Bertha): Na primeira linha, o certo é “Parabéns a você, na segunda, o correto é “Nesta” e não “Nessa” e, na terceira, “Muita Felicidade” é singular e não plural. Ah, e aquela coisa de “É pique-pique-pique, é hora, é hora, é hora, depois do “Parabéns à Você” não tem nada a ver nem com a melodia original, nem com Dona Bertha. Poetisa de respeito, ela jamais escreveria uma barbaridade dessas…

Fonte: MAX GEHRINGER

Para também marcar a data, a partir da próxima sexta (16) o amigo Léo assinará, sem abrir mão da sua  já consagrada Curiosidades Musicais, uma nova coluna aqui no blog que se chamará: PALINHA DO LÉO DOS MONGES.  Estamos aguardando a novidade.

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Primeiro Simpósio do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória foi concluído com sucesso.

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Fechando o Primeiro Simpósio do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória aconteceu, na noite de ontem (08), nas dependências do Teatro Silogeu José Aragão Bezerra,  mais um  ciclo de palestras: 13 de Maio, Novos olhares.

Para debater o tema: O Brasil e o continente africano: uma perspectiva, histórica e cultural. Compôs a mesa  sob a coordenação do Padre Clovis Carvalho do NEAB/UNICAP, o professor doutor Marcos Carvalho, UFPE, o professor doutor Cristiano França, FACOL  e o professor doutor Ricardino Teixeira, UFPE e claro, o presidente da Casa, professor Pedro Ferrer.

Após as palestras dos convidados, onde realçaram, entre outras coisas, que a história do Brasil está intimamente ligada à história do continente africano a plateia participou formulando perguntas e questionamentos.

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O coordenado da mesa, Padre Clovis Carvalho, em um determinado momento se empolgou tanto com o tema que colocou os presentes para cantar. Veja o vídeo:

Ao final o presidente do Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer agradeceu a presença de todos  fazendo  referência ao empenho da Diretoria da casa que vem se mantendo firme e unida  na missão do Instituto. De maneira especial fez uma referência a colaboradora da casa, Cláudia Vicente, pela coordenação geral dos trabalhos.

CHUVAS PROVOCAM ALAGAMENTO…

O internauta do blog do Pilako que acompanha diariamente nossas postagens, vem testemunhando  às cobranças que estamos realizando na direção dos gestores municipais na  questão da prevenção à enchentes.

Por várias vezes flagramos no centro da cidade  vários coletores de água  entupidos. É bom lembrar que  estamos começando estação  invernoso,  período aliás,  que sempre trás  muitos transtornos para a boa fluidez da cidade.

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Pois bem, apesar da ação isolada na limpeza do coletor da no entorno da Praça Leão Coroado, realizado pela prefeitura, inclusive,  já postado aqui no blog, constatamos, na pequena chuva da tarde de ontem (08), que nas margens da Avenida Henrique de Holanda, nas imediações da “subida do Reservatório”, a água, não tendo para onde escoar, causou alagamento dificultando assim, a vida de quem é  abrigada a passar por ali.

Portanto, vale a pena lembrar: O INVERNO ESTÁ APENAS COMEÇANDO E A PREFEITURA AINDA CONTINUA COCHILANDO……. ACORDA ELIAS LIRA………

Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Cavalo “lanchando” na Matriz,

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Na noite de ontem (08) nossas lentes flagraram, na Rua Horácio de Barros, por trás do Colégio Pedro Ribeiro localizado no bairro da Matriz, um cavalo se alimentando de lixo em plena via pública e promovendo a maior sujeira.

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Secretária de Saúde Dra. Veraluce Lira – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Sendo assim, cobramos, mais uma vez, dos gestores municipais Elias Lira e da sua sobrinha Secretária de Saúde, Veraluci Lira providências no sentido de resolver, de uma vez por toda, este GRAVE PROBLEMA DE SAÚDE PÚBLICA EXISTENTE EM NOSSO MUNICÍPIO.

Portanto, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “jaula do Elias” e zerar, mais uma vez nosso contador dos bichos.

Prefeito e Vereadores “pisaram na bola”…

A polêmica continua nas mais variadas rodas de bate-papo na cidade: ONDE SERÁ QUE A PREFEITURA ESTÁ APLICANDO OS RECURSOS PROVENIENTES DA COBRANÇA DA NOVA TAXA DO LIXO?

Na tarde de ontem (08), por exemplo, nossas lentes registraram o momento em que um grupo de estudantes foi brigado a caminhar na rua por conta da quantidade de lixo que “repousava” na calçada. Vale salientar, que a fato se deu, na Avenida Dom João Costa, em frente ao Prédio da AABB, nas proximidades do Cemitério local.

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O brasileiro, de maneira geral, já paga muito imposto. Acho que o  prefeito Elias Lira “pisou na bola” com mais esta cobrança.  A bem da verdade, o dinheiro suado do povo da cidade “caminhado” na direção dos já abarrotados cofres da prefeitura, Já com relação ao serviço de coleta e limpeza do lixo e entulho,  em nada melhorou, muito pelo contrário,  a cidade continua IMUNDA.

Portanto, temos que cobrar do prefeito, assim como dos vereadores que aprovaram esta TAXA IMORAL,  para que recuem desta infeliz decisão e que,  simultaneamente, exijamos  que a cidade tenha um melhor asseio.

LIXO NA SUA RUA? Mande um foto para divulgarmos e cobrarmos providências… 

Bagunça no Caic

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COMPESA X CAIC

Contrariando todos princípios da CONSTRUÇÃO CIVIL e ESCAVAÇÕES a COMPESA resolveu, na data de hoje, FAZER ESCAVAÇÕES PARA COLOCAÇÃO NO CANOS DE ABASTECIMENTO NO NOSSO BAIRRO. Como se não bastassem os transtornos que estão causando, com por exemplo deixar entulhos e pedras no meio da vias, além de buracos mal tampados (enviei várias fotos). O fato é que o trecho encontra-se intransitável, lama e buracos. DAÍ FICAM AS SEGUINTES PERGUNTAS: 1 – QUEM AUTORIZOU A COMPESA A FAZER TAL SERVIÇO DE FORMA TÃO PRECÁRIA? 2 – Esse serviço esta sendo feito por gente especializada? 3 – Os buracos e entulhos deixados nas vias, quem vai fechar e tirar? Segundo os próprios funcionários da COMPESA a ordem seguiu ainda na gestão de Eduardo Campos, que disse que queria a obra finalizada antes da eliçao. TRADUZINDO: NÃO IMPORTA A QUALIDADE, PODE SER FEITA DE TODA FORMA. Assim sendo, peço que A PREFEITURA, ASSIM COMO OS SECRETÁRIOS DE OBRAS, JOAQUIM, ELIAS, HILDEBRANDO, BARBOSA, etc. prontifiquem -se a COBRAR DA COMPESA UMA SOLUÇÃO, pois, AO FINAL DA HISTÓRIA A PREFEITURA QUE VAI SER RESPONSABILIZADA PELOS BURACOS DEIXADOS, muito embora, ao meu entender não tenha culpa. Na intenção de comprovar o que escrevi envio as fotos.

João

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Internauta Jadson comenta no Blog

Comentário postado na matéria “Estamos esperando as devidas explicações…“.

Pilako, só não entendo um prefeito poder botar uma pessoa de sua família para um cargo de tanta importância. Enfim, infelizmente mais uma vez nossa sociedade é prejudicada por nosso próprio erro, que foi ter colocado esse homem, que eu não sei se é honesto ou não, mas tenho certeza que não é capaz de gerir qualquer cidade, principalmente Vitória , que já não é pequena como antes. O povo foi nas urnas e votaram nele, não acharam suficiente dar 4 anos a ele, e lhe deram mais 4…

Infelizmente eu não vejo nenhum crescimento na cidade, principalmente de infraestrutura… Precisamos de alguém que tenha visão, e de uma população que não se venda por tijolos, cerâmicas, telhados…

Quando teremos um executivo com a ideia de desenvolver um plano de metas para a cidade? Focando industrialização (apesar de já nos desenvolvermos muito nesse aspecto) e modernização (o centro de nossa cidade não suportará um crescimento).

Enfim, deixo aqui meu desabafo !

“O desenvolvimento de Pernambuco deve ser melhor distribuído”, defende Armando Monteiro, em Arcoverde

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Com a participação de mais de 1,7 mil pessoas inscritas, a terceira plenária do Projeto Pernambuco 14 reuniu na noite desta quinta-feira (8), em Arcoverde, representantes da sociedade civil e lideranças políticas de todo o Sertão do Moxotó. Um pouco antes da plenária final, o senador Armando Monteiro (PTB), pré-candidato a governador, defendeu uma política mais afirmativa do Estado em favor da interiorização do desenvolvimento.
 
“Pernambuco cresceu, mas acentuou os seus desníveis. Todos melhoraram, mas as distâncias se acentuaram, as distâncias sociais, a distribuição da riqueza e do processo de desenvolvimento do Estado, que passou a ser mais concentrado ainda em algumas regiões que tinham melhor infraestrutura”, afirmou, ao lado do deputado federal João Paulo, pré-candidato a senador.
 
“O Nordeste tem metade da renda nacional, mas Pernambuco tem um terço da renda do Sudeste e o pernambucano do Sertão tem um terço da renda da área metropolitana. E aí tem que haver uma ação firme e indutora do Estado para reverter esse quadro. A lógica do investimento é perversa porque só procura os locais que têm mais infraestrutura e melhor oferta de mão de obra. Ou há uma ação firme do Estado, no sentido de corrigir essas distorções, ou esses desequilíbrios vão crescer ainda mais”, acrescentou.

DE JOAQUIM A JOAQUIM, O CURRAL ELEITORAL VAI SEGUINDO EM FRENTE.

gadoNossa cidade, Vitória de Santo Antão, há muito vem padecendo de uma involução política. Desde meados do século passado, com a chegada ao poder do Coronel José Joaquim da Silva, avô de José Aglailson, que a sociedade vitoriense, aos poucos, vem abrindo mão do que existe de mais sublime na vida em coletividade: A LIBERDADE.

Basta dizer, que duas décadas antes da abolição da escravatura (1888), nossa cidade, em sintonia com os movimentos mais nobres do País, que empunhavam a bandeira de uma sociedade livre e mais igualitária, já produzia, em Terras Antonenses, movimentos libertários, mostrando assim, que na Vitória de outrora, existia espaço para o bom debate  ou seja, os vitorienses respiravam os doces ventos da LIBERDADE DE EXPRESSÃO.

PREF JOSÉ JOAQUIM DA SILVAPois bem, salve engano, foi o Coronel José Joaquim da Silva, o primeiro prefeito na história da Vitória a colocar a família, literalmente, na carreira política. Fato este, que até hoje, mais de 50 anos depois, ainda amargamos uma sucessão de maus POLÍTICOS “brotados” do  cenário local.

Além do José Joaquim da Silva Filho, também conhecido por Nô Joaquim, pai de José Aglailson, se apossaram do poder em nossas terras,  outros descendentes com a  composição genética do velho Coronel: Ivo Queiroz, José Aglailson, Henrique Queiroz, Aglailson Júnior e  Henrique Filho.  Outros  parentes,  menos afortunados,  até  que tentaram,  mas não lograram êxito.

Jornal da Vitória - ANO XXV - Nº 164 - MAIO 2007

Jornal da Vitória – ANO XXV – Nº 164 – MAIO 2007

Pois bem, para completar a conjunção de fatores negativos desta verdadeira “engenharia política familiar”, por um descuido do destino, o médico Ivo Queiroz, apresentou nas praças públicas, para sucede-lo em 1982, um dos seus principais financiadores de campanha: Elias Lira.

Falando um português engraçado e bem orientado por Marco Maciel, Elias logo entendeu que a política era um ótimo negócio. Pouco tempo depois de sentado na cadeira de prefeito, cravou o “punhal da traição” nas costas de DR IVO, ao se aliar  a Zé Augusto, principal adversário de IVO, e se profissionalizou no ramo da atividade política.

Elias gostou tanto do poder e dos benefícios dele, que mesmo bradando aos quatro cantos que era comerciante e não um político profissional, tal qual os outros – IVO, AGLAILSON e HENRIQUE – que chegou a ser prefeito quatro vezes e deputado pelo menos com três mandatos, ou seja, na prática fez tudo diferente do discurso.

Em algumas oportunidades, dizia Elias para pessoas mais próximas: “graças a Deus, meu filho não quer saber de política”. Também orientou seu rebento para repetir frases do tipo: “eu detesto política, por mim meu pai já tinha saído deste negócio”.

A encenação foi tão bem feita, que pessoas do próprio grupo políticos de Elias, juravam, de pés juntos, que tudo aquilo era verdade. Não sabiam eles, coitados, que Elias estava apenas esperando o filho se formar para debuta-lo na vida pública, até porque, inteligentemente, a “divulgação” do  não interesse de Joaquim na carreira política, abriria vaga, pelo menos em tese, para qualquer um dos seus aliados, o que se configurou na prática em um ledo engano.

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É bem verdade que a representação política em todo País vem amargando índices de rejeição aos mais variados campos políticos. Em nossa cidade a coisa também não é diferente, mas, para atenuar os efeitos da rejeição, em relação aos políticos locais e aspirantes a tal,  os meio de comunicação, de propriedades destes mesmos sujeitos, procuram fazer,  diariamente, uma espécie de LAVAGEM CEREBRAL na população  para vende-los como “sujeitos bonzinhos”.

Portanto, para encerrar estas linhas, que de maneira sintética procurei fazer um pequeno histórico sobre a “fábrica” de políticos de chocadeira existente em nossa cidade, onde os pais apresentam seus filhos como lideranças, quando na verdade eles ainda não  lideram nem suas próprias vidas, haja vista, que os mesmos são mais conhecidos como “filho de fulano” de que pelos próprios nomes, para dizer, que apesar do tempo e da consolidação do estado democrático de direito no País, nossa cidade, APARENTEMENTE, continua um CURRALZINHO ELEITORAL DE QUINTA CATEGORIA, ONDE, DE JOAQUIM DA SILVA A JOAQUIM LIRA, O POVO CONTINUA SENDO TRATADO COMO  ELEITORES ANENCÉFALOS.

Instituto Histórico: 13 de Maio, Novos Olhares…

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Cumprindo a programação do I Simpósio do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória – 13 de Maio, Novos olhares –  aconteceu na noite de ontem (07) a segunda noite do evento. Com o Tema:  Da Lei Áurea aos dias atuais; as relações estabelecidas através do pertencimento, a casa mais uma vez ficou lotada.

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Compôs a mesa para os trabalhos, coordenada pela professora Fátima dos Santos, o doutor Silvio Luiz de Almeida, presidente do Instituto Luiz Gama, Estado de São Paulo e os doutores Ismael Tham e Valdenice Raimundo, além claro, do presidente da casa, professor Pedro Ferrer.

Fazendo a abertura musical da noite, o evento contou com a participação professor em música Alcides Lopes que interpretou canções genuínas do Arquipélago do Cabo Verde. Vale salientar que o referido professor é natural da Ilha de Santo Antão, mesma localidade de onde saiu Diogo de Braga, há quase 400 anos, para fundar nossa Vitória de Santo Antão. Veja o vídeo:

O público acompanhou atentamente às intervenções dos palestrantes. Na sua fala, entre outras coisas, o doutor Silvio Luiz fez uma referência ao 13 de maio de 1888 – assinatura da Lei Áurea – como uma data importante de conquistas mais que é preciso manter uma reflexão constante sobre o racismo no Brasil.

professoraPara minha surpresa, a doutora Valdenice Raimundo, no início da sua fala relatou ser vitoriense e que pela primeira vez estava palestrando em sua terra natal. Aproveitei a oportunidade para gravar um pequeno vídeo com a nossa conterrânea. Veja o vídeo:

Um bom debate foi estabelecido entre os palestrantes e a plateia enriquecendo assim, o conteúdo do encontro. Fechando o evento, acorrerá na noite de hoje (08), as 18h30 no Teatro Silogeu a última noite do I Simpósio do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

NOVA TAXA DO LIXO: O POVO ESTÁ PAGANDO MAS O LIXO CONTINUA NA RUA.

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Na manhã de hoje (08) nossas lentes flagraram no bairro do Cajá, mais precisamente nas ruas do entorno da FAINTVISA, vários focos de lixo.

Ano passado o prefeito Elias Lira enviou projeto para Câmara de Vereadores que, entre outras coisas, criava uma “tal” TAXA DE LIXO, onde, em contra partida, se comprometia em melhorar a coleta de lixo na cidade.

Pois bem, o tributo já está sendo cobrado dos munícipes, junto com o carnê de IPTU, mas até agora não aconteceu, pelo menos aparentemente, nenhuma melhora nos serviços públicos. Portanto, mais uma vez, pedimos explicação ao chefe do poder executivo, prefeito Elias Lira, no tocante à aplicabilidades dos recursos provenientes do NOVO TRIBUTO COBRADO DA POPULAÇÃO.

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AGTRAN “se mexeu”…

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Nada foi em vão. Recentemente, na qualidade de pai de aluno, assinei um abaixo-assinado promovido pela direção do Colégio Santo Inácio na direção da AGTRAN no sentido de disciplinar o fluxo de veículos na rua em que se localiza o educandário.

Fiz também, aqui elo blog, várias cobranças ao amigo Hildebrando, diretor do órgão citado, para que fosse tomada providências, pois referida rua nos horários de início e término de turnos virava uma verdadeira zona.

Sendo assim, gostaria de dizer aos amigos internautas que, finalmente, a AGTRAN  “se mexeu” e colocou algumas placas no entorno do colégio, sinalizando a via.

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Sendo assim, sou obrigado a dizer: Direção do Colégio Santo Inácio, pais de alunos e blog do Pilako botam a prefeitura para trabalhar.

Resultado da Sexta do Pilako Especial dia das Mães desta semana.

O vencedor da Sexta do Pilako Especial Dia das Mães é a internauta ZÉLIA BATISTA ALVARES DE ALBUQUERQUE (zeliabalbuquerque@hotmail.com). A mesma deverá comparecer no escritório do Blog do Pilako até às 16h desta sexta-feira (09), portando documento de identidade, em nosso escritório na Praça Leão Coroado, nº 56 – Sala 07  – 2ª andar.

Internauta Adelson reclama de descaso no bairro do Caic

No bairro do Caic na primeira rua que dá acesso ao Colégio, tem uma montanha de barro na estrada obstruindo a passagem, e já está lá a uns seis anos. Ou o pessoal da Prefeitura nunca passou no local, ou são cegos. Só que durante a campanha o atual Prefeito esteve por lá pedindo votos, inclusive, prometeu até asfalto. Seu Prefeito, já que o asfalto não saiu,mande pelo menos retirar aquele barro, custa bem mais barato.

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Vale a pena lembrar, as promessas do prefeito Elias Lira na campanha passada no bairro do caic:

Projeto de Armando Monteiro amplia penas para violência durante os jogos

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Brasília – Com o objetivo de evitar novos atos de violência como o que resultou na morte de um torcedor no Recife, na última semana, o senador Armando Monteiro (PTB) cobrou urgência na tramitação do projeto de lei de sua autoria, que altera o Estatuto do Torcedor, de forma a criminalizar condutas violentas relacionadas a torcidas organizadas. Armando apresentou o projeto, o PLS 28/2014, em fevereiro deste ano e aguarda aprovação na Comissão de Educação do Senado, onde está sendo relatado pelo senador Romero Jucá (PMDB).

Armando Monteiro já conversou com Jucá para acelerar a tramitação do projeto, que prevê o aumento das penas para quem promover ou praticar tais atos, com reclusão de dois a oito anos, além da multa. Ele altera o Estatuto do Torcedor para introduzir sanções a clubes e torcidas organizadas que promoverem tumultos, conflitos coletivos ou atos de vandalismo em estádios ou logradouros públicos.

O projeto penaliza quem promove tumulto, pratica ou incita a violência em um raio de cinco mil metros ao redor do local de realização do evento esportivo ou durante o trajeto de ida e volta do local da realização dos jogos. O torcedor que portar ou transportar, no interior do estádio ou em suas imediações e trajeto, qualquer instrumento que sirva para a prática de violência também terá punição.

O projeto também proíbe as entidades desportivas e os clubes de doar ou transferir às torcidas organizadas recursos financeiros, bens ou ingressos para eventos esportivos. Da mesma forma é vedada a transferência às torcidas organizadas de verbas públicas ou recursos financeiros de empresas estatais ou de economia mista. Busca-se, assim, evitar a relação direta entre a torcida organizada e o clube. Em casos de morte ou lesão corporal grave, os envolvidos com os atos de violência serão punidas conforme prevê a legislação e terão suas penas ampliadas em um terço.