Nota de José Humberto Cavalcanti, secretário geral do PTB de Pernambuco, à respeito de declarações de Sileno Guedes:

Sileno tem produzido sempre nano-avaliações sobre o processo político-eleitoral, que são próprias dos chamados tarefeiros de baixa patente.

Essas declarações deselegantes e irritadiças de Sileno traduzem a grande preocupação que existe hoje nas hostes socialistas pelo forte crescimento da candidatura do senador Armando Monteiro, evidenciada em todas as pesquisas e constatada em todas as regiões do Estado.

A trajetória de respeitabilidade, competência e liderança do senador Armando Monteiro é reconhecida em Pernambuco e no Brasil – e também pelo PSB pernambucano até a eleição de 2010.

Sileno vive a dificuldade de conseguir explicar uma fragilidade que o povo de Pernambuco já percebeu. A de tentar impor, junto com o seu grupo, aí, sim, como verdadeiros patrões políticos, um nome sem qualquer representatividade na sociedade, além daquela que deriva das circunstâncias de subordinação e parentesco, como o de Paulo Câmara.

Veja vídeo:

Internauta João Fernando faz comentários no blog

Comentário postado na matéria “Internauta Paulo Souza comenta no blog“.

Reforma da praça? e a antiga praça (de frente a sub estação da celpe)? No local hoje tem um BAR, UMA FARMÁCIA, UM COMITÊ DESATIVADO. Será que ninguém lembra da praça que foi invadida?

Em 2000 aquela praça existia, tinha arvores, bancos de praça, carrinhos de cachorro-quente, etc. Sera que ninguém se lembra?

Desta forma vou contar, a praça existente no local, foi sucumbindo com o tempo. Primeiro um “box”, depois um comitê do Dep. Henrique (Entregava Leite). Após, mais uma construção, cerca no “box” (que virou bar), etc. Com isso em menos de oito anos a PRAÇA SUMIU.

Assim sendo fica a PERGUNTA: NÃO SE DA USUCAPIÃO DE BEM PÚBLICO, SERÁ QUE O PREFEITO VAI RETOMAR A PRAÇA E DEVOLVE-LA AO POVO? OS MORADORES DO MAUÉS QUEREM SABER.

João Fernando

Quer comer doces deliciosos? – Participe da Sexta do Pilako

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Uma fotografia, um acontecimento importante e a lembrança de uma criança que nunca saiu da sua cabeça.

Foto para Artigo

Com a cooperação de alguns bons vitorienses mantenho, sempre crescente, um robusto acervo de fotografias que retratam a Vitória de Santo Antão vivida pelos nossos antepassados. São “imagens congeladas” das mais variadas situações. Desde um importante acontecimento que mudou a vida dos vitorienses para sempre – como a inauguração da energia elétrica em nossa cidade – ou, simplesmente uma visão estática de uma rua qualquer retratada em uma tarde de dia comum.

João Cleofas inaugurando energia

Pois bem, certa vez observando uma fotografia, repararei alguns detalhes que me fez pensar: este registro fotográfico deve ter sido por ocasião de algo importante.

Semana passada, ao ler um artigo escrito pelo renomado vitoriense Doutor Aloízio Xavier, de saudosa memória, pude, então, por ocasião de alguns detalhes – criança com a cabeça raspada – contidos no artigo,  fazer a “ponte” com a referida fotografia.

Sendo assim, disponibilizo o artigo para que os amigos internautas do Blog do Pilako tenham a oportunidade de, além de realizarem uma boa leitura, conhecerem também os detalhes que me fizeram linkar uma coisa com a outra.

O crédulo Mestre Fagundes e o “over night” às avessas

Aloísio Xavier

No começo do segundo quartel deste século, precisamente no ano de mil novecentos e vinte e seis, passou a terra vitoriense a contar com seu primeiro estabelecimento bancário, o BANCO POPULAR DE VITÓRIA, que tantos e tão notáveis incentivos e benefícios haveria de proporcionar ao desenvolvimento do comércio, da agricultura e da indústria locais, até que viesse, anos depois, a acontecer o seu merencório e funesto desaparecimento.

Lê-se na magnífica “HISTÓRIA DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO, do eminente mestre e historiador conterrâneo Prof. José Aragão, Volume 2, págs. 146/147, que a primeira Diretoria do Banco se compunha do Diretor-Presidente, Cel. Antônio de Melo Verçosa, político de larga influência no Município; Diretor-Gerente, Inácio Pereira de Brito; Diretor-Secretário, Dr. Edgard do Nascimento Valois, sendo o Conselho Fiscal contituído por José Balbino Ferreira, Miguel Augusto de Lagos, Dr. Eurico Monteiro de Matos, Dr. João Cleophas de Oliveira e João Olímpio de Carvalho.

Colhe-se, ainda na mesma fonte, que o Banco passou a operar com diversas contas, pagando juros variáveis: conta-corrente em movimento, 2%; conta-corrente com juros, 3%; conta-corrente limitada, 4%; conta corrente com aviso prévio, 5% e prazo fixo , 6%.

Registro, de passagem, que, na oportunidade da constituição e da fundação do Banco, foi tirada uma fotografia de alguns fundadores, na Praça Leão Coroado, empertigados nos degraus da escadinha que dá acesso à entrada da estação ferroviária da empresa inglesa de transportes, então denominada Great Westrn of Brazil Railway. Nessa fotografia, que o meu caro e dileto amigo Dr. Edson Lins possui, encontram-se mau pai e meu irmão José, falecidos. Também nela estou, de calças curtas e com a cabeça inteiramente rapada por causa de uma rebelde infestação de piolhos. Foi essa a única vez que me deixaram assim, com um crânio de aspecto mongoloide. Para meu desprazer, esse humilhante evento depilatório ficou assim fotograficamente provado “ad perpetuam rei memoriam”.

Recordo mais que, naquele tempo, morava na cidade um ferreiro, homem de cor, correto e respeitado, mantendo sempre visível compostura nos modos e na indumentária. Era conhecido geralmente como Mestre Fagundes e morava sozinho em uma casa da atual rua Dr. José de Barros, no centro da cidade, onde mantinha também a sua oficina de ferreiro.

SEU FAGUNDES (FERREIRO)

SEU FAGUNDES (FERREIRO)

Nós, meninos naquela época, com a inconsequência própria da infância, íamos brincar na casa-oficina de Mestre Fagundes. Mexíamos nos seus instrumentos de trabalho, mudando-lhes os lugares certos, etc. De uma coisa estou certo. Desprestigiando velho ditado, nunca vi na casa do ferreiro Mestre Fagundes qualquer espeto de pau… Tenho incrustada na memória uma trela que fiz na oficina de Mestre Fagundes: vi um bacalhau ressequido e, com todo o empenho, apertei-o num torno de ferro, até esmigalhá-lo. Porque fiz isso, até hoje não sei. Teria Mestre Fagundes ficado sem almoço nesse dia?

Paciente e bom em todos os momentos era Mestre Fagundes. Jamais assumiu qualquer atitude hostil, jamais manifestou qualquer aborrecimento conosco. Acredito que Deus reservou-lhe um bom lugar, ao recebê-lo de volta.

Veiculou-se, naquelos idos, um episódio curioso. Criado o Banco, Mestre Fagundes, entusiasmado, como muitas outras pessoas, diante da novidade, resolveu depositar no estabelecimento de crédito a quantia de cem mil réis, poupança que lograra alcançar a duras penas e repetidos suores.

Assim é que, segundo se dizia, logo no primeiro dia de funcionamento do Banco, às oito horas da manhã, lá se encontrava Mestre Fagundes com seu rico dinheirinho na mão para confiá-lo à custódia do Banco. Talvez haja sido ele, até, o primeiro cliente depositante.

Todavia, ao deixar, plenamente satisfeito, o estabelecimento de crédito, começou Mestre Fagundes a ouvir comentários de pessoas desconfiadas e desinformadas, de índole pessimista, alertando sobre a temeridade de botar dinheiro no Banco, tais os riscos e perigos existentes.

Devo dizer agora que Mestre Fagundes era homem de muita simplicidade e credulidade. As pérfidas sementes da dúvida cedo germinaram no seu espírito, enchendo-o de suspeita e insegurança. Prestes a terminar o expediente, às quatro horas da tarde voltou Mestre Fagundes ao Banco e, para surpresa do gerente, manifestou o seu propósito de retirar o seu depósito.

Era praxe bancária, naquele tempo, se deduzir logo, no ato do depósito, o montante das despesas com o material de expediente, como caderneta, talão de cheque, etc. fornecidos ao correntista.

Desse modo, recebeu Mestre Fagundes menos do que os cem mil réis que depositara às oito horas da manhã daquele mesmo dia. Raciocinando em termos de grandezas inversamente proporcionais disse então Mestre Fagundes: “O pessoal bem que disse. Se, apenas oito horas depois, eu perdi tanto dinheiro, imagine-se se eu demorasse ainda mais tempo para retirar o meu dinheirinho. Iria perder tudo. Com sua credulidade ingênua, Mestre Fagundes inventara o “over night” às avessas.

(REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO – VOLUME 10 – 1988 – pág. 3 e 4.)

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Stephem Beltrão: UM VITORIENSE TALENTOSO.

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Em recente encontro cultural o amigo escritor vitoriense Stephem Beltão presenteou-me a sua obra literária. Fez-me, inclusive, uma elegante dedicatória. Para os que não conhecem o amigo Stephem, já que ele durante um bom tempo esteve ausente da sua terra mãe, disponibilizaremos um pouco da sua história.

Stephem Beltrão, nascido em 1951, em Vitória de Santo Antão. Aos oito anos, comprou um maço de fósforo, com a ajuda de sua vó e começou a trabalhar na feira de sua cidade. Aos dez, empregou-se em um armazém de um primo em Bonança, então, Tapera. Aos treze, mudou-se para Recife e foi trabalhar em uma mercearia de outro primo, chamado Correia. Aos dezessete anos, ingressou na Marinha. Foi transferido para reserva, em 1998, no posto de Capitão-Tenente. Formou-se Bacharel em Ciências Contábeis, na Faculdade Souza Marques, no Rio de Janeiro. Atualmente, se dedica  à música e à literatura. Tem vinte músicas gravadas e participou de várias coletâneas e antologias. A partir de 2004, começou a participar de concursos literários.

Foi premiado nos seguintes concursos literários: I e II Concursos Literários A Gazeta dos Sinos,C. Bom, RS; VI Concurso Nacional de Poesia Poeta Nuno Álvaro Pereira, SP; III Concurso Nacional de Poesia de Igaraçu do Tietê, Piracicaba, SP; XII Concurso Internacional Literário de Outono, Campo Limpo, SP; VII Concurso de Poesia Florbela Espanca, Niterói, RJ; IV Concurso de Poesia do Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro, RJ; Concurso Nacional de Literatura Viva, RJ; Seletiva de Novos Poetas da Câmara Brasileira de Jovens Escritores, RJ; IX Concurso Nacional de Poesia Francisco Igreja, SP; e I Concurso Nacional de Poesia de São Gonçalo do Amarante, RN. Acredita que as pessoas nascem para serem felizes. Assim, enquanto trabalhava, para ajudar a sua mãe e seus dois irmãos, se divertiu muito e estudou muito também. Fez e faz grandes amizades. Influenciado pela jovem guarda, começou a tocar vioolão desde pequeno. Agradece a Deus, todos os dias, por ter lhe dado a vida, o mundo, três filhos, quatro netos e duas pernas.

Capa Retratos do Tempo

FIAT UNO À VENDA…

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Na manhã de hoje (20) ao caminhar pelas imediações do Colégio 3 de Agosto, fui abordado pelo amigo Cassiano. Disse-me ele: “Pilako, tu num sabe quem quer comprar um Fiat uno?” Respondi que no momento não sabia, mas caso ele tivesse interesse, poderíamos anuncia-lo no blog, quem sabe um comprador poderia aparecer. Com a sua concordância expomos a seguinte oferta, veja o vídeo:

SERVIÇO

Fiat Uno 1997
Ar  e trava
Entrada: R$ 3.500,00 e o saldo em 12 parcelas de R$ 308,00 no cartão
Tratar com Cassiano pelo fone (81) 8690-1421.

“Pernambuco 14 dá legitimidade às nossas propostas”

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Foto: Alexandre Albuquerque/Divulgação

Armando e João Paulo comemoram sucesso do projeto no agreste de Pernambuco

A passagem do Pernambuco 14 pelo agreste do Estado neste fim de semana provocou mais uma ampla mobilização popular, reunindo ao total quase 3 mil pessoas nas plenárias de Caruaru, no sábado (17), e Surubim, no domingo (18). Com estes dois eventos, chega a sete o número de edições realizadas até o momento pelo projeto, liderado pelo pré-candidato ao governo de Pernambuco, senador Armando Monteiro, e pelo pré-candidato ao Senado, deputado federal João Paulo (PT).

Animado com a participação da população, que ao longo dos eventos apresentaram propostas e ideias para o plano de governo, Armando Monteiro destaca que é fundamental dialogar com todos os segmentos da sociedade de Pernambuco. Ele fala sobre a importância do projeto:

“Todos eles (os encontros) foram muito expressivos. Um grande público, com uma participação muito entusiasmada e animada. Eu destacaria a qualidade do conteúdo, das discussões em cada uma das salas temáticas e, ao final, as propostas e sugestões encaminhadas. Portanto, o objetivo maior de todo o planejamento destes encontros está sendo amplamente alcançado, que é o de podermos estimular a participação, ouvir a sociedade em cada uma das regiões e poder legitimar um programa de governo que vamos apresentar a Pernambuco”.

Em Caruaru e Surubim, Armando voltou a defender uma atenção maior ao interior do Estado, lembrando ainda a necessidade de se avançar em áreas como educação, saúde e segurança.
 
Veja abaixo alguns trechos do discurso de Armando:

Educação
“Queremos ampliar as nossas conquistas. Queremos fazer um desenvolvimento de melhor qualidade. Crescimento econômico não é verdadeiramente desenvolvimento, desenvolvimento pressupõe uma mudança estrutural. Quem tem a educação no ponto que Pernambuco tem hoje não pode dizer que fez uma mudança estrutural. Precisamos melhorar a educação.”

Saúde
“Precisamos melhorar e humanizar a saúde, oferecer serviços de melhor qualidade. Vamos colocar o profissional mais perto do povo, garantir a sua presença para que ele possa fazer o atendimento primário, dar atenção na consulta, tocar nas pessoas, valorizá-las. A saúde pode ter prédios, novos hospitais, UPA’s, mas precisamos fazer um pacto, um esforço, para melhorar a qualidade dos serviços, para investir nos hospitais regionais, porque tem pernambucanos lá do Araripe que se tiverem de fazer um eletrocardiograma têm que vir para Caruaru ou para o Recife. Então é preciso qualificar, equipar, os hospitais regionais, para que a saúde possa chegar da melhor forma a todos os pernambucanos”.

Segurança
“Quando olhamos a segurança, há a experiência do Pacto pela Vida, que é bem sucedida, mas nós ainda vivemos um ambiente de insegurança em muitas regiões de Pernambuco. Precisamos aumentar os efetivos. Precisamos motivar os profissionais da segurança, precisamos investir na polícia técnica”.
 
Infraestrutura
“Na infraestrutura vamos precisar muito de manter uma parceria com o governo federal. Quando falamos em trazer a BR-408 de Carpina para Surubim, nós só vamos poder fazer isto se tivermos o apoio do Governo Federal”.

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Recital Dilson Lira: UM SUCESSO…

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Conforme anunciado em nosso blog, aconteceu na noite da sexta (16), por iniciativa da AVLAC – Academia Vitoriense de Letras, Artes e Ciência – o “Recital Dilson Lira”. O evento, de muito bom gosto por sinal, foi elogiada por todo os presentes e servirá, acredito, de estimulo para outras promoções do gênero.

O encontro teve como palco a tradicional Sobradinho, localizado na Rua Imperial. O público, em bom número, foi acomodado em frente ao histórico prédio. Convergiram para lá, além dos Acadêmicos e familiares do Poeta Dilson Lira, pessoas identificadas com as artes e sobretudo, com os artistas vitorienses.

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Um grupo de jovens poetas vitorienses se reversaram no palco para exaltar o trabalho literário do consagrado POETA vitoriense. Nazaré Lira uma das filhas do homenageado,  relembrou no palco, as músicas que seu pai mais gostava de ouvir. Veja o vídeo:

Outros familiares de Seu Dilson, emocionados, ressaltaram a importância dos momentos vividos por eles durante o evento, aproveitando para agradecer a lembrança. Veja o vídeo:

Professora Severina Moura, fez uso da palavra para expressar a importância do Poeta Dilson Lira na História literária da Cidade. Veja o Video:

Gostaria de parabenizar, portanto, a AVLAC pela promoção, em especial a sua presidenta, professora Lúcia Martins, e dizer que nossa cidade está urgentemente precisando trilhar no caminho do reconhecimento aos seus filhos ilustres. São promoções como está que visam o resgate das boas causas que precisam ser apoiadas e incentivadas. Para encerrar, gostaria de repetir uma frase dita no evento: “Dilson Lira continua vivo”.

Academia vitoriense.

À noite de 16 de maio, sexta feira passada, participei como ouvinte e como acadêmico do recital “Dilson Lira”. Em boa hora, a presidente, professora Lúcia Martins, organizou, com o apoio da professora Fátima dos Santos, secretária da entidade, um recital em homenagem ao “Poeta Dilson Lira”. Foi um sucesso e para tanto sucesso contou com a participação de um grupo de jovens vitorienses que nutrem um prazer especial pelas artes. São os Rafaels, Rildos, Pedros, Paulos, Kellers e mais, mais e mais. Foi gratificante vê-los recitar poemas do “O Poeta” com espontaneidade e improviso. Improviso que ornou e encantou todos os presentes.

Impulsionado pela emoção e pelo entusiasmo alguém propôs, outros realizar.  Concordo, mas com parcimônia. Um em cada semestre e com um detalhe, que sejam autores vitorienses. Temos uma grande plêiade. Entre vivos e mortos: + Henrique de Holanda, + Teixeira de Albuquerque, + Albertina Lagos, + Nestor de Holanda, Gustavo Ferrer, + Célio Meira, Luciene Freitas, Lúcia Martins, + Raul Ferreira (repentista), Rafael Oliveira, + Ivanete Rego Barros, Severino Dionísio, José Galdino, + Júlio Siqueira, Stephem Beltrão, + Martha de Holanda. Um pouco e levantarei outros nomes.

Mas tem um ponto que gostaria de tocar. Não é verrina, mas talvez esteja metendo o dedo na ferida. Afinal, a Academia saiu do seu nicho escolar. Atravessou a adolescência e entrou na maioridade. Esse foi o fruto mais importante, salutar e gratificante do recital. Sempre fui contra as homenagens, diga-se que bem intencionadas, ao dia das mães, ao dia dos pais, da criança e dia internacional da mulher. Sempre achei e repetia nas reuniões ordinárias que a Academia devia se libertar daquela postura de grêmio escolar, de festas de secundaristas. Os conflitos e discordâncias são agentes indispensáveis de mudança e crescimento.

Recentemente, tomando conhecimento da programação em homenagem às mães, cobramos da presidente essa mudança de rumo e ela atendeu nosso apelo e não concretizou a homenagem que teria lugar no dia 11 de maio. Preencheu o espaço com esse magnífico recital. A Academia está se adequando ao seu objetivo maior.

Grande foi minha emoção. Nossos antepassados, que elevaram Vitória de Santo Antão ao pícaro de Atenas, rejubilaram-se e aplaudiram a iniciativa.

Que venham outras promoções, de boa qualidade como essa, que fomos privilegiados em assistir.

Presidente Lúcia Martins, secretária Fátima Santos, nossos parabéns. Não tenho outras palavras. Obrigado a vocês duas pela bela e harmoniosa noite. Nossa Academia sai revigorada.

Pedro Ferrer

A NOVA TAXA DO LIXO ATÉ AGORA NÃO MELHOROU A LIMPEZA DA CIDADE.

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Em praticamente todos os bairros da Vitória encontramos, sem muita dificuldade, LIXO E ENTULHOS ESPALHADOS PELAS CALÇADAS E RUAS. Se os serviços de limpeza e coleta de lixo na cidade já estavam precários, agora aparentemente pioraram.

Na tarde de ontem (18),por exemplo, na Rua que fica por trás do Hospital Santa Maria tanto os moradores quanto os transeuntes eram obrigados a conviver com a sujeira, pois, no local, a IMUNDICE REINAVA.

A nova TAXA DO LIXO cobrada pela prefeitura junto com carnê do IPTU, em nada melhorou o serviço. A população está sendo obrigada “a meter a mão no bolso”, para retirar seu suado dinheiro para repassar aos cofres – já tão cheios – da prefeitura. O prefeito continua rindo a toa, afinal, é mais dinheiro para ser, por ele, administrado.

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Foto: Alepe

Candidatura de Armando permite que Caruaru ganhe o primeiro senador de sua história

Foto: Leo Caldas/Divulgação

Foto: Leo Caldas/Divulgação

Durante sua passagem por Caruaru neste sábado (17), onde participou da sexta plenária do Projeto Pernambuco 14, com a presença de 1,5 mil pessoas, o pré-candidato a governador Armando Monteiro (PTB) anunciou que vai se licenciar do Senado “dentro de pouco tempo” para se dedicar inteiramente à campanha e, com isso, o município polo do Agreste Central passa a ter um senador, o Senador de Caruaru, visto que Douglas Cintra, o primeiro suplente de Armando, assumirá a cadeira.
 
“O meu suplente no Senado é de Caruaru e vai assumir o Senado porque eu estarei me licenciando dentro de pouco tempo. Então, a nossa candidatura já oferece de partida a perspectiva de que um filho desta terra assuma o Senado da República. Isso é um fato histórico”, explicou Armando, durante entrevista à Rádio Jornal.
 
Na opinião de Armando, a posse de Douglas Cintra como “o senador de Caruaru”, portanto, é um reconhecimento da importância que o município tem para o Estado. Principalmente depois que Caruaru acabou sendo excluída da chapa indicada pelo ex-governador Eduardo Campos, quando João Lyra Neto foi preterido e não pôde ser o candidato a governador. “Caruaru é uma cidade politizada e não há um processo sucessório em Pernambuco que não passe por Caruaru”.
 
Armando ressaltou que desde o primeiro momento registrou sua estranheza “com o fato de João Lyra ter sido preterido no processo sucessório”. “Era natural, era legítimo, na hora de encaminhar o processo sucessório, que o ex-governador Eduardo Campos pudesse ter olhado para aqueles companheiros que tinham currículo político próprio, experiência. E indiscutivelmente João Lyra tem currículo. Era para ele estar colocado agora como candidato, pelo currículo dele. Mas estranhamente ele acabou sendo preterido e a escolha recaiu sobre outro nome. De modo que ficou nesse processo sucessório essa percepção de que um quadro importante da política de Caruaru foi preterido”, acrescentou Armando.

Internauta J.S. Machado comenta no blog

Comentário postado na matéria “DESABAFO: Empresário Zé da Juliana faz comentários no facebook“.

Caro jovem anônimo, apesar de o poder municipal não possuir poder de polícia, não justifica o fato dos guardas municipais e agentes da AGTRAN darem nos calos bem na hora que a população que estava no centro da cidade mais precisavam deles. No momento em que os boatos se alastravam o trânsito ficou caótico e não se via nem a sombra de nenhum deles. Por onde andavam? Eles não deveriam estar no posto do dever, já que não estavam em greve? Estariam esses servidores guardando suas energias para darem cobertura ao prefeito e seus puxa-sacos no evento ocorrido na noite do mesmo dia, promovido pela prefeitura para sutilmente promover o candidato joaquinzinho, com foguetórios e camuflado de inauguração? Se você não sabe, em Petrolina os guardas municipais não se acovardaram e garantiram a segurança da população até receberem o reforço das forças federais, e não houve por lá trombadinhas se aproveitando da população, como houve aqui em plena Av.Mariana Amália. Para que servem as tão badaladas câmeras de “segurança” que foram instaladas pela prefeitura? Seriam apenas para bisbilhotar a vida do povo? Ou seriam apenas elefantes brancos para inglês ver? Até agora nunca foi divulgada à população uma utilidade prática dessas câmeras, coisa que vemos com freqüência onde esses equipamentos são usados de forma correta e eficaz. Pois saiba, jovem, que o sentimento expressado pelo Zé da Juliana foi o mesmo eu que tive, e que muitos outros cidadãos também tiveram, e eu não tenho ligação política ou partidária com seu ninguém.

J.S. Machado

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Internauta Jadson Silva diz: “o bem que este blog aqui faz para a sociedade”.

Na verdade não se trata de sugestão, muito menos flagrante, até porque me encontro longe de minha terra, mas venho aqui para dá meus agradecimentos pelo o bem que este blog aqui faz para a sociedade. Sei que não foi fácil no início, talvez não achastes que essa “loucura” (pois é loucura desafiar esses poderosos que se impõe diante da força quando alguém o ameaça politicamente), fosse atingir esse número de visualizações por dia, mas você foi persistente, você é isso, desafiador, um orgulho pra nós. Não sei quando, mas espero lhe ver candidato para prefeito mais uma vez, tudo bem, a gente sabe que o lado mais “ignorante” da população não liga pra ideias inovadoras, mas tenha certeza que a parte pensante da população está contigo, queremos mudança, algo novo, tirar essa cidade do ostracismo, fazer Vitória grande, e pra isso não podemos mais ter essas pessoas que governam essa linda cidade por tantos anos e nada fazem. Sou estudante de licenciatura de EdFisica e me enoja ver a situação de nossas escolas, e da forma como são tratados nossos alunos. Na verdade me enoja bem mais coisas, mas eu for falar cada uma, esse texto não acaba. Contudo, desejo uma boa sorte nessa caminhada..Abraços !

Jadson Silva