Abuso de poder

Na tarde de ontem (27) no centro comercial da cidade, em relação ao fluxo de veículos, podemos  dizer que “o bicho pegou”. Não bastasse a bagunça e a falta de fiscalização que norteiam o nosso trânsito, uma ação impensada, com apoio da guarda municipal, foi a protagonista da bronca.

Muito bem, a Secretaria da Mulher, que tem sede na Praça Leão Coroado, com todo direito que lhe é pertinente, resolveu promover, juntos aos seus funcionários e convidados uma festividade alusivas ao São João.

O problema, é que de maneira abusiva, em pleno “fervor” do comercio, interditou, não sabemos para quê, a rua que dá acesso a referida praça, na altura do cruzamento com a Rua 15 de novembro, que resultou num infernal engarrafamento, visto que a via é passagem de linha de ônibus, deixando os motoristas bastante irritados.

Ora! Sabemos que o período que antecede as eleições, normalmente é usado, para fazer “movimentos” onde as pessoas, muitas vezes sem perceber, são usadas apenas como massa de manobra, mas não podemos “sufocar”, ainda mais o tão desorganizado centro da cidade. O tiro pode ter saído pela culatra.

E tome bichos soltos

Na manhã de hoje (28) nossas lentes flagraram em uma rua transversal da Rua Dr José Rufino, no Bairro do Cajá, um porco circulando livremente. Quer seja dia ou noite, a pisada a mesma. São animais soltos pelas vias públicas promovendo a maior imundice nas calçadas espalhando lixos.

Segundo comentários é o senhor Beto Lira, sobrinho do Prefeito, o responsável pelos serviços de fiscalização e recolhimento, por parte da Prefeitura. O grande problema, é que a “família” dos bichos vem crescendo “com força”

Resposta a internauta

Recebemos pelo Facebook, a seguinte mensagem, assinada pelo internauta José Carlos:

Amigo José Carlos,

Em primeiro lugar, agradeço por nos prestigiar com o seu acesso. Com relação ao seu comentário sobre nossa postura diante do ocorrido com a equipe do blog A Voz da Vitória, gostaria que amigo, se possível, entrasse em contato com o seu editor chefe, Lissandro Nascimento, para confirmar nosso posicionamento, que narro a seguir:

O amigo Lissandro entrou em contato conosco através do celular no último domingo (24)  revelando-me sua versão sobre ocorrido. Expus a minha posição, dizendo que o mesmo deveria se dirigir à delegacia local, revelar o acontecimento, prestar as devidas queixas, para só assim, procurar os órgãos de imprensa, não só da cidade, como também da capital. Parece-me, que ele não tomou nenhuma atitude nesse sentido. Portanto não cabe a mim  tomá-las.

Querálvares abusam da truculência

Após várias cobranças do nosso blog, no sentido da retirada dos malditos cavaletes enferrujados, alguns deles com pontas viradas para cima, das margens da movimentada Avenida Henrique de Holanda, mais precisamente em frente ao Posto Sitonho, finalmente foram retirados pelos “temidos” Querálvares.

O prefeito Elias Lira, que no começo de sua gestão, juntamente com Hildebrando Lima, Secretário de Desenvolvimento Econômico, esboçoram uma ação de disciplinamento do comércio informal no centro e não tiveram fôlego para seguir em frente. É oportuno lembrar que algumas barracas, com viés de perseguição, foram retiradas, e só isso.

Com a chegada do período eleitoral uma nova “dinâmica”, mesmo para os arrogantes Querálvares, se faz necessária, sendo assim, a retirada dos cavaletes da banqueta, em frente ao Posto Sitonho, em nada tem haver com a necessidade de um melhor ordenamento no fluxo de veículos da cidade, e sim apenas para facilitar as concentrações políticas eleitorais que irão ter como palco, o antigo Posto Sitonho.

Sendo assim, mais uma vez os violentos Querálvares mostram a Elias que, mesmo fora do poder, eles fazem o que querem na cidade. Passou mais de um ano com essas porcarias desses cavaletes, atrapalhando e pondo em risco a vida de todo mundo, mas Elias e Hildebrando ficaram “chupando dedo” sem fazer nada, só assistindo esse abuso cometido, por quem em princípio deveria dar exemplo.

Corte de fornecimento de energia: quem está mentindo?

Veraluce Rodrigues de Lira Maranhão – Secretária de Saúde de Vitória – Foto: Portal da Prefeitura de Vitória

Compareceu na manhã de hoje (27), nos estúdio da Rádio Vitória FM, a Secretária de Saúde do Município a Dra. Veralucí Lira para fazer mais uma “prestação de contas” da sua atuação a frente da pasta. Dessa a vez a sobrinha do Prefeito não precisou perder tempo se apresentando para os ouvintes, como fez da outra vez que foi ao programa.

A secretária que, mais uma vez demonstrou ter pouca “intimidade” com os microfones, foi muito repetitiva nas suas explicações, abusando das palavras “acolhimento” e “reestruturar” em praticamente toda sua fala, mostrando que é, aparentemente, limitada como gestora.

Confirmando aquilo que já falamos, que esse tal programa “bom dia secretário” nada mais é do que um “esquente eleitoral”, já que estamos às vésperas das eleições e o Prefeito está precisando de um upgrade eleitoral.

A Dra. Veraluci deveria aproveitar a oportunidade para explicar para população como é feito a coleta do lixo hospitalar na cidade, se realmente está dentro das normas da ANVISA. Deveria, ao invés de está colocando a culpa pelo mau atendimento nos funcionários, explicar porque que é os médicos recebem do Governo Federal para dar oito horas por dia de serviços nos Postos de Saúde e passam apenas, em alguns casos três vezes por semana nos seus locais de trabalho. Tem até funcionários que são uma espécie de super-homem, com poderes supra humanos, dando plantão em mais de um lugar ao mesmo tempo. 

Seria bom também que a Secretária explicasse bem direitinho como funcionam os chamados NASF (Núcleo de Apoio a Saúde da Família) em nossa cidade, inclusive com as cargas horárias e locais de atendimentos e os nomes dos seus respectivos profissionais…

Achei esquisito a Secretária dizer que em breve será liberado a primeira parcela do convênio para a construção de uma UPA em nossa cidade, mas ao mesmo tempo não sabe onde vai ser construída, mostrando assim, falta de coerência nas informações.

Não sei, se por maldade ou falta de conhecimento a secretária não revelou, da maneira correta, que o surgimento do projeto de atividade física nas praças em nossa cidade teve como principal articulador o professor Rogério que de maneira pioneira, em 2002, implantou na cidade referido projeto, sendo inclusive ele uma das “vítimas” do ex-prefeito o folclórico José Aglailson.

Já em relação ao corte do fornecimento de energia elétrica essa semana a uma unidade de saúde da Prefeitura localizada na Matriz, amplamente divulgada pela TV Vitória, onde a senhora afirma que as contas estavam pagas, gostaria de receber as cópias com as devidas autenticações para divulgarmos, de maneira que a população realmente possa saber a verdade, já que a Rádio Vitória FM diz que estavam pagas e a TV Vitória diz que não estavam.

Finalmente, quem está mentindo?

Blog do Pilako: UM ANO NO AR

Parece que foi ontem, sentado à frente do computador preparando a primeira matéria para colocar no ar o Blog do Pilako. Há exato UM ANO entrava em operação o primeiro Jornal Eletrônico da terra onde mais se editou jornais de papel do nordeste e talvez do Brasil.

Com a possibilidade de falar de todos os acontecimentos do mundo, isso porque, a blogosfera nos dar essa possibilidade de copiar ali e colar aqui, optamos por pautar notícias apenas com assuntos atinentes à  nossa cidade e ou envolvendo os vitorienses.

Sob o ponto de vista pessoal, fiquei mais rico, não pelo aspecto material, até porque me preparei para “atravessar” o primeiro ano sem captar recursos de patrocinadores, prática aliás inerente a atividade na blogosfera, falo mais rico como pessoa, pois a salutar atividade de escrever diariamente nos torna melhor em todos os aspectos, quer sejam intelectuais, sociais e humanos.

Ter o trabalho reconhecido pelas pessoas nas mais diversas formas, sobretudo nas quantidades surpreendentes de acessos recebidos ao longo desse ano, é sem sombra de dúvidas, gratificante.

Sendo assim, reafirmo a minha disposição de continuar escrevendo os fatos,  acontecimentos e o cotidiano da nossa cidade, de maneira clara, sem subterfúgios e sem bajulação a quem quer que seja, até porque, definitivamente esse não é o meu estilo.

A lealdade aos princípios, o reconhecimento aos que realmente merecem, acredito serem  os melhores parâmetros para seguir em frente. Para encerrar, quero agradecer a toda equipe do blog, aos colaboradores e principalmente aos internautas que através dessa ferramenta fantástica chamada INTERNET vem nos proporcionando avanços significativos para toda  humanidade.

Em comemoração a passagem de UM ANO do Blog, postaremos a matéria do primeiro dia, que foi ao ar no dia 27 de junho de 2011:

Bela Obra

Talvez, em nenhum lugar do Brasil a diferença entre o público e o privado seja tão grande quanto na terra da internacional PITÚ. Com a chegada da “moderna” SADIA uma indústria sintonizada com o “ecologicamente correto” e não esquecendo da “poderosa” recém inaugurada Kraft Foods a cidade “respira” o doce vento do ciclo do desenvolvimento sustentável. É lamentável que cenas de falta de gestão pública e de práticas administrativas do passado, que tanto puxaram a nossa cidade para baixo, ainda sejam a ordem do dia. Entra prefeito, sai prefeito, entra prefeito e Vitória sofre com a falta de um gestor sério que trate com respeito nossa cidade e a população. A pergunta que não quer calar é a seguinte: quem autorizou esta “bela obra”?

Quem chegou primeiro? O poste ou a “bela obra”?

Outra pergunta surge em seguida; quem era para fiscalizar esta “bela obra”?

Uma vez que foi construida em frente da Compesa, em nossa cidade, será que o presidente estadual está sabendo desta “bela obra”?

Com a palavra as autoridades.

Postada em 27 de Junho de 2011.

Os bichos estão se encontrando

Nossas lentes flagraram na tarde de ontem (26), às margens da movimentada Avenida Henrique de Holanda, próximo a entrada do bairro de Redenção, uma cabra pastando livremente e aumentando o risco de acidente no local principalmente para os motoqueiros.

A cada dia que passa as ruas da cidade vem se transformando em verdadeiro Zoológico, são cabras, porcos, bois, burros e cavalos sendo criados em plena vias públicas, escancarando a incapacidade administrativa da atual gestão em resolver esse, aparentemente, simples problema.

Elias, que faz de conta que o problema não existe, vem dando continuidade a gestão do Governo Que Faz também nessa área. O grande problema é que esses bichos vem dando “cria”, aumentando assim, a sua “população”, portanto em breve, nossa cidade, que tem uma história de relevo para o Brasil, poderá ficar reconhecidamente como a CIDADE ONDE OS BICHOS SE ENCONTRAM (literalmente).

Invasões de Calçadas: Vamos discutir o tema.

Recentemente li matéria em jornal de grande circulação, que apresentava uma pesquisa realizada em várias capitais do País, onde avaliou a situação das calçadas com grande circulação de pedestres tendo como, buracos, imperfeição no piso, obstáculos entre outros  os principais problemas encontrados. O título de melhor cidade, entre as avaliadas, ficou para Fortaleza (7,6) e o de pior ficou com Manaus (3,6). Recife recebeu a nota 4,95.

Como “o centro do meu mundo é a minha cidade”, a leitura da pesquisa, que de maneira assintomática, aguçou minha curiosidade quanto a avaliação dos pedestres de nosso torrão em relação ao tema citado, afinal em nossa cidade, as calçadas além de servirem para as pessoas caminharem também servem como uma espécie de Bombril, por ter em alguns casos, 1001 utilidades.

Por diversos problemas como falta de uma política firme de urbanização ao longo dos anos, não sendo exclusividade apenas de uma gestão, pela falta de emprego que impulsionou a proliferação do comércio ambulante e  sobretudo pela “esperteza” de alguns, é possível também se deparar com ruas onde os moradores “esticaram” suas construções para as calçadas, igrejas que cercaram as calçadas como se suas fossem, comerciantes que “molharam” as mãos de fiscais para fazerem vista grossa, como também alguns políticos, sobretudo prefeitos quando estão sentados na cadeira do poder que são “bonzinhos” e gostam de dar aquilo que não lhe pertence, são apenas alguns dos tantos maus exemplos e absurdos que podemos citar.

Recentemente tivemos até banco invadindo calçadas com o consentimento, por debaixo dos panos, de prefeito como é o caso do Banco do Brasil e do Banco Bradesco, isso porque, nas outras cidades não observamos essas mesmas instituições financeiras com tais procedimentos.

Sendo assim, acho que numa avaliação séria, nossa cidade não teria um resultado nem razoável, visto que os maus exemplos,  infelizmente são a ordem do dia. Portanto, como estamos entrando em campanha eleitoral, seria bom questionarmos os aspirantes ao cargo máximo do Executivo local quais serão suas “novas” propostas para esse tema.

Caso Preocupante

Foto ilustrativa

Hoje tive a confirmação de um fato preocupante que reflete um momento difícil do nosso sistema educacional. A FAINTVISA não realizou vestibular para os cursos de licenciaturas e por uma razão, diria até vexatória: número de candidatos insuficientes para formação de uma turma.

Para quem não sabe: licenciaturas são os cursos destinados à formação de professores. Portanto, o primeiro período das licenciaturas não funcionará no segundo semestre de 2012. Dado repassado por colegas professores da entidade.

Minha preocupação está alinhada mais ao problema do magistério secundário e não ao fato da FAINTVISA ter mais alunos ou menos alunos. A FAINTVISA tem outros cursos que são os chamados puxadores de matrículas e que funcionam com matrícula plena. A falta de alunos nas licenciaturas será compensada por esses cursos locomotivas. Mas, a direção do estabelecimento tirará de letra e encontrará soluções para o caso. Elas existem. A FAINTVISA sairá ilesa. Até aí, tudo bem.

O que me aflige é o reverso da medalha.

A pouca procura pelas licenciaturas é um sintoma grave: POUCOS QUEREM SER PROFESSORES. Cada dia que passa diminui o número de candidatos qualificados e antenados com o magistério. Classe desprestigiada, mal remunerada, mal assistida, mal preparada, mal, mal … Bote mal nisto. Os professores em aula são agredidos pelos alunos e desrespeitados pelos pais. Acabou-se a hierarquia e o professor tornou-se uma figura decorativa. O magistério já não exerce fascínio sobre os jovens. Ficou para as “calendas gregas” aquela imagem do magistério ser um sacerdócio. Os professores têm família, deveres, direito ao lazer, necessitam especializar-se e nada disto se faz sem dinheiro.

A política educacional dos governantes brasileiros, em todas as esferas, continua capenga e rasteira. Sem ambição e sem compromisso com a sociedade vai de mal a pior, engatinhando ou se arrastando na horizontal. As greves estouram em todas as regiões do país e os políticos estão rindo à toa e a macaca descendo em cima dos professores. Como diz o Pilako, TOME PAIMA, TOME PAIMA E TOME PAIMA.

Reflitam sobre estas  duas questões: – teremos professores suficientes no futuro, caso o governo permaneça com esta politica educacional? Se a resposta for sim, qual será a qualidade dos profissionais que serão lançados no mercado?

Cuidado, cuidado, senhores gestores, um  dia poderá prevalecer a sábia e filosófica sentença emitida pela pequena lagartixa, ao ver  os jacarés  nadando e brincando na lagoa, zombando dos menos favorecidos:  “deixa estar jacaré, a lagoa há de secar”.

Pedro Ferrer

Elias Lira ignora a todos

Na manhã de ontem (25) nossas lentes flagraram no Loteamento Real dois burrinhos se alimentando de lixo, reforçada por palhas de milho. Em praticamente todas as localidades da cidade a “pisada” é a mesma, são animais circulando livremente pelas ruas.

Elias Lira, que não está nem aí para o problema, dispensa à população o mesmo tratamento que dá aos bichos, ou seja, ignora-os, que convenhamos não é a solução desejada.

Segundo comentários é o senhor Beto Lira, sobrinho do Prefeito, a pessoa responsável na Prefeitura, pelos serviços de fiscalização e recolhimento dos animais nas ruas da cidade.

Campo de Redenção poderá sumir

No ano de 1966 foi produzida pela extinta TV Excelsior e exibida pela TV TUPI, a telenovela mais longa da TV brasileira. A novela, que teve como título REDENÇÃO, foi escrita por Raimundo Lopes, e fez bastante sucesso em todo Brasil.

Em nossa cidade, foi nessa época, que surgiu o bairro com o mesmo nome. O bairro de Redenção, que naquele tempo era “muito distante” da cidade, sofreu, ao longo do tempo,  muitas modificações da sua planta original.

Ainda guardo algumas lembranças daquele bairro, do meu tempo de criança, lembro do Centro Social Urbano funcionando, com concursos de quadrilhas e também atividades esportivas no campo ao lado do prédio do referido centro.

Pois bem, sabemos que não é de hoje que acontecem ações danosas e criminosas sob a conivência dos nossos gestores, onde a troca de espaços públicos, por apoio político e votos as vésperas das eleições, é uma coisa “absolutamente normal”.

Registramos neste final de semana que, na “pisada” que vai, em breve não será mais possível contemplar o campo de futebol de Redenção, pois os aterros naquela área vem acontecendo em ritmo acelerado.

Assim como o centro da cidade vem sofrendo com os constantes alagamentos, prejudicando a população e principalmente os comerciantes em função das ações desastrosas promovidas pelos nossos gestores no passado, é bem provável que os moradores do bairro de Redenção em futuro próximo, venham a ser penalizados por esses “empreendimentos” imobiliários construídos sem o menor acompanhamento técnico e sem estar sintonizado com o ecologicamente correto.

O Prefeito Elias Lira precisa tomar uma atitude. Ou será que ele é a Rainha da Inglaterra, portanto, não sabe de nada?

A CEAVI está esquecida!

Na última sexta (22) e sábado (23) o tradicional comercio do milho verde em nossa cidade, como se diz na gíria da feira, “esquentou”. Se podia escolher, as melhores espigas e os melhores preços tanto no Livramento como na entrada da CEAVI.

Muito bem, lembro que durante um bom período de tempo os vitorienses não tinham o direito de trafegar no final da Avenida Mariana Amália por conta da famosa Feira dos Mangaiós, que durante muito tempo ocupou aquele espaço, dificultando a circulação de veículos naquele local.

Com a chegada da CEAVI, a feira foi transferida do final da Avenida para o novo centro de abastecimento. Criando a expectativa que a cidade finalmente, nesse setor, iria viver um novo tempo.

O tempo passou, saiu prefeito, entrou prefeito e tudo não passou de apenas expectativas, pois, depois de duas décadas os comerciantes da CEAVI não tem o que comemorar.

No último sábado, por exemplo, no dia “D” da venda do milho, o pátio interno da CEAVI não tinha nem sinal feira, já na entrada do centro e nas ruas do bairro do Livramento estavam repletas de milho. Ou seja, nem Aglailson nem tão pouco Elias moveram uma “palha” para consolidar um novo modelo de feira de abastecimento na cidade, mantendo a mesma bagunça e esculhambação de antigamente.

Apenas para retratar a falta de higiene e respeito com as pessoas no local, nossas lentes registraram, no momento da reportagem, uma porca circulando e se alimentando livremente entre as pessoas e  mercadorias.

Bichos nas ruas: é mais uma parceria

Nossas lentes flagraram na manhã do sábado (23) uma porca circulando livremente pela Rua Dr José Rufino, principal do Cajá, fuçando lixo. As pessoas, principalmente as donas de casa, já não sabem mais o que fazer para se “defender” dessa praga. É oportuno registrar que a “obra”, bichos soltos nas ruas, é mais uma, entre tantas, das “parcerias” da gestão do Governo Que Faz com a gestão do Governo de Todos.

São João com muitos fogos.

Com o aumento do poder aquisitivo das classes C e D, sobretudo no Nordeste, o mercado dos fogos de artifícios vem ganhando um novo fôlego para a manutenção das tradições juninas, sendo na noite do dia 23 o ponto alto das festas.

Foi nesse dia, no sábado (23), que fui até os pontos destinados ao comércio de fogos em nossa cidade, no início de Estrada Nova, e pude observar, “in loco”, que os vitorienses de maneira geral, “meteram” a mão no bolso para alegrar e colorir a noite do Santo mais famoso do Nordeste, isso porque, segundo os proprietários dos mesmos o “movimento ta sendo bom demais”.

Guia eleitoral: Eles não querem mudar as regras do jogo

Em todas rodas de conversa, quer sejam nos bares, praças, escolas, igrejas ou até no seio da família, todos já chegaram a conclusão que esse modelo político de Vitória já se esgotou. Fica até redundante enumerar os motivo pelos quais esses sujeitos, juntos com seus filhos, já deveriam ter  “pego o beco” e deixar a cidade avançar.

Muito bem, desde que levantamos a questão sobre a transmissão do GUIA ELEITORAL em nossa cidade, onde nas duas últimas eleições municipais o povo foi privado desse direito, os internautas vem participando, de forma mássica, de nossa enquete onde os resultados parciais nos revela um dado preocupante.

Faltando exatos 60 dias para o início das transmissões, os internautas, de maneira espontânea, na sua maioria (63%) não acreditam na exibição dos programas.

Ora!! Se o Guia Eleitoral é assegurado por lei, funciona relativamente bem nas cidades que dispõe de geradora TV e é uma forma democrática que garante a participação de todos candidatos, assegurando um certo equilíbrio no pleito, porque em Vitória a maioria acha que não vai acontecer?

Bem, muitas explicações podem ser “dadas”, mas acredito que uma análise de uma pessoas da “cozinha” do Governo de Todos cai como uma luva para tal fenômeno.

Disse-me o graduado, que não revelarei seu nome por motivos óbvios, o seguinte:

“Pilako, nem Elias nem Aglailson quer que mude nada, eles só sabem jogar com as regras deles, não adianta Aglailson sabe mais de que Elias que se tiver guia na televisão a renovação política de Vitória se dará mais rápida, porque os filhos dele são limitados para o jogo com novo modelo e Elias, claro, pela sua falta de capacidade de interlocução, eu vejo Elias pra falar na rádio é um Deus me acuda, imagina na frente das câmaras, eles não tem o menor interesse”

Achei uma analise equilibrada.