
Na qualidade de morador de uma das cidades mais violenta do País e a segunda do Estado de Pernambuco – Vitória de Santo Antão -, segundo indicadores oficiais, recebo, com alegria e esperança, a notícia de que o presidente Luís Inácio da Silva convocou autoridades para promover um “mutirão” pela segurança nacional, com foco no combate ao crime organizado.
Melhor assim! Vale lembrar que para enfrentar problemas complexos não existe solução fácil. Há quem pense que violência urbana se controla apenas estimulando a polícia a “abrir fogo” na direção dos bandidos.
Outra coisa importante, que podemos inferir desse “movimento” do governo, é que existe uma convergência contra a qual nenhuma autoridades graduada desse País poderá mais fugir: o crime organizado no Brasil é uma realidade viva, mutante e atuante.
Com efeito, o presidente e os governadores deveriam começar pedindo desculpas à população pelo fracasso momentaneamente, por haver perdido essa batalha e também pelo recuo em muitos combates, sobretudo no sentido da ausência de políticas púbicas básicas em algumas áreas, essas, assumidas e conduzidas pelo “braço social” dos traficantes e milicianos.
Espero que esse “pacto nacional” não seja mais um “balão midiático”, para inviabilizar o ingresso de outros atores políticos no cenário nacional, visando 2026, tendo como plataforma o combate à violência: lembremos que até pouco tempo existia aspirante ao cargo de governante que falava de maneira convicta: vamos “atirar na cabecinha”.
Para encerrar, após ler algumas matérias na imprensa sobre a iniciativa nacional, que elencou vários eixos de atuação, chamou minha atenção à ausência da palavra “presídios”, pois, é lá, como já se sabe, que acontece a graduação e a pós-graduação no mundo do crime organizado. A Esperança é chama que não se apaga!!!




















Considerado nos meios científicos dentro e fora do Brasil como um dos maiores físicos teóricos de seu tempo, graças à relevância e ao pioneirismo mundial de sua obra (muito contribuiu para a matemática quântica e para a compreensão dos processos quânticos), Mário Schenberg (1914-1990), a sua figura proeminente de cientista, será destaque, nesta segunda-feira (28), nas celebrações dos 90 anos de fundação do Instituto de Física da USP que debaterá a sua obra e o futuro da ciência brasileira.























Na tarde de ontem (10), ao circular pela Avenida Mariana Amália, centro comercial da nossa cidade, em meio ao ambiente barulhento dos carros, motos e do vai e vem das pessoas, uma cena chamou-me atenção, no sentido da abertura, de maneira automática, de algumas das prateleiras da minha da memória.
Um moderno automóvel, com um sistema de som, anunciava à chegada de um circo em nossa cidade – nem prestei atenção para o nome da companhia circense, muito menos ao conteúdo da informação. Na verdade, fixei-me na imagem do “clone” de onça, que desfilava em cima do reboque, puxado pelo referido veículo.









