COISA DE DOIDO

O doido passou o dia inteirinho com o ouvido colado na parede da rua. Aí, à tardinha, um vizinho perguntou:

– O que estás ouvindo?

Aí, o doido: – Tu és muito vexado, eu estou aqui desde cedo e ainda não ouvi nadinha.

Aí, pouco depois, chegou outro curioso e botou o ouvido na parede. Não ouvindo nada, revelou ao doido: – Eu não estou ouvindo nada.

Aí, o doido: – Está assim desde de manhãzinha.

Sosígenes Bittencourt

RECORDANDO ZÉ MARQUES DE SENA – Artista e carnavalesco, contribuinte do enriquecimento das alegorias vitorienses.

A Terra das Tabocas e de Mariana Amália, relembra o dia 26/04/2017 (quarta-feira), a falta da figura que não existe mais no cenário artístico, cultural e alegórico, onde estamos falando de José Marques de Sena. O mesmo foi sepultado no Cemitério de São Sebastião em 26/04/2016, nesta cidade da Vitória de Santo Antão, PE. Seus trabalhos artísticos foram apreciados  pela sociedade vitoriense, nos inesquecíveis carnavais, onde aconteciam os desfiles dos carros alegóricos, apresentando aos foliões, curiosos, leigos, cultos e de modo geral, o significado de uma obra de arte, quando é realizada e executada com o coração.

Vitória de Santo Antão, PE, teve muito brilho e destaque nos momentos das realizações, que os Clubes Carnavalescos exibiam  suas alegorias, transmitindo e deixando uma mensagem, um significado, uma reflexão nos detalhes apresentados nas fantasias e alegorias exibidas em seus carros alegóricos, nas suas noites iluminadas dos carnavais vitorienses. A família, aos amigos e a sociedade de modo geral, que compareceram ao sepultamento deste grande artista, que fazia do simples transformar-se em composto e brilhar, meus sentimentos mais uma vez. Descanse em paz ZÉ MARQUES DE SENA! Deus ti abençoe! Amém!

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João Bosco do Carmo
Ex-Aluno; Ex-Componente; Ex-Trombonista da Euterpe Musical 03 de Agosto da cidade da Vitória de Santo Antão, PE, do Maestro Aderaldo Avelino da Silva (in memoriam).

Momento Cultural: ESPAÇO – por MELCHISEDEC

Melchisedec

Para nós, seres humanos, o nosso espaço no cosmos, começou a três milhões e quatro centos mil anos, porém, só a trinta mil anos, começamos a entender onde vivíamos e o que éramos.

Conquistamos o fogo, iniciamos plantio das sementes, aprendemos lidar com os animais, aplicamos nosso primitivo talento para criar os instrumentos de trabalho, usando a pedra, depois descobrimos o ferro e o bronze que permitiam um avanço significativo na nossa arte de fazer as coisas.

Com o ajuntamento das pessoas, formamos as tribos, as comunidades agrícolas que foram evoluindo até a formação das cidades.

Nesse vasto espaço cósmico, a nossa memória parece confinada no estreito lugar do planeta em que vivemos. Pouco a pouco vamos aparecendo em forma de escritos históricos para dizer à posteridade o que fomos, o que somos e o que seremos.

Hoje, todas as pessoas de quem ouvimos falar, viveram e lutaram em algum ponto deste planeta.

Todos os reis, sábios, nobres e plebeus, batalhas, guerras, migrações, invenções, tudo que há nos livros, sobre a história do homem, aconteceu aqui.

Dentro desse imenso espaço do universo de onde emergimos, somos um legado de vinte bilhões de anos de evolução cósmica.

Agora vemos nosso planeta à beira da destruição. As máquinas mortíferas inventadas pelo homem para sua própria destruição. É a inversão de valores.

A maldade tomou conta do coração do homem. Agora temos que melhorar a vida na terra e conhecermos o universo que nos criou, sem desperdiçar nossa herança de vinte bilhões de anos numa autodestruição insensata.

O que acontecer no próximo milênio, dependerá do que fazemos aqui a agora, usando a nossa inteligência e a nossa vontade para salvar o planeta.

Lembremos que: “há mais coisas entre o céu e a terra de que supõe vã filosofia”.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 61).

Edu Luppa


Disponibilizamos a música “Porta à Fora” do compositor vitoriense Edu Luppa. A música integra o álbum “Edu Luppa e Banda Tcha Run Dun – O Ritmo dos Apaixonados.

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/Porta-a-Fora-edulupa.mp3″ text=”Edu Luppa e Banda Tcha Run Dun – Porta à Fora” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/Porta-a-Fora-edulupa.mp3″]

Aldenisio Tavares

O Tempo Voa: Manoel de Holanda

O TEMPO VOA-jja

Embora sisudo e um tanto protocolar nos eventos públicos, Manoel de Holanda tinha seus momentos de espontânea descontração. Um deles foi registrado após ato público prestigiado por amigos: José Aragão, Gamaliel da Costa Gomes, Luizinho de “Queimadas”, Severino “Expedicionário”, entre outros. (Foto: O SOBRADO DE SEU MIRO e outras crônicas – Manoel de Holanda Cavalcanti – pág 105)

BOM DIA, MUNDO!

Ontem foi domingo, e muita gente havia trabalhado durante a semana para ser feliz no final de semana. Ledo engano. Diante de uma minoria extremamente feliz, que foi a torcida do Nova Hamburgo, uma maioria esmagadora triste com a perda do Campeonato Estadual pelo Internacional.

E se você estiver triste, porque está trabalhando, lembre-se dos 14 milhões de brasileiros desempregados. Aprenda a gostar do que faz para fazer o que gosta. E sabe como se aprende a gostar do que se faz? Fazendo bem feito! Questão de autoestima, que é bem melhor do que vaidade. Autoestima é o prazer de aplaudir-se, vaidade é a procura de aplauso.

E para os desempregados, um conselho: empregue-se, ocupando-se. Triste não é estar desempregado, é estar desocupado. Vá lavar prato, ou fazer um poema, talvez. Há poesia nos afazeres domésticos, porém.

Nunca trabalhe durante a semana, marcando a felicidade para o domingo. Felicidade não tem hora marcada, felicidade pode ser agora. Portanto, busque confeccionar sua felicidade, seja o artesão de sua alegria.

Bom dia!

Sosígenes Bittencourt