Momento Cultural: A Alvorada – POR GUSTAVO FERRER CARNEIRO

Gustavo Ferrer Carneiro

O sol se descortinava na praia
Brilhando em meus olhos
Caminho só
Ar imóvel, quente
Vento assobiando ardente
Com o som da minha respiração
Um monte de pensamentos
Um toque agudo sibilante
Suspirando com prazer
O nascer de um novo dia
Uma alvorada arredia
De momentos de introspecção

Um aroma gostoso de terra molhada
Ou maresia,
Um delicada lua ornamentando o amanhecer
Em uma fantasmagórica poesia,
Plenitude
O vento zunindo
Um sentimento de dignidade
Uma visão do encanto
Insondável graça no rosto
No perplexo momento
Da percepção da vida.

O que ele diz
estará dentro do seu peito
Todo tempo
Para sempre…

Seja longe, seja perto
Não sabemos o exato, o correto
Para tudo tem um tempo

Mas quando será esse tempo certo?

(MOSAICO DE REFLEXÕES – GUSTAVO FERRER CARNEIRO – pág. 14).

Internauta Stephen Beltrão comenta no blog

Comentário postado na matéria “Escritor vitoriense, Stephem Beltrão, é destaque na Revista “Jardins News”.”.

stefan

Pilako, Encontro-me imensamente agradecido pela sua gentileza comigo, publicando essa matéria da revista do meu amigo Tavares de Lima. Ao mesmo tempo, amplio os agradecimentos pelo seu fino traco com a cultura de nossa querida Vitória de Santo Antão. Sinto muito orgulho de tê-lo como amigo e confrade da Academia Vitoriense de Letra, Artes e Ciência.

Stephen Beltrão

Livros – Apelidos Vitorienses – continuam disponíveis à venda!!

Aos amigos conterrâneos, quer estejam residindo ou não na nossa terra-mãe, informo que ainda possuo exemplares do nosso Projeto Cultural, intitulado “Apelidos Vitorienses”, disponíveis à venda. No volume um, narramos à origem dos seguintes apelidos:

Além do meu apelido (Pilako), catalogamos: Americano, Batifino, Baleado, China Contador, Doutor do Posto, Fernando Diamante, Furão, Giba do Bolo, Heleno da Jaca, João de Qualidade, Lavoura, Mané Mané, Manga Rosa, Matuto, Nanãe, Natal do Churrasquinho, Olho de Pires, Moleza, Pindura, Pirrita, Toco, Tonho Trinpa, Torto e Zé Catinga.

Nesse segundo volume estão: Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Vei Eletricista, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val da Banca, Pirraia do Feijão, Pituca, Junior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro, Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho e Neném da Joelma.

Local de venda – Redação do Blog do Pilako – Praça Leão Coroado.

Valor: Volume 01 – R$ 30,00 / volume 02 R$ 30,00

Contato: 9.9192.5094 ou pelo zap 9.8456.4281

Obs: Para as vendas fora da cidade acrescer despesas postais.

Momento Vitória Park Shopping

Um agradável dia no parque torna-se trágico quando Karla (Halle Berry) vê seu filho Frankie (Sage Correa), de seis anos, ser levado por dois estranhos. Sem telefone para chamar a polícia, ela precisa perseguir os sequestradores por conta própria. Esse é o mote de “O Sequestro”, que estreia no Grupo Cine.
Vem conferir o desfecho dessa história eletrizante! 🍿

Momento Cultural: A ILUSÃO – por José Miranda

Jos+® Tiago de Miranda

Para vivermos nós contentes pela vida
sem essa mágoa que tortura tanto a gente
da culpa de Eva no Édem, um dia nascia.
O Senhor deu-nos a ilusão constantemente.

Quanto seria: a alma por tudo entristecida
e o coração ensimesmado e até doente
se a ilusão fosse deste pélago banida
se não houvesse, não o sonho doce e ingente!

De assalto sem se esperar conta do destino
a ilusão toma para nos dar prazer na dor
para nos fazer o espiamento pequenino.

Da nau de crença a vela enfuna com vigor
e fortifica quando sofre, o coração:
toda beleza está da vida na ilusão.

José Tiago de Miranda, vitoriense, nascido a 9 de junho de 1891 e faleceu a 29 de maio de 1960. Foi professor primário na Vitória, em Moreno e em Limoeiro, exercendo, em todas as cidades, o jornalismo. Foi proprietário e diretor de O LIDADOR a partir de 1932 até sua morte. Cronista, poeta e jornalista de alto valor. Seus filhos (Ceres, Péricles e Lígia) reúnem em volume muitas de suas crônicas e poesias, em livro “Antologia em Prosa e Verso”, comemorando o centenário de seu nascimento, aos 9 de junho de 1991. Do casamento, com D. Herundina Cavalcanti de Miranda, houve ainda um filho, Homero, falecido logo após a morte do Prof. Miranda.

EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância do solfejo na formação musical do músico. (PARTE 6)

Com o passar do tempo, as notas musicais ficarão fluentes, porque a linguagem musical predominará igual a linguagem falada pelo ser humano, no momento da conversação entre si. Quando estamos fazendo um curso de idioma da linguagem inglesa, o educador ao começar lecionar, sua pronúncia abordará mais o inglês, em vez do português, onde esta técnica fará o cérebro memorizar cada momento trabalhado em sala de aula. Ao associarmos esta técnica com o trabalho do solfejo, precisamos apenas pensar na escala de DÓ MAIOR, e, ao começarmos solfejá-la, subindo ou descendo, cada nota pronunciada no momento da abertura labial, fará lembrarmos-nos de alguma canção, recente ou antiga, e, isso nos fará estimular a colocá-la na pauta, para fazermos o arranjo.

O que precisamos? Paciência, paciência e paciência. A barreira da resistência que nos impedem, do cérebro memorizar e guardar o som de cada nota precisa ser superada e vencida, podem durar meses, anos, mas devemos perseverar para obtermos resultados. Acreditamos que seja uma das fórmulas, onde devemos trabalhar em busca de resultados. Mesmo se não conseguirmos nenhum resultado, deve-se continuar o trabalho da percepção musical. A abordagem nos prepara para a busca constante da naturalidade, liberdade musical, formação complementar, metodologias, para um melhor aproveitamento dos discentes existentes na disciplina denominada de solfejo.

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João Bosco do Carmo

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com