Momento Grau Técnico Vitória

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Fragmentos

É preciso fazer boa leitura da realidade. Porque o mal que tu percebes pode ser o princípio de um bem a ser percebido. Sosígenes Bittencourt
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Forró de Severina – Nordestinos do Forró

Ouça a música FORRÓ DE SEVERINA, composta por Aldenisio Tavares e Samuka Voice, na voz de "Nordestinos do Forró". Forró de Severina - Nordestinos do Forró Aldenisio Tavares
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Apelidos Vitorienses: BAIANO.

Sem ter nenhuma referência ao estado da federação que atende pelo nome da Bahia, o amigo vitoriense,  João Caetano Batista Filho, foi rebatizado pelo apelido de “Baiano” de maneira que o próprio não encontra explicação. Desse ele: “minha prima, na brincadeira, me chamou de João Baiano”.

Pois bem, contou-nos o senhor João Caetano Batista Filho -  hoje com sessenta e quatro anos -  que foi sua prima, que se chama Rosa e morava na cidade pernambucana de Igarassu, ao vir passar um final de semana na sua casa, em Vitória, que lhe “batizou” por baiano. “Na escola, as pessoas me chamavam por João ou Joãozinho”, falou o “Baiano”.

Desde pouco mais dos dez anos que o senhor João é chamado pela alcunha. Ao servir o Exército Brasileiro, através do nosso Tiro de Guerra, seu nome de “guerra” passou a ser Caetano. Aliás, nos dias atuais,  só as alguns companheiros dessa jornada é que não lhe chamam pelo apelido. O seu instrutor, Major Eudes, e o companheiro de turma, o amigo Ozias Valentim, são dois bons exemplos.

Portanto, eis aí um vitoriense que ficou mais conhecido na cidade pelo apelido de que pelo o  próprio nome. Assim sendo, o senhor João  Caetano Batista Filho é mais que destacamos para fazer parte do nosso genuíno projeto,  que atende pelo nome de “APELIDOS VITORIENSES”.

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Palestra sobre a história da Vitória na reunião festiva do Lions Clube.

Na categoria de palestrante participei, na noite de ontem (31), da reunião festiva do Lions Clube Vitória Centenário. Tendo como tema central a história da nossa Vitória de Santo Antão, durante os poucos mais de cinquenta minutos em que estive ao microfone, elencamos, entre outras coisas,  o sentido do surgimento da nossa cidade, suas datas importantes e os seus respectivos significados, o melhor e o pior momento da nossa história, nossas transformações econômicas e sociais, assim como o surgimento da “figura dos bichos” no secular carnaval vitoriense.

Após os informes regimentais da instituição o encerramento do encontro foi celebrado com  um lanche  reforçado. Aos diretores da instituição, agradeço pela oportunidade que me foi dada para falar sobre a história da nossa polis, afinal, O CENTRO DO MEU MUNDO É A MINHA CIDADE.

 
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Batfino ou João Vitor: qual vai ser o “otário”?

Dias atrás, após o time colombiano vencer o Sport Clube Recife na Ilha do retiro, pela Copa Sul-Americana, testemunhei o debate futebolístico entre dois torcedores emblemático da Vitória de Santo Antão. Batfino e João Vitor, rubro-negro do Leão e Tricolor do Arruda, respectivamente, são amigos, independente de qualquer coisa, aliás, como deveriam ser todas as pessoas que gostam de futebol, mesmo que sejam torcedores de times  diferentes. Brigar por conta de futebol é algo descabido!

Pois bem, conversa pra lá, conversa pra cá, o amigo João Vitor, gozador por natureza, disse, em tom de deboche,  que era torcedor do Barranquilla desde criancinha. Batfino, sentiu-se ferido!! Cantou-lhe uma aposta, dizendo: “pego um gol e sou Sport no jogo da volta. Casa cem reais, otário!”.

Pois bem, eu, na qualidade de torcedor do  tipo “Paraguai” do timbu, fiquei no meio desse “fogo-cruzado”. Veja o vídeo e tire suas conclusões:

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O internauta Manoel Carlos comenta postagem sobre os 500 anos da Reforma Protestante.

Em função da minha postagem de ontem (31), realçando os 500 anos da Reforma Protestante, o amigo e internauta Manoel Carlos, produziu um comentário que reproduzo abaixo. Entre outras coisas,  ele coloca: “o protestantismo é um primeiro e irreversível passo rumo ao ateísmo”. A frase é forte e polêmica. Boa leitura:

"Querido Pilako a dita “reforma protestante” é tida por muitos estudiosos como algo que não surgiu pronta, como pensam alguns, mas foi ao longo de décadas, séculos se moldando ao gosto de muitos teólogos, governos, etc. Vários mitos são hoje propagandeados sobre a mesma. Alegam alguns que a dita “libertou” o homem da escravidão de verdades dogmáticas, e que nesta toada ajuda a fundar um estado moderno. Será mesmo? O filosofo Olavo de Carvalho em artigo primoroso analisa os desdobramentos da dita reforma. Veja: “Um dos mitos preferidos da cultura americana é o de que a Reforma protestante foi uma das fontes principais da liberdade religiosa, dos direitos individuais e da proteção contra os abusos de um governo central. Some-se a isso a falsa crença weberiana (ou semiweberiana) de que a “ética protestante” gerou o capitalismo, e a única conclusão possível é que o cidadão de hoje em dia deve a Lutero e Calvino, no fim das contas, praticamente todos os benefícios legais, políticos e econômicos de viver numa democracia moderna. Mas tudo isso é propaganda, não História. Desde logo, a supressão da autoridade política da Igreja – um dos objetivos declarados da Reforma, que nisso concordava perfeitamente com Maquiavel – liquidava toda mediação espiritual institucionalizada entre o governo e o povo, reduzindo a sociedade a um campo de disputa entre duas forças apenas: de um lado, uma poeira dispersa de consciências individuais com suas crenças subjetivas infindavelmente variadas e variáveis; de outro, a vontade de ferro do governante, consolidada na doutrina da “Razão de Estado”, necessidade incontroversa à qual ninguém podia se furtar. Não é preciso dizer qual dessas duas forças acabou por prevalecer. O clássico estudo de Bertrand de Jouvenel, Du Pouvoir, Histoire Naturelle de sa Croissance (1949), demonstrou de uma vez por todas que o crescimento do poder do Estado, com a consequente atrofia das liberdades individuais, é a mais nítida constante da História ocidental moderna, pouco importando se falamos de “democracias” ou de “ditaduras”.” (http://www.olavodecarvalho.org/heranca-e-confusoes/) Caro amigo: moralmente os frutos da reforma protestante são fracos: os Luteranos de hoje nada lembram o próprio Lutero. O Lutero que rompeu com Roma (talvez num primeiro momento não tenha rompido com o catolicismo) manteve seu amor a Maria Santíssima, cria na Santa Eucaristia, reverenciava as Imagens Tridimensionais, pugnava pela Sucessão Apostólica dos seus Bispos e padres, e, inclusive, era dogmático. Lutero aparenta ter querido mais romper com a submissão a um poder temporal do que com o catolicismo propriamente. Mas, de toda sorte, a evolução da dita reforma, se olhada pelos frutos modernos ver-se-á que é um fracasso retumbante, moralmente. Alguns, caro pilako, querem pontuar que desde seu surgimento o capitalismo se instala. Veja esta análise: “Em meados do século 18, decorridos nada menos do que dois séculos da Reforma protestante, a França católica ainda era o país mais próspero e culto da Europa, enquanto a Alemanha, berço de Lutero, jazia no atraso econômico e cultural mais abjeto, ao ponto de que o alemão não tinha sequer se consolidado como língua de alta cultura (os intelectuais escreviam em francês ou latim). Ainda em meados do século 19, foi em Paris que pela primeira vez um governante alemão, Otto von Bismarck, percebeu que era importante para cada nação ter uma classe média educada, modelo que ele então procurou implantar no seu país, apenas com signo religioso invertido, perseguindo os católicos e fomentando a educação protestante.”

Pilako “o protestantismo é um primeiro e irreversível passo rumo ao ateísmo”. Os países que primeiro foram engolidos pelo luteranismo e pelo calvinismo (e, no caso da Inglaterra, pelo Anglicanismo) são aqueles que, hoje, rejeitam os valores cristãos. Liberam antes de todos os demais países as drogas, equiparam uniões gay ao matrimônio, permitem a eutanásia e o aborto e possuem baixíssima natalidade. A promoção do ateísmo pelo protestantismo foi intencional? Certamente que não. Mas foi uma consequência inevitável do esvaziamento da doutrina cristã ao bel prazer de cada teólogo e “paxtô” protestante. Dessa dita “reforma”, só pode resultar relativismo e descrença. Disso Lutero deu um eloquente testemunho, com seu desespero e suicídio. Sempre, em todas as épocas e partes do mundo, existiram ateus. Mas o protestantismo, meio sem querer, incentivou e é, com certeza, o pai do ateísmo ocidental moderno, como ideologia, quaisquer que seja a forma que esse assuma".

Manoel Carlos Junior.

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Convite – AVLAC

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Momento Cultural – GUSTAVO FERRER CARNEIRO

Despercebidos E inocentes Lá vem os arrepios Mexer com a alma da gente Outra vez as sensações A vontade de um carinho Mais profundo De um beijo guardado De saudade do mundo Que vivemos conscientemente E que fica para sempre em nossas lembranças Entre sussurros, recordo momentos E não me arrependo De atos ou fatos vividos Mesmo que loucos ou transgredidos Pois meu corpo em sintonia Agradece ao teu em constante harmonia E talvez por pura teimosia Não paro de te amar E de sentir tua falta Não tenho pressa Tenho calma Quero conhecer não só teu corpo Mas tua alma Para isso, te imploro, Me beija, teu beijo é um presente Que adoro E o teu abraço Deixa meu corpo ardente Te amando sem cansaço Um beijo amado Que vai subindo e vai descendo Desliza no meio das nádegas Sobe pelas costas Até encontrar tua nuca Teus cabelos afastando Tuas orelhas volteando Arrepiando e buscando Teus lábios entreabertos Com essa sede de viver Aguenta, coração Experimenta a sedução Tenta e atenta Nessa total imensidão Abusa Elambuza Tiro a roupa Te deixo louca Sua Suor salgado Sal impregnado Tua pele na minha Minha carne na tua Em meus lábios Me matas a sede Na fonte dos teus prazeres Sede de meu tesão Pura transgressão Teu sexo No meu sexo Infringindo preconceitos Ou regras Braços e abraços Bocas e línguas Desejos hostis Deixa correr Deixa rolar Na cama ou na lama Na vontade de te amar Vamos Agora a sempre Amar pensando no mundo Um você e eu, juntos Um gozo que seja profundo No amor em um corpo único… (MOSAICO DE REFLEXÕES – GUSTAVO FERRER CARNEIRO – pág. 19).
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O Tempo Voa: Irmãs (1977)

Foto: acervo pessoal de Christiane Brito

Na foto Cristiane Brito (no braço), junto das irmãs Selma, Solange e Sônia Santana.
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Momento Grau Técnico Vitória

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FRAGMENTOS

O sexo ficou para a cama, e os segredos do amor para o coração. Fuxicar intimidades é falta de educação. Sosígenes Bittencourt
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Forró de Severina – Nordestinos do Forró

Ouça a música FORRÓ DE SEVERINA, composta por Aldenisio Tavares e Samuka Voice, na voz de "Nordestinos do Forró". Forró de Severina - Nordestinos do Forró Aldenisio Tavares
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500 anos da Reforma Protestante: estamos precisando de outra reforma ou voltar aos princípios dela?

Em 31 de outubro de 1517, há exatos 500 anos, o alemão, monge agostiniano, Martin Luther (Martinho Lutero) atuou como uma espécie de porta-voz de uma das mais importantes transformações estruturais da civilização. Com a publicação das suas 95 teses em meio a uma ebulição econômica e cientifica, precificada exatamente no contexto do sentimento da mudança - “tempos medievais para os tempos modernos -,   incentivada e efetivada pela  então classe burguesa,  antes às margens das decisões  políticas, funcionou como o alvorecer do mundo que hoje está desenhado e posto.

Separar a igreja da fé, entender a religião pelas lentes do poder político, naturalmente, não é tarefa das mais fáceis. Não se pode cobrar das pessoas em geral um raciocínio no sentido contrário às verdades dogmáticas. Pensar “fora da caixa”,  além de ser politicamente incorreto, dá trabalho e proporciona  exclusão social.

Se hoje, meio milênio depois, as denominações religiosas atuam como os pilares da sustentação do pensamento coletivo imaginemos, então, romper essa  “embalagem” lá no período  que os historiadores chamam de feudal, sob o véu e à hegemonia continua e perene – século V a XV – dos católicos medievais, cujo o conhecimento cientifico era guardado como trunfo, tal qual  uma das suas propriedades privada.

Antes de Lutero nascer, contudo, outros religiosos, no mesmo sentido,   já haviam enfrentado o poder soberano de Roma. John Wycliff e John Huss, em momentos  diferentes na linha do tempo,  também  se insurgiram, mas o contexto externo não sopravam na direção da mudança, tal qual no momento de Lutero (século XVI). Entre muitos outros fatores favoráveis às ideias do monge alemão estavam  as grandes navegações e a imprensa, inventada por Johann Gutenberg em 1430.

O dia 31 de outubro não foi escolhido por acaso para que  Martinho Lutero  divulgasse  suas ideias. Os dois primeiros dias do mês de novembro são representativos para os católicos. Dia de todos os santos (01) e dia de finados (02). Ocasiões, portanto, muita celebradas pelos fies católicos, momento oportuno para seus posicionamentos, lá em 1517.

Refletir sobre esses fatos e acontecimentos, quinhentos anos depois,  tentando estabelecer pontos de ligação  entre o passado e o presente, nos faz amadurece, nos inclina a  pensar e avançar,   sob todos os pontos de vista. Concluo, portanto, esse artigo alusivo à REFORMA PROTESTANTE sugerindo um dos ideais de Lutero: “Igreja reformada sempre se reformando”.

Apenas uma pergunta: será que já num passou da hora das igrejas se reformarem ou, quem sabe até, voltar ao ponto de partida, ou seja: aos princípios elencados por Lutero?

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AGTRAN continua trabalhando em “marcha lenta”…

Mesmo após dez meses da nova gestão da AGTRAN, sob o comando do diretor Elmir Nogueira, o órgão continua trabalhando na “marcha lenta”. Até o presente momento nenhuma ação consistente, no que tange ao dinamismo da mobilidade urbana, saltou aos olhos dos observadores, muito menos da população.

Pois bem, recebido como herança da administração passada o problema de ordem técnica, no que diz respeito ao estacionamento impróprio, localizado ao lado do prédio da Assembleia de Deus, na Matriz, registramos, na manhã de  hoje, mais uma vez, que os condutores de veículos continuam “pagando o pato”, pela falta de capacidade e até interesse dos que deveriam se debruçar sobre o problema.

A bronca continua a mesma: os motoristas dos  veículos que circulam  pela Rua Dr José Rufino Bezerra (Matriz), nos dois sentidos, são obrigados a enfrentar um engarrafamento infernal, nas imediações da "Casa dos Pobres", por conta de um estacionamento “sem noção”, que a AGTRAN insiste em manter.

Na nossa cidade, infelizmente, as coisas não funcionam como deveriam. A AGTRAN, ao que parece, tal qual na gestão passada, continua servindo como um ótimo cabide de emprego,  ao passo que se revela num péssimo prestador de serviço público. Enquanto os gestores não tomarem uma atitude, para sanar os velhos (atuais)  problemas de sempre a população segue  se virando como pode...

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O Profeta Gentileza – Por Wedson Garcia.

Em recente passagem pela cidade do Rio de Janeiro, me deparei com as obras de arte urbana das quais eu já havia lido muito a respeito e também já tinha apreciado pessoalmente em visitas anteriores à cidade maravilhosa. Trata-se da arte do profeta Gentileza, que deu uma aula de humildade e amor ao próximo em um passado recente. Gentileza se foi, mas seus ensinamentos permanecem vivos e restaurados nas ruas de várias cidades brasileiras, principalmente nas do estado da Guanabara. Em meio a tantos discursos de ódio e preconceitos que circulam na internet e na vida cotidiana dos brasileiros, deixo aqui um texto do Carlos, que tem a intenção de manter viva a memória desse ser iluminado que poucos brasileiros conhecem. Que nós possamos nos espelhar em Gentileza, não necessariamente seguindo os mesmos passos que ele, mas fazendo o mínimo: respeitando o próximo e suas diferenças.

“O profeta Gentileza ou José Agradecido foi figura marcante no Rio de Janeiro e em algumas cidades do Brasil por onde passou. Ele ganhou esse título porque vivia pregando o amor e a paz. Além disso, jamais dizia a palavra “obrigado”, pois, segundo ele, esse termo vinha de “obrigação”. Por isso, preferia dizer “agradecido” e, no lugar de “por favor”, optava pela expressão “por gentileza”. O profeta Gentileza era um empresário de transportes quando, no início da década de 1960, um circo pegou fogo em Niterói, vitimando centenas de pessoas dois dias antes do Natal. Naquele dia, ele disse ter ouvido “vozes” mandando largar o capitalismo e todo apego material. O futuro profeta pegou, então, um de seus caminhões e partiu rumo a Niterói. Durante anos, fez das cinzas e das marcas do incêndio no chão uma plantação de flores e passou a pregar nas barcas Rio-Niterói, deixando para sempre uma marca na cidade.

O profeta também pintou mensagens de paz, amor e gentileza nas pilastras do viaduto do Caju – o lugar mais cinza, feio e sem vida da cidade do Rio de Janeiro. A avenida que vai do cemitério até a rodoviária ficou marcada com seus dizeres inesquecíveis pintados em preto, verde e amarelo em um fundo branco. As mensagens foram pintadas no alto para serem lidas pelas pessoas mais humildes que chegam de ônibus da baixada e de Niterói. Muitos estranham a forma singular de sua escrita e não a entendem até hoje, mas ele escrevia muitas palavras de forma diferente. Amor com um R só era material. Já com três Rs (“amorrr”) tinha uma simbologia distinta – um R era do Pai, o outro, do filho e o último, do Espírito Santo. Gentileza foi pintando as dezenas de pilastras da avenida e acabou por promover uma das maiores intervenções urbanas de arte na cidade do Rio de Janeiro. Certo dia, as “autoridades” mandaram cobrir todo o trabalho do profeta com tinta cinza. Só a partir desse momento, a sociedade reagiu. Aqueles que pensavam que apenas Gentileza gostava de ler as próprias mensagens se enganaram: pessoas de destaque se levantaram contra a violência das autoridades de apagar seu trabalho artístico.

Hoje, Gentileza é o nome da praça da rodoviária, que fica bem ao lado de sua arte restaurada. Sua vida virou filme, livro e tese em faculdades. Uma Organização Não Governamental (ONG) foi criada no Rio e passou a ser chamada de Rio de Gentileza. A Escola de Samba Grande Rio fez de

Gentileza seu enredo através das mãos de Joãozinho Trinta. Mas, talvez, a homenagem mais famosa ao profeta seja a música Gentileza, de Marisa Monte. ”

Link: música Gentileza, de Marisa Monte. Homenagem ao profeta Gentileza. https://www.youtube.com/watch?v=Rr4W_wF0nso

Wedson Garcia é ator e diretor de teatro com bacharel em Administração Pela Faculdade Metropolitana do Recife. Estudante do curso de licenciatura plena em história da Universidade Estácio. Contribui para o desenvolvimento teatral da cidade de Vitória de Santo Antão, estando a frente do Núcleo de Pesquisa Cênica de Pernambuco. Contato: wedsongarcia@hotmail.com

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Convite – AVLAC

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Momento PITÚ

Galera, tem gente por aí procurando alguém com piscina pra uma amizade sincera? Pois eu já falei com o pituzeiro Jackson Stefanini e o fim de semana promete!  #vivaaresenha 

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O TEMPO VOA: Amigos – 1980

O TEMPO VOA - Gilberto Damasio, Capiba e Fernando - Anos 80 - Acervo pessoal de Gilberto Damasio Gilberto Damasio, Capiba e Fernando - Anos 80 - Acervo pessoal de Gilberto Damasio
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Momento Grau Técnico Vitória

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Fragmentos

Ensinar, para mim, é uma forma de conviver. Minha escola é o mundo.

Sosígenes Bittencourt

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Zezé do Forró canta “Querida” de Aldenisio Tavares

Do novo CD de Zezé do Forró, ouça a música QUERIDA, de autoria Aldenisio Tavares. Querida - Zezé do Forró Aldenisio Tavares
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Parabéns Moisés Sales: a mesma pessoa! Ontem, hoje e sempre…….

Não fosse a visível mudança no couro cabeludo e à ausência nos gramados, estampando o numero 10 do Praça Futebol Clube, por assim dizer, poderíamos atestar que o  senhor tempo “perdeu o seu tempo” com o amigo Moisés Sales, isso porque, em regra geral, ele, não obstante já  haver entrado no  grupo dos sessentões, onde formalmente é considerado um cidadão  idoso, continua interagindo com o mundo,  como se ainda vivesse na época jovem guarda.

Sem perder seus princípios religiosos, sua formação familiar e seus símbolos da juventude o amigo Moisés Sales é um tipo de pessoa que não nasce em série. Espirituoso e com um alto astral perene, que lhe permite enfrentar situações embaraçosas com galhardia, é amigo dos amigos e com a mesma facilidade com que faz novas amizades se posiciona quando algo não lhe convém.

O conheço desde que me entendo por gente. Desde o tempo que vivíamos - juntos e misturados – na Avenida Silva Jardim (Matriz). Moisés começou trabalhar cedo. Na adolescência, revelou-se um líder inconteste. Era ele que escalava o seu time - sem espaço para contestações. Na juventude dos anos dourados, foi absoluto: viveu com esplendor todas as fases.

Hoje, porém, no dia que completa mais um “caju”, certamente, comemorará da mesma forma, do meso jeito, independente de ser uma segunda-feira. Pena que o seu time do coração – Santa Cruz – não esteja numa boa situação, mas como o time rival – Sport – também tá numa maré baixa, fica mais fácil, mais palatável o dessabor futebolístico. Aliás, nessa matéria (futebol), reconheço nele um especialista.

Além dos seus marcantes traços – lealdade, alegria, correção e etc – encontro no amigo Moisés Sales, também, “um cantor autêntico”, um Roberto Calos que, no palco da vida, “vive esse momento lindo” diuturnamente.

Concluo esse “parabéns pra você”, em forma de artigo, acrescentando o que, vez por outra,  lhe de viva voz:  quero que você viva 200 anos, mas, caso  faça a viagem sem volta,  antes de mim, na hora do seu sepultamento pedirei a palavra aos seus familiares para dizer: AQUI, AGORA, ESTAMOS ENTERRANDO UMA RADIOLA DE FICHA, AO VIVO!!!

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O I Ciclo de Palestras “Arqueologia e Patrimônio”, promovido pelo Instituto Histórico e a Fundação Paranã-buc, foi concluído sábado com o tema: “Registros Rupestres em Pernambuco”.

Com a palestra sobre “Registros Rupestres em Pernambuco” concluiu-se,  no último sábado (28),  o I Ciclo de Palestras – Arqueologia e Patrimônio - promovido pelo Instituto Histórico e Geográfico da Vitória e a Fundação Paranã-buc.

As professoras Marília Perazzo e Daniela Cisneiros realçaram o tema nos seus mais variados aspectos. Desde a introdução aos mais recentes conceitos. Sobre o tema – arqueologia – podemos dizer: se muito se percorreu até aqui, um sem números de possibilidades ainda há de se avançar!!

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As boas músicas no Clube Abanadores “O Leão”.

Conforme anunciado, aconteceu na noite do sábado (28), no Clube Abanadores “O Leão”, a apresentação do grupo musical vitoriense “Os Boêmios”. Com repertório focado nos clássicos da musica brasileira que marcaram época, o espetáculo agradou a todos. Veja os vídeos:

Promoções festivas que buscam promover as boas músicas, assim como manter e ativar espaços dedicados ao público mais maduro, na nossa cidade, ainda é um grande desafio. Portanto, parabenizo os artistas vitorienses Márcia Nascimento, a dupla Neide & Pepeu e todo grupo musical pelo evento.

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Convite – AVLAC

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Começando mais uma semana deliciosa recheada de Nutella! Vem pra o #LaFábricadeChurros do Vitória Park Shopping experimantar toda essa delícia!😋🍫 #LaFábricadeChurros #VitóriaParkShopping

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Momento Cultural: Perto do mar, anoitecia… por Célio Meira.

celio-meira1

Perto do mar, anoitecia...

Corria o mês de novembro, - Era Dia da Bandeira, fomos ver a lua cheia, ao lado da ribanceira. Depois, descemos. Na praia, ficamos a reparar: - Havia esteira de prata, nas águas mansas do mar. Ali, olhando o mar, a lua, recebemos a lição: - Jesus Cristo está presente, na glória da criação. (migalhas de poesia – Célio Meira - pág. 25).
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