Almir Brito.

O vitoriense Almir Brito no seu cd “TODOS OS TONS” – belíssima coletânea de canções instrumentais no violão, aqui trazendo a música “LAMENTO” do mestre Pixinguiha.

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A política de segurança pública do governador Paulo Câmara continua patinando!!

Os fatos negativos se repetem. Ganham  vários  contornos e mais repercussão negativa  envolvendo a já desidratada política de segurança da gestão estadual,  liderada pelo governador Paulo Câmara. Em Caruaru policias jogam um advogado em serviço num camburão. Agências bancárias são explodidas, em grosso e a varejo, por bandos que  invadem as cidades do interior, levando o terror como nos tempos do cangaço. E, em plana copa do mundo, os “torcedores” da capital promovem,  nas vias públicas,  cenas dos tempos medievais.....A culpa é do governador? Nem tanto.......

Recai sobre o nosso  mandatário maior, no que se refere ao trato com a violência nas terras pernambucanas, o fato de tudo isso ser recorrente e crescente. Não adianta querer tapar o sol com a peneira!! A sensação de insegurança da população, todos os dias só faz aumentar. A população, de maneira geral, já entendeu que a melhor solução é se trancar em casa. Mas, convenhamos,  essa não é a opção desejada!!!

Explosão destruiu caixas eletrônicos em Santana do Parnaíba

Na nossa cidade, Vitória de Santo Antão, desde ontem (11), circulam na internet cenas de um assalto em plena luz do dia. Esse dois meliantes, segundo informação,  já foram identificados e presos pela polícia. Mas, convenhamos, o resultado final desse caso retrata  uma exceção à regra. Infelizmente estamos perdendo a guerra. A  bandidagem  está  avançando e o futuro nos anuncia tempos mais turvos. Essa é sensação!!

Entendo perfeitamente das macro-dificuldades quando colocamos a lupa sobre o sistema do tráfico de drogas -  cada dia mais organizado. Mas isso é uma demanda antiga que os nossos governantes federais e estaduais – juntos – também falharam. Espero que os postulantes das próximas eleições gerais, em todos os níveis, tratem dessa problema com o devido repeito e com a seriedade que o tema requer. Por enquanto, somos todos reféns da inoperância e da incompetência............

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Imprensa da Vitória: PERCALÇOS E IDEALISMO – por Luis Nascimento.

Em grande estilo, anos atrás, o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, reuniu a imprensa local para festejar o se sesquicentenário. Aliás, diga-se de passagem, ocasião muito marcante para dedicou ou ainda dedica-se à arte da pena. Revirando meus arquivos, contudo, republico o artigo, escrito pelo senhor Luis Nascimento, escrito por ocasião do centenário, em 1966. Atualmente, os tempos são outros. A internet cuidou de promover um sem número de leitores à condição de repórteres.

PERCALÇOS E IDEALISMO

A imprensa vitoriense sofreu, desde 1866, todos os percalços, dificuldades e inglórias inerentes à espécie. Viveram seus periodistas, por outro lado, os momentos culminantes da criação do jornal e da enunciação de ideias e programas, junto ao desejo de ser útil a comunidade, de consertar os erros do mundo e apontar os caminhos certos.

Continuaram eles, neste século, a amar e a sofrer, teimosamente, jungidos a um ideal, à missão de informar, de aparecer, de transmitir um pensamento, um verso, uma página literária.

Ultrapassou a casa dos trinta o número de publicações da grande família da imprensa dadas à circulação, de 1866 a 1899, na Vitória de Santo Antão. No cômputo geral dos cem anos hoje completados, subiram a mais de 170, de todos os gêneros, de vida intensa ou efêmera, fazendo surgir jornalista a granel, muitos deles perdendo o título rapidamente, outros altenando-se no conceito da imprensa regional ou nacional.

Esta terra de tantas tradições históricas tem, indubitavelmente, a primazia da imprensa no interior do Estado, uma primazia que honra Pernambuco, do mesmo modo que a imprensa de Pernambuco honra o Brasil.

Luis Nascimento Originalmente publicado na REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO DA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO – VOL. I – 1968.

 
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Momento Pitú: Viva a Resenha!!

Pra quem tá por São Paulo, no meio desse frio todo, umas doses da aguardente mais amada do Brasil é SHOW pra dar aquela esquentada. Uma dessa aí já tá de bom tamanho pra dividir com um parceiro(a), né?  
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EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem referente as divisões e valores existentes nas peças musicais. (PARTE 5).

Recordando o que abordamos na referência a peça FREVO DE RUA, onde discutimos o foco da pancada do Surdo no segundo tempo, a tal marcação estar bem na Anacruse. Se por acaso existir uma introdução, virá após a pancada do Surdo no segundo tempo, um DC (DO COMEÇO), ou, um (S), e, se não existir introdução, bem acima da barra do primeiro compasso após a Anacruse. Em geral, este detalhe depende muito do compositor, que pode solicitar esta diferença. O Anacruse, é justamente, aquele pequeno grupo de notas logo após a: Clave; Armadura; Fração numérica do compasso na peça musical. O interessante do que estamos abordando, é justamente, o paralelismo existente entre a EDUCAÇÃO MUSICAL e a EDUCAÇÃO ESCOLAR, onde o Corpo Discente ao começar o trabalho da análise de uma peça musical, seja qual for sua fração: quaternária; binária ou ternária, estará trabalhando e exercitando as duas gramáticas existentes. Tais quais: a Musical e a Escolar. Quando estamos lendo uma carta, um bilhete, uma revista, ou, uma Bíblia Sagrada, observamos que pronunciaremos as palavras contidas em todo texto, e, no caso das peças musicais, não será diferente. Primeiro iremos observar a armadura – se estar em DÓ MAIOR; SIb MAIOR; SOL MAIOR; RÉ MENOR - e, em segundo, as divisões e os valores existentes em toda peça musical. Vamos exemplificar: de repente, é solicitado a uma pessoa para lê um texto faltando diversas letras no momento da pronúncia das palavras, e, ainda respirando de forma errada. Haveria dois problemas: o primeiro, os expectadores não entenderiam nada do que estava sendo lido e, em segundo, cansaria os ouvintes e o próprio palestrante, em razão da sua forma de respirar ao pronunciar de forma desagradável as palavras contidas no texto.

Na execução das peças musicais, não há diferenças para tais problemas, se o instrumentista, músico, ou, cantor, não observar estes detalhes, pode executar de forma desequilibrada e, destruir uma melodia composta com muita dedicação e compromisso. A finalidade da abordagem apresentada, tem seu foco no crescimento musical e intelectual do Corpo Discente de modo geral.

Bosco do Carmo

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

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Momento Cultural: FINALIDADES – por Henrique de Holanda.

Não te enfades com a dor que te crucia o peito, Dize sempre bendita a angústia que te cobre, pois não é de estranhar que exista igual proveito entre um sol a nascer e um dia que se encobre.

 

Se alguém te faz sofrer, bendize o que foi feito. Que nunca, ao desespero, o teu brio se dobre. Perdoar… esquecer… e há nada mais perfeito? Há ventura tão grande e vindita tão nobre?

 

Repara no caminho: entre cardos e flores, sob névoas aqui, e ali sobre esplendores, a estrada é a mesma… a trilha é uma só…

 

Lá no fim, não se vê do limite a distância tudo se congregou numa só substância a que chamamos TUDO e que se chama PÓ.

 

“O LIDADOR” 28.X.1933

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Momento Vitória Park Shopping.

Venham se divertir com a criançada ou amigos na #Hoverboard do Vitória Park Shopping! Aqui as férias é garantida. 😀👊 #Hoverboard  
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O TEMPO VOA: FESTIVIDADES DIA 3 DE AGOSTO DE 1974.

FESTIVIDADES DIA 3 DE AGOSTO DE 1974
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Momento Grau Técnico Vitória.

Indique uma mudança de vida para os seus amigos. Cada indicação efetiva vale R$ 50,00 para o aluno que a fez.
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A Paixão – Sosígenes Bittencourt.

A paixão é hipnótica, conteúdo mental invasivo. A paixão tem vontade própria. O apaixonado, não. A paixão é cega e vê, porque vê o que quer sem entender. A paixão é sentimento abdominal, nasce de baixo para cima. A paixão deve dar um sentido à vida, não um sentido à morte. A paixão é o aperitivo do prazer, não deve virar um porre. A paixão por coisas é mais serena; a paixão por pessoas, mais dependente. A paixão acorda o apaixonado, de madrugada, para pensar nela. A paixão é sem explicação, tendo nada a ver com o seu objeto. A paixão é suicida, pode matar o amador. A paixão é homicida, pode matar a coisa amada. A paixão termina por ganhar da solidão. Ai do solitário!

Sosígenes Bittencourt

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Saudade – Fernando Silva.

Hoje disponibilizamos a canção SAUDADE de autoria e interpretação do amigo FERNANDO SILVA. Saudade - Fernando Silva Aldenisio Tavares
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E se Vitória voltasse ao tempo das carroças, puxadas por cavalos?

Recentemente li um artigo que tinha como título um tom provocativo (na minha visão). Dizia ele:  “Como o carro “limpou” as cidades”. Em tempos de caos no trânsito, sobretudo nas grandes metrópoles, e efeitos nocivos à saúde,  em virtude dos gases produzidos por essas máquinas, cada dia mais possantes, além de inúmeras outras complicações pertinentes ao uso excessivo dessa “maravilha moderna”, hoje, a mobilidade urbana é um dos temas mais importantes no seio da sociedade, principalmente quando pensamos em futuro.

Pois bem, segundo o artigo, muito bem escrito por Pierre Lucena, foi justamente nos problemas causados pelo alto volume de excrementos dos cavalos -  enquanto força motriz no meio de transporte mais importante das grandes cidades ( carroças e carruagem) que a introdução do carro, na ordem do dia, que limpou as cidades.

Para entendermos melhor esse conflito, por assim dizer, devemos voltar ao final do século XIX. Basta dizer que só Nova York era possível encontrar algo em torno de 200 mil cavalos circulando diariamente pelas ruas da cidade. Olhando direitinho, já começamos achar que o nosso calvário já não é tão ruim assim......

Na nossa Vitória de Santo Antão, segundo registro do Manoel de Holanda, o primeiro desfile de um automóvel pelas sinuosas ruas santonenses só aconteceu no final da primeira década do século XX. Segundo os relatos, a cidade inteira parou por conta do “espetáculo”. Até então a esmagadora maioria da cidade nunca antes havia visto um “bicho daquele”.

Com efeito, hoje, nossa polis, nessa matéria (mobilidade urbana) ainda continua  sem produzir um planejamento consistente  para enfrentar as demandas que há muito são urgentes. Pode nos parecer absurdo, mas, imagino que o maior desafio dos gestores da nossa cidade ainda é, simplesmente, fazer o dever de casa.  Ou seja:  discutir e planejar. Concluo dizendo: ao que parece, “tudo continua como dantes no quartel de Abrantes !!”

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Parabéns ao Mestre Fernandes Rodrigues!!

Em grande estilo, hoje, 11 de julho, o Mestre santonense,  Fernandes Rodrigues,  comemora mais uma passagem natalícia. Em plena movimentação do maior evento da América do Sul, voltado ao artesanato – FENEARTE – o amigo Fernandes será efusivamente  festejado.

Aliando simplicidade na forma de viver e tratar as pessoas ao estilo próprio e único na arte de transforma o barro comum em obra de arte, Fernandes vem ganhando notoriedade e fama que vão muito além dos contornos limítrofes do nosso município. Assim sendo emendo um retumbante e duplo “PARABÉNS PRA VOCÊ”, amigo Fernandes!!!

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Momento Pitú: Viva a Resenha!!

Meu amigo, essa turma do exterior gosta mesmo de tomar uma caipirinha né? Também, quem pode resistir a uma Caipirinha de Pitú? É difícil!  
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Estão abertas as inscrições de curtas-metragens para a Segunda Mostra de Cinema da Vitória de Santo Antão

 

A Segunda Mostra de Cinema da Vitória de Santo Antão (MCVSA) vai acontecer entre os dias 20 e 26 de agosto em Vitória de Santo Antão, na Zona da Mata, pelo qual se encontra com inscrições abertas para curtas-metragens até o dia 19 de julho.

A 2ª Mostra de Cinema da Vitória é um projeto aprovado no 10º Edital do Programa de Desenvolvimento da Produção Audiovisual de Pernambuco (Funcultura 2016 – 2017). O foco principal é a exibição audiovisual de curtas e longas-metragens dos mais variados gêneros e temáticas, que estão fora ou com pouco espaço no cinema convencional, a fim de incentivar a formação e o debate sobre a linguagem, interiorizando o acesso e democratizando as obras.

A MCVSA nasceu do Cineclube Avalovara, que existe desde 2013 e, embora tímido no começo, acabou despertando o fazer audiovisual em várias pessoas da cidade. Agora, o Cineclube Avalovara está bem consolidado, funcionando também com incentivo do Funcultura, e a MCVSA está indo para a sua segunda edição (a primeira aconteceu em 2016).

“É um espaço pelo qual zelamos e nos orgulhamos muito, justamente por mobilizar e abrir janelas – outrora quase nem imaginadas – no interior do Estado de Pernambuco”, sublinhou Claudia, uma das coordenadoras do projeto. ___ Regulamento com link para o formulário podem ser acessados:

Regulamento: https://tinyurl.com/edital2018mcvsa Formulário: https://tinyurl.com/forminsc2018mcvsa

___ Página no Facebook: facebook.com/mostravitoria

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Momento Cultural: Cérebro – por Henrique de Holanda.

Na mocidade, a razão quase sempre se encandeia, tornando a vida uma mera ingenuidade. O cérebro da humana criatura – quem é moço concebe ser uma taça de ilusões bem cheia que o coração segura e a alma bebe. Mas, a velhice vem fermentando a bebida outrora pura… e o coração, que forças já não tem, vendo a alma fugir, derrama a taça, que ao se precipitar de grande altura no chão se despedaça… (Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 25).
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Momento Vitória Park Shopping.

Nas férias já pensou que programa fazer com seu pequeno? Venha dar uma voltinha no Drive Kids do Vitória Park Shopping!  
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O TEMPO VOA – Solenidade.

Solenidade – entre outros: Ivo Queiroz, Mário Bezerra e Marco Maciel. Ano não registrado.
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Momento Grau Técnico Vitória.

E aí? Qual será o cursos preferidos de nossos seguidores? Administração ou Enfermagem? Deixe a sua resposta com a reação de cada um ou comente. E, caso você ainda não saiba qual curso fazer, entre em nosso site e faça o teste.  
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Não ria se puder – Sosígenes Bittencourt

De tanto me dedicar aos dramas humanos, me esqueci de apreciar os bichos. Talvez, tivesse me decepcionado menos.

Um dia, meu menino me perguntou: – Painho, o que é que aqueles porcos estão fazendo no meio da rua? – Porcaria, meu filho. – E por que aqueles cavalos estão soltos? – Porque os seus donos são burros.

Aliás, quando chamamos um cidadão de BURRO, estamos desconsiderando o quadrúpede. Eu nunca vi um burro fumando nem tomando cachaça.

Sosígenes Bittencourt

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“DEIXA” de Dorgival Soares

Ouça a música “DEIXA“, de Dorgival Soares. Deixa - Dorgival Soares Aldenisio Tavares
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“Javalis Selvagens”: esse é o time campeão do Mundo!!!

O drama dos “meninos da caverna” – como assim ficaram conhecidos –,  felizmente,  chegou ao fim. Os doze garotos e o técnico da equipe de futebol  - “Javalis Selvagens” -  passam bem e seguem sendo monitorados por médicos e psicólogos. Os desdobramentos dessa vivência são imprevisíveis.

Na exitosa operação de resgate trabalharam diretamente noventa mergulhadores (50 especialistas internacionais e 40 experientes tailandeses) e trinta equipes médicas. A mobilização foi grande e a torcida em todo planta foi maior ainda. Esse é o tipo de acontecimento que mexe com o emocional daqueles que são seres humanos de verdade.

Mesmo distante me envolvi com essa operação. Para cada resgate uma alegria. Aliás, dias atrás, disse aqui:  na qualidade de civilização, de nada adiantaria termos tecnologia para visitar a lua e fazer turismo em marte, se fracassássemos nesse evento.

De sorte que estamos cantando vitória!!! Espero, contudo, que no próximo domingo, por ocasião da final da Copa do Mundo,  na Rússia, o time do “Javalis Selvagens” seja a mais festejada, afinal, entendo, esse ser o melhor momento para eles dizerem ao mundo que são os verdadeiros campeões.......

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O dia em que o teto da Igreja do Livramento desabou.

Revirando nossos arquivos encontramos uma matéria publicada no jornal “O LIDADOR”,  de 1907, realçando o dia em que o teto da Igreja do Livramento desabou. Desse fato, contudo, deu-se  às comemorações  com a Festa da Cumieira.

 “O Lidador” -  edição de 3 de Agosto de 1907 publicava:

DESABAMENTO:

É um grande perigo entrar-se atualmente na Igreja do Livramento. As tesouras do tecto estão todas deterioradas; um dos oitões, desamarrado e penso, sendo inevitável o seu completo desmoronamento, a menos que se tome, já, rigorosa providência. Os poderes públicos fariam um grande bem, proibindo a sua abertura.”

Efetivamente, três meses e três dias após esse sombrio prognóstico, realizava-se ele, sendo assim noticiado pelo mesmo jornal na edição de 23 de novembro de 1907:

“Pelas 8 horas e meia da noite de 16 do corrente, ecoou em toda cidade o estrondo do desabamento do tecto da Igreja do Livramento. Pressagiámos o fato há três meses. De então para cá deixou de realizar-se ali certa devoção habitual nas noites de sábado, Não houve danos, além do material.”

À  sete de dezembro anunciava o mencionado jornal um “consta” de que o cônego Bernardo,  pároco de Santo Antão, iria apelar aos paroquianos a fim de reconstruir a Igreja, e sugeria a realização de uma quermesse, iniciativa que se confirma no Jornal “O Popular”,  de 15 de fevereiro de 1908:

“O nosso venerando e ilustre Vigário,  no louvável intuito de reconstruir a Igreja do Livramento, tem-se dirigido aos católicos da freguesia, pedindo auxílios de todos quantos amam de coração a religião do Nazareno.”

Já valetudinário, nada mais pôde fazer o virtuoso sacerdote, pois, a 31 de agosto, falecia, após quase vinte anos de relevantes serviços prestados a Igreja na paróquia de Santo Antão.

O seu sucessor, Monsenhor Laurino Justiniano Douetts, empossado a 27 de setembro do mesmo ano,  na Matriz de Santo Antão,  em maio de 1910, voltava sua atenção para a Igreja do Livramento, iniciando  uma campanha para a sua reconstrução. A mesma  foi iniciada em julho, dizendo o Jornal  “O Popular”, em  27 de agosto do mesmo ano:

“estivemos nas obras de reconstrução e verificamos quanto se precisa despender para seu acabamento, pois, pode-se dizer, trata-se de uma quase completa reedificação.”

A proprietária do engenho São João novo doara todo o madeiramento e os trabalhos continuavam normalmente, sendo interrompidos com o falecimento do Monsenhor  Douetts, em 24 de julho de 1911.

O novo vigário, padre Américo Vasco, preocupou-se de imediato com reparos  no teto e melhoramentos internos na Matriz de Santo Antão, realizados no 2º semestre de 1911.

Logos nos primeiros meses de 1912 reiniciou-se o serviço de restauração da Igreja do Livramento, onde, em 11 de março, era celebrada a “Festa da Cumieira.”

(REVISTA DO INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO – Volume 5º – 1973 – pág 78 a 79).

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Momento Pitú: Viva a Resenha!!

Tô estourado! Que onda, meu velho! Olha só o que o perfil do Instagram @pituviajante andou aprontando. Essa turma é boa demais. Vocês tão de parabéns, viu? Então, podem seguir aí, #NaçãoPituzeira, os cara se garantem.  
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3ª Festa da Saudade – Super Oara – 25 de agosto – Clube ” O Leão”.

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Momento Cultural: A Balsa – por Stephem Beltrão

Lembro-me, pequeno passageiro, a primeira travessia. Na minha pequena cabeça, O cabo de aço, a balsa não suportaria.

Passei pelo antigo trapiche da velha fábrica de gelo. Meus desesperos se afastavam do barco, junto com um banzeiro.

Prestava bem atenção na espuma deixada pela chalana amarrada atrás da balsa. Girava como minha imaginação, tal qual, o cabo na roldana.

A outra margem do rio parecia o outro mundo. Achava que nunca conseguiria completar aquela travessia.

Ao chegar, enfim, a margem, um marinheiro a corda jogou, amarrando a balsa ao cais, dando fim à viagem. E, como um sonho, a travessia acabou!

Stephem Beltrão  

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Momento Vitória Park Shopping.

A MIster Victor tem polos elegantes e cheias de estilo para você arrasar no look inverno. Aproveita as novidades e vem conferir!
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O Tempo Voa: Posse de Barreto (1974)

Posse de Barreto - (1974).
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Momento Grau Técnico Vitória.

Monte seu currículo com o Grau Técnico e aproveite para ampliar seus conhecimentos em um de nossos cursos. Acesse: http://grautecnico.com.br/agencia-de-encaminhamento  
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UM CERTO DOMINGO – Sosígenes Bittencourt.

Um certo domingo, corria o ano de 2010, eu assistia a uma reprise do Conexão Internacional, quando apareceu o jornalista e escritor carioca Carlos Heitor Cony, sendo entrevistado por Roberto D’Ávila.

Engraçado, disse simpatizar os cínicos, desde Sócrates a Machado de Assis e Jean-Paul Sartre. Disse que há uma diferença entre o escritor e o cronista. O escritor vive no fundo do mar, e o cronista, no aquário. O escritor tem de traçar seu caminho para ser notado, o cronista vive na vitrine. E acabou citando uma frase de Rabelais: “Não tenho nada, devo muito, o resto dou pros pobres.”

Ainda vi, neste programa, o físico Marcelo Gleiser dizer que “A terra pode ficar perfeitamente feliz sem a gente, mas a gente não vive sem a terra.”

Dá para esquecer semelhante domingo há 17 anos?

Dominical abraço!

Sosígenes Bittencourt

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