
Panorama do Hotel Fortunato – ano não registrado.

Panorama do Hotel Fortunato – ano não registrado.

Panorama do centro da Vitoria – Rua 15 de Novembro – registro 1930.

Corrida festiva alusiva às comemorações do dia 3 de agosto de 1974 – registro na rua entre as Praças 3 de Agosto (Anjo) e Restauração (Jacaré) – ao fundo , casas onde hoje funciona o Boteco do Camarão.

Apresentação do Pastoril – inauguração da iluminação e ornamentação natalina – Foto registrada em dezembro de 1973.

Homenagem do Clube Abanadores “O Leão” ao seu ex-presidente Célio Meira – ano não registrado.

Reunião Festiva do Lions Clube da Vitória – Clube Vassouras O Camelo – entre outras: Cilene, Socorro, Etiene, Inês, Marliete, Anita e Azinete – registro, 09 de dezembro 1982

Panorama da Estação Ferroviária – ano não registrado

Prefeito Barreto recebendo estudantes do Colégio Nossa Senhora da Graça – década de 1970
Solenidade no Instituto Histórico da Vitória – sob a presidência da professora Eunice Xavier, a tomada de posse de novos sócios: dentre eles, Geraldo Lima, Zito Mariano, Sônia Galvão e Joel – registro: 30 de julho de 1998.

Parte da Rua Doutor José Rufino Bezerra – um dos dois vitorienses que governou Pernambuco – registro da década de 70.

Panorama do Centro Comercial da Vitória – ano não registrado.

Esses navios, que passam na noite,
são navios perdidos no além
são navios de piratas, marinheiro,
doudas fragatas que vão e que vêm.
São navios a vela
Bergantins, Brigues, Caravelas,
velozes, breves, fugazes,
perdidos para sempre sem roteiro.
Todos passam na amplidão do mar,
nessa noite escura de pressentimentos,
francamente alumiada por velhos candeeiros.
Lá vão os piratas heroicos,
os que mancharam de sangue as águas com seus alfanjes,
os loucos comandantes abandonados, sem remissão,
alucinados no meio das águas,
nessa noite de incrível escuridão,
a procura de marujos naufragados
noutras noites de abandono, sem perdão,
pedindo à Mãe dos Navegantes
o encontro de saudosos irmãos.
Esses navios que passam, marinheiro,
são navios perdidos na além;
são navios de esquecidos guerreiros
que procuram, que buscam alguém.
(em TAMPA DE CANASTRA)
José Tavares de Miranda, vitoriense nascido a 16 de novembro de 1919, filho do Prof. André Tavares de Miranda. Fez os primeiros estudos na Vitória, sob os cuidados do seu genitor, e transferiu-se para o Recife, onde teve grande atuação na imprensa. Mudando-se para São Paulo, ali concluiu o seu curso de Direito (iniciado na Faculdade de Direito do Recife) na Faculdade de Direito do Largo S. Francisco, em 1939. Escritor, jornalista e poeta. Teve vários livros publicados inclusive de poesias, sendo estes últimos reunidos em um só volume: TAMPA DE CANASTRA. Faleceu em São Paulo (Capital) a 20 de agosto de 1992.


Visita do presidente Castelo Branco – rampa do Hospital João Murilo – década 1960

Solenidade festiva Lions Clube da Vitória – Clube Abanadores ” O Leão” – Zito Mariano e o prefeito Barreto – década de 1970.

50 Anos de “Seu” Zito Mariano – Capela São João – junho 1978 – na foto Zito Mariano e Padre Renato

Dodó da Gamela numa farra com amigos – Restaurante Gamela de Ouro – ano não registrado.

Inauguração da “Pista” José Mariano de Barros (Zezé Mariano) – Parque de Exposição de Animais da Vitória (hoje, Vitória Park Shopping) – entre outro: Luis Mariano (discursando), Zito Mariano, Elias Lira, Henrique Queiroz, Carlos Breckenfeld e Pedro Eugênio, então secretário de Agricultura – registro – 06 de agosto de 1987.

Auditório do Colégio Municipal 3 de Agosto – extinto por ocasião das obras de ampliação da quadra coberta – registro da década 1970.

TIRO DE GUERRA NOVEMBRO DE 1933