
Praça Duque de Caxias – inauguração do monumento comemorativo pelo primeiro centenário de elevação à categoria de cidade – 1843/1943.


Praça Duque de Caxias – inauguração do monumento comemorativo pelo primeiro centenário de elevação à categoria de cidade – 1843/1943.


Festa da vitória nas urnas – 1982 – entre outros: Elias Lira, Rubem de Deus, Dezinho, Carlos Breckenfeld e David Sabino.


Querido e estimado Pilako, essa inauguração se deu entre 1965/1966, já quando meu avô, Nô Joaquim assumiu o cargo de Prefeito, sendo uma de suas primeiras obras. Se vê ao fundo Bel Evandro Couceiro Costa, e no lado direito da foto Dr. Ivo Queiróz Costa em seu primeiro mandato de deputado estadual.
Nôzinho Neto.


Inauguração da Lavanderia Pública – bairro do Dique – prefeito Nô Joaquim – década de 1960.


Visita ao Monte das Tabocas – entre outros, o prefeito José Alexandre, Joaquim Augusto de Siqueira e Renato Uchoa – ano não registrado.


Drayton Bandeira, Nascimento, Toinho, Baiano e Xéxeu – foto registrada na Praça da Bandeira (hoje ocupada pela “feira”) durante os Jogos de Verão – 1972.


Inauguração do Monumento do Lions Club – Cruzamento das Avenidas Silva Jardim com Henrique de Holanda – registro fotográfico de 1985 – ao microfone, Zito Mariano.


Prédio do antigo presídio da Vitória, também conhecido como cadeia pública – hoje sede da Guarda Municipal – ano não registrado (acervo, Nilton Andrade).


DESFILE 7 DE SETEMBRO – 1979.


Movimento de rua das Ligas Camponesas, em apoio a Miguel Arraes – cruzamento das Ruas Rui Barbosa com 15 de Novembro – década de 1950/60.


Título de Cidadão Vitoriense – Pastor Ozéas Correia, prefeito Elias Lira e o vereador Manassés Francisco da Silva – 1985. Acervo Pastor Ozéas.


Encontro de amigos nos bares da vida – “Adega do Gilvan” – final da década de 1970 – entre outros: Quinho, Gilvan, Zé Maria, Célio e Geraldo.


O TEMPO VOA – FESTIVIDADES DO DIA 3 DE AGOSTO DE 1974.


Lembro-me do São João das ruas sem calçamento. O mundo parecia um terreiro só. As mulheres cruzavam as pernas, enfiavam as saias entre as coxas, para ralar o milho e o coco, enquanto os homens plantavam o machado nos toros de madeira para fazer as fogueiras. À tardinha, a panela virava uma lagoa de caldo amarelo onde fervia o maná das comezainas juninas. A meninada ensaiava o jeito de ser homem e mulher. De chapéu de palha, bigode a carvão e camisa quadriculada, era quando podíamos chegar mais perto das meninas sem levar carão nem experimentar a sensação de pecado. O coração se alegrava quando sonhávamos com a liberdade de adultos que teríamos um dia. Batia uma gostosíssima impressão de que estávamos bem próximos de fazer o que não podíamos fazer. Os ensaios de quadrilha relembravam a tristeza do último dia. Pois um ano durava uma eternidade, as horas eram calmas, podíamos acompanhar a réstia do sol e contar estrelas. Pamonha, canjica e pé de moleque eram tarefas de dona de casa prendada, de quem o marido se gabava. Tudo era simples e barato, ninguém enricava com a festa. A novidade era a radiola portátil, e os conjuntos eram pobres de tecnologia, mas os instrumentos ricos de som e harmonia, manuseados com habilidade e gosto, na execução do repertório da festa do milho. Quando São Pedro se ia, ficava um aroma de saudade na fumaça das derradeiras fogueiras e no espocar dos últimos fogos.
Sosígenes Bittencourt


Capela de São João Batista – próximo ao Restaurante Gamela de Ouro, após missa em comemoração aos 50 anos de “Seu” Zito Mariano – foto registrada em 1978.

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Panorama da Praça Duque de Caxias – ano não registrado.

Solenidade festiva Lions Clube da Vitória – Clube Abanadores ” O Leão” – Zito Mariano e o então prefeito, Barreto – década de 1970.


Evento político – Antônio Pereira, Bigode da Banca, Roberto Bezerra, Javan Ageu, Henrique Queiroz, Bau Nogueira, Lula Texeira e Dagoberto. Ano 1999.


Visão do Pátio da Matriz na década de 60 – 1967


Aerofotografia do Pátio da Matriz – ano não registrado !!!
