Homenagem

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“Saudade é isso que agente sente, alguém que partiu, alguém que morreu, alguém que o coração não esqueceu”.

Render homenagens aos foliões que abrilhantaram o carnaval é essencial. Mas, os foliões não podem nem devem deixar de render homenagens aos que ficam nos bastidores: os carnavalescos. Afinal, são eles que trabalham na construção da maior festa popular: a festa da inclusão social. São os carnavalescos que são colaboradores da nossa cultura, preparam a festa da alegria, da irmandade, do amor. E, quando eles partem a saudade nos invade, e, também, a gratidão por eles terem estado conosco, por tudo que nos proporcionaram, por sua doação. Por estas razões seus nomes Antônio Tibúrcio de Santana Sobrinho (Sitonho) e Paulo José de Oliveira e Silva (Paulinho) estarão sempre na lembrança e saudade do carnaval de Vitória de Santo Antão.

Rosedite Tenório de Oliveira

Nem tudo é festa, alguém tem que trabalhar!

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Para os foliões que estavam se divertindo, juntamente com seus amigos e familiares, no  desfile da SAUDADE, separei um pequeno vídeo, com imagens da serenidade e profissionalismo da equipe do Trio Asas da América, como também dos profissionais da Orquestra Super Oara. Como diz o ditado: “para eu me divertir bem na festa, alguém tem que trabalhar”.

Maria e Lampiões: Força e Superação.

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Nossas lentes registraram na tarde da terça-feira (12) de carnaval a passagem, pela Avenida Mariana Amália, da Agremiação Carnavalesca MARIAS E LAMPIÕES. “Puxados” por uma trinca de forrozeiros de primeira os foliões deram um show de animação.

Para nós, amigos de Paulinho, a impressão que dava é que a qualquer momento ele iria aparecer, a caráter, como sempre, todo animado e comandando a festa. Parabéns aos Diretores Silvio e Suely pela superação e equilíbrio na condução desse  processo.

Dupla comemoração.

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Na noite de ontem (13), em plena “quarta-feira ingrata”, participei da dupla comemoração natalícia dos meus sobrinhos Manuela e Eduardo. A primeira fez aniversário dia 11 (segunda-feira) e o segundo comemorou no próprio dia.

Apenas a título de curiosidade para essa “galera’ amiga de DUDÚ, como é mais conhecido, pelo fato de mesmo ter chegar ao mundo em pleno sábado de Zé Pereira, recebeu como primeiro nome “extra-oficial” José Pereira. Certamente, caso não tivesse mudado para Eduardo, estaria hoje, nós, ao invés de chama-lo por DUDU, chamaríamos por “Pereirinha”. Olha aí que apelido massinha!

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