Apresentação Cultural quebra rotina na praça

boi-dourado

Na tarde do domingo (17) populares que se encontravam na Praça da Matriz foram surpreendidos por uma apresentação cultural do Boi Dourado, que tem como sede a cidade do Limoeiro. De maneira organizada e animada, o grupo quebrou a rotina do lugar.

Muito bem, como podemos observar, os grupos culturais de cidades com menos tradição em folguedos populares que a nossa, vem se profissionalizando e conseguindo um “lugarzinho” ao sol, na difícil sobrevivência e profissionalização dos artistas do interior.

Nos últimos carnavais, observamos várias agremiações de outros lugares por aqui se apresentando, todas, claro, ganhando DINHEIRO para difundir cultura e transformar vidas.

Com todo respeito aos integrantes do Boi Dourado, em nossa cidade, caso houvesse incentivo mínimo do Governo Municipal, teríamos tantos bois dourados quanto quiséssemos, para se apresentar aqui ou em qualquer lugar do Brasil, ou quem sabe até no exterior.

O que se precisa urgentemente em nossa cidade, é mudar a ideia de que é PECADO ganhar dinheiro com cultura, carnaval e até BUMBA-MEU BOI.

Apenas para refletir: os nossos políticos não tem o menor interesse em promover nada ou ninguém. O movimento para profissionalização dos artistas da cidade tem que partir da própria classe, sem a menor interferência desses sujeitos, que diga-se de passagem, jogam no time do QUANTO PIOR, MELHOR.

Cerveja com sorvete…

celinho-mazinho-arlindinho

Nossas lentes flagraram na tarde do sábado (16), na Petiscaria KIKO, três vitorienses   “papas” em tecnologia. Celinho, Mazinho e Arlindinho só não entende muito bem tira-gosto, isso porque, imagino que  cerveja com sorvete não é uma mistura interessante.

Coluna Tempo Voa provoca emoção

Pilako, que surpresa agradável… não conhecia esta foto…

Os saudosos Miguel Nascimento avô paterno (lado direito da foto de branco), Sebastiana Almeida (lado esquerdo de preto), avó materna. Matrimônio em junho de 1975.

Mostrei aos meus pais, o momento foi de lágrimas…
Meu pai perguntou: “Esta foto é de Dona Anita e Seu Zito?” Respondi: “Era… Pilako agora espalhou “.

Mais uma vez, que surpresa agradável… obrigado!!

Cleiton Nascimento

O TEMPO VOA - Da. Anita  e Seu Zito - Lembrança do Matrimônio de Iracema e José Miguel

Árvore: risco de acidente

arvore 2

Não sei exatamente o que aconteceu com uma árvore na Rua Melo Verçosa, imagino, ter sido vítima de uma pancada de algum automóvel, isso porque a mesma está “quase arrancada” da calçada.

Independente de qualquer coisa, a situação exige a MÁXIMA providência por parte da Prefeitura, para que não ocorra ali, uma acidente mais  grave, inclusive com vítimas.

Como todos sabem, a dita cuja (árvore) fica próxima ao Colégio Nossa Senhora das Graças. Como todos sabem também, nos horários de início e término dos turnos escolares o fluxo de automóveis, e principalmente de pedestres, é intenso, sobretudo de crianças. Portanto esperamos que a Prefeitura tome as devidas providências.

arvore3

Seresta na Praça…

seresta

Na noite da sexta (15) nossas lentes registraram os amigos Rogério, Beto do Cavaco e Dulceana revivendo, na Praça da Matriz, as famosas SERESTAS em nossa cidade. Uma plateia atenta, acompanhava o show particular dos amigos.

Edição Especial do Jornal O Vitoriense: depoimentos

Estamos postando, mais uma homenagem publicada na edição especial do Jornal “O Vitoriense” editada pelo Instituto Histórico da Vitória em comemoração aos escritores vitorienses Pedro Ferrer e Luciene Freitas, agraciados pela APL (Academia Pernambucana de Letras), onde várias pessoas escreveram suas impressões sobre o auspicioso acontecimento. Leia:

severina-moura

Mimos as meninas do meu tempo

Que fotografia maravilhosa, quanta simplicidade, quanta beleza ao natural. Lindíssimas!

Que meninas arrumadas, prendadas, insuportavelmente românticas. Parecem atrizes de Filme em preto e branco. Muito mais lindas do que muita gente colorida da Era da Fuleiragem Music.

Oh! meninas de minha ERA, quanta urbanidade! Quanto aconchego da ERA em que se ERA, porque SER era mais do que se TINHA. (Só tem o que nós temos, quem tem o que nós tínhamos.) Oh! Célias e Sônias, Tequinhas e Crianças de minha ERA, quanta urbanidade, quanta delicadeza da ERA em que se ERA.

Sosígenes Bittencourt

Forró de Severina – Nordestinos do Forró

Ouça a música FORRÓ DE SEVERINA, composta por Aldenisio Tavares e Samuka Voice, na voz de “Nordestinos do Forró”.

[wpaudio url=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/Forro-de-Severina-Aldenisio-Tavares.mp3″ text=”Forró de Severina – Nordestinos do Forró” dl=”http://www.blogdopilako.com.br/wp/wp-content/uploads/Forro-de-Severina-Aldenisio-Tavares.mp3″]

Aldenisio Tavares

Uma prova de PERDÃO

Há mais ou menos um ano, contei aqui pelo blog, uma história ocorrida comigo, ainda quando criança, envolvendo um dos meus pássaros, o manso caboclinho que criava no terraço do primeiro andar da casa de papai, na Av. Silva Jardim.

O acontecimento se deu, pelo fato do passarinho, mesmo com a porta da gaiola aberta, acabou morrendo de sede. Daquele dia em diante, resolvi não mais criar pássaros.

Contei também, naquela ocasião, que mais ou menos uns trinta anos depois, tinha quebrado  a “jura” pelo fato de voltar a cria-los novamente, só que, desta vez sem gaiolas.

Pois bem, eis que quase um ano depois, volto com o assunto para compartilhar com os amigos internautas, que não só continuo os criando, como também os protegendo. Quando chego em casa a noite, por exemplo, tenho o maior cuidado ao fechar a porta do carro, para não bater com força, para não assustá-los.

Sempre estou acompanhando seus movimentos. Dias atrás, por exemplo, observamos a chegada de mais um “morador”. Ainda sem condições para voar com segurança, um pequeno pássaro apareceu por entre os galhos do meu pé de caju, recebendo os devidos  “incentivos e cuidados” dos pássaros maiores, o que presumimos com segurança, serem seus pais.

Diante daquele espetáculo da natureza, fiz uma espécie de “vistoria” na árvore e de fato encontrei um ninho. Sendo assim, para finalizar essa narrativa, confesso que estou mais aliviado com a perda do meu manso caboclinho, até porque se Deus consentiu aquele acontecimento, envolvendo pássaros “em meus territórios”, é porque Ele já me perdoou.

cabocolinho

Internauta ligado! Bichos nas ruas: contador zerado!

bois-internauta

Recebemos de um internauta,  que pediu para não ser identificado, um e-mail com fotos de animais circulando pelas ruas dizendo:

A Bixarada esta de Volta, Acabei de tira esta foto de 4 bois passeando pelo Loteamento Veneza. Pelo jeito a contagem zerou!!!

Sendo assim, o nosso contador mais uma vez foi zerado. A batalha continua: de um lado o Prefeito Elias Lira e do outro os “criadores urbanos”, representados pelos bichos soltos nas ruas.

É falta de vergonha na cara mesmo!

estrada-nova

Por ocasião da pequena caminhada que tive que fazer ontem (14), na rua conhecida como Estrada Nova, acabei me deparando com mais um descaso, entre tantos da Prefeitura, para com a população de maneira geral.

Na calçada próxima as “barracas” que vendem fogos, até porque, por incrível que pareça é um dos poucos trechos da rua que existe calçada, já que no restante elas também foram “ocupadas” por aqueles “pobrezinhos” que invadiram a antiga LINHA FÉRREA com “autorização” do comandante da municipalidade na era do GOVERNO QUE FAZ, tem um buraco de dar MEDO.

Portanto, atenção senhores gestores, mandem, com a máxima urgência, providenciar uma placa de cimento, para tampar ESSA FALTA DE VERGONHA, ou melhor, esse BURACO.

estrada-nova2

Edição Especial do Jornal O Vitoriense: depoimentos

Estamos postando, mais uma homenagem publicada na edição especial do Jornal “O Vitoriense” editada pelo Instituto Histórico da Vitória em comemoração aos escritores vitorienses Pedro Ferrer e Luciene Freitas, agraciados pela APL (Academia Pernambucana de Letras), onde várias pessoas escreveram suas impressões sobre o auspicioso acontecimento. Leia:

severino chalega

FARINHA DO MESMO SACO…

farinha2

Aqui as coisas são bem diferentes dos outros lugares. A lógica diz, que a “guerra” política administrativa dos grupos que almejam o poder é, para cada qual, assim que estiver “pilotando a máquina pública”,  fazer mais e melhor. Contudo, em nossa cidade a “guerra” é justamente contrária, ou seja, é para ver quem faz menos, e ainda de quebra, pior.

Muito bem, na era do GOVERNO QUE FAZ, perseguições e aparelhamento, eleitoralmente falando, da estrutura administrativa  e as invasões a espaços públicos eram constantes. Exemplos é o que não faltam: Final da Avenida Mariana Amália, Beira de Pista Perto do Hospital João Murilo, Linha Férrea de Estrada Nova  e etc…

O tempo passou e chegou a campanha eleitoral de 2008. Um  dos candidatos a Prefeito na época, concorrendo contra o candidato da máquina, um então candidato metido a religioso, se apresentava como uma espécie de “SALVADOR DA PÁTRIA” para expurgar da cadeira de prefeito aquele “bando” vestidos de vermelho.

Para embasar sua proposta “inovadora”, entre outras coisas prometia: Vamos promover um novo tempo, não vamos trazer gente de fora para trabalhar na prefeitura, não vamos botar parentes nos empregos públicos, não vamos perseguir ninguém, vamos valorizar a cultura, funcionários não serão obrigados a ir para caminhadas políticas, mais isso, mais aquilo e por ai vai… ou seja, tudo diferente.

O povo, cansando das atrocidades do imperador de vermelho juntamente com seus filhos, resolveu seguir outro caminho. De partida, na pilotagem do um “novo governo”, alardeou-se que havia um ROMBO, ou seja, não existia “gasolina” para a máquina publica “engrenar e seguir viagem”.

moises

Mentira ou não, a desculpa COLOU. A gestão maltratou o povo os três primeiros anos e faltando um ano para as eleições a coisa mudou. Para ganhar a disputa, no entendimento desse pessoal, vale tudo, até praticar os mesmo expedientes, até então repudiados.

Pois bem, “doação” de praças, empregos a 3×4, compra de cabos eleitorais em troca espaço na Prefeitura, ruas e “áreas verdes” de loteamento para candidato a vereador, barreiras e margens de BR foram poucas para serem trocadas para quem mudasse de lado, e tantas outras coisas não republicanas, foram também usadas para se ganhar as eleição.

soberba3Um “novo tempo” começa, e quando aqueles “soldados” e até alguns “sargentos e tenentes” pensavam que as coisas iriam melhorar, são acometidos de um caso inédito, ou seja, nunca visto antes na história administrativa da cidade, pessoas são obrigadas a trabalhar sem receber salário, em troca de uma possível vaga, três ou quatro meses depois de labutar.

A cidade está um caos em praticamente todas áreas, e as pessoas ainda estão tendo que trabalhar sem receber. Como podemos perceber, as coisas aqui, são diferentes dos outros lugares, a briga aqui, é para ver quem massacra mais, que é mais cruel, a briga aqui,  realmente é para ver quem é o pior.

Internauta flagra diversos descasos

Recebemos de um internauta, que pediu para não ser identificado, varias fotos com a seguinte queixa:

O desrespeito continua, assim como o lixo. É comum na nossa Cidade ver-mos todos os tipos de desrespeito aos vitorienses. o CTB estipula que o prazo para EMPLACAMENTO do veículo é de 30 dias. Esse prazo é para EMPLACAMENTO, ou seja, se “A” compra um veículo e decide emplaca-lo (sem despachantes) o prazo é de 30 dias. Contudo, se “A” não emplacar não pode transitar pelas vias, sejam locais, coletoras, urbanas ou RURAIS. Porém o que está acontecendo em nossa Cidade, VIATURAS DA GUARDA MUNICIPAL ESTÃO CIRCULANDO SEM O DEVIDO EMPLACAMENTO. Outro tema que merece comentário É A QUESTÃO DO LIXO EM NOSSA CIDADE. Na frente do Cemitério São Sebastião o LIXO se acumulas a dias, sem que o poder público tome qualquer providencia. OUTRO TEMA…AO PODAREM ARVORES POR FAVOR RETIREM OS GALHOS DA CALÇADA…. O TRABALHO VAI CONTINUAR…E O QUE TA BOM VAI FICAR MELHOR….