O VITORIENSE DEFINITIVO – por Ronaldo Sotero.

 

Qual o vitoriense que nascido no século 19 ainda continua mencionado diariamente em sua terra natal? Nome de rua, de escola, ocupou na República os mais importantes cargos. De senador a ministro, inclusive no âmbito local, prefeito na década de 20. A memória de seu filho, prematuramente morto em acidente aéreo, deu nome à importante hospital regional no município: João Murilo de Oliveira. De 31.1.1951 a 08.6.1954, foi ministro da Agricultura do governo Getúlio Vargas. Naquele mesmo ano, em 24.8.1954, como registrado na carta- testamento, o presidente escreveria:”Saio da vida para entrar na história”. Nenhum outro vitoriense ocupou um cargo de ministro por tanto tempo. Nascido em 22.9.1889, faleceu em 17.9.1987, no Rio de Janeiro, JOÃO CLEOFAS DE OLIVEIRA é O VITORIENSE DEFINITIVO.

Ronaldo Sotero – jornalista. 

LIVE 102 – ao vivo – Projeto Maio Antonense – Elevação à Vila de Santo Antão – com George Cabral e Hely Ferreira.

Dentro do Projeto “Maio Antonese” – o mês azul e branco produzimos na tarde de hoje a 5ª   e ultima “Live”- Elevação à Vila de Santo Antão.  Inicialmente, mais uma vez, sintonizamos o internauta sobre o nosso projeto que tem como principal objetivo realçar os fatos marcantes da história da nossa cidade, sobretudo os  que ocorreram justamente num mês de maio.

Apoio cultural: 

O presidente do Instituto histórico e Geográfico, professor Pedro Ferrer, na sua introdução,  cuidou de traçar uma espécie de “linha do tempo”, desde à chegada do fundador, Diogo de Braga, até a nossa elevação à categoria de Vila, exatamente em 28 de maio de 1812. .

Patrocinador:

Na qualidade de convidado, o historiador, professor universitário e atual presidente do Instituto Histórico da cidade de Olinda, George Cabral, descreveu o conjunto de modificações operacionalizadas,  sob o ponto de vista da autonomia política/administrativa, ocorridas nos “lugares” em ascendeu à condição de vila. Com nossa Vila de Santo Antão, evidentemente não foi diferente.

Patrocinador:

Já o professor universitário, advogado e cientista político, Hely Ferreira, antonense da “gema”, nos proporcionou um olhar mais político, por assim dizer, na conjugação das forças por ocasião das importantes modificações históricas. Na questão do chamado “código de postura”, realçou ele: “deixava bem claro que a sociedade era formada por pessoas diferentes. 

Assim sendo, com essa “live de hoje”, encerramos o nosso Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, no qual produzimos um vasto conteúdo histórico sobre a nossa cidade. Aproveitamos para agradecer o apoio cultural do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória e o patrocínio da Prefeitura da Vitória, através da Secretaria de Cultura e do Ferrer Diagnóstico.  

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI. 

Viva os 80 ANOS DO MESTRE ZÉ DE VINA!

Viva o Mestre Zé de Vina! Viva! Vai começar mais uma grande ação no Museu do Mamulengo de Glória do Goitá e você pode participar de toda a programação gratuitamente! O projeto ’80 anos do Mestre Zé de Vina – o derradeiro ato’ tem uma missão: homenagear um dos maiores brincantes da Cultura Popular brasileira: José Severino dos Santos, o Mestre Zé de Vina.

Para isso, terá espetáculos, oficinas e uma exposição especial com a coleção de bonecos do Mestre Zé de Vina e o Mamulengo Riso do Povo. São quase 70 anos de história! Nesses próximos cinco meses, as ações serão ONLINE, pois a Pandemia obrigou a coordenação do projeto a readaptar as ações. Então, fica ligado nas redes sociais do @museudomamulengo.

O projeto começa no dia 01 de junho de 2021 e vai até o dia 30 de março de 2022. A Coordenação Geral do projeto é de @pablodantasoficial e a Produção Executiva é de @mestratitinha. Este projeto conta com o incentivo do Funcultura/Fundarpe – Governo do Estado de Pernambuco e tem o apoio da Associação Cultural dos Mamulengueiros e Artesãos de Glória do Goitá.

Quer saber mais sobre o Mestre Zé de Vina?

José Severino dos Santos nasceu no sítio Queceque, em Glória do Goitá, no dia 14 de março de 1940, filho de Severina Antônia da Conceição e de Manuel Firmino dos Santos. A família de seu pai era de Glória do Goitá, tendo sempre vivido no sítio em que Zé nasceu. Seus parentes maternos eram do Engenho de Queimados, no Município de Moreno, em Pernambuco. Quando sua mãe chegou em Glória do Goitá, ficou conhecida pelo apelido de Vina, por isso em Glória do Goitá todos o conhecem pelo nome de Zé de Vina. Ainda criança, ele era levado pelo seu irmão, Sebastião Cândido, para brincar Mamulengo. Em Lagoa de Itaenga, e em alguns lugares da Zona da Mata, é conhecido também pelo nome de Zé do Rojão.

O Mestre Zé de Vina é fonte de estudos acadêmicos, colaborando com pesquisadores de todo o Brasil. Já fez inúmeras reportagens e deu centenas de entrevistas, participou de dezenas de catálogos e fez milhares de apresentações durante todo esse tempo. Ele fundou o Mamulengo Riso do Povo em 10 de outubro de 1957 e junto com os seus bonecos marcaram a história das festividades da Zona da Mata pernambucana, visto que em praticamente todas as edições dos últimos 50 anos das festas do calendário tradicional, lá estava ele e seu brinquedo para garantir a animação do povo.

Ele é considerado como um dos mais importantes mestres mamulengueiros vivos do nosso Estado. “O Riso do Povo apresenta um espetáculo puro, original e absolutamente autêntico, na medida em que se desenrola na vertente criadora de séculos de tradição. O resultado é extremamente gracioso, divertido e importante para o conhecimento do que seja a tradição brasileira do teatro de bonecos”, depõe o pesquisador Fernando Augusto Gonçalves. Em 2016 o Mestre Zé de Vina recebe do IPHAN o Prêmio Teatro de Bonecos Popular do Nordeste.

Em 2017 ele foi agraciado com o prêmio Cultura Populares – edição Leandro Gomes de Barros, do Ministério da Cultura. No dia 14 de março de 2020, o Mestre Zé de Vina completou 80 anos e comemorou junto com a Associação Cultural dos Mamulengueiros e Artesãos de Glória do Goitá. Dedicou a sua vida ao Mamulengo e, por isso, é o brincante mais antigo em atividade. Por seu gigantesco conhecimento sobre a brincadeira, é reverenciado por todos os artistas, estudiosos e amantes da Cultura Popular brasileira. Viva os 80 ANOS DO MESTRE ZÉ DE VINA!

FICHA TÉCNICA:

Coordenação Geral: Pablo Dantas.

Produção Executiva: Edjane Lima (Mestra Titinha).

Designer: Java Araújo.

Intérprete de Libras: Janaina Maria.

Produção fotográfica e audiovisual: Vinícius Dantas.

Transmissão ao vivo (live): Mió TV Comunicação.

Oficina de Mamulengo: Tamires do Nascimento e Stéfani Leite.

Grupos:

Mamulengo Riso do Povo (Mestre Zé de Vina).

Mamulengo Arte da Alegria (Mestre Bel).

Teatro História do Mamulengo (Mestre Bila).

Mamulengo Nova Geração (Mestra Titinha).

ATIVIDADES:

Exposição de Bonecos.

Segunda à sexta / 9h às 12h e 14h às 17h.

Espetáculo de Mamulengo.

Mediante agendamento ou quantitativo de público presente.

Oficina de Mamulengo: A arte do boneco popular brasileiro.

Mediante agendamento.

Exposição:

De segunda a sexta: 9h às 12h e 14h às 17h.

Espetáculos (sempre às 15h).

20 junho de 2021 (online).

25 de julho 2021 (online).

29 de agosto 2021 (online).

27 de setembro 2021 (online).

25 de outubro 2021 (online).

24 de novembro 2021 (presencial).

23 de dezembro 2021 (presencial).

27 de janeiro de 2022 (presencial).

24 de fevereiro de 2022 (presencial).

24 de março de 20221 (presencial).

Oficinas aos domingos (14h às 15h).

20 junho de 2021 (online).

25 de julho 2021 (online).

29 de agosto 2021 (online).

27 de setembro 2021 (online).

25 de outubro 2021 (online).

Oficinas as terças-feiras (09h às 12h).

09 de novembro 2021 (presencial).

07 de dezembro 2021 (presencial).

11 de janeiro de 2022 (presencial).

08 de fevereiro de 2022 (presencial).

15 de março de 2022 (presencial).

CONTATOS:

Pablo Dantas: (081) 9 8803-4169.

Edjane Lima: (081) 9 9993-0139.

@museudomamulengo

Assessoria de imprensa. 

“Maio Antonense” – Elevação à Vila de Santo Antão – com George Cabral e Hely Ferreira.

Na “Live” de amanhã, quinta-feira, 27 de maio, além do presidente do nosso Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, teremos, também, dois professores que irão, justamente, realçar o processo de transformação e  seus respectivos desdobramentos no sentido da nossa elevação à categoria de vila – Vila de Santo Antão, a parir de maio de 1812. George Cabral e Hely Ferreira nos brindarão com boas explicações.  Portanto, reforçamos o convite aos internautas para acompanhar mais esse bate-papo, promovido pelo Blog do Pilako dentro do Projeto “Maio Antonense”, o mês azul e branco. 

 

ROCHINHA – por Pedro Ferrer.

Eulâmpio Valois da Rocha. Fomos vizinhos na Praça Diogo Braga. Após a mudança do dr. Edgard Valois, seu primo, para a nova casa na Rua Melo Verçosa, próximo ao Damas, Rochinha ocupou a casa da Diogo Braga. Tive boa convivência com seus filhos: Cláudio, Cleide e Roberto, amigos de infância. Na época”Seu” Rochinha era sócio de Inácio no Cine Braga e aprendiz de farmacêutico na Farmácia Galeno,  situada na Praça Duque de Caxias, de propriedade do primo Edgard Valois. Conta-se um fato interessante sobre sua aprendizagem na Farmácia.

Dado dia, um matuto aprumado chegou à farmácia, conversou com Rochinha e explicou o estado de saúde da esposa: “fraca, debilitada, sempre cansada”. Rochinha manipulou um produto e passou ao cliente com as devidas recomendações. Dois dias depois o matuto,  riscando brasa e cuspindo fogo,  adentrou o estabelecimento gritando: “minha mulher morreu e o culpado foi aquele moço.” Dr. Edgard aproximou-se,  pediu calma, mandou o aborrecido sentar-se. Chamou Rochinha que já estava escondido no laboratório.

Foi este que lhe vendeu o produto?

– Sim, senhor.

-O senhor trouxe o remédio?

– Claro, aqui está.

– Rochinha, sente-se aqui ao lado deste senhor.

Rochinha atendeu de pronto. Não tinha outra alternativa. Dr. Edgard tomou do frasco e o agitou bem. Agora beba Rochinha. Cegamente, o aprendiz o atendeu. Dr. Edgard serviu uma dose super forte. Agora fiquem os dois aí juntos para esperarem o resultado. Duas horas se passaram e o Rochinha nada de anormal apresentou.

– Sentiu, senhor, disse dr. Edgard. Sentiu, viu que a causa da morte da sua mulher não foi o remédio?

O matuto baixou a cabeça e sem nada falar ganhou a rua. Montou ao cavalo e sumiu.

Recentemente Rochinha confirmou-me esta história.

Eulâmpio tinha outras facetas: gostava de artes e amava compor poesias. Tenho três poemas que ele me repassou. Uma delas é sobre o Sobradinho.

Instituto prestou-lhe uma homenagem outorgando-lhe a COMENDA INSTITUTO HISTÓRICO. Homenagem justa. Um homem probo e íntegro. Obrigado Rochinha pelo seu exemplo como esposo, pai, amigo e bom farmacêutico. Para muitos dos nossos,  Dr. Rochinha. Fica o exemplo e a saudade.

Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. 

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Projeto Maio Antonense – Elevação à Vila de Santo Antão – com George Cabral e Hely Ferreira.

Dando sequência ao Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, na próxima  quinta-feira, dia 27, estaremos promovendo a 5ª e última  LIVE,  com o tema: Elevação à Vila de Santo Antão. Abordaremos, entre outras coisas, o conjunto de mudanças  ocorridas em nosso lugar, justamente a partir de 28 de maio de 1812 – quando mudamos da categoria de Freguesia à Vila.

Apoio Cultural: 

Além do presidente do nosso Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, contaremos com dois convidados: os professores George Cabral e Hely Ferreira. Na medida do possível, sob o olhar dos Mestres, iremos avançar naquilo que marcou, definitivamente,  à consolidação e autonomia, sob todos os sentidos, dos antonenses nas questões locais.

Patrocinador: 

Professor da Universidade de Federal de Pernambuco, George Cabral, representando o Instituto Arqueológico Pernambucano, em outras ocasião, já proferiu palestra em nossa cidade sobre o tema aludido.  Já o professor universitário e renomado cientista político, Hely Ferreira, é antonense da “gema” e detentor de conhecimento histórico sobre nossas transformações políticas/administrativas.

Patrocinador:

VIVA O MAIO ANTONENSE – O MÊS AZUL E BRANCO!!!

SERVIÇO:

LIVE  5/5– “Maio Antonense”- o mês azul e branco.

Tema:  – Elevação à Vila de Santo Antão.

Canal – Blog do Pilako.

Dia – 27 de maio. Horário – 17h.

Vitória fica mais pobre: “Seu” Rochinha da Farmácia faleceu.

Acabei de receber a triste notícia do falecimento do senhor Eulâmpio Valois da Rocha – “Seu” Rochinha da Farmácia. Aos 99 anos, o mesmo faleceu de causas naturais em sua residência, na tarde de hoje (24/05/2021). Guardo de “Seu” Rocinha as melhores lembranças. Calmo e atencioso ele era um homem de muita sabedoria.

Minha mãe, “Dona” Anita, para efeito de diagnósticos sobre as mais variadas doenças, sobretudo em crianças, confiava nele cegamente. “Seu” Rochinha, dizia ela em tom de alivio: “ foi o médico dos meus filhos. Eu não sei o que seria de mim, sem Rochinha”.

Vitória/Covid-19: 3 mortos a cada 5 dias………

Entre idas e vindas, o mundo continua mergulhado nessa “bronca pesada”  que se chama pandemia do novo coronavírus. Para nós brasileiros, particularmente pernambucanos, que formamos uma população  expressivamente pobre, em grande parcela vivendo  na informalidade, além do problema  pontual  do “caixa vazio” temos que ficar atentos, também,  ao impacto  que o conjunto de incertezas, com vistas ao tempo futuro,  causa  na saúde mental dessas pessoas.   Inevitavelmente, algo que maltrata e adoece  por antecipação.

Particularmente na nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão -, aos poucos, até as pessoas que    inicialmente  olhava  essa situação (contágio)  com certa incredulidade, de uns tempos para cá, em função dos sucessivos acontecimentos “reais”,  vem  mudando de postura. Evidentemente que a vida tem de seguir, mas o formato de contato social, por força imperiosa do momento excepcional,  precisa ser reconfigurado.

O mais recente “boletim covid-19” realçou os números pandêmicos na nossa cidade (23 de maio de 2021). Cravou  250 óbitos. É como se nesses últimos 14 meses, cerca de 420 dias, tivéssemos perdidos  para o COVID-19, em média, 3 conterrâneos a cada 5 dias. Acredito que todos nós antonenses/vitorienses já choramos por um parente ou amigo próximo, ou mesmo por compaixão. Até quando seguiremos nessa marcha fúnebre?

LIVE 101 – ao vivo – Projeto “Maio Antonense” – Autonomia Jurídica – com Aluísio Xavier e Washington Amorim.

Dentro do Projeto “Maio Antonese” – o mês azul e branco produzimos na tarde de hoje a 4ª   “Live”- Autonomia Jurídica.  Inicialmente, mais uma vez, sintonizamos o internauta sobre o nosso projeto que tem como principal objetivo realçar os fatos marcantes da nossa cidade que ocorreram justamente nu mês de maio.

Apoio cultural: 

O presidente do Instituto histórico e Geográfico, professor Pedro Ferrer, na sua introdução,  cuidou de traçar uma espécie de “linha do tempo” para chegarmos ao dia 20 de maio de 1833, data  que marcou a nossa Autonomia Jurídica,  que  ainda  éramos, na qualidade de lugar,  Vila de Santo Antão.

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O doutor Aluísio José de Vasconcelos Xavier, advogado com meio século de experiência, na sua fala, procurou, baseado em relatos históricos,  apontar às dificuldades dos magistrados da época em aplicar as leis num lugar marcado pelo autoritarismo e pela desigualdade social,  em que quase 90% da população estava mergulhada no analfabetismo.

Patrocinador:

o doutor Washington Luis Macêdo de Amorim, que preside a Ordem dos Advogados do Brasil na nossa região, fez referência ao alto  grau violência urbana vivenciada na então  Vila de Santo Antão,  por ocasião da instalação da nossa Comarca, citando os assassinatos ocorridos na direção dos magistrados, realçando, assim, o nível de acirramento com os “poderosos” da época – primeira metade do século XIX.

Assim sendo, a  próxima LIVE, dentro do Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, acontecerá na próxima quinta-feira, dia 27, e terá como tema central a nossa ” Instalação da Câmara de Vereadores”, ocorrida em 28 de maio de 1812. 

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI. 

 

“Maio Antonense” – Autonomia Jurídica – com Washington Amorim e Aluízio Xavier.

Na “Live” de amanhã, quinta-feira, 20 de maio, além do presidente do nosso Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, teremos dois renomados advogados antonenses que irão, justamente, comentar sobre o processo e seus respectivos desdobramentos no sentido da nossa AUTONOMIA JURÍDICA, ou seja: quando deixamos de pertencer à Comarca do Recife, em 1833.  Portanto, reforçamos o convite aos internautas para acompanhar mais esse bate-papo dentro do Projeto “Maio Antonense”, o mês azul e branco. 

 

Projeto “Maio Antonense” – Autonomia Jurídica – com Aluízio Xavier e Washington Amorim.

Dando sequência ao Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, na próxima  quinta-feira, dia 20, estaremos promovendo a 4ª LIVE,  com o tema: AUTONOMIA JURÍDICA. Abordaremos, entre outras coisas, os desdobramento, na prática, do fato de deixarmos de pertencer à Comarca do Recife, a parir de 1833.  Vale Salientar que ainda ostentávamos o título de  Vila de Santo Antão.

Apoio Cultural: 

Além do presidente do nosso Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, contaremos com dois convidados: os juristas Aluízio Xavier e Washington Amorim. Na medida do possível, sob o olhar dos operadores do direito, iremos “mergulhar” na difícil tarefa dos magistrados em aplicar a lei na nossa então incipiente Vila de Santo Antão que, diga-se de passagem, vivia, ainda, por assim dizer, sob a “Lei dos Mais Fortes”.

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Advogados  renomados da nossa cidade,  ambos com “sangue antonense”,  Aluízio Xavier e Washington Amorim são figuras destacadas  no mundo jurídico do nosso estado. Assim sendo, mais uma vez, esperamos contar com a participação dos internautas do Blog do Pilako nessa LIVE Cívica e Histórica sobre a nossa cidade – Vitória de Santo Antão. 

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VIVA O MAIO ANTONENSE – O MÊS AZUL E BRANCO!!!

SERVIÇO:

LIVE  4/5– “Maio Antonense”- o mês azul e branco.

Tema:  – Autonomia Jurídica.

Canal – Blog do Pilako.

Dia – 20 de maio. Horário – 17h.

O amor à vida – por Jodalvo Sampaio Couto.

Nascemos, vivemos, somos cidadãos, reproduzimos, envelhecemos e morremos. Desde ano passado, estamos tendo muitas mortes que normalmente não teríamos. Sonhos estão sendo massacrados. Vidas perdidas. Dores de famílias vão ficar para sempre.

 

O caminho para a solução é a vacina, além da conscientização da população em cuidados necessários: uso da máscara, álcool gel, entre eles. Assim,  VACINA é necessária e é a solução. A vacina representa a vida. E vida é amor. Amor à vida.

Jodalvo Sampaio Couto – advogado. 

Túnel do Tempo (há 88 anos): prefeitura X Lidador X AGTRAN…..

Através de arquivos eletrônicos, dias atrás, mergulhei no “oceano” informativo que atende pelo nome de  “O Lidador” jornal da nossa terra que se configurou como o mais longevo em circulação. Nessa pontual empreitada solitária,  “catava” eu informações sobre um atuante cidadão da nossa “aldeia” do inicio do século XX. Seu nome: João Rosendo – quem já passou dos 70 anos de vida, certamente o conheceu.

Pois bem, nessa navegação, por assim dizer, acabei, sem querer, encontrando nas páginas do histórico semanário – Lidador –, justamente na edição do sábado, 21 de janeiro de 1933 (há 88 anos) uma notícia, por incrível que possa parecer, bem “sintonizada” com o conteúdo  de  alguns vídeos que circularam,  recentemente,  pelos grupos de whatsapp da nossa cidade. Ou seja: apreensão de veículos (motos) –  pela AGTRAN  – que estavam estacionados na esquina da  Rua Melo Verçosa.  Aliás, em ato contínuo, também circulou vídeo do atual  diretor da AGTRAN, Marcelo Torres,  realçando o cadastro dos mototaxistas e outras providências.

Curiosamente, há 88 anos, diz a referida nota assinada pela gestão da prefeitura, publicada nas paginas do “Lidador”,  que os proprietários de veículos – bicicletas, carroças e etc – deveriam comparecer à prefeitura para o cadastro e aquisição dos suas respectivas “chapas” – imagino ser placas de identificação. Abaixo, segue a referida publicação. 

O mais curioso disso tudo, é que a mesma nota também “alerta” que,  se as bicicletas forem encontradas trafegando Rua Melo Verçosa – no mesmo local em que as motos, recentemente, foram recolhidas pela AGTRAN –,  serão apreendidas pela municipalidade. Até parece um brincadeira…..

Portanto, encerro  essas linhas, dizendo: como é bom pesquisar….Como é bom conhecer para poder se situar melhor, nas mais diversas possibilidades. Assim sendo,  concluo parafraseando o amigo antonense e jornalistas dos bons, Ronaldo Sotero:  “LER É DESCOBRIR”.

LIVE 100 – ao vivo – Projeto “Maio Antonense” – Imprensa e História – com Ednaldo Torres e André Fontes.

Dentro do Projeto “Maio Antonese” – o mês azul e branco produzimos na tarde de hoje,  a terceira  “Live”- Imprensa e História.  Nela, em primeiro lugar, mais uma vez, sintonizamos o internauta sobre o nosso projeto – “Maio Antonense” – o mês azul e branco.

Apoio cultural: 

O presidente do Instituto histórico e Geográfico, professor Pedro Ferrer, na sua introdução, “viajou” por séculos no sentido de mostrar a riqueza que temos guardada no acervo do Instituto Histórico no que se refere aos títulos de jornal impresso da nossa cidade, com destaque para “O Vitoriense” e “O Lidador”- hoje boa parte já digitalizado.

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O comunicador Ednaldo Torres, que participou pela primeira vez de um encontro virtual (LIVE), dentro do tema – Imprensa e História – trouxe detalhes da sua contribuição no rádio local, assim como nas muitas passagens que atuou na qualidade de “mestre de cerimônia”, evidenciando fatos marcantes ocorridos na Vitória.

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Já o historiador André Fontes, elencou títulos de jornais de todos os gêneros, com destaque para os chamados “apócrifos”. Destacou, também, um especie de tripé que deu vida à imprensa escrita local. Lembrou também o conjunto da obra (jornais)se configura como um diário da cidade, nesses últimos dois séculos.

A próxima LIVE, dentro do Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, acontecerá na próxima quinta-feira, dia 20, e terá como tema central a nossa “autonomia jurídica”, ocorrida em 20 de maio de 1833. Na qualidade de convidados, teremos mais dois ilustres conterrâneos –  Aluízio Xavier e Washington Amorim. 

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI. 

Projeto “Maio Antonense” – Imprensa e História – com Ednaldo Torres e André Fontes.

Dentro do Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, hoje, quinta-feira (13), às 17h, teremos mais uma live com o tema: Imprensa e História. Na medida do possível, entre outras coisas, iremos “jogar luz” no fatos históricos pelas lentes da imprensa local. Na qualidade de convidados contaremos com o comunicador Ednaldo Torres e o historiador André Fontes. 

Projeto “Maio Antonense” – Imprensa e História – com Ednaldo Torres e André Fontes.

Dando sequência ao Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, amanhã, quinta-feira, dia 13, estaremos promovendo a 3ª LIVE com o tema: IMPRENSA E HISTÓRIA. Abordaremos, entre outras coisas, a importância da imprensa local na construção da historiografia antonense.

Apoio Cultural: 

Além do presidente do nosso Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, contaremos com dois convidados: o comunicador Ednaldo Torres e o historiador André Fontes. Desde o primeiro título lançado ( O Vitoriense),  em 05 de novembro de 1866, que Vitória “se alimentou” e foi “abastecida” por inúmeros jornais. Praticamente, tivemos para todos os gostos.

Patrocinador: 

Na qualidade de membro atuante na imprensa local, o comunicador Ednaldo Torres, desde a sua primeira participação como profissional da locução, o mesmo foi testemunha ocular dos mais variados fatos históricos. Na qualidade de estudioso da história local, inclusive com produções de livros sobre a história local, o professor André Fontes certamente nos brindará com bons registros.

Patrocinador:

Assim sendo, mais uma vez, convidamos os internautas do blog do  Pilako para acompanhar esse bate-papo sobre os fatos importantes da nossa cidade, sobretudos os ocorridos num mês de maio, fonte inicial desse projeto.

VIVA O MAIO ANTONENSE – O MÊS AZUL E BRANCO!!!

SERVIÇO:

LIVE  3/5– “Maio Antonense”- o mês azul e branco.

Tema:  – Imprensa e História.

Canal – Blog do Pilako.

Dia – 13 de maio.

Horário – 17h.

Câmara de Vereadores promoveu um “trem da alegria” com a “zona azul”.

Na qualidade de internauta, ontem (10), recebi um vídeo postado pelo vereador André Carvalho em que revela  existir  na nossa cidade  uma Lei isentando  vereadores e prefeito do pagamento da taxa do estacionamento da chamada “zona azul”. Ainda no vídeo, o referido parlamentar diz que vai tentar reverter ao que chamou de “privilégio”,  ao passo que pede apoio na divulgação dessa empreitada. Veja o vídeo.

Muito bem, ao assistir o vídeo, imediatamente, liguei para o vereador André Carvalho para saber mais detalhes sobre essa questão. Apesar de ser uma pessoa relativamente informada sobre as coisas da minha terra, confesso que desconhecia essa lei. Ao que parece,  essa é uma daquelas  “Lei” que nenhum vereador  teve interesse de alardear, certamente por trazer em si algo que não agregaria muito à (tão) desgastada imagem do parlamento  local. Além do Poder Legislativo, a “Lei” também contempla agentes do Poder Executivo e Judiciário. Um verdadeiro “trem da alegria’.

De maneira gentil, o vereador André Carvalho  forneceu  algumas informações e até me enviou a copia da referida lei  municipal ( 4.156/2016), fruto de um projeto do então vereador Edvaldo Bione e sancionada pelo prefeito da época,  Elias Lira. Evidentemente que o “pecado” dessa “peça”, por assim dizer, não recai apenas sobre os ombros dos políticos aqui mencionados. Não! Salientemos que a mesma (lei) foi debatida, estudada,  votada e  aprovada em plenário. Acho até que por unanimidade.  Nesse caso cabe até uma pergunta: se teve algum vereador que foi contra essa lei, porque o mesmo não divulgou sua posição contrária?

A lei em tela  é tão “desafinada” que ao mesmo tempo que  diz que o agente público (para ser contemplado) precisa estar no desempenho da sua função, diz que o mesmo poderá cadastrar até dois veículos. Algo bastante curioso, no sentido da efetiva fiscalização, tanto no controle cadastral quanto na rua, pela funcionaria da AGTRAN.

Assim sendo, na qualidade de cidadão, devemos ampliar essa discussão além do plenário da Câmara de Vereadores, no sentido da completa revogação dessa “Lei Municipal” que, no meu modesto entendimento, escancara o quanto nossos vereadores desdenha da capacidade avaliativa dos “seus” munícipes. Assim sendo, para encerrar, ecoou, através dessas linhas, o mesmo grito do vereador André Carvalho, ou seja: PELA REVOGAÇÃO DESSA LEI QUE É UMA VERDADEIRA PROVOCAÇÃO AO VITORIENSE DE BOA FÉ.

Dias Cardoso no Monte das Tabocas – por Pedro Ferrer.

Na qualidade de presidente do Instituto Histórico, gostei muito da reunião, ocorrida na manhã de hoje (10), realizada no gabinete do prefeito, Paulo Roberto,  em que participaram os empresários portugueses,  radicados no Recife, Alfredo Morais Antunes e Zeferino Ferreira da Costa do ramo da construção civil.

 São dois entusiastas da vida do herói Antonio Dias Cardoso,  grande estrategista militar que lutou bravamente na épica Batalha do  MONTE DAS TABOCAS. Os ilustres visitantes vão erigir um monumento em granito, no nosso Monte,  em homenagem ao grande guerreiro. Vitória agradece e o nosso Instituto também. Viva Dias Cardoso!

Pedro Ferrer – presidente do Instituto Histórico.

Cemitério e o nosso Jogo do Bicho – mais palpites “oficiais”…….

Depois de postar vídeo no domingo, dia 09 de maio,  sobre o “aniversário’ dos 146 anos da “casa” de todos vitorienses/antonenses  – Cemitério São Sebastião -, que imagino haver chegado ao conhecimento de milhares de conterrâneos, fui questionado por várias pessoas sobre um detalhe histórico  que, por incrível que possa parecer, está relacionado ao nosso tão tradicional “jogo do bicho”.

Pois bem, é de conhecimento geral na nossa cidade, sobretudo aos “frequentes” apostadores do jogo do bicho que a “milhar 1873 é cotada” pelas bancas de bicho (popularmente se fala “cortada”),  por ser uma combinação bastante comum nas apostas.  Aliás, é bom que se diga: todo mundo tem algum ente querido em “sono profundo” no nosso cemitério. Assim sendo, basta sonhar para o palpite aflorar (vou jogar a milhar do cemitério e tal).

Através de contatos telefônicos, whatsapp e até pessoalmente fui questionado por  alguns amigos no sentido  da informação  contida no vídeo, dentro do quadro “Corrida Com História”, em  relação  ao ano  da inauguração do nosso cemitério, ou seja 1875 – 09 de maio -, dizendo-me eles  que o ano estava “errado” e que era justamente “1873”,  por ser essa a milhar  cotada (“cortada”)  nas bancas de bicho. Pacientemente, expliquei a todos. Aliás, até fiquei impressionado pela grande repercussão que o vídeo atingiu. Agora, vamos às devidas explicações:

Equivocadamente, não sei exatamente em que data ou circunstância, espalhou-se na cidade a  informação de que o nosso Cemitério São Sebastião fora inaugurado em 1873. Na verdade, em 8 de abril de 1873,  assinalou-se  o lançamento da pedra fundamental da referida obra para, dois anos e um mês mais tarde, exatamente às 16h do dia 09 de maio de 1875, com muita festa e euforia, ser o inaugurado o nosso “campo santo”.

Resumo da ópera:

Sugiro aos apostadores do “jogo do bicho” de plantão, doravante, dar um “olé” nos bicheiros. Quando tiverem com um “palpite” que tenha no cenário (sonho)  algum morto ou mesmo o cemitério, invistam  na milhar “1875” ou mesmo na centena “641” – a milhar é a data oficial da inauguração do cemitério e a centena é o número do prédio do mesmo. Pelo menos uma coisa é certa: mais chances de ganhar e com toda certeza essas duas apostas não estarão  “cotada(s)” ou mesmo “cortada (s)” pelas bancas.  Bote a mão no bolso e boa sorte nas próximas apostas. Os banqueiros irão agradecer……..