Daniel Telecomunicações: “APAGÃO” NA INTERNET E NA COMUNICAÇÃO COM O CLIENTE!!

Num mundo cada dia mais conectado com a chamada “internet das coisas” e tantas outras ferramentas que nos proporciona  promover diálogos sem “ruídos”,  sobretudo no mundo corporativo,  na qualidade de cliente da empresa Daniel Telecomunicações, não consigo imaginar o porquê do departamento de suporte da referida empresa, ao ser acionada pelo cliente  por “falta de internet”,  via de regra, continua se utilizando de mensagem velha, arcaica e carcomida,  no sentido de tentar convencer o cliente que o problema está no seu equipamento receptor.

Ontem, segunda-feira, 19 de julho, chegando ao escritório, pela manhã,  constatei “falta de internet”. Ao acionar a referida empresa pelo telefone (0800.001-2008), após as primeiras informações necessárias,  relatei o caso e perguntei em mensagem clara: o problema é só no “meu ponto” ou é externo?

 A pessoa que me atendeu, que se identificou como Luciano,  com a educação peculiar das pessoas treinadas para o telemarketing,  produziu a mesma narrativa de sempre para os casos análogos. Ou seja:   “que vai abrir um chamado e que em até 24 horas uma equipe e irá ao seu endereço”. Em  algumas outras ocasiões semelhantes,  antes das 24 horas do prazo estipulado, a “internet voltou”  sem mesmo a presença “ In Loco” do técnico e a vida seguiu…..

Ou seja: “eles” (empresa),  ao que parece,  tentam jogar  o problema para  o seu equipamento  quando  já sabem  em que lugar realmente reside o problema. Imagino que seja uma “jogada”  para ganhar tempo na solução da “bronca maior”, por assim dizer. Resumo do turno da manhã (sem internet).

Às 15h:24, chamada no meu celular de um número sem que o mesmo  estivesse  salvo na minha agenda. Em deslocamento, dirigindo o automóvel, não atendi. Ao estacionar, às 15h:29, retornei  para o mesmo número: sem sucesso. Chamou, chamou…..chamou,   mas não atendeu. Imagino que por falta de orientação da empresa ou mesmo por falta de um protocolo previamente  estabelecido, o referido técnico não teve o cuidado de retornar  a ligação. A boa prática social, sobretudo no mundo dos negócios, recomenda que os contatos telefônicos, quando não atendidos por qualquer motivo, devam ser retornados em assim que possível. 

Às 15h:37, voltei  a ligar para  empresa (0800.001-2008). Atendeu  uma senhora que se identificou como Juliana. Novamente, questionei sobre a internet (falta). Com a mesma educação programada, disse-me  que um técnico havia ligado, mas não conseguiu  falar com a pessoa responsável. Ao ser questionada sobre a origem do problema em tela,  a mesma relatou “haver ocorrido um  problema numa caixa de poste”. Em ato contínuo o turno da tarde permaneceu inalterado, ou seja:  sem internet.

Já estamos vivenciando os raios solares  dia 20 de julho, terça-feira.  Com a esperança renovada, às 8h:30, ao adentrar no escritório, sigo direto ao roteador. Desconecto e conecto a tomada (procedimentos básicos).  Para minha decepção, ao ligar o computador, “nada de internet”. Sem outra opção,  às 8h:47,  danei-me    a ligar (0800.001-2008) para a empresa Daniel telecomunicações.

Desta vez atendeu-me uma senhora que se identificou como Tanielma (assim entendi). Ela, com muita educação, após identificar-me como cliente, disse já haver um “chamado aberto” e passou número do protocolo (20210720081415) e  mais uma vez, sem qualquer previsão de horário, pediu-me para aguardar os técnicos.

Na ocasião,  de maneira serena, fiz questão de deixar registrado o meu descontentamento pela maneira com que  a empresa Daniel Telecomunicações trata seus clientes. É possível, não posso afirmar, que a referida empresa assim proceda por já contar em seu registros com  clientes  passando da conta, ou seja: sobrando…….

Por volta das 10h10, recebi a visita de um técnico da empresa que se identificou pelo nome de Júnior. De maneira objetiva, seguiu  até o roteador: “mexe prá lá, mexe prá cá”. Foi  embora e a mesma  “cantiga”  continuou, ou seja:  sem internet.

Por volta das 11h, outro técnico, agora, o João Pedro. Mesmo roteiro do anterior: “mexe prá lá, mexe prá cá”, foi embora. Eu, segui “sem internet”. Às 11h35, retornou o  João Pedro. Dessa vez, “mexe prá lá, mexe prá cá” e,  3 minutos depois (11h38), SHAZAM!! A internet voltou, firme e forte!!  Resultado dessa novela: 36 horas sem postagens no nosso jornal eletrônico.

É bom que se diga que defeitos pontuais em equipamentos, problema episódicos em alguma caixa de distribuição e etc  tudo isso  podem  ser  digeridos como algo “que faz parte” do processo.  Mas imagino, que no atual contexto da empresa sublinhada,  que no plano local se configura como um grupo solido,  forte e grande,  o que não deve ocorrer, sob qualquer ponto de vista,  é falta de clareza e transparência na comunicação com o cliente, até porque não existe em nenhum lugar do mundo qualquer atividade econômica que não esteja sujeita a problemas operacionais.

Custo a acreditar que a empresa  “Daniel Telecomunicações”, ao invés de direcionar suas “energias” para ser um grupo  –  entre outras coisas –   eficiente e moderno, concentre  esforços   na equivocada   tentativa  de colar uma imagem  de empresa INFALÍVEL. Isso seria uma bobagem….

Com efeito e para concluir essas linhas,  nesses mais de 10 anos, na qualidade de cliente da empresa Daniel Telecomunicações,  é a terceira vez que me utilizo desse espaço  – Blog do Pilako –  para jogar “luz” na nossa relação comercial.  Espero que empresa se recicle nessa área  da comunicação direta com  o cliente e procure inovar e avançar, sobretudo quando a devida prestação  do  serviço essencial estiver acometida de  algum tipo de “apagão”. Fica aqui o meu registro de insatisfação…..

Live 106 – ao vivo – “Memórias Antonenses” – “Os Irmãos Araujo”, com o Capitão Biu.

Recebemos para uma LIVE “Memórias Antonenses”,   na tarde de hoje (02), para relembrarmos as duas décadas de espetáculos acrobáticos dos “Irmãos Araujo”. 

Influenciados pelo pai e o tio, desde a infância, quando ainda frequentavam o extinto Aeroclube da Vitória, “Os Irmãos Araujo” trilharam o caminho do mundo artístico, com as apresentações do “Globo da Morte” (1969), “Muralha da Morte” (1973), “Taça da Morte (1984) e o “Trapézio Aéreo” (.1991). Na entrevista, o Capitão Biu revelou que a força desse trabalho estavam ancorada na coragem, na perseverança e em muita fé em Deus. Entre muitas revelações, disse ele: ” se pudesse, faria tudo de novo”.

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI.

SONETO PÉTREO – por Monsenhor Maurício Diniz.

Procurando o sentido na vida escondida.
No relevo da pedra filosofal.
Encontrei em Pedro um amigo ideal.
Para tomar o elixir da Longa Vida.

Às margens da sagrada Pedra D’ara.
Há latente no biólogo um irmão marista.
As estecas as nas mãos do artista.
Moldela nos Ferrer uma imagem rara.

Pedra de Roseta enigma em inscrição.
No Egito o faraó faz na pedra o decreto.
Em Madalena a pedra se fez perdão.

O alquimista talhou correto?
Carmello é o cinzel secreto? Esculpiu Siarom a Pedra Sabão?

Monsenhor Maurício Diniz – Pároco da Matriz de Santo Antão.

BLOG DO PILAKO VIROU MANIA PARA OS ANGOLANOS – por Jones Pinheiro.

Angola agradece o apoio ao Blog do Pilako pela divulgação em sua página sobre a importância da literatura lusófona através do Projeto Chá da Vida Brasil.

O poeta Moises kudimuena que coordena 11 núcleos, representando o Projeto Chá da Vida Brasil nas Províncias de Angola, enaltece a disposição do Pilako em expandir esses trabalhos artísticos literário e musical para a CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

OUVIR AQUI. 

Moíses Kudimuena

Poeta, escritor, músico, compositor Eclético, produtor audiovisual. Estudante de Letras Modernas, Curso Língua e Literatura Portuguesas No Instituto Superior de Ciências de Educação-ISCED-Uíge – Angola.

PROJETO CHÁ DA VIDA

O Projeto Chá da Vida é um projeto internacional de valorização da cultura artística, envolvendo escritores, poetas, músicos, artistas plásticos e todos outros interessados pela arte.

OBJETIVOS DO PROJETO

1- Promover Concursos Literários com poetas da CPLP – Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.

2- Transformar a Arte em Ações Solidárias;

3- Ampliar o projeto em vários domínios e contextos sociais;

4- Promover a Literacia, como grampo cultural em várias partes do Mundo;

5- Apoiar integralmente as instituições humanitárias. Somos Doadores da Organização Médicos Sem Fronteiras Código do Doador: 2195615 – Chá da Vida Brasil

6- Divulgar Arte da Escrita Criativa e Musical expandindo-a em diferentes universos culturais.

7- Nutrir o público-alvo com as reflexões hupomônicas que estão na obra intitulada: SOZINHO MAS NÃO SÓ. Escrito por Hupomone Vilanova (Jones Pinheiro).

Núcleos do Projeto Chá da Vida Brasil pelo Mundo

Alemanha – Duisburgo pela Coordenadora escritora Chirs Herrmann. Apresentadora do programa Gente Notável;.

Portugal – Amadora Coordenadora Helena Ferreira;

Grécia – Atenas pela Coordenadora Escritora e Cantora Eliane Bastos;

Angola – Coordenador Geral Poeta Moises Kudimuena

Províncias de:

1-Uíge/Carmona – Poeta Moíses Kudimuena;

2-Lunda Sul/Saurimo Poeta Alegria Mauro;

3-Luanda/Viana – Poeta Bernador José;

4-Luanda/Talatona -Poeta Celestino Cardoso;

5-Luanda/Cazenga;

6Luanda/Cacuaco;

7-Kwanza Sul/Sumbe – Poeta Rodrigues Victor;

8-Namibe/Moçamedes – Poetisa Maria de Fátima;

9-Moxico/Luena – Poetisa Idalina Olímpia;

10-Benguela/Catumbela;

11 Benguela/Sede Provincial

Jones Pinheiro

Pedro Ferrer: 79 anos de boas escolhas……

Não fosse o ponto fora da curva (pandemia),  algo  que todos nós fomos impactados, em maior ou menor grau, 2020, ano do aniversário dos 70 anos do nosso maior projeto cultural de todos os tempos – Instituto Histórico –,  com profícua e ininterrupta existência, indiscutivelmente, a nossa cidade teria vivenciado um ano de muita celebração cultural, sobretudo à reverência aos nossos antepassados que produziram, ao longo da vida algo mais que bens patrimoniais particulares, ou seja: ajudou a edificar uma sociedade melhor.

A vida se configura numa viagem sem volta. E nesse caminhar constante, na estrada real do tempo  presente,  na direção de um lugar misterioso que convencionamos de futuro que,  inexoravelmente,  seremos,   sempre,  obrigados a escolher, diante das inevitáveis bifurcações,   em que direção seguir. Eis aí, um dos mistérios da vida…..

Pilotando uma das mais de 7 bilhões  de cabeça –  “automóvel autônomo” –  que circulam no planeta terra, exatamente hoje, 16 de julho de 2021, completando 79 anos de caminhar constante, encontra-se o professor Pedro Humberto Ferrer de Moraes. Sua formação familiar, sua infância e suas escolhas formataram o sujeito octogenário (quase) de hoje.

Assim como todos nós o “Pedoca’ tem defeitos e virtudes. Tem momentos da chamada estupidez humana  como também lances sublimes, que o coloca próximo do criador divino. Qualidades e defeitos, de maneira geral,  sempre serão  conceitos  vinculantes  ao modo de vida da época e em que sociedade o sujeito esteja inserido.

Para concluir essas linhas em forma de “parabéns prá você”, na direção do amigo Pedro Ferrer,  no dia da celebração de mais uma passagem natalícia (79º), gostaria de dizer que quando o mesmo  não mais existir no mundo dos vivos – e que isso só  irá ocorrer daqui a 100 anos – , o Professor Pedro, com toda certeza,   será muito mais do que uma foto na parede, na galeria dos ex presidentes do Instituto Histórico simplesmente por, entre outras coisas,  haver sido um sujeito plural na essência da palavra, por dialogar em todas as direções e principalmente  por haver,   nas bifurcações da vida e  certamente pela intercessão  do Glorioso  Santo Antão,  escolhido  sempre o caminho do bem. Parabéns Pedoca!!

Campus Vitória abre seleção para 120 vagas em cursos técnicos.

Campus Vitória abre seleção para 120 vagas em cursos técnicos Inscrições são gratuitas e podem ser feitas até o próximo dia 18

O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFPE), recentemente,  divulgou  os editais do processo de ingresso 2021.2. No Campus de Vitória de Santo Antão são ofertadas 120 vagas nos cursos técnicos Subsequentes em Agricultura (40), Agroindústria (40) e Zootecnia (40). Mais uma vez, em virtude da pandemia, o tradicional vestibular não ocorrerá. Todas as etapas do processo para as 2.893 vagas distribuídas nos 16 campi da instituição serão realizadas pela internet. Assim como no último processo, também está mantida a gratuidade da inscrição para possibilitar o acesso a toda a sociedade, nesse momento de crise.

As inscrições podem ser feitas até o dia 18 de julho pelo site cvest.ifpe.edu.br. Do total de vagas oferecidas, 377 são para cursos superiores; 2.129 para cursos técnicos na modalidade Subsequente – para quem já possui Ensino Médio; 352 para cursos técnicos na modalidade Integrado ao Ensino Médio e outras 35 vagas na modalidade Proeja. Serão reservadas 60% de todas as vagas oferecidas para estudantes oriundos da rede pública de ensino. Haverá ainda cotas para pessoas com deficiência, pretas, pardas e indígenas, além de reserva de vagas nos cursos com vocação agrícola para estudantes oriundos do campo.

No momento da inscrição, as pessoas que concorrerão às vagas dos cursos técnicos deverão apresentar histórico escolar ou certificação equivalente. Na modalidade Subsequente, serão avaliadas as notas do 1º e 2º anos do Ensino Médio. O objetivo é não prejudicar estudantes no último ano de seus respectivos níveis que tiveram as atividades de ensino paralisadas por conta da pandemia.

INSERÇÃO DAS NOTAS – Durante o processo de inscrição, o candidato deverá inserir a pontuação obtida nas disciplinas ou provas solicitadas e anexar os documentos comprobatórios das notas, que não poderão exceder 5 MB, em formatos PDF, JPEG, JPG, TIFF ou PNG.

Quem optar pelas notas do ENEM deverá anexar o Resultado do Enem (Boletim), de acordo com a edição escolhida. O documento precisa conter o nome completo do candidato, a edição do ENEM, número de inscrição, CPF, e a íntegra das pontuações obtidas. Só serão aceitas as notas de uma edição do Exame. O candidato deverá ainda inserir manualmente a nota obtida em cada área (Linguagens, Códigos e suas Tecnologias, Ciências Humanas e suas Tecnologias, Ciências da Natureza e suas Tecnologias, Matemática e suas Tecnologias e Redação).

Já quem escolher histórico escolar deverá anexar a cópia digital da frente e do verso do documento. É necessário que constem nome completo do candidato, carimbo e a assinatura ou certificado digital do responsável pela escola. Caso não seja possível anexar o Histórico Escolar o candidato poderá anexar declaração com as médias das disciplinas do primeiro e segundo ano, com assinatura e carimbo do responsável pela escola. Destacamos que os que optarem pelo histórico escolar deverão estar atentos às exigências do edital que estabelece regras em relação às diferenças curriculares.

RETIFICAÇÃO DE INSCRIÇÕES – Uma novidade desta seleção é o processo de retificação de inscrições, criado com objetivo de possibilitar ao candidato que teve o indeferimento da sua inscrição, em virtude de documentações ou informações divergentes, proceder com a correção de dados ou documentos anexados.

Uma lista preliminar das inscrições será divulgada no dia 26 de julho. Nessa ocasião, os candidatos terão a oportunidade de verificar sua situação específica. Os que tiverem a inscrição indeferida poderão consultar o motivo do indeferimento. No período de 27 a 28 de julho, eles terão a oportunidade de retificar dados e até anexar nova documentação. A retificação finalizada será submetida a uma nova análise, cujo resultado será disponibilizado no dia 4 de agosto, juntamente com o resultado preliminar do processo.

A divulgação da relação de aprovados está prevista para o dia 12 de agosto, após a análise de recursos interpostos ao resultado preliminar. Quem for aprovado deverá realizar matrícula a partir do dia 16 de agosto. As datas da matrícula e as do início das aulas variam de acordo com o campus escolhido e constarão no edital de matrícula.

ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS – Para esclarecer dúvidas, o IFPE ampliou os serviços de atendimento aos candidatos. A Comissão Central do Processo de Ingresso 2021.2 criou o canal virtual https://atendimentoingresso.ifpe.edu.br/ que ficará ativo durante todo o período do processo. Também serão realizados atendimentos presenciais em todos os campi da Instituição, em dias e horários específicos, e também por e-mail e por telefone. Os endereços eletrônicos, contatos e as informações relativas ao atendimento presencial em cada campus estão listados no edital, disponível no site cvest.ifpe.edu.br

O CAMPUS –  O Campus Vitória de Santo Antão faz parte do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco, o IFPE, uma instituição de educação superior, básica e profissional, pluricurriculares e multicampi, especializada na oferta de educação profissional e tecnológica nas diferentes modalidades de ensino, com base na conjugação de conhecimentos técnicos e tecnológicos com as suas práticas pedagógicas.

O IFPE Campus Vitória de Santo Antão foi criado em 2 de junho de 1954, com o nome de Escola de Magistério de Economia Rural Doméstica. Em 2008, depois de várias denominações, a então Escola Agrotécnica Federal de Vitória de Santo Antão passou a integrar a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, da qual faz parte o IFPE, e passou a se chamar Campus Vitória de Santo Antão do Instituto Federal de Pernambuco.

O processo seletivo para o ingresso de alunos nos cursos Técnicos e Superiores é através do Vestibular Unificado do IFPE, que geralmente acontece entre os meses de outubro e dezembro. Metade das vagas é destinada a estudantes oriundos da rede pública de ensino, que podem optar, no momento da inscrição, pela cota social, racial ou agrícola, esta destinada a oriundos da zona rural e filhos de agricultores. Podem ser realizados processos seletivos simplificados para preenchimento de vagas remanescentes.

O Campus Vitória possui área de 140 hectares e está localizado a cerca de dois quilômetros do centro comercial do município. A ampla estrutura física e pedagógica da instituição inclui laboratórios de pesquisa e de produção, auditório, biblioteca, refeitório, alojamentos, ginásio poliesportivo, salas de jogos, salas de aula, bloco administrativo, entre outros. Atualmente, o IFPE Campus Vitória conta com cerca de mil estudantes, sendo 125 destes em regime de moradia.

A Instituição também possui convênios de cooperação técnica e parcerias com diversos órgãos e instituições de ensino, pesquisa, extensão e produção, visando seu aperfeiçoamento técnico e pedagógico, encaminhando alunos para estágios e alocação de egressos no mercado de trabalho. Hoje, o campus atende não só à população vitoriense, mas cerca de quarenta cidades da região, além de possuir alunos oriundos de outros estados brasileiros.

HISTÓRICO – O IFPE campus Vitória de Santo Antão foi criado em 2 de junho de 1954, com o nome de Escola de Magistério de Economia Rural Doméstica, pela então Superintendência do Ensino Agrícola e Veterinário, do Ministério da Agricultura. No ano de1962, a Instituição passou a se chamar Colégio de Economia Doméstica Rural, cuja finalidade era ministrar cursos agrícolas de 1º e 2º ciclos, bem como cursos de aperfeiçoamento. Em 1967, o colégio passou por novas mudanças, sendo incorporado à Diretoria de Ensino Agrícola – DEA, do Ministério da Educação e Cultura. Neste momento houve, também, reformulação da filosofia do ensino agrícola com a implantação da metodologia do Sistema Escola-Fazenda, que se baseia no princípio “Aprender a Fazer e Fazer para Aprender”.

A Instituição seria hierarquicamente transferida, ainda, para o Departamento de Ensino Médio – DEM (criado em 1970) e, sem seguida, para a Coordenação Nacional do Ensino Agrícola – COAGRI (criada em 1973 e renomeada como Coordenação Nacional do Ensino Agropecuário em 1975).

Nos tempos de Agrotécnica Federal

Em 1979, o colégio recebeu o nome de Escola Agrotécnica Federal de Vitória de Santo Antão e implantou o Curso Técnico em Agropecuária, passando, então, a oferecer duas habilitações técnicas. As atividades pedagógicas da Escola Agrotécnica, que eram realizadas onde atualmente funciona o Centro Acadêmico de Vitória da Universidade Federal de Pernambuco, foram transferidas, em 1985, para o campus situado na Propriedade Terra Preta, zona rural da cidade, passando a vivenciar na prática o sistema de escola-fazenda.

Em novembro de 1986, com a extinção da COAGRI, a escola foi incorporada à Secretaria de Ensino do Segundo Grau (SESG), que mais tarde também foi renomeada, passando a ser chamada Secretaria de Ensino Médio e Tecnológico (SENETE). Em 1992, a SENETE recebeu o nome de Secretaria de Ensino Médio e Tecnológico – SEMTEC, mantendo incorporadas a ela todas as instituições federais de ensino técnico, incluindo a Escola Agrotécnica de Vitória de Santo Antão. Em 1993, a Instituição foi transformada em autarquia, cabendo à SEMTEC as atribuições de estabelecer as políticas para a educação tecnológica e exercer a supervisão do ensino técnico federal. Em 1997 foi implantado o Curso Técnico em Agroindústria, perfazendo um total de três habilitações técnicas oferecidas.

Ensino Técnico e Superior

Em 2001, de acordo com as reformas da educação profissional, a Instituição passou a oferecer o ensino médio desvinculado do ensino profissional, sendo este organizado no sistema modularizado. Passaram a ser oferecidas, então, quatro habilitações técnicas: Agropecuária, Agroindústria, Agricultura e Zootecnia, na modalidade de

concomitância interna, externa ou subsequente. Neste mesmo ano, a EAFVSA, através de Portaria, regulamentou a criação da Seção de Cursos Técnicos Especiais – SCTE, e, a partir de então, passou a oferecer cursos básicos de curta duração, visando à qualificação e requalificação de trabalhadores para atuarem nos diversos setores produtivos.

Em maio de 2004, por força do Decreto nº 4.877, de 13 de novembro de 2003, que regulamenta o processo de escolha dos diretores gerais das IFEs, a Instituição elegeu, com a participação de todos os segmentos da comunidade escolar, a sua Direção-Geral, iniciando assim um novo modelo de gestão e administração. Ainda em 2004, a SEMTEC passa a ser denominada Secretaria da Educação Profissional e Tecnológica – SETEC, encarregada de implementar as políticas de educação profissional no país, desvinculando a educação profissional do ensino médio. Com a nova estrutura, a definição das políticas do ensino médio passou a ser competência da Secretaria de Educação Básica – SEB. Essa mudança provocou alterações na estrutura da EAFVSA.

Em 2005, a Instituição voltou a oferecer cursos no sistema de currículo integrado: Curso Técnico em Agropecuária e Curso Técnico em Agroindústria, mantendo a modularização apenas no nível subsequente (cursos voltados para quem já concluiu o Ensino Médio), com as habilitações técnicas em Agricultura, Zootecnia e Agroindústria. Em 2008, foi instituída a Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica, da qual faz parte o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Pernambuco. A Escola Agrotécnica Federal de Vitória de Santo Antão passou a denominar-se, então, Campus Vitória de Santo Antão do Instituto Federal de Pernambuco.

Assessoria de Comunicação. 

Live bate-papo – “Memórias Antonenses” – o tempo dos circos com o Capitão Biu.

LIVE  bate-papo – “Memórias Antonenses”,  o tempo dos circos, amanhã, sexta-feira (16), às 17h.

Para construir conosco esse momento convidamos o artista Severino Araujo, que tem nome artístico Capitão Biu, para falarmos da história da sua família, no que diz respeito às apresentação espetaculares, inclusive com destaque no programa nacional de maior audiência, O Fantástico. 

Live bate-papo – “Memórias Antonenses” – Capitão Biu. 

Sexta-feira – 16 de julho – às 17h.

Transmissão pelo Blog do Pilako.

Trocando experiências: Instituto Histórico da Vitória é “vitrine” para o Nordeste.

Na tarde de ontem (14), dentro da programação remota do VII Congresso dos Institutos Históricos do Nordeste, que começou no último dia 13 e será concluído hoje, dia 15, com vários painéis e palestras retratando à realidade, problemas e soluções no conjunto da manutenção, fortalecimento e difusão dessas entidades, participamos – na qualidade de representantes do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória – de uma rica experiência.

Juntamente com representantes do Instituto Histórico do Estado de Sergipe (promotor do evento) e das cidades de Caxias (Maranhão), Serra Branca (Paraíba), Goiana (Pernambuco), Parnaíba (Piauí) e Garanhuns (Pernambuco), em pouco mais de 3 horas de intenso debate, ocorreu uma rica troca de experiências.

Ao final, em espaço já reservado, protagonizei aos confrades e confreiras e também aos internautas uma breve apresentação do mais novo livro – ASAS PARA VITÓRIA DE SANTO ANTÃO –  do professor Pedro Ferrer, que tem como conteúdo a impressionante história da ideia, criação, efetivação e o fim do Aeroclube da Vitória. Vale salientar que o mesmo (livro), será lançado em breve, logo mais quando houver condições segura para eventos sociais.

CANTINHO DO BAR BRASIL EM PALCO – por Jones Pinheiro.

Atendendo aos pedidos dos nossos irmãos lusófonos, o Cantinho do Bar Brasil em Palco, reapresentará a doce voz da cantora e compositora caboverdiana Dulce Sequeira, com seu belíssimo gênero musical mais genuinamente cabo-verdiano: a Morna, expressão máxima da dor e do sofrimento do povo de Cabo Verde da partida e da saudade do ente querido, da emigração e da época da escravatura.

Em breve, a Dulce Sequeira será uma das nossas Coordenadoras do Projeto Chá da Vida Brasil, representando seu país através do Centro Cultural Brasil Cabo Verde.

OUÇA AQUI

Jones Pinheiro

Pitú doa cestas básicas para artistas do Alto do Moura de Caruaru.

 

Artesãos, pintores e queimadores de peças que ainda sentem os impactos da não realização do São João são contemplados com a ação solidária

 A Pitú, produtora da cachaça mais consumida do Norte e Nordeste do País, realizou a doação de 500 cestas básicas para profissionais da classe artística do município de Caruaru, Agreste de Pernambuco, que pelo segundo ano consecutivo foram prejudicados com o cancelamento dos festejos juninos em decorrência da pandemia da COVID-19. A ação faz parte do projeto São João Solidário, que mesmo após o período junino continua recebendo doações através da parceria entre a Prefeitura de Caruaru, empresas e instituições parceiras. Para colaborar com qualquer valor, acesse o site: www.saojoaocaruarusolidario.com.br.

Com a doação da Pitú, foram contemplados artesãos, pintores e queimadores de peças do Alto do Moura, bairro situado a cerca de 7 km do centro de Caruaru e que é considerado o maior centro de arte figurativa das Américas pela Unesco. O Alto do Moura reúne centenas de artistas ao redor da Casa-Museu Mestre Vitalino, do Memorial Mestre Galdino, da Feira de Artesanato, da Estação Ferroviária, do Monte do Bom Jesus, do Museu do Barro, do Museu do Cordel, da Casa de Cultura José Condé, dos bares, restaurantes e demais pontos turísticos que ficam ainda mais efervescentes durante o período de São João. Com as restrições comerciais e não realização da tradicional festa, esses profissionais que trabalham no Alto do Moura e aguardam o evento para gerar renda foram bastante afetados.

Em 2019, ano em que ocorreu a última festa junina com público presente, antes do decreto da pandemia, a Pitú foi patrocinadora oficial do São João de Caruaru.

“Nestes difíceis anos de enfrentamento à pandemia, a Pitú permanece com o compromisso de incentivar a tradição do maior e melhor São João do mundo, apoiando os trabalhadores da cadeia produtiva e artística de Caruaru que tanto abrilhantam a nossa cultura nordestina”, ressalta Alexandre Ferrer, presidente da Pitú.

 Sobre a Pitú – A Engarrafamento Pitú, fundada em 1938 por Joel Cândido Carneiro, Severino Ferrer de Moraes e José Ferrer de Moraes, é referência nacional no setor de cachaça. Sendo uma das maiores indústrias de aguardente do Brasil, a Pitú engarrafa e comercializa, aproximadamente, 100 milhões de litros por ano. Com 83 anos de história, a Pitú está entre as 20 marcas de bebidas destiladas mais produzidas no mundo. A fábrica está localizada no município de Vitória de Santo Antão, Zona da Mata do Estado de Pernambuco.

Acompanhem as redes: www.instagram.com/pitu e www.facebook.com/pitu.   

o mais novo livro do professor Pedro Ferrer será destaque no VII Congresso dos Institutos Históricos do NE.

Em tempos pandêmicos, a ordem do dia é a reinvenção. Nesse sentido, de amanhã (13) até o próximo dia  15 acontecerá o VII Congresso dos Institutos Históricos do Nordeste. De maneira remota, como impõe o protocolo sanitário vigente, especificamente na tarde do dia 14/07 (quarta-feira), às 16h:30 o nosso Instituto Histórico, com a participação do presidente e do vice, ocupará um dos painéis para, entre outras coisas, realçar a mais recente obra  do professor Pedro Pedro Ferrer – Livro:  Asas Para Vitória. Conteúdo que realça Vitória de Santo Antão e o seu Aeroclube.

Para os que desejam acompanhar segue, abaixo, a programação completa:

VII Congresso dos Institutos Históricos do Nordeste
Dia 13/7 (19 h): Sessão de Abertura:
Professora Aglaé d’Ávila Fontes – Presidente do IHGSE
Profa. Dra. Terezinha Alves de Oliva – IHGSE
Profa. Dra. Margarida Cantarelli – IAHGP
Dr. Victorino Chermont de Miranda – IHGB

Dia 14 – 9h: Mesa Redonda 1
Tema: Os Institutos Históricos e Geográficos e a pandemia– Inovações e estratégias de sobrevivência.

Presidente Eduardo Moraes de Castro- IGHB
Presidente Osmuz Barbalho Simonetti-IHGRN
Presidente Antônio Fonseca dos Santos Neto-IHGPI
Vice-Presidente Jean Patrício da Silva-IHGP
Presidente José Augusto Silva Oliveira– IHGM (Coordenação)

Dia 14 (15 h): Mesa Redonda 2
Tema: Os Institutos Municipais e seu âmbito de atuação.

Vice-Presidente Maria Bertolina Costa- IHGC (Caxias-MA)
Presidente Reginaldo Pereira do Nascimento- IHGGP (Parnaíba-PI)
Presidente José de Souza Pequeno Filho- IHGSB (Serra Branca-PB)
Presidente Ivonete Xavier- IHGCG (Garanhuns-PE)
Presidente Harlan Gadelha Filho – IAHGGO (Coordenação)

Lançamento de livro:
“Asas para Vitória de Santo Antão” – Pedro Humberto Ferrer de Morais (Presidente do IHGVSA)
Apresentação: Vice-Presidente- Cristiano Pilako V. Barros- IHGVSA (Vitória do Santo Antão-PE)

Dia 15 (9h): Mesa Redonda 03
Tema: Sessão em Homenagem ao Bicentenário da Emancipação Política de Sergipe

Profa. Dra. Edna Matos Antônio (PROHIS – UFS)
Tereza Cristina Cerqueira da Graça – IHGSE (Coordenação)

Lançamento de livros:
“Sergipe Colonial: uma Capitania esquecida” – Profa. Dra. Maria Beatriz Nizza da Silva
“Felisbelo, Thetis e Ibarê”: Contribuição aos estudos de História da Historiografia –Prof. Dr. Samuel Albuquerque
Terezinha Alves de Oliva – Oradora Oficial do IHGSE (Apresentadora)

Dia 15 (15h): Mesa Redonda 04

Tema: Sessão em homenagem ao Bicentenário da Junta Governativa de Goiana e Convenção de Beberibe

Prof. Dr. Josemir Camilo Melo- IHAGGO (Goiana-PE)
Prof. Dr. George Cabral- IHO (Olinda-PE)
Prof. Álvaro Queiroz – Segundo Secretário do IHGAL (Coordenador)

Dia 15 (19h): Encerramento
Reunião com os Presidentes dos Institutos Históricos do Nordeste
Escolha do local do próximo Congresso
Dr. Igor Leonardo Moraes Albuquerque—Vice-Presidente do IHGSE (Coordenação)

 

CANTINHO DO BAR BRASIL ESPAÇO LITERÁRIO EDIÇÃO 176 – por Jones Pinheiro.

Participação do Escritor Pietro Costa – Presidente da Academia Cruzeirense de Letras do DF; Comendador e Embaixador da Paz da Organização Mundial dos Defensores dos Direitos Humanos. O Escritor Peitro Costa é integrante de diversas Academias Literárias e Entidades Culturais, sediadas no Brasil e no exterior e Assessor Jurídico no MPU – DF.

III CONCURSO LITERÁRIO CATEGORIA MELHOR POEMA ANGOLANO.

Apresentaremos para vocês o resultado da avaliação do nosso 7º candidato Marleno Benza, natural de Luanda Angola. Seu poema foi apreciado pela Banca Examinadora formada por três escritora brasileiras em prol a literatura internacional: Escritora Luh Veiga – DF; Escritora Nilva Souza – DF e a Escritora Carmem Soek do Estado do Paraná.

O concurso literário está sendo promovido pelo Projeto Chá da Vida Brasil.

Na música, apresentaremos o cantor e compositor do Estado do Rio de Janeiro Márcio Alves.

Participação Especial:

“A Voz de Luanda” pela escritora Luh Veiga – DF.

Poeta Juá Duceará – Juazeiro do Norte – CE.

Poeta Paulo Gaspar – PR.

OUÇA AQUI

Jones Pinheiro

Aracaju foi o “palco” da volta para a Super Oara….

Essas linhas, antes mesmo do caráter informativo, tem na sua essência o compartilhamento de uma alegria, por saber que “as coisas”, no sentido social,  apesar de tudo, começaram a engrenar, sobretudo no segmento produtivo  mais atingido pela pandemia, ou seja: foi o primeiro a parar e será o último a voltar a todos pulmões.

Em evento corporativo nacional,  promovido CMSB ( Confederação da Maçonaria Simbólica do Brasil) , ocorrido na cidade de Aracaju (SE), entre os dias 07 e 11, na noite do último sábado (10), dentro das normas estabelecida pelas autoridades, a Orquestra Super Oara subiu ao palco para uma apresentação emblemática e histórica,  marcando assim à retomada das atividades laborais  depois de um longo período de “silêncio forçado”.

Nesse contexto, quero compartilhar com todos os amigos,  que formam esse singular conjunto musical,  dessa alegria. Ao Elaque Amaral, parceiro das antigas e amigo sincero,  sinta-se abraçado por todos nós, vitorienses e amantes da boa música e também  admiradores do trabalho dessa que é  – Super Oara –  uma das melhores bandas de baile do Brasil. Em breve, estaremos todos juntos novamente –  “A  arte é longa, a vida é breve”.  

Venceu Vitória de Santo Antão – por José Maria Aragão.

Não sei se os vitorienses mais jovens sabem a origem do nome “Vitória de Santo Antão”. No governo discricionário de Getúlio Vargas (1937/1945), foram dissolvidos o Congresso Nacional, as Assembleias Legislativas e as Câmaras Municipais; todos os governadores eleitos foram substituídos por interventores federais que nomeavam os prefeitos dos Municípios.

No início dos anos 40, foi baixado um decreto-lei federal proibindo a existência de municípios com o mesmo nome. Teriam prioridade para manter seus nomes os municípios mais antigos e os que fossem capitais de Estados. Na época, havia três Vitórias: a capital do Espírito Santo, outra na Bahia e a nossa, em Pernambuco. Assim, a  única que poderia manter seu nome seria a capital capixaba.

Meu pai, José Aragão, então prefeito da Vitória (PE), considerou que o tema, por sua importância, deveria ser objeto de uma consulta popular e convocou um plebiscito. Apresentaram-se dois nomes: VITRICE, sugerido por um grupo liderado pelo então Chefe do Posto de Higiene local, o médico vitoriense dr. Holanda Barros e outro, apoiado pelo prefeito, que propunha agregar ao nome Vitória, o do padroeiro da Paróquia de Santo Antão, já homenageado com uma belíssima imagem, em tamanho natural, existente no altar-mor da Igreja Matriz.

A população, por larga maioria, optou pelo segundo nome, com o que o antigo município da Vitória passou a ostentar o seu nome atual. Outro município atingido pelo decreto-lei foi Vitória da Conquista, na Bahia, mas por motivo diferente: um município mineiro – Conquista – era mais antigo que o baiano e teve prioridade para manter seu nome e a atual Vitória da Conquista teve de mudar sua denominação e o fez como homenagem à conquista, pelos portugueses, de território antes dominado por população indígena.

José Maria de Argão  Melo. 

ARQUIVO E MEMÓRIA: a mais nova coluna do Blog do Pilako – Ubirajara Carneiro.

Semanas atrás, por obra e articulação do destino, num recorte temporal diminuto, quatro conterrâneos, por causas diferentes, fizeram a viagem sem volta. Automaticamente, lancei mão do meu arquivo audiovisual para render-lhes, respectivamente,  homenagens merecidas.

Despertei  e pensei comigo: poxa! Nesses 10 anos de blog já gravei e tenho arquivo em vídeo de um montão de gente que já se foi..

Aliás, vale lembrar: em números atualizados, são exatamente 4.856 vídeos. Se dividirmos por 10 (10 anos), chegaremos aos 485 vídeos por ano. Ou seja: na última década, eu produzi mais de um vídeo por dia.

No tocante  ao conteúdo, todos originais,  realçando o nosso lugar ou mesmos os nossos conterrâneos, registramos de tudo um pouco: entrevistas, inaugurações, eventos festivos, atos religiosos, enterros, competições esportivas, encontros casuais, flagrantes inusitados, atos políticos, carnaval, solenidades importantes  e também frivolidades. Indiscutivelmente, temos um robusto acervo do cotidiano da nossa cidade…….

O “barato” dessa empreitada espontânea, por assim dizer, é que todo esse rico e inigualável acervo contínua –  como sempre foi – disponível ao público em geral,  e também para qualquer pessoa do planeta acessar,   sem  nenhum tipo de veto ou restrição.  Todos os nossos vídeos estão postados no youtube de maneira pública.

Assim sendo –  e por tudo isso -, hoje,  resolvi criar uma nova coluna no nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, justamente para postar vídeos que  julgo salutar à memória coletiva da nossa “Aldeia” – Vitória de Santo Antão. O nome da nova coluna : ARQUIVO E MEMÓRIA.

O primeiro vídeo, para damos o ponta pé inicial, retrata justamente o pronunciamento do eloquente advogado Ubirajara Carneiro da Cunha, por ocasião das festividades alusivas à passagem dos 70 anos Colégio Municipal 3 de Agosto, ocorrida em novembro de 2015. 

REVEJA O VÍDEO: 

10 anos do Blog: um voto de aplauso do deputado Joaquim Lira.

Por ocasião da passagem do primeiro decênio de atuação do nosso jornal  eletrônico, intitulado Blog do Pilako, iniciado em 25 de junho de 2011 na rede mundial de computadores, recebemos, com alegria e satisfação, um Voto de Aplauso da Assembleia Legislativa,  articulado pelo deputado Joaquim Lira.

Para tanto, entre outras, justificou o deputado:

“Por tais motivações, nada mais justo que esta Casa Legislativa homenagear através desta iniciativa, ao reconhecer esse trabalho relevante de tantos serviços prestados no âmbito da informação e da memória política do Estado. Ante o exposto, solicitamos aos Nobres Pares que compõem esta Casa Legislativa, o acolhimento desta proposição, pela aprovação.”

Em ato contínuo, daqui, em nome do editor geral – Pilako – e de todos os nossos colunistas,  emitimos ao deputado antonense Joaquim Lira, nosso preito de gratidão pelo reconhecimento de um trabalho amplo, sério, independente e voltado às boas práticas jornalísticas, sobretudo no âmbito cultural, político e histórico da nossa urbe. Muito Obrigado!

Pharmacia Popular – pelo pesquisador Ricardo Lopes Villas Bôas.

Com o título “Acervo Histórico Farmacêutico” a pagina no Facebook, administrada  pelo pesquisador Ricardo Lopes Villas Bôas, desde 13 de setembro de 2015, com postagens regulares sobre o “mundo das farmácias”, recentemente, com informações coletadas  no nosso jornal eletrônico, intitulado de Blog do Pilako, produziu postagem realçando a nossa emblemática Pharmacia Popular. 

Segue, abaixo, a referida postagem: 

A Pharmacia Popular ficava localizada na cidade de Vitória de Santo Antão, no Estado de Pernambuco. A Pharmacia Popular foi fundada pelo Pharmaceutico Nestor de Holanda Cavalcanti, no ano de 1.870.

A Pharmacia Popular ficava sediada em prédio próprio, que também servia de residência da família, na rua Prefeito João Cleofas de Oliveira nº 127, próximo a Praça Duque de Caxias, no centro de Vitória de Santo Antão. A Pharmacia Popular encerrou suas atividades em meados de 1.940, dando lugar a Farmácia Brasil que atendeu até meados de 2.012.

A edificação ainda está totalmente preservada, graças ao zelo praticado pelos descendentes de Nestor de Holanda Cavalcanti, sendo que o prédio foi declarado Patrimônio Histórico do Estado de Pernambuco, no ano de 2.010.

A edificação foi construída pela família em 1.817, apresentando fachada externa revestida com azulejos ricamente desenhados, nas cores azul e linhas amarelas.

A foto mostra a fachada externa da Pharmacia Popular, em meados das primeiras décadas de 1.900.

Notar a elegância das pessoas, e o belíssimo prédio. Notar também, a presença do Pharmaceutico Nestor de Holanda Cavalcanti, a esquerda da foto, com chapéu e terno alinhado; e no que parece, segurando a mão, um frasco de medicamento.

A foto original poderá ser acessada em: https://www.blogdopilako.com.br/

#museu #acervo #pharmacy #farmácia #história #museum #farmacêutico #apothecary #acervohistoricofarmaceutico

Ricardo Lopes Villas Bôas – farmacêutico e pesquisador. 

 

SAUDAÇÕES LITERÁRIAS – Cantinho do Bar – por Jones Pinheiro.

Hoje o Cantinho do Bar Brasil apresentará para vocês ouvintes, um estilo musical diferenciado do nosso repertório. Mas tenha certeza que influenciará sua fé, porque a boa música tem essa capacidade de mexer na mente como bálsamo aliviando corações.

O nosso estilo musical que apresentaremos,  nesta edição, soará profundamente como uma oração na voz do nosso cantor e compositor Marcio Alves, direto do Rio de Janeiro para o Cantinho do Bar Brasil.

O cantor e compositor Márcio, já se apresentou em nosso Espaço Cultural duas vezes, apresentando-nos MPB e Pop Romântico. Agora ele retorna com o estilo Gospel.

Tenho dito que um bom filho retorna a casa dos pais e um bom cantor retorna sempre ao nosso Cantinho do Bar Brasil, quantas vezes ele quiser. Estamos sempre a disposição para oferecer o melhor a você ouvinte.

Marcio Alves começou sua carreira como músico profissional aos 18 anos como guitarrista de bandas de bailes, sua primeira experiência como cantor foi em uma casa de show na cidade de São Gonçalo no RJ. Teve sua experiência internacional no ano de 1992 quando fez uma turnê pela França, cantando e tocando em várias cidades. Ao retornar ao Brasil continuou sua trajetória musical como cantor, guitarrista e compositor. Hoje reside na cidade de Ilhéus BA.

Seu trabalho musical hoje é voltado para o Pop Romântico, MPB e Gospel.

Jones Pinheiro. 

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Em tempos de vacinação em massa, vale a pena saber do nosso primeiro “vacinador”.

Em tempos de pandemia e todos os seus desdobramentos em nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – lembremos que a rotina do cotidiano do nosso burgo  ainda é algo que se vislumbra para  mais adiante, não obstante o processo de vacinação  já haver contemplado um  bom número de antonenses.

Iniciado nacionalmente  em 17 de janeiro de 2021 (dia do nosso Glorioso Santo Antão), o processo vacinal vem avançando. Hoje, já conseguimos enxergar a luz no final do túnel e o melhor caminho a seguir, apesar das inúmeras informações desencontradas,  alardeadas por pessoas com objetivos alheios  aos melhores princípios sociais e coletivos.

Recentemente, em  mais  um “mergulho” em nossos  arquivos, chegamos ao nome daquele que possivelmente se configurou como o primeiro vacinador na nossa então Vila de Santo Antão. Nos livros de atas da câmara de 1833 a 1837, consta que na sessão de 25 de maio de 1835 prestou juramento, para o cargo,  o cirurgião de vacina José Antônio Melquíades Ferreira Lobo.

Em ato contínuo, nos mesmos arquivos, também constata-se  que tal serviço era prestado com pouca efetividade e de maneira inconstante, em função da diminuta retribuição financeira. O tempo passou e a ciência avançou muito. Atualmente, em nossas terras, o tal “vacinador”, por assim dizer, é ação desenvolvida por um sem números de pessoas de todas as classes sociais. Aliás, aproveitamos para externar o sentimento de gratidão da população,  na direção do conjunto de profissionais da saúde que se tornaram, com essa pandemia,  uma espécie de “heróis nacionais”.