Vanildo de Pombos

A inesquecível interpretação e a saudade da voz marcante de VANILDO DE POMBOS, cantando a música Vaquejada da Vitória, composta por Samuka VoiceBenedito de Cachoeirinha e Aldenisio Tavares.

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Aldenisio Tavares

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Momento Cultural: A Alvorada – POR GUSTAVO FERRER CARNEIRO

Gustavo Ferrer Carneiro

O sol se descortinava na praia
Brilhando em meus olhos
Caminho só
Ar imóvel, quente
Vento assobiando ardente
Com o som da minha respiração
Um monte de pensamentos
Um toque agudo sibilante
Suspirando com prazer
O nascer de um novo dia
Uma alvorada arredia
De momentos de introspecção

Um aroma gostoso de terra molhada
Ou maresia,
Um delicada lua ornamentando o amanhecer
Em uma fantasmagórica poesia,
Plenitude
O vento zunindo
Um sentimento de dignidade
Uma visão do encanto
Insondável graça no rosto
No perplexo momento
Da percepção da vida.

O que ele diz
estará dentro do seu peito
Todo tempo
Para sempre…

Seja longe, seja perto
Não sabemos o exato, o correto
Para tudo tem um tempo

Mas quando será esse tempo certo?

(MOSAICO DE REFLEXÕES – GUSTAVO FERRER CARNEIRO – pág. 14).

SEM CORRUPÇÃO, NÃO FUNCIONA

O Brasil anda sentindo enorme dificuldade de funcionar sem a velhacorrupção funcional. Bastou a Justiça colocar o pezinho no freio, e nada funciona. É preciso aprender uma nova ética, os acostumados com a velha ética ou aética. Capitalistas e políticos estão desacostumados a sobreviver às próprias custas, capitalistas administrando seus negócios e políticos sobrevivendo de suas mordomias. Capitalistas perdem a competitividade por displicência e incompetência para cumprir a carga tributária da nação. Têm preguiça de se formar em Economia e Marketing para saber se são capitalistas ou pensam que são. Políticos não acreditam na próxima eleição, precisam enricar antes que percam a chance de administrar o dinheiro público, por isso danam-se a fazer transferência da coisa pública para a coisa privada, pensando que política foi feita para “servir-se” e não para servir. Ora, neste aprendizado, nesta mamata cultural, qualquer medida que os assombre e acabe o namoro entre a Política e oCapitalismo estanca o progresso de ambos e a precária manutenção do resto.

Sosígenes Bittencourt

Correspondente em Barcelona

A primeira coisa que nos faz sentir saudade quando estamos num lugar estranho é de ouvir nossa língua materna na boca das pessoas. De algum modo quando ouvimos o português brasileiro, sabemos que estamos um pouco em casa.

Dito isto, deu um bocado de alegria saber, e ouvi isso de um brasileiro em Barcelona, que saudade é uma palavra que só existe no português. Em castelhano a tradução mais parecida com saudade é extrañar (algo como perder ou estranhar). Portanto, nossa palavra carrega um sentido mais poético do que a tradução espanhola, uma vez que significa a “presença da ausência”. Mais sofisticado, né? Não é de graça que ela foi tema de tantos livros e canções portuguesas. Ora, saudade tem muitos particulares.

Saudade aumenta o tamanho das coisas, por exemplo. Veja o caso de uma simples tapioca: alguns pesquisadores nordestinos, que estão também estudando por aqui, realizaram uma intensa busca da torno da goma de tapioca (caríssima, por sinal). E a primeira a encontrar em Barcelona (uma paraibana) anunciou a descoberta com a felicidade de um bandeirante que encontrou ouro. Daí percebi o quanto cheiramos tapioca no café da manhã, nas ruas da cidade, no jantar e etc.

Saudade também diminui coisas grandes. A crise que atravessa o país (com reformas trabalhistas, previdenciárias, fiscais, empurradas goela abaixo do brasileiro, nem sequer sufragadas nas eleições) de repente fica um tanto menor desse lado. É que nossos problemas não parecem menos graves (e tento nunca esquecer disso), pois a vontade de ter presente o seu lugar é sempre maior.

A saudade lhe mostra com assustadora clareza o seu lugar. Se algum dia você se perder pode contar que ela te mostra o caminho de volta. Daqui até compreendi melhor Belchior (que agora virou saudade): “não precisam que me digam de que lado nasce o sol porque bate lá meu coração”.

Por último, é muito difícil acrescentar algo novo sobre saudade, tendo em vista que ela já foi cantada e explicada milhões de vezes. Mas fazer o quê? É que cada geração que nasce e que fenece acha que tem algo mais novo e verdadeiro a dizer sobre ela. E se isto é verdadeiro, se ela insiste em rejuvenescer em nossa língua, é que ela tem a um só tempo um pouco de vida (e por isso vibra nos corações moços a cada vez que é proferida) e de morte (pois a morte abre o caminho para a saudade, de modo que as duas só podem ser parentes).

Estou cheio de saudade do meu lugar e da nossa gente. Nunca viajo de mala vazia.

André Carvalho.
Vitoriense e atualmente realiza uma parte do doutorado em Barcelona.

CONVITE

O dia 6 de maio, data em que comemoramos a elevação de Vitóira à cidade

será festejada no Silogeu no dia 5. Repito dia 5, sexta feira.

Seguem fotos de 1943:

Foto 10 – José Aragão, Agamenon (óculos), Gercino de Pontes (Secretário de Obras de Agamenon).

Por trás, do secretário, de terno branco dr. Célio Meira (avô do sócio Cristiano Pilako);

Agamenon ladeado por José Aragão e dr. Euclides Ferraz, juiz de direito.

Da esquerda para a direita: José Costa Porto, dr. Gercino de Pontes, desconhecido (terno branco) , José Aragão,

Agamenon, dr. Euclides Ferraz, demais desconhecidos.

Até ao dia 5 de maio.

A Diretora do Instituto

ENSAIO PARA OPINIÃO SOBRE VIOLÊNCIA NO BRASIL

Se o problema nuclear do Brasil é a violência, pois todos os demais gravitam em volta, como resolvê-los? Eis o grande desafio. Comecemos pelas perguntas?

A Lei Maria da Penha reduziu a violência contra mulheres no Brasil?

A Lei do Desarmamento reduziu o índice de criminalidade no Brasil?

E terminemos pelas perguntas, baseados nas respostas às perguntas iniciais.

A Operação Lava Jato conterá a corrupção no Brasil?

A Redução da Maioridade Penal reduzirá a criminalidade juvenil?

Dê seu palpite, mesmo que também julgue ser um mero palpite. Apresente solução, se quiser. Não se trata de Redação do Enem.

E boa sorte!

Sosígenes Bittencourt

Circulando

Ouça a música “CIRCULANDO” composta por Aldenisio Tavares, na voz de Nildo Ventura.

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Aldenisio Tavares