Momento Cultural: Perto do mar, anoitecia… por Célio Meira.

celio-meira1

Perto do mar, anoitecia…

Corria o mês de novembro,

– Era Dia da Bandeira,

fomos ver a lua cheia,

ao lado da ribanceira.

Depois, descemos. Na praia,

ficamos a reparar:

– Havia esteira de prata,

nas águas mansas do mar.

Ali, olhando o mar, a lua,

recebemos a lição:

– Jesus Cristo está presente,

na glória da criação.

(migalhas de poesia – Célio Meira – pág. 25).

Momento Grau Técnico Vitória

Criar uma rotina de estudos, organizando seu tempo e estabelecendo prioridades, pode ajudá-lo na hora de colocar o assunto em dia. Descubra quantas horas semanais você tem para estudar em casa e divida as disciplinas a serem revisadas, estabelecendo horários fixos. E lembre-se: o importante é manter a qualidade da sua rotina. Se você não tem disponibilidade para estudar quatro horas por dia em casa, isso não é problema. Sabe aqueles 25 minutos livres depois do almoço? Use-os com disciplina e verá os resultados!#GrauTecnico #DicadeEstudo

EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância do solfejo na formação musical do músico. (PARTE 3)

Estes músicos se aperfeiçoaram na Teoria Musical, no entanto, por não se considerarem cantores, não se preocuparam com a técnica do solfejo, e, tempos depois, podem precisar quando quiserem copiar uma melodia musical do seu interesse.  O instrumento musical de sopro, é preciso simplesmente que o sopramos, para que o som saia naturalmente por suas campânulas, e assim, por já termos uma boa  percepção auditiva com o auxílio instrumental, podemos produzir melodias em pequenos ou pequenas partes, como também, melodias completas. Consideramos que a técnica do solfejo, requer que ocorra um “ afastamento instrumental “, onde este “ afastamento instrumental “, apresentará uma liberdade ou libertação do músico, onde o mesmo adquira a confiança necessária para os momentos composicionais, e assim, não exista total dependência instrumental pelo músico, onde o mesmo esteja livre para preocupar-se apenas, com a melodia, o papel, e a caneta, onde passo a passo o arranjo irá surgindo naturalmente.

A técnica do solfejo, podemos exercitá-la de diversas formas, por exemplo: utilizando os números, tais quais: 1, 2, 3, 4, 5, 6 e 7.  Partindo deste princípio, podemos falar um número de cada vez, sem colocarmos sonoridade, depois pronunciamos cada nota musical, tais quais: DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ e SI, sem sonoridade. Depois uma leitura mental sem pronúncias dos números e das notas musicais. Após, colocaremos as alturas das notas, na subida e na descida, tanto nos números, quanto nas notas musicais.

20160704_203649
João Bosco do Carmo

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Momento Cultural: ESPAÇO – por MELCHISEDEC

Melchisedec

Para nós, seres humanos, o nosso espaço no cosmos, começou a três milhões e quatro centos mil anos, porém, só a trinta mil anos, começamos a entender onde vivíamos e o que éramos.

Conquistamos o fogo, iniciamos plantio das sementes, aprendemos lidar com os animais, aplicamos nosso primitivo talento para criar os instrumentos de trabalho, usando a pedra, depois descobrimos o ferro e o bronze que permitiam um avanço significativo na nossa arte de fazer as coisas.

Com o ajuntamento das pessoas, formamos as tribos, as comunidades agrícolas que foram evoluindo até a formação das cidades.

Nesse vasto espaço cósmico, a nossa memória parece confinada no estreito lugar do planeta em que vivemos. Pouco a pouco vamos aparecendo em forma de escritos históricos para dizer à posteridade o que fomos, o que somos e o que seremos.

Hoje, todas as pessoas de quem ouvimos falar, viveram e lutaram em algum ponto deste planeta.

Todos os reis, sábios, nobres e plebeus, batalhas, guerras, migrações, invenções, tudo que há nos livros, sobre a história do homem, aconteceu aqui.

Dentro desse imenso espaço do universo de onde emergimos, somos um legado de vinte bilhões de anos de evolução cósmica.

Agora vemos nosso planeta à beira da destruição. As máquinas mortíferas inventadas pelo homem para sua própria destruição. É a inversão de valores.

A maldade tomou conta do coração do homem. Agora temos que melhorar a vida na terra e conhecermos o universo que nos criou, sem desperdiçar nossa herança de vinte bilhões de anos numa autodestruição insensata.

O que acontecer no próximo milênio, dependerá do que fazemos aqui a agora, usando a nossa inteligência e a nossa vontade para salvar o planeta.

Lembremos que: “há mais coisas entre o céu e a terra de que supõe vã filosofia”.

(VERDADES FUNDAMENTAIS – MELCHISEDEC – pág. 61).