“Receita” na voz de Serginho Farineli

Ouça a música “Receita“, composta por Aldenisio Tavares e Wendell Nogueira, na interpretação de Serginho Farineli . A canção é  integrante do CD “O Amor de Deus nos uniu”, lançado pelo compositor no início deste mês, sendo uma homenagem dos compositores para o ECC (Encontro de Casais com Cristo).

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Aldenisio Tavares

Segunda Festa da Saudade – dia 16 de setembro com a Orquestra Super Oara.

A Segunda Festa da Saudade, que acontecerá no sábado, 16 de setembro, no Clube dos Motoristas – O Cisne – será animado por dois grupos musicais. Abrindo o evento dançante, teremos o Quinteto Dourado. Como atração principal, contaremos com extraordinária ORQUESTRA SUPER OARA.

Segue, abaixo, um registro em vídeo do nosso primeiro encontro dançante, que ocorreu ano passado (2016).

VÁ SE PROGRAMANDO:

2ª Festa da Saudade.

 Local: Clube dos Motoristas “O Cisne”.

Dia: 16 de setembro de 2017.

Atração: Orquestra Super Oara.

Valor da Mesa: R$ 200,00 (quatro pessoas).

Reservas: Cristiano Pilako – 9.9192.5094  – Zap 9.8456.4281.

Obs: Não haverá venda de ingresso individual.

Momento Cultural: Bodas de Ouro – por Corina de Holanda

Corina de Holanda

(De José Bonifácio e Maria José de Holanda).

 

Garimpeiros do amor

Por ti abençoado,

Te ofertamos, Senhor,

O ouro acrisolado

Colhido na jornada…

(A prata já foi dada)

Nós te damos também,

Gemas de excelsos brilhos,

Para nós, – Nossos Filhos!

Abençoa-os, Senhor!

São todo o nosso bem,

Frutos do nosso amor.

 

(Entre o céu e a Terra – 1972 – Corina de Holanda – pág. 60).

EU E A BANDA PEDRO JORGE FRASSATI 


Eis o grande motivo de meu desfile em 7 de Setembro:
a visita majestosa e musical da banda Pedro Jorge Frassati
na Rua Imperial.
Elegantes e rítmicos, lembram-me o filósofo alemão Friedrich Nietzsche ao afirmar: A vida sem a música seria um erro.
Eu não economizo elogio quando vejo o BOM e o BELO.
É a educação desses jovens que faz Chã maior, é esta Banda Musical que faz Chã Grande.
Viva as euterpinas meninas de terra tão chã e tão formosa,
as mimosas deusas da música e suas flautas divinas.
Palmas e muito obrigado!

Sosígenes Bittencourt

Vanildo de Pombos

A inesquecível interpretação e a saudade da voz marcante de VANILDO DE POMBOS, cantando a música Vaquejada da Vitória, composta por Samuka VoiceBenedito de Cachoeirinha e Aldenisio Tavares.

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Aldenisio Tavares

Livros – Apelidos Vitorienses – continuam disponíveis à venda!!

Aos amigos conterrâneos, quer estejam residindo ou não na nossa terra-mãe, informo que ainda possuo exemplares do nosso Projeto Cultural, intitulado “Apelidos Vitorienses”, disponíveis à venda. No volume um, narramos à origem dos seguintes apelidos:

Além do meu apelido (Pilako), catalogamos: Americano, Batifino, Baleado, China Contador, Doutor do Posto, Fernando Diamante, Furão, Giba do Bolo, Heleno da Jaca, João de Qualidade, Lavoura, Mané Mané, Manga Rosa, Matuto, Nanãe, Natal do Churrasquinho, Olho de Pires, Moleza, Pindura, Pirrita, Toco, Tonho Trinpa, Torto e Zé Catinga.

Nesse segundo volume estão: Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Vei Eletricista, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val da Banca, Pirraia do Feijão, Pituca, Junior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro, Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho e Neném da Joelma.

Local de venda – Redação do Blog do Pilako – Praça Leão Coroado.

Valor: Volume 01 – R$ 30,00 / volume 02 R$ 30,00

Contato: 9.9192.5094 ou pelo zap 9.8456.4281

Obs: Para as vendas fora da cidade acrescer despesas postais.

Momento Cultural: Negro – por Henrique de Holanda

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Homem negro: se o sol – nessa ansiedade bruta
de quem quer e não pode, – o teu corpo procura,
com o instinto cruel de te vender na luta,
a queimar, ainda mais, a tua pele escura…

Se resistes ao sol, nessa heroica disputa,
fertilizando a terra estéril, seca e dura,
esta cor a tingir a tua carne impoluta
é a rija encrustação de tua rude bravura.

Nem o branco encoraja e nem o negro assombra.
Tanto nos vale a luz, quanto nos vale a sombra.
Desta cor morrerás e morrerás exangue

na luta, que nos dá, pelo teu maior gosto,
a flor que floresceu do suor do teu rosto,
e o fruto que nasceu do vigor do teu sangue!…

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 23).

Momento Vitória Park Shopping

A gente sabe que é um #MatchHairDay quando sai do banho e já se sente incrível! Nem precisa olhar como está o tempo lá fora, o cabelo vai continuar impecável faça chuva ou faça sol. Basta dar aquela batidinha que ele se ajeita, e sem nada de frizz! Quer saber o segredo? A nova linha Match Patrulha do Frizz, que tem óleo de abacate e creatina que blindam o cabelo por até 2 dias. Aí é match na certa! Conta pra gente: o que é um #MatchHairDay pra você?🙃😘

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Momento Grau Técnico Vitória

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Nesse segundo volume estão: Babai Engraxate, Novo da Banca, Pea Preta, Branca, Gongué, Vei Eletricista, Brother, Bambam Água, Zé Ribeiro, Regis do Amendoim, Val da Banca, Pirraia do Feijão, Pituca, Junior Facada, Pezão, Moreno, João Potó, Touro, Lino, Eraldo Boy, Cocota, Castanha, Miro da Cachorra, Nininho e Neném da Joelma.

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EDUCAÇÃO MUSICAL – A importância do solfejo na formação musical do músico. (PARTE 5)

Vamos neste momento, relembrarmos a formação escolar que tivemos desde a infância, onde aprendemos que “a” era de avião, “b” era de bola, “c” era de casa, “d” era de dado, “e” era de elefante, “f” era de faca, “g” era de gato. Ou então: “a” era de avião, “e” era de elefante, “i” era de igreja, “o” era de ovo, e, “u” era de uva. Observamos a letra com o seu nome, e, havia o desenho ao lado, identificando o nome da letra, onde o cérebro infantil desde cedo já começava memorizar e associar, o objeto, a letra e a sonoridade emitida pela abertura labial. Temos observado que existe um intercâmbio entre, os músculos buco/maxilo/facial, bem no momento da pronúncia das letras. Direcionando a mesma técnica para o trabalho do solfejo, iremos encontrar a mesma diferença, no que diz respeito, ao timbre existente em cada nota musical.

Se pronunciarmos a palavra camarão, e, se por acaso formos separar as sílabas, seria assim: CA-MA-RÃO. Fazendo comparações referentes a duração sonora da sílaba que teve maior tempo no momento da pronúncia, foi a segunda sílaba: MA-A- , onde o cérebro infantil já começa a ser preparado para memorizar a sonoridade. A temática é a mesma para a Arte dos Sons, o cérebro precisa memorizar nota por nota, para que no futuro o discente possa produzir o texto musical sem precisar auxílio instrumental. A diferença da Gramática Portuguesa para a Gramática Musical, é justamente, os nomes das notas, pois precisamos utilizar todos os órgãos para produção de ambas, então, depois de analisarmos que para guardarmos na memória é preciso apenas, calma, separar um tempo exclusivo para o estudo e o trabalho do solfejo, e aguardarmos os resultados da produção da percepção musical.

20160704_203649
João Bosco do Carmo

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com