Momento Cultural: Negro – por Henrique de Holanda

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Homem negro: se o sol – nessa ansiedade bruta
de quem quer e não pode, – o teu corpo procura,
com o instinto cruel de te vender na luta,
a queimar, ainda mais, a tua pele escura…

Se resistes ao sol, nessa heroica disputa,
fertilizando a terra estéril, seca e dura,
esta cor a tingir a tua carne impoluta
é a rija encrustação de tua rude bravura.

Nem o branco encoraja e nem o negro assombra.
Tanto nos vale a luz, quanto nos vale a sombra.
Desta cor morrerás e morrerás exangue

na luta, que nos dá, pelo teu maior gosto,
a flor que floresceu do suor do teu rosto,
e o fruto que nasceu do vigor do teu sangue!…

(Muitas rosas sobre o chão – Henrique de Holanda – pág. 23).

Momento Grau Técnico Vitória

Você sabe quando usar A ou HÁ? É mais simples do parece! É só lembrar que o HÁ é uma forma do verbo haver, e por isso pode ser substituído por outro verbo. Por exemplo, na frase “Estou trabalhando neste projeto há dois dias”, podemos trocar o há (de haver) por faz (de fazer). Já o A é usado para casos em que não se pode fazer esse tipo de substituição. Por exemplo: “Ele mora a duas horas do centro”. Não faria sentido dizer que “Ele mora faz duas horas do centro”. Entendeu? Então deixa um exemplo pra gente nos comentários!#GrauTecnico

DORIA E DROGA

João Doria não é craque em tratamento de droga,

é uma droga para usuário de crack.

Mandaram dedetizar a Cracolândia e, agora,

estão baratinados com os drogados.

Internar usuário de droga, na marra,

é como querer protegê-lo dele mesmo

ou puni-lo por tentativa de suicídio.

Aonde o usuário de droga for, o traficante irá atrás.

A Cracolândia não é um lugar, é um destino.

A droga não transforma o homem numa pessoa má,

apenas revela a pessoa que há.

Sosígenes Bittencourt

A melancolia dos edifícios eternos

Pilako, antes de vir à Barcelona a única vez que ouvi falar no arquiteto-artista Antoni Gaudí foi quando Caetano, referindo-se a si mesmo, cantava: “sou tímido e espalhafatoso, torre traçada por Gaudí”. Nunca tinha entendido o sentido dessa letra até vir aqui. Praticamente, Barcelona se dobra aos pés do arquiteto e você só entende a razão dessa valorização quando você está diante de um trabalho dele, espantosamente a céu aberto, nas ruas da cidade.

O trabalho dele é assimétrico, contraditório, e por isso Caetano disse que era ao mesmo tempo tímido e espalhafatoso, ou seja, uma torre traçada por Gaudí. Ora, você olha um prédio do homem, na expectativa de enxergar ali um padrão entre uma curva e outra, mas se decepciona (no bom sentido) tamanho o estranhamento. Os olhos fixam-se desejando assimilar tudo aquilo, mas somos constantemente traídos a cada detalhe do trabalho dele. Nem preciso dizer que os arquitetos (alguns que conheci aqui) ficam em polvorosa.

Outro dia estava andando por um parque da cidade, MontJuic, e vi uma vegetação praticamente idêntica às torres que ele fez. Foi quando uma amiga minha me contou que a natureza foi uma fonte de inspiração dele (assim como a funcionalidade).

Como sempre, tentarei aqui fazer reflexões sobre a nossa própria cidade, do que vejo e me encanto, do outro lado do Atlântico. E me recordei que perdemos boas oportunidades por não dar o valor histórico necessário à estética arquitetônica dos prédios antigos de nossa cidade. Lembro que o filme Lisbela e o prisioneiro deixou de ser gravado aí, pois as casas em torno da delegacia estavam modernizadas demais. Ah!, também me recordei da rua Nossa Senhora de Fátima (próximo à Do Carmo chocolataria), com aquelas casinhas coloridas em ordem, que dão um charme pitoresco ao lugar.

Também não falemos só do que há de antigo, falemos também do porvir. Conta Ortega y Gasset que quando Sêneca, ou algum provinciano sofisticado, chegava a Roma e via aquelas construções imperiais, símbolos do poder definitivo, sentia a angústia de que nada de novo poderia trazer para o mundo e que Roma era eterna (e o que poderia ser mais majestoso que aquilo?). Para ele há uma melancolia nas ruínas, que podemos chamar de “melancolia dos edifícios antigos”. Nossos prédios mais emblemáticos, (o sobradinho, as igrejas, a estação e o engenho bento velho, praticamente são cartões postais de Vitória), repousam igualmente melancólicos na nossa cidade. Temos muito arquitetos na cidade, é possível criar uma linguagem própria da arquitetura local?

André, para você Vitória é quase uma Pasargada. Ora, fazer o quê? Somos a metrópole cultural da Mata Sul! Kkkk

Abraços, Pilako!

André Carvalho
Correspondente do Blog do Pilako em Barcelona.

Momento Cultural: Magistério – por João do Livramento

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Verdadeira é a nação

Que educa suas crianças

Pois nas mãos do professor

É renovada essa esperança

Pra formar um engenheiro

Ou até mesmo aviador

Se quiseres ser dentista

Tens que ter um professor

Só se faz qualquer doutor

Ensinando desde o início

Não importa a profissão

É dependente deste ofício

Das profissões é a maior

Um sacerdócio sem batina

Dedicado a muitas vidas

Sendo a luz que ilumina

Todo dia um ensinamento

A cada aula uma lição

Deus proteja todos eles

Que abraçaram esta missão

O magistério é divino

Se exercido com amor

Obrigado a todos mestres

Obrigado professor!

João do Livramento.

PARABENIZANDO OS GEMINIANOS


21 de maio a 20 de junho
Elemento: ar
Regente: mercúrio
Verbo: eu penso
Terceiro signo astrológico do zodíaco. Seu símbolo: os IRMÃOS GÊMEOS. Forma com Libra e Aquário a triplicidade dos signos do Ar.
Os geminianos caracterizam-se pela dualidade, estando sujeitos a rápidas mudanças de humor, indo da maior serenidade à maior alegria. Espírito alerta, está sempre à procura de novas ideias.
Sua curiosidade é evidente. Interessa-se por tudo. É o primeiro a saber das novidades e adora passá-las adiante. Sua facilidade de compreender os fatos faz dele uma pessoa bastante solicitada pelos amigos. Às vezes, parece que na vida dos nativos deste signo não há lugar para o sofrimento, a solidão. Tudo tem uma explicação, uma causa, um lugar para se encaixar no seu quebra-cabeça cósmico. Muitas vezes, é um problema esta inteligência do geminiano. Ele tem explicação para tudo, e isto impede que ele viva algumas experiências com espontaneidade, principalmente a afetiva.
Conselho: A paciência é a maior das virtudes, porque não há virtude sem paciência.
Sosígenes Bittencourt

EDUCAÇÃO MUSICAL – Uma abordagem referente a composição estrutural da música.

Podemos analisar e expressar as diversas linhas de conhecimentos, no que diz respeito, ao fator Educação. O que está em questão neste momento, onde discutiremos passo a passo, é justamente o que contém o alicerce fundamental desta Disciplina, Ciência Humana, Ciência Social e Ciência Musical, que as vezes a sociedade – sem generalizar – não tem um conhecimento bem fundamentado para absorver a sua mensagem subliminar positiva preenchedora e transformadora, que existe dentro da Educação Musical.  A palavra ou o termo  Educação Musical, está contido pela sua abrangência no campo musical, em razão da sua própria atuação musicalmente falando. Segundo Med (1996, p.11), em sua obra intitulada, Teoria da Música 4ª.  Edição Revista e Ampliada,  apresenta as principais partes da música: MELODIA, HARMONIA, CONTRAPONTO  e o RITMO. Partindo deste princípio, teremos uma abordagem para começarmos o caminho da pesquisa, do estudo, da análise, e, do crescimento que está focado no ensino da Educação Musical.

Baseado nesta abordagem analítica, e, ao fator estrutural deste tipo educacional, podemos trabalhar o Corpo Discente apresentando de forma bem simples, o que pode ser composto para fortalecer o pensamento pedagógico musical. O interessante no que está sendo direcionado nesta temática, é justamente, que o foco e a essência desta ciência, mesmo se utilizarmos uma outra análise, mas ao trabalharmos a Arte dos Sons, migraremos para o universo do estudo sonoro, onde iniciaremos os princípios pedagógicos e acadêmicos do estudo da Educação Musical.

20160704_203649João Bosco do Carmo

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

FESTA DAS NAÇÕES Recife, 02 a 04 de junho de 2017 – Paço Alfândega – Recife – PE

A mostra cultural faz parte das festividades do Centenário do Lions internacional, comemorado em todas as partes do mundo, neste ano de 2017.
Através da exposição de objetos típicos, apresentações culturais, filatelia, degustação de comidas típicas, os países representados divulgarão
suas oportunidades de turismo, além de sua cultura e civilização. Entre os muitos participantes destacaria os representantes dos seguintes países:
Albânia, Benin, Burundi, china, Coreia do Sul, Emirados Árabes, Itália, Japão, Malta, Jordânia, Senegal, Turquia. O evento conta ainda com o fundamental
apoio de importantes entidades culturais. O nosso Instituto Histórico e Geográfico foi agraciado com um “stand”. Apresentaremos um histórico da nossa cidade e
do instituto. Exporemos algumas peças do nosso acervo do carnaval. O Engarrafamento Pitú disponibilizou uma máquina de batidas que ficará à nossa disposição das
16 às 19 horas nos dois dias da Festa das Nações.

Local: Paço Alfândega
Dias: 3 e 4 de junho/2017
Horário: dia 3: das 10h às 22 horas;
dia 4: das 12 h às 20 horas.

Momento Cartório Mais

Seu animal de estimação já tem a “identipet“? Para quem ainda não está por dentro da novidade, nós explicamos! “Identipet” é um registro de declaração de guarda de animais domésticos que tem o objetivo de comprovar a identidade do pet e de seu dono, podendo ajudar na busca de um animal em caso de roubo ou fuga, facilitar o transporte em viagens, auxiliar em casos de disputa de guarda e identificar o dono em caso de maus tratos. O documento serve para qualquer pet – cachorros, gatos, papagaios, por exemplo – e traz todas as informações sobre o animal, além dos dados do dono.

Quer registrar o seu bicho de estimação? O Cartório Mais, com suas parcerias, te ajuda!