LIVE 101 – ao vivo – Projeto “Maio Antonense” – Autonomia Jurídica – com Aluísio Xavier e Washington Amorim.

Dentro do Projeto “Maio Antonese” – o mês azul e branco produzimos na tarde de hoje a 4ª   “Live”- Autonomia Jurídica.  Inicialmente, mais uma vez, sintonizamos o internauta sobre o nosso projeto que tem como principal objetivo realçar os fatos marcantes da nossa cidade que ocorreram justamente nu mês de maio.

Apoio cultural: 

O presidente do Instituto histórico e Geográfico, professor Pedro Ferrer, na sua introdução,  cuidou de traçar uma espécie de “linha do tempo” para chegarmos ao dia 20 de maio de 1833, data  que marcou a nossa Autonomia Jurídica,  que  ainda  éramos, na qualidade de lugar,  Vila de Santo Antão.

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O doutor Aluísio José de Vasconcelos Xavier, advogado com meio século de experiência, na sua fala, procurou, baseado em relatos históricos,  apontar às dificuldades dos magistrados da época em aplicar as leis num lugar marcado pelo autoritarismo e pela desigualdade social,  em que quase 90% da população estava mergulhada no analfabetismo.

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o doutor Washington Luis Macêdo de Amorim, que preside a Ordem dos Advogados do Brasil na nossa região, fez referência ao alto  grau violência urbana vivenciada na então  Vila de Santo Antão,  por ocasião da instalação da nossa Comarca, citando os assassinatos ocorridos na direção dos magistrados, realçando, assim, o nível de acirramento com os “poderosos” da época – primeira metade do século XIX.

Assim sendo, a  próxima LIVE, dentro do Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, acontecerá na próxima quinta-feira, dia 27, e terá como tema central a nossa ” Instalação da Câmara de Vereadores”, ocorrida em 28 de maio de 1812. 

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI. 

 

“Corrida Com História” – nossa “autonomia jurídica” – 188 anos.

Na manhã de hoje, quinta-feira,  20 de maio, promovemos mais uma gravação do quadro “Corrida Com História” que tem o objetivo, entre outros,  de registrar o “aniversário” dos acontecimentos da nossa cidade que julgamos importantes. Evidentemente que a facilidade das novas  ferramentas tecnológicas nos permite, por assim dizer, dialogar de maneira direta, rápida e pedagógica com parcela significativa  da população antonense.

Assim sendo, logo após a postagem  de hoje, nos mais variados canais, realçando o “aniversário” dos 188 anos da nossa “Autonomia Jurídica”, ou seja, momento em que, ainda na qualidade de “Vila de Santo Antão”, deixamos de pertencer à Comarca do Recife, chegaram algumas dívidas, tipo: quer dizer que o prédio do Mercado de Farinha já serviu de cadeia? Não sabia que no “Mercado” já havia servido de sala de júri?

Muito bem, depois de algumas explicações pontuais, vamos ao fato: antes,  a cadeia da Vila de Santo Antão  funcionava  em um prédio alugado. Após o inicio da construção da mesma (cadeia), a partir do final da década de 20 (1820), no local em que hoje está o Mercado de Farinha,  mais adiante, também  resolveram aproveitar o prédio para a construção de um primeiro andar,  em que deveria funcionar o tribunal de júri e etc. Realcemos, contudo que esse prédio, demorou mais de uma década para ficar pronto.

Só depois de mais de meio século de uso  – já na categoria de “Cidade” –  foi que surgiu a construção do mercado – inicialmente como “Mercado de Cereais” -, por iniciativa do então prefeito Eurico do Nascimento Valois, atendendo uma exigência dos comerciantes da época. Então,  o prédio antigo da cadeia/júri foi demolido para dá lugar ao imponente prédio que hoje conhecemos como “Mercado de Farinha”.

Portanto, eis aí, algumas explicações adicionais, referente ao vídeo que refletiu à celebração dos 188 anos da nossa “Autonomia Jurídica”, fato bastante relevante na construção da história do nosso lugar.  “Corrida Com História”…..

P A N O R A M A – por Sosígenes Bittencourt.

Observem o que revelou Dr. Aloísio de Melo Xavier, no seu belo e bom Panorama, presente que recebi em 05 de abril de 1994, com muita honra, das mãos da profa. Severina Andrade de Moura.

“Nasci um sujeito alegre, felizmente. Em menino, pratiquei muitas peraltices e brincadeiras, graças à minha natural inquietude, que não me dava tréguas. Comecei a entender, desde então, o imenso valor da alegria, contrapondo-se aos problemas e às misérias da vida humana. Cedo, portanto, alcancei a profunda significação que o bom humor oferece-nos durante a nossa fugaz estada neste vale de lágrimas.”

Aloísio de Melo Xavier
Palmas e muito obrigado.

Sosígenes Bittencourt

“Maio Antonense” – Autonomia Jurídica – com Washington Amorim e Aluízio Xavier.

Na “Live” de amanhã, quinta-feira, 20 de maio, além do presidente do nosso Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, teremos dois renomados advogados antonenses que irão, justamente, comentar sobre o processo e seus respectivos desdobramentos no sentido da nossa AUTONOMIA JURÍDICA, ou seja: quando deixamos de pertencer à Comarca do Recife, em 1833.  Portanto, reforçamos o convite aos internautas para acompanhar mais esse bate-papo dentro do Projeto “Maio Antonense”, o mês azul e branco. 

 

Projeto “Maio Antonense” – Autonomia Jurídica – com Aluízio Xavier e Washington Amorim.

Dando sequência ao Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, na próxima  quinta-feira, dia 20, estaremos promovendo a 4ª LIVE,  com o tema: AUTONOMIA JURÍDICA. Abordaremos, entre outras coisas, os desdobramento, na prática, do fato de deixarmos de pertencer à Comarca do Recife, a parir de 1833.  Vale Salientar que ainda ostentávamos o título de  Vila de Santo Antão.

Apoio Cultural: 

Além do presidente do nosso Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, contaremos com dois convidados: os juristas Aluízio Xavier e Washington Amorim. Na medida do possível, sob o olhar dos operadores do direito, iremos “mergulhar” na difícil tarefa dos magistrados em aplicar a lei na nossa então incipiente Vila de Santo Antão que, diga-se de passagem, vivia, ainda, por assim dizer, sob a “Lei dos Mais Fortes”.

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Advogados  renomados da nossa cidade,  ambos com “sangue antonense”,  Aluízio Xavier e Washington Amorim são figuras destacadas  no mundo jurídico do nosso estado. Assim sendo, mais uma vez, esperamos contar com a participação dos internautas do Blog do Pilako nessa LIVE Cívica e Histórica sobre a nossa cidade – Vitória de Santo Antão. 

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VIVA O MAIO ANTONENSE – O MÊS AZUL E BRANCO!!!

SERVIÇO:

LIVE  4/5– “Maio Antonense”- o mês azul e branco.

Tema:  – Autonomia Jurídica.

Canal – Blog do Pilako.

Dia – 20 de maio. Horário – 17h.

O amor à vida – por Jodalvo Sampaio Couto.

Nascemos, vivemos, somos cidadãos, reproduzimos, envelhecemos e morremos. Desde ano passado, estamos tendo muitas mortes que normalmente não teríamos. Sonhos estão sendo massacrados. Vidas perdidas. Dores de famílias vão ficar para sempre.

 

O caminho para a solução é a vacina, além da conscientização da população em cuidados necessários: uso da máscara, álcool gel, entre eles. Assim,  VACINA é necessária e é a solução. A vacina representa a vida. E vida é amor. Amor à vida.

Jodalvo Sampaio Couto – advogado. 

MÊS DE MAIO – NO TEMPO DE EU MENINO – por Sosígenes Bittencourt.

(Vitória de Santo Antão – PE)

O mês de Maio sempre foi um mês dedicado à mulher. Mês de Maria, de se celebrar o namoro e o noivado, místico período entre os prazeres da carne e o sacrifício do espírito, o desregramento e a temperança, a fornicação e a castidade. Mês de se respeitar a mãe e desobedecer-lhe.

Recebido com ovação, o Papa veio condenar tudo que é vontade do corpo e seduz o cérebro. Lembra-me O Êxtase de Santa Teresa D’Ávila, trespassada pela seta de um anjo, magnificamente burilada por Bernini, no século XVI.

Quem danado aguentava, em Vitória de Santo Antão, embora calma, sem os agitos nem a desobediência reinante de hoje, controlar-se, com a popularização da minissaia? De repente, quando não se podia ver um tornozelo, lá estavam os joelhos das meninas do Colégio Municipal e do Colégio das Freiras à mostra. Naquele tempo, o desejo vinha embalado pelas músicas de Roberto Carlos, Renato e seus Blue Caps e The Fevers, o que emoldurava o apetite com uma vaga sensação de amor.

Ninguém sabia exatamente o que estava acontecendo, porque a Medicina ainda não mapeara o cérebro e a endocrinologia cabia em algumas folhas de caderno. Mas, só Deus sabe o quanto a enxurrada de hormônios fustigava a pele da adolescência de tanta emoção. Os namoros eram na calçada, fiscalizados, com hora marcada. Cinema, só com acompanhante, geralmente um irmãozinho bobo, comedor de bombom, mas fuxiqueiro, cujo perigo residia em contrariá-lo. Os cinemas eram o calorento Cine Braga e o inesquecível Cine Iracema, espaçoso, onde se podia procurar um lugar mais reservado para beijar.

Todo mundo ficava tomado, neste mês de maio, de uma expectativa de noivado, casamento e maternidade. Festejava-se a mãe, a namorada e se fazia plano para o futuro. Chegávamos a imaginar como seriam nossos filhos. Se pareceria com a mãe ou seria uma escultórica mistura dos olhos de um com o nariz do outro.

Eita, mundo velho!

Sosígenes Bittencourt

Túnel do Tempo (há 88 anos): prefeitura X Lidador X AGTRAN…..

Através de arquivos eletrônicos, dias atrás, mergulhei no “oceano” informativo que atende pelo nome de  “O Lidador” jornal da nossa terra que se configurou como o mais longevo em circulação. Nessa pontual empreitada solitária,  “catava” eu informações sobre um atuante cidadão da nossa “aldeia” do inicio do século XX. Seu nome: João Rosendo – quem já passou dos 70 anos de vida, certamente o conheceu.

Pois bem, nessa navegação, por assim dizer, acabei, sem querer, encontrando nas páginas do histórico semanário – Lidador –, justamente na edição do sábado, 21 de janeiro de 1933 (há 88 anos) uma notícia, por incrível que possa parecer, bem “sintonizada” com o conteúdo  de  alguns vídeos que circularam,  recentemente,  pelos grupos de whatsapp da nossa cidade. Ou seja: apreensão de veículos (motos) –  pela AGTRAN  – que estavam estacionados na esquina da  Rua Melo Verçosa.  Aliás, em ato contínuo, também circulou vídeo do atual  diretor da AGTRAN, Marcelo Torres,  realçando o cadastro dos mototaxistas e outras providências.

Curiosamente, há 88 anos, diz a referida nota assinada pela gestão da prefeitura, publicada nas paginas do “Lidador”,  que os proprietários de veículos – bicicletas, carroças e etc – deveriam comparecer à prefeitura para o cadastro e aquisição dos suas respectivas “chapas” – imagino ser placas de identificação. Abaixo, segue a referida publicação. 

O mais curioso disso tudo, é que a mesma nota também “alerta” que,  se as bicicletas forem encontradas trafegando Rua Melo Verçosa – no mesmo local em que as motos, recentemente, foram recolhidas pela AGTRAN –,  serão apreendidas pela municipalidade. Até parece um brincadeira…..

Portanto, encerro  essas linhas, dizendo: como é bom pesquisar….Como é bom conhecer para poder se situar melhor, nas mais diversas possibilidades. Assim sendo,  concluo parafraseando o amigo antonense e jornalistas dos bons, Ronaldo Sotero:  “LER É DESCOBRIR”.

O Tempo Voa: Pharmacia Popular.

Antiga Farmácia Popular, onde Manoel de Holanda teve seu primeiro emprego e escreveu suas primeiras crônicas. Nesse sobrado (hoje tombado pelo Governo de Pernambuco como patrimônio histórico do Estado), morava Martha de Holanda, a escritora mais influente no seu tempo pernambucano. Além de ponto comercial, a Farmácia Popular, uma das mais antigas do Brasil em funcionamento, era ponto de encontro e de tertúlias literárias que contavam com a presença, além de Manoel, de expressivos nomes de nossa literatura: Célio Meira (sogro de Zito Mariano), Jorge Campelo (irmão de Áurea Ferrer), Silvino Lopes (famoso jornalista), Ulisses Pernambucano de Mello (famoso psiquiatra, primo de Gilberto Freyre), entre outros. Na parte superior desse sobrado, que se mantém com seus traços originais, funciona a Academia Vitoriense de Letras. A proprietária é Diva, filha de Manoel de Holanda, que cedeu os direitos de uso à instituição de cultura.

(DO LIVRO “O SOBRADO DE SEU MIRO E OUTRAS CRÔNICAS – MANOEL DE HOLANDA CAVALCANTI – PAG 111)

LIVE 100 – ao vivo – Projeto “Maio Antonense” – Imprensa e História – com Ednaldo Torres e André Fontes.

Dentro do Projeto “Maio Antonese” – o mês azul e branco produzimos na tarde de hoje,  a terceira  “Live”- Imprensa e História.  Nela, em primeiro lugar, mais uma vez, sintonizamos o internauta sobre o nosso projeto – “Maio Antonense” – o mês azul e branco.

Apoio cultural: 

O presidente do Instituto histórico e Geográfico, professor Pedro Ferrer, na sua introdução, “viajou” por séculos no sentido de mostrar a riqueza que temos guardada no acervo do Instituto Histórico no que se refere aos títulos de jornal impresso da nossa cidade, com destaque para “O Vitoriense” e “O Lidador”- hoje boa parte já digitalizado.

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O comunicador Ednaldo Torres, que participou pela primeira vez de um encontro virtual (LIVE), dentro do tema – Imprensa e História – trouxe detalhes da sua contribuição no rádio local, assim como nas muitas passagens que atuou na qualidade de “mestre de cerimônia”, evidenciando fatos marcantes ocorridos na Vitória.

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Já o historiador André Fontes, elencou títulos de jornais de todos os gêneros, com destaque para os chamados “apócrifos”. Destacou, também, um especie de tripé que deu vida à imprensa escrita local. Lembrou também o conjunto da obra (jornais)se configura como um diário da cidade, nesses últimos dois séculos.

A próxima LIVE, dentro do Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, acontecerá na próxima quinta-feira, dia 20, e terá como tema central a nossa “autonomia jurídica”, ocorrida em 20 de maio de 1833. Na qualidade de convidados, teremos mais dois ilustres conterrâneos –  Aluízio Xavier e Washington Amorim. 

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI. 

Projeto “Maio Antonense” – Imprensa e História – com Ednaldo Torres e André Fontes.

Dentro do Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, hoje, quinta-feira (13), às 17h, teremos mais uma live com o tema: Imprensa e História. Na medida do possível, entre outras coisas, iremos “jogar luz” no fatos históricos pelas lentes da imprensa local. Na qualidade de convidados contaremos com o comunicador Ednaldo Torres e o historiador André Fontes. 

Projeto “Maio Antonense” – Imprensa e História – com Ednaldo Torres e André Fontes.

Dando sequência ao Projeto “Maio Antonense” – o mês azul e branco, amanhã, quinta-feira, dia 13, estaremos promovendo a 3ª LIVE com o tema: IMPRENSA E HISTÓRIA. Abordaremos, entre outras coisas, a importância da imprensa local na construção da historiografia antonense.

Apoio Cultural: 

Além do presidente do nosso Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, contaremos com dois convidados: o comunicador Ednaldo Torres e o historiador André Fontes. Desde o primeiro título lançado ( O Vitoriense),  em 05 de novembro de 1866, que Vitória “se alimentou” e foi “abastecida” por inúmeros jornais. Praticamente, tivemos para todos os gostos.

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Na qualidade de membro atuante na imprensa local, o comunicador Ednaldo Torres, desde a sua primeira participação como profissional da locução, o mesmo foi testemunha ocular dos mais variados fatos históricos. Na qualidade de estudioso da história local, inclusive com produções de livros sobre a história local, o professor André Fontes certamente nos brindará com bons registros.

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Assim sendo, mais uma vez, convidamos os internautas do blog do  Pilako para acompanhar esse bate-papo sobre os fatos importantes da nossa cidade, sobretudos os ocorridos num mês de maio, fonte inicial desse projeto.

VIVA O MAIO ANTONENSE – O MÊS AZUL E BRANCO!!!

SERVIÇO:

LIVE  3/5– “Maio Antonense”- o mês azul e branco.

Tema:  – Imprensa e História.

Canal – Blog do Pilako.

Dia – 13 de maio.

Horário – 17h.

Câmara de Vereadores promoveu um “trem da alegria” com a “zona azul”.

Na qualidade de internauta, ontem (10), recebi um vídeo postado pelo vereador André Carvalho em que revela  existir  na nossa cidade  uma Lei isentando  vereadores e prefeito do pagamento da taxa do estacionamento da chamada “zona azul”. Ainda no vídeo, o referido parlamentar diz que vai tentar reverter ao que chamou de “privilégio”,  ao passo que pede apoio na divulgação dessa empreitada. Veja o vídeo.

Muito bem, ao assistir o vídeo, imediatamente, liguei para o vereador André Carvalho para saber mais detalhes sobre essa questão. Apesar de ser uma pessoa relativamente informada sobre as coisas da minha terra, confesso que desconhecia essa lei. Ao que parece,  essa é uma daquelas  “Lei” que nenhum vereador  teve interesse de alardear, certamente por trazer em si algo que não agregaria muito à (tão) desgastada imagem do parlamento  local. Além do Poder Legislativo, a “Lei” também contempla agentes do Poder Executivo e Judiciário. Um verdadeiro “trem da alegria’.

De maneira gentil, o vereador André Carvalho  forneceu  algumas informações e até me enviou a copia da referida lei  municipal ( 4.156/2016), fruto de um projeto do então vereador Edvaldo Bione e sancionada pelo prefeito da época,  Elias Lira. Evidentemente que o “pecado” dessa “peça”, por assim dizer, não recai apenas sobre os ombros dos políticos aqui mencionados. Não! Salientemos que a mesma (lei) foi debatida, estudada,  votada e  aprovada em plenário. Acho até que por unanimidade.  Nesse caso cabe até uma pergunta: se teve algum vereador que foi contra essa lei, porque o mesmo não divulgou sua posição contrária?

A lei em tela  é tão “desafinada” que ao mesmo tempo que  diz que o agente público (para ser contemplado) precisa estar no desempenho da sua função, diz que o mesmo poderá cadastrar até dois veículos. Algo bastante curioso, no sentido da efetiva fiscalização, tanto no controle cadastral quanto na rua, pela funcionaria da AGTRAN.

Assim sendo, na qualidade de cidadão, devemos ampliar essa discussão além do plenário da Câmara de Vereadores, no sentido da completa revogação dessa “Lei Municipal” que, no meu modesto entendimento, escancara o quanto nossos vereadores desdenha da capacidade avaliativa dos “seus” munícipes. Assim sendo, para encerrar, ecoou, através dessas linhas, o mesmo grito do vereador André Carvalho, ou seja: PELA REVOGAÇÃO DESSA LEI QUE É UMA VERDADEIRA PROVOCAÇÃO AO VITORIENSE DE BOA FÉ.