
ALMIR BRITO no seu CD instrumental TODOS OS TONS, trazendo no violão POR CAUSA DE VOCÊ, composição de Dolores Duran e Tom Jobim.
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Gostou da música? – Baixe a MP3
Aldenisio Tavares

ALMIR BRITO no seu CD instrumental TODOS OS TONS, trazendo no violão POR CAUSA DE VOCÊ, composição de Dolores Duran e Tom Jobim.
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Aldenisio Tavares

Não obstante ser um blogueiro, que por oficio deveria ser totalmente ligado e adaptado às novas ferramentas sociais disponíveis, confesso, que ainda não consegui abrir espaço para que as mesmas assumam o “controle da minha vida”, tal qual ocorre, hoje, com a maioria das pessoas, mesmo àquelas que possuem mais primaveras. É só uma questão de entendimento……nada contra!!!
Pois bem, eis que, de uns dias pra cá, venho observando os registros fotográficos do meu “amigo do face”, Josebias Bandeira de Oliveira. Simplesmente: extraordinários!!! Dentre tantas fotos postadas, na sua página, uma trás duas crianças (Dryton e Dayse Bandeira) brincando no Alto do Reservatório, no Parque Melo Verçosa – local que funcionou nosso zoológico.

Na referida postagem tem escrito:
“Vitória De Santo Antão!
Sua história, sua glória e seu passado!
No Túnel do Tempo. . .
Parque, no Jardim Zoológico
“Alto do Reservatório”.
Palco de muita alegria e diversão,de todas as crianças vitorienses! Quantos de nós não fomos embalados neste “burrica”? Os passeios com nossas escolas . . . Especialmente no Dia das Crianças!
Recordo cada recanto…
Os animais, os pipoqueiros, o vendedor de algodão doce de doce japonês.
“Saudades da infância de nossa terra tão querida”
Com efeito, várias pessoas que se identificaram “desenterraram” das suas memórias outras inúmeras situações vividas, naquele pedaço de chão santonense. Algo muito positivo, naquilo que chamamos de preservação da memória e do sentimento de pertencimento. Parabéns para Josebias Bandeira de Oliveira.

Os cães ladram e a caravana passa…
Passados dez dias da entrega do Prêmio Pedro Ferrer de Cultura na sua primeira edição. Gostaria de tecer algumas considerações.
Primeiro, que, o prêmio leva meu nome por sugestão de seu idealizador o professor Claudemir Coelho. Como falei no meu discurso de agradecimento, torno a repetir, sinto-me lisonjeado, bastante lisonjeado, ao ver o meu nome sendo utilizado em tão nobre causa. Existem pessoas que revestidas por uma falsa modesta, ou até mesmo por não reconhecer-se dentro de sua área de influência, questionaram a escolha do nome como se eu estivesse com isso querendo me promover. Ora, com quase 80 anos de vida isso não é mais prioridade para mim, no entanto, reafirmo: AS HOMENAGENS DEVEM SER FEITAS AINDA EM VIDA!!
E eu contribui ao longo de minha vida, e ainda contribuo muito para à educação e cultura de um modo em geral. Da presidência do Conselho Federal de Biologia à Criação e presidência da ADUFEPE (Associação dos Docentes da Universidade Federal de Pernambuco) de onde fui professor, Da co-fundação da Faculdade de professores da Vitória ao Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão, foram “muitas emoções”, como cantou Roberto Carlos. Olho para o meu passado e admiro a vida que soube fazer. Sim, qualquer um com a condição privilegiada que tive poderia fazer, mas há tantos que têm, por que não fazem? Não sou o supra sumo das artes em Vitória, sei que existem pessoas tão bem mais preparadas, envolvidas e engajadas nesta luta quanto eu. A questão não é sobre ter e sim sobre ser. Mas nessa vida nós estamos, nunca somos.
A repercussão em tono do evento foi muito positiva, para quem colocou em cheque a escolha dos homenageados solicito encarecidamente que olhe para alguma foto em que conste os 12 escolhidos e avalie bem, longe de falsas amarras. Desafio aos críticos de plantão, olhar em cada um deles e não ver a ”cara” do povo da Vitória, “De uma gente que rir quando deve chorar e não vive apenas aguenta…” a face de quem realmente faz a cidade.
Enfim, ninguém pode negar que diante do trabalho desenvolvido pelo grupo que está à frente do Instituto Histórico não tenhamos propriedade para escolher os homenageados/as. Se bem, que, por falta de atenção ou por mau caratismo mesmo, muitos não entenderam que a proposta é que o prêmio torne-se uma celebração anual, logo, quem eventualmente não tenha sido agraciado neste ano poderá ser nos próximos. Até porque só será escolhida uma pessoa e/ou Instituição por categoria. No mais, com a certeza de que não se pode agradar a Gregos e Troianos despeço-me grato e preparado para a luta que não é fácil, mas torna-se necessária quando temos um ideal.
Professor Pedro Ferrer

Nome: Paulinho Kachaça. Tira-gosto: tanajura e semente de jerimum. Pra completar, o cabra ainda tem uma tatuagem em minha homenagem. Será que esse é pituzeiro? Responsa demais, Paulinho! #VivaAResenha
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Nossa página não poderia deixar de lembrar para todos os/as Antonenses, como fez o amigo Guilherme Pajé, que hoje (24) era o aniversário de nascimento do excelentíssimo professor Mário Bezerra, exímio educador a quem a História da educação em Vitória jamais esquecerá. Onde esteja, que esteja em paz professor. “Descanse o seu leito na floresta dos homens esquecida e escrevam à sombra de uma árvore, foi professor, sonhou e amou na vida.”
Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

Vejo, de minhas janelas,
três coqueiros, que beleza!
parecem três sentinelas,
no Templo da Natureza.
Bençãos de Deus! Ano Novo!
Sossego, Luz e Bonança;
– Não perca, amigo, na vida,
a semente da esperança.
Um dia, vi uma estrada
algumas rosas de luz…
ouvindo, do Alto, esta voz:
– por aqui passou Jesus.
O avarento, sem bondade,
vive pobre na riqueza,
e quando chega o seu fim
morre rico na pobreza.
Os que passam pelo mundo,
sem amor, sem alegria,
são fugitivos da Fé,
numa triste romaria.
Célio Meira
De “Migalhas de Poesia”
(do livro: ANTOLOGIA DA POESIA VITORIENSE – Júlio Siqueira – 1843-1993 ANO DO SESQUICENTENÁRIO DA VITÓRIA – PÁG 55)

Mix de estampas e miniprints que são a cara da segunda-feira: cool e fácil de combinar. Você encontra na Hering do VitóriaParkShopping.

CHAFARIZ LAVANDERIA DA ESTRADA NOVA.
Ano não registrado.

Marque aqui seu amigo que sempre fica nervoso na hora de apresentar os trabalhos! #GrauTécnico

Se você se casa para fazer o outro feliz, você ama; quando você se casa para o outro fazer você feliz, você está apaixonado. A paixão é cega e egoísta. Você vê no outro o que o outro não é e exige o que ele não pode dar. Daí, você se torna escravo de um sentimento que pode levá-lo a grande sofrimento. Paixão é para quem tem juízo. O amor começa numa grande amizade, e a paixão termina numa grande separação.
Paixão é para quem impõe limites. Paixão sem rédea é trem descarrilhado. O limite preserva a paixão, o descomedimento (segundo os gregos: a HYBRIS) obriga à desistência ou provoca rejeição. Difícil é domá-la, já que o apaixonado é PASSIVO na relação. O apaixonado é um PACIENTE, não é ele que apaixona, é ele que se apaixona.
O psiquiatra Rubens Coura diz que “Paixão é doença e merece tratamento”. Já o teatrólogo Nelson Rodrigues dizia que “Sem paixão, não dá nem pra chupar picolé”. E um Autor Desconhecido disse que “Amor sem paixão é triste. Paixão sem amor é horrível.”
Penso que o homem é carente de explicação, e não saber o que está acontecendo consigo mesmo é sempre um inferno interior. Não sei se serviria a advertência da entrada do templo de Delfos que inspirou o filósofo Sócrates: CONHECE-TE A TI MESMO.
Sosígenes Bittencourt

Dentro do projeto “Apelidos Vitorienses”, que tem por finalidade registrar a origem da alcunha dos conterrâneos que são mais conhecidos pelo apelido do que pelo próprio nome, hoje, realçaremos o motivo pelo qual o senhor Severino Adroaldo de Carvalho ficou mais conhecido por Dodó.
Inicialmente, através do seu pai, ele recebeu o simpático apelido da maioria dos “Severinos” do Nordeste, ou seja: “Biu”. Aliás, uma espécie de marca da família. Dodó também recebeu do “Seu” “Sitonho do Posto”, aos seis anos de idade, em função do apelido do seu pai (Raposa), o apelido de “Raposa Nova”. Esse, não pegou.
Após a morte do pai, sua mãe, que nunca havia lhe chamado por “Biu”, passou a “investir” no “Doda”, em função do apelido do cidadão que serviu de inspiração para o seu nome, “Seu” Adroaldo da Telpe, que também ficou bastante conhecido na cidade pelo apelido “Doda”.
“Doda” pra lá, “Doda” pra cá, o quer fato é que, desde a sua juventude, o amigo Severino Adroaldo de Carvalho foi “rebatizado” por “Dodó” e foi, aos poucos, gostando do seu nome social. O tempo passou e o seu apelido tornou-se uma marca registrada. Alguns lhe chamam por “Professor Dodó” e outros por “Dodó Carvalho”. Assim sendo catalogamos mais um vitoriense que ficou mais conhecido na cidade pelo apelido do que pelo próprio nome.

Na chamada livre iniciativa do mercado a nossa primeira grande referência é o economista e filósofo britânico, nascido na Escócia em 1732 – Adam Smith. Os seus princípios macroeconômicos, o que hoje nos parece tão óbvio, anunciavam um novo tempo para a então insipiente classe burguesa. “a riqueza das nações e dos indivíduos em geral eram frutos de seus interesses próprios”.
Após a Revolução Francesa, ocorrida no final do século XVIII, as ideias do liberalismo foram “implantadas” na cabeça de todos, sobretudo na “banda ocidental” . Queiram ou não queiram os juízes, hoje, o mundo é regido pelo capitalismo, apesar de haver correntes de pensamentos diversos apontando, inclusive, na direção, em um determinado espaço de tempo, no seu esgotamento como sistema hegemônico.
Pois bem, enquanto esse “tempo” não chega, existe um grupo de sabidos na nossa aldeia – Vitória de Santo Antão – , sintonizados para aquilo que disse o Adam Smith, que vem se beneficiando da chama “Lei da Oferta e da Procura”.

Assim como no passado, onde existiram pessoas bem intencionadas que investiam seu dinheiro em camisas, broches e adereços com o símbolo do Partido dos Trabalhadores (PT) que, com o passar das décadas ascendeu ao poder central e veio a se tornar uma das maiores quadrilhas de bandidos desse País, hoje, assistimos outro grupo de brasileiros, distinto por ideologia, investindo suas energias e recursos financeiros num “produto político” que já nasceu morto. Não do ponto de vista eleitoral, mas sim do ponto de vista da sua aplicabilidade, caso venham lograr êxito na disputa eleitoral vindoura.

Mas, independente de qualquer coisa, realcemos à liberdade de expressão, até mesmo para apregoarmos e divulgarmos uma candidatura que, num futuro próximo, poderá até retirar o nosso mais caro direito, que atende pelo nome de LIBERDADE!

Desde os movimentos populares de rua, ocorridos em 2013, que ficaram catalogados como “as jornadas de junho”, que o Brasil não é mais um mesmo. Em várias ocasiões, aqui no blog e em rodas de amigos, sentenciei que o maior legado da Copa do Mundo, realizada no nosso País (2014) havia sido o entendimento dos brasileiros que os nossos sistemas públicos – saúde, educação, transporte e etc – não eram compatível ao exigido pelo tão propalado “Padrão FIFA”.
Pois bem, eis que quatro anos depois – faltando pouco mais de 60 dias para uma nova Copa do Mundo – a grande mídia consagra mais espaço nos seus telejornais e editoriais a uma sessão do Supremo do que à partida futebolística amistosa entre o selecionado canarinho com os anfitriões do certame organizado pela FIFA.

Aliás, vou mais além: seria algo insano imaginar, há vinte anos, que a população em geral teriam mais condições de escalar – nominalmente – os onze ministros da suprema corte do que os titulares da seleção brasileira, em véspera de Copa do Mundo. Eis aí, portanto, um grande legado da Operação Lava-Jato

Circula na mídia local, hoje (22), que aconteceu na noite de ontem (21) – durante o apagão – dois homicídios em nossa cidade, ambos vitimados por arma de fogo. Os trágicos eventos ocorreram em duas localidades diferentes. Nos bairros Loteamento Real e Bela Vista II, respectivamente.
Não creditemos os homicídios ao episódico apagão. Independente de qualquer coisa nossa cidade, Vitória de Santo Antão, segundo dados disponíveis, figura entre as mais violentas do Estado. Aliás: isso não é uma informação nova!!
Dados condensados e publicados retratam o aumento da violência em praticamente todas as regiões de Pernambuco. Nos municípios com mais de 100 mil habitantes, numa comparação entre o primeiro semestre de 2017 com o mesmo período de 2016, Vitória figurou no segundo lugar no aumento da violência.

O governador Paulo Câmara, que em breve deverá subir em palanques nas praças públicas, na busca pela sua reeleição, deve procurar um bom argumento para justificar o aumento dos índices de morte na sua província. Curiosamente o estado do Rio de Janeiro – que se encontra em intervenção federal na segurança pública – apresenta menos mortes violentas que o nosso. O Estado de São Paulo, por exemplo, apesar de toda mídia televisiva negativa, apresenta números modestos, quando comparado com Pernambuco, Ceará e Alagoas.

Como os três maiores grupos políticos da nossa cidade – Elias, Henrique e Aglailson – encontram-se no “pacote governista”, Isto é: são eles beneficiários da “bolsa privilégio” do governador Paulo Câmara, os mesmos preferem não tocar nesse assunto. As eleições estão chegando…

O que fazer diante de um apagão, como ocorreu ontem (21)? Nada! Todas as faltas foram abonadas e praticamente tudo que estava programado foi cancelado ou adiado. Coisa da sociedade moderna… Enquanto algumas empresas estavam calculando os danos da paralisação e os lojistas preocupados pelo prejuízos na contabilidade a garotada reclamava por não conseguir recarregar o celular, para continuar sua eterna “navegação”.
Durante boa parte do apagão estive plantado no Pátio da Matriz. Observei algumas coisas que não estou acostumado. Acredito, por exemplo, assim como eu, que muita gente, na noite de ontem, notou que o céu estava mais bonito… muitas estrelas!!
Na escuridão, também, somos obrigados a aguçar o sentido da audição. Logicamente por uma questão de sobrevivência!! Por alguns instantes, imaginariamente, também tentei me transportar à Vitória de Santo Antão bucólica e desenergizada, lá dos séculos XVII e XIX. Certamente, no período aludido, os casos da chamada “síndrome do pensamento acelerado” rareavam.
Parafraseando o eterno artista pernambucano Chico Science, que sugeriu – em canção – que uma cerveja antes do almoço seria muito bom, para se ficar pensando melhor, imagino que a escuridão, vez por outra, seria muito bom para dilatar o nosso D. I. Isto é: Departamento de Invenção…

O senhor José Firmindo de Santana foi mais uma “vítima” de “Seu” Sitonho do Posto. Ainda no início da década de 80 (1980), o então jovem Firmindo, foi admitido no Posto Esso Pitú para trabalhar na função de faxineiro e, mais adiante, passou a trabalhar no atendimento do restaurante do mesmo posto. Antes, porém, os seus parentes eram conhecidos pelo simpático apelido de “Didi”.
O apelido pelo qual o senhor José Firmando de Santana passaria a ser conhecido em toda cidade, surgiu em função de um problema de saúde. Ao se “abraçar” com um saco de batata inglesa, para transporta-lo da camionete até a cozinha do posto, sentiu uma forte dor no testículo direito chegando a ser, inclusive, hospitalizado e até afastado por algumas semanas do serviço.
Segundo nos conto o senhor Firmindo, já totalmente curado, ao se apresentar para trabalhar novamente, “Seu” Sitonho do Posto lhe recebeu em tom de brincadeira, dizendo-lhe: “vai trabalhar Zé da Mula”. Pronto: após esse fato, o amigo José Firmindo passou a ser chamado por todos pela alcunha de “Zé da Mula”.
O tempo passou e o José Firmindo virou empresário. Atualmente, seu ponto comercial estampa na fachada a seguinte informação: Restaurante ZÉ DA MULA. Eis, portanto, mais uma história de um vitoriense que é ficou mais conhecido pelo apelido do que pelo próprio nome.

Através do requerimento 305/2018, recentemente, o Laboratório Silvano Sarmento recebeu um Voto de Aplauso da nossa Casa Legislativa. A proposta foi aprovada por unanimidade e teve como autor o vereador Manoel de Holanda Cavalcanti Bastos.
A motivação dos “Aplausos”, por assim dizer, teve como lastro o reconhecimento e lembrança dos consumidores, alcançado pela referida empresa, aferida pela ampla pesquisa mercadológica, realizada pelo Instituo Data Result´s e publicada na Revista Veja – edição 2571 (28/02/2018). “A pesquisa avaliou a notoriedade e a lembrança, o que serve de medição para o valor da marca”, acrescentou a publicação da Revista Veja.

Não obstante ser cliente do Laboratório Silvano Sarmento há muito tempo, onde posso atestar suas qualidades – com destaque à credibilidade – endosso o coro daqueles que o escolheu como melhor laboratório da nossa região. Nesse contexto, porém, aproveito para abraçar o casal amigo – Silvano e Marta – pelo sucesso, agradecendo, também, pela parceria de sempre!

No último sábado, dia 17 de março, chegamos ao “aniversário” do quarto ano da Operação Lava-Jato. Uma investigação que teve início em um posto de combustível e que vem colocando na cadeia políticos de alta plumagem e empresário que atuavam como uma espécie de “caixa eletrônico da corrupção nacional”. Por incrível que possa parecer já houve uma corrente de pensamento que dizia que a operação Lava-jato estava parando o País.
Ao que parece o povo brasileiro, nesses últimos quatro anos, descobriu que os nossos três poderes são “harmônicos” demais. O povo paga os impostos para o dinheiro chegar aos cofres públicos. O Legislativo efetiva as leis redigidas pelos empresários, o Executivo contrata as empresas “parceiras” para executar os serviços, Oe órgãos de controle fica um percentual previamente acertado para não aprofundar a fiscalização e o Poder Judiciário, sob o manto do chamado “foro privilegiado”, é muito ocupado para julgar todos eles. Até então, um roteiro perfeito.

Após a aludida operação não há um só brasileiro, em todas as regiões do País, que não saibam que a esmagadora maioria da nossa classe política vive numa corrupção sistêmica, como bem sentenciou o Juiz de primeira instância Sérgio Moro.
Segundo balanço do Ministério Público Federal, até o momento, já foram recuperados R$ 11,5 bilhões por meio de delação premiada. Até agora, R$ 759 milhões foram devolvidos aos cofres públicos, e R$ 3,2 bilhões estão bloqueados na justiça, à espera de uma decisão sobre o destino do dinheiro. Já são mais de 170 acordos de delação premiada na 1ª instância e mais de 300 pessoas denunciadas.

Para aquelas pessoas que achavam que isso não ia dá em nada, podemos dizer que, depois da Operação Lava-Jato, o Brasil nunca mais será o mesmo. Na qualidade de brasileiro esperançoso resta-nos, apenas, dizer: AVANTE LAVA-JATO!!!

Certamente para os condutores de veículos que transitam na movimentada Avenida Henrique de Holanda, aos sábados pela manhã, o que vou abordar nessa postagem é algo que já deve haver lhes passado pela cabeça. Gostaria de dizer, , antecipadamente, que não estou aqui julgando ninguém, muito menos descriminando quem quer que seja. Muito pelo contrário: estou chamando a atenção das pessoas, e principalmente das autoridades, para um risco iminente de tragédia com vitima fatal.
A bronca é a seguinte:
No semáforo que regula a passagem dos veículos, no cruzamento da Antiga BR 232 com a via conhecida como “Subida da Morepe”, um cidadão, portador de uma deficiência física que não lhe permite usar as penas da maneira convencional, toda vez que o sinal fecha – no sentido Vitória/Gravatá – circula por entre os veículos para pedir ajuda financeira.
A questão não está em ajudar ou não ajudar. Cada qual age de acordo com seu desejo e suas posses. O maior problema, contudo, está na dificuldade técnica do condutor do veiculo – moto ou carro – sobretudo dos mais altos – caminhonetes, caminhão e ônibus – conseguir enxerga-lo na via, uma vez que ele – como pouco mais meio metro – se desloca, por entre os veículos, de um lado para o outro na faixa de rolamento. Aliás, não sei dizer se o cidadão é daqui da Vitória ou é de fora da cidade. Isso é o que menos importa. O direito de ir e vir do cidadão, consagrado na nossa Constituição, deve ser preservado a toda as pessoas. Isso é Lei e deve ser compreendido.
Portanto, fica o nosso alerta às autoridades locais: prefeito, vereadores, promotores de justiça e juízes, polícia militar, corpo de bombeiro, guarda municipal e entidades de classe voltada às pessoas com alguma dificuldade de locomoção. Se a pessoa citada na matéria estiver precisando de ajuda material e/ou psicológica e/ou acolhimento, deverá a mesma ser atendida, naquilo que determina a legislação em vigor.
Para qualquer pessoa que conduz um veiculo e tem um mínimo de noção, essa situação é perigosíssima e complicada. Veja o vídeo: