Momento Restaurante e Pizzaria do Léo – “Novos Horários de Funcionamento”.

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Meu pé de caju, a revolução dos bichos e a vida em movimento…..

Não foi a revolução dos bichos narrada pelo escritor inglês George Orwell, lá  na primeira metade do século XX – sátira política que ganhou projeção mundial. Também não foi um crime ambiental com proporções “amazônicas”, mas, indiscutivelmente, quando observado pelas lentes da sensibilidade, convenhamos, toda ação do homem na natureza produz um dano, muitas vezes irreversível - não aplicável ao caso em tela.

Explicando melhor:

Semanas atrás, circularam imagens nas redes sociais e páginas específicas do Instagram que,  após  podação  acentuado do conjunto de  árvores na Avenida Mariana Amália, pela prefeitura, pássaros demonstravam desorientação coletiva no que se refere ao “retorno para casa”. Nesse ínterim, por extrema necessidade, fui obrigado a promover no pé de caju da minha residência uma intervenção de ordem “capilar”, sobretudo  em uma das suas bandas, face ao “transtorno  de convivência”, pontualmente causado.

Desde sempre, pessoalmente falando, sou um animal que convivo harmoniosamente com outras espécies menos afortunadas, por assim dizer.  Dialogo, converso e interajo com os pássaros, as formigas, as lagartixas e etc. Principalmente  com os grupos que coabitam no “meu pé de caju”.

Pois bem,  iniciada a referida operação (podação do meu pé de caju) naquela manhã ensolarada, a cada foiçada efetivada, mesmo sendo uma necessidade, ficava eu pensando nos possíveis transtornos, isto é: nos efeitos colaterais  que causaria na comunidade dos “meus bichos”, ali, sempre presentes. Já com relação aos indesejados e inconvenientes mosquitos, com efeito, desapareceram em massa!

Com a "obra"  realizada com sucesso, chegou a hora de observar “os estragos”. No chão, um trânsito intenso de formigas apavoradas, sem saber ao certo o que seria das suas vidas (dava pra notar nos seus respectivos semblantes). Do ninho do besouro mangangá, localizado em um dos galhos preservados, um deles,  entrava e sai visivelmente enfurecido   da "loca" - como se tivesse preparado para enfrentar o seu mais bravo inimigo, algo que rapidamente  me fez lembrar  os filmes, retratando as épicas batalhas  espartanas.

Das mais variadas “tocas” emergiam as lagartixas atônitas,  balançando  a cabeça na mesma velocidade das asas dos beija-flores que, diga-se  de passagem – como alguns deles tem rota obrigatória por lá – vendo o ambiente em “parafuso” nem se deram ao trabalho de saber o que estava acontecendo e partiram  na mesma velocidade que chegaram.

Já as três lavadeiras, como se tivessem um relógio suíço no pulso, pois,  chegam ao pé de caju para dormir e parte  do mesmo à labuta diária sempre nos mesmos horários,  com seus cantos e suas feição de interrogação, parecia perguntar uma as outras: “ o que foi que aconteceu por aqui?” Será que teremos condições de permanecer dormindo em nossa morada?”. O tempo passou....

Vez por outra, ao deitar-me na rede, fico a contemplar a outra “banda” do pé de caju  que restou  e também à movimentação dos bichos que por lá transitam cotidianamente, fazendo-me a seguinte pergunta: com essas ações de queimadas e derrubada de florestas inteiras quantas espécies de animais são impactadas?

Bom! Passada uma determinada fração de tempo,  desde essa “revolução”,  ocorrida no meu pé de caju, venho observando que para eles  o mais difícil já passou. Aos poucos,  aparentemente, o cotidiano dos “meus bichos” já voltou ao normal. Melhor para eles, pois, para nós, “animais humanos” do País chamado Brasil, no momento,  as coisas não estão nada bem. Ultrapassamos as 300 mil mortes por COVID-19, batemos mais um recorde de corpos sepultados em apenas um dia e estamos na iminência de mais medidas restritivas relativas ao  que aprendemos chamar de liberdade. “Eu queria ser civilizados como os animais” – Roberto Carlos.

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Momento Pitú

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QUADRO DE FRASES – Sosígenes Bittencourt.

1. Case com quem você gosta de conversar. (afinidade) 2. Não acredite em tudo que ouve. (lógica) 3. Não gaste tudo que tem. (autocontrole) 4. Não durma tanto quanto quer. (tempo) 5. Quando perder, não perca a lição. (sabedoria) Tantra

Tantra (do Sânscrito: tratado sobre ritual, meditação e disciplina). Yoga tântrico ou Tantrismo é uma filosofia comportamental de características matriarcais, sensoriais e desrepressoras.

Sosígenes Bittencourt

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“Para Roubar o Céu” – o novo filme!

"Estréia no dia 30 de março "Para Roubar o Céu". O filme é uma parceria do grupo de teatro vitoriense "O Círculo Mágico da Cabriola" com o "Canal Tapacurá", e tem o  incentivo do governo do estado,  através da Lei Aldir Blanc. A direção do filme é de Durval Cristóvão, e a trilha sonora original é de Jonatas Onofre , grande parceiro do Canal. O elenco é composto pelos atores Arthur Carvalho, Hugo Tavares, Sammia Gonçalves, Wellington Luiz e Kelryn Laynim. O filme será publicado nas redes sociais do Círculo Mágico da Cabriola e do Canal Tapacurá."

Assessoria. 
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Zito Mariano: 10 anos da sua partida….

Ao  “senhor tempo” foi dada várias tarefas. No tempo presente se vive os fatos, é nele que a vida acontece. Ao tempo futuro, oceano de mistérios em 360 graus, cabe-nos, apenas,  a tarefa hercúlea de conjugá-lo sem a parceira de primeira hora que atende pelo nome de ansiedade. Ao tempo pretérito, território que  pertence apenas ao tutor do mesmo,  chancelado por  escrituras secretas, invariavelmente  revisitado,  configura-se no mais fantástico roteiro “turístico” do qual já tivemos acesso, mas, para tanto,  faz-se necessário uma disruptura com aquilo que nos impulsiona  à  indesejada e sempre disponível companheira, sobretudo  nos momentos melancólicos,   a  "senhora"  depressão.

Foi nesse emaranhado de sentimentos que despertei de uma noite de sono profundo,  nas primeiras  horas de hoje, quarta-feira, dia 24 de março de 2021. Hoje, exatamente hoje, completa-se 10 anos do último suspiro terráqueo do antonense  Zito Mariano. Também poderia grafar sem nenhum problema: comemoração de uma década da passagem  do meu pai, até porque a morte, me perdoem os religiosos,  não é uma receita de bolo que todo mundo a conhece e tem nas mãos o poder de manipular ou mesmo precifica-la.

“Seu”  Zito Mariano, enquanto viveu,  foi completo. Não deixou nada por fazer. Sorte teve a  nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – em tê-lo como filho. Privilégio tiveram os que gozaram do seu convívio. Dos seus ensinamentos e proteção, sua família não teve do que se queixar. Resta-nos, portanto, na qualidade de sociedade  lembrar, lembrar e lembrar.....

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PARABÉNS , Zenaide Bezerra! – por Nilo Otaviano.

Um dos mais importantes Passistas de Frevo da segunda metade do século passado, foi o pouco lembrado Egídio Bezerra, nascido no bairro da Torre, Recife, em 1º.09.1925, que deteve nas décadas de 50 e 60 o honroso título de Rei do Passo, até morrer precocemente, aos 47 anos, no dia 8.8.1972. Dentre os 11 filhos que Egídio teve - 6 mulheres e 5 homens - destacou-se, na sua arte, uma das filhas: Zenaide Bezerra.

Desde criança, e até depois de já adulta, Zenaide foi aquela que mais se dedicou ao aprendizado de todas as danças populares que o pai dominava e a acompanhá-lo nas apresentações, em praça pública e em clubes sociais. Quando seu pai partiu, Zenaide já era casada, mas continuava a participar de vários shows com Egídio.

A morte de Egídio, tão novo, foi um abalo grande para todos os filhos, em especial para Zenaide. Mas, como mulher de fibra que sempre foi e é, pouco tempo após, em 1975, ela retomou as atividades do Grupo Folclórico Egídio Bezerra, que o pai criara duas décadas antes, no bairro da Torre.

Zenaide passou, desde então, a ensinar às crianças e jovens da família e do bairro e de outros locais do Recife a dançar o frevo, o coco, o xaxado, o baião etc. O que faz até hoje. E, além de ensinar a dançar, Zenaide compra os tecidos e costura as roupas dessa turma toda, além de sair, muitas vezes de ônibus, levando todos para se apresentarem em vários locais do Recife.

Recentemente, dia 22/03, Zenaide completou 72 anos de idade, com invejável disposição física e com uma família belíssima e imensa, que tem um orgulho dela, igualmente imenso: 5 filhos, 15 netos e 12 bisnetos. Sem contar os genros, noras, sobrinhos, sobrinhos-netos e sobrinhos-bisnetos.

Há um mês, tive o prazer de conversar com essa grande personagem da nossa Cultura durante 50 minutos, juntamente com o Jornalista Lucas Fittipaldi, no Paço do Frevo, dentro do Projeto LAB “Frevo – Conversas livres com os Mestres”, peço qual entrevistamos outros 11 grandes nomes do Frevo. O vídeo editado com partes das 12 entrevistas será lançado no Youtube até o final do próximo mês.

PARABÉNS, ZENAIDE! Paz, alegrias e SAÚDE!! E viva a Cultura Pernambucana!!!

Nilo Otaviano
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Momento Restaurante e Pizzaria do Léo – “Quarta-feira da Pizza”.

SERVIÇO: 

Restaurante e Pizzaria do Léo (antigo Recanto do Ceará).

Funcionamento - presencial e Delivery -  terça a domingo - 11h às 23h.

Contatos: 2160-1080 / 9.8564.1651 - @DOLEO.REST

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O amigo Nozinho Neto acrescenta informação ao ” Tempo Voa”.

Com relação ao recente  post na nossa coluna " O Tempo Voa", realçando evento realizado no Clube Abanadores " O Leão", recebemos uma importante e segura contribuição do amigo Nozinho Neto.

"Pilako, esse evento foi a visita dos colunistas sociais à Vitoria de Santo Antão, quando do centenário do jornal o Lidador. Houve uma serie de eventos na cidade, desde lautos jantares, visitas a pontos de destaque como Monte das Tabocas, Engenho Gameleira e inauguração do busto de Antão Borges Alves que meu avô, o prefeito de então,  Nô Joaquim,  fez erigir na avenida Silva Jardim, uma  homenagem a Antão Borges Alves - a  iniciativa foi  do Instituto Histórico".

Nozinho Neto

 
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O Tempo Voa: Zé Augusto – Prefeito

"Carnaval" pela  vitória eleitoral do estreante José Augusto Ferrer – prefeito  – 1959 

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Cemitério: exumação antes do tempo – 160 anos depois a história se repete…

Repercutiu “com força” o caso do descarte irregular das ossadas humanas ocorrido no Cemitério São Sebastião. Os filmes, além das redes sociais,  ganharam força no noticiário nacional  dando à nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão – uma incômoda exposição. A internet, quando usada corretamente, se configura numa importante ferramenta de cidadania e controle social.

Motivada pela “bola nas costas” a prefeitura da Vitória cuidou de realizar “mutirão no Cemitério São Sebastião neste fim de semana”. Entre outras coisas, construiu três novos ossários, no sentido de  promover a devida destinação aos restos mortais dos nossos irmãos antonenses. Antes, em nota à imprensa, emitida na última quarta-feira (17), a municipalidade havia decidido “levar as ossadas para serem enterradas em dois outros cemitérios na Zona Rural”.

 Por mais que tenha errado a atual gestão pública do município na condução desse caso -  em não haver acusado o problema  lá atrás, ainda no inicio da transição de governo -  deve-se  entender  que  o seu “pecado”, proporcionalmente,  será sempre  menor,  na comparação com a  gestão  passado que, diga-se de passagem, até agora, silenciou  diante dos últimos acontecimentos.

Ainda no bojo desse lamentável episódio, o atual prefeito,  Paulo Roberto,  evocou uma  Lei Municipal de 2014 (3961) para dizer que,  doravante,  os restos mortais só serão exumados após três anos  e não mais um ano meio,  como era realizado  pela administração anterior, segundo garantiu a mais recente nota emitida pela municipalidade.

Inaugurado às 16h do dia 9 de maio de 1875 o nosso “espaço santo” – Cemitério São Sebastião –, do ponto de vista histórico,  é provedor de um rosário de curiosidades. Aliás, em se tratando de sepultamento na nossa "Aldeia", se “abanarmos a poeira” dos arquivos que contam a história dos nossos antepassados,  encontrar-se-á registros relevantes que diz respeito a muita gente que apenas "conhecemos pelos nome".

Encontraremos, por exemplo, que ainda na primeira década da segunda metade do século XIX a Câmara teve que optar em investir na construção do “Açougue da Carne” em detrimento de um cemitério.

Para concluir, lembremos que já em 1859 o então vigário da Matriz de Santo Antão, Francisco Xavier dos Santos, já cobrava, através de ofício à Câmara Provincial, pela urgência na construção de um cemitério e que também -  tal qual como hoje -  já  reclamava,  dizendo: “as sepulturas eram abertas ainda frescas e antes dos prazos estabelecidos”.

160 anos depois, a história se repete em novos capítulos e com novos atores, claro......

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Dra. ANA VERUSA CUNHA DE SOUSA – Sosígenes Bittencourt.

Conheci-a no oitão da Igreja Matriz de Santo Antão, eventualmente, num Domingo, à noite, apropriado teatro para sua vocação religiosa, sua catolicidade teórica e praticante. Animada, fluente na conversa, dissertava sobre assuntos mais diversos e manifestava o interesse por variedades, como tocar piano, falar duas línguas neolatinas: francês e italiano - e uma anglo-saxônica: inglês. Colecionadora de antiguidades, também versejava, embora não revelasse interesse de editar livro até então. Na correnteza esperta do tempo, como no dizer do poeta Drummond, fomos consolidando amizade, fundada na preocupação intelectual com o Universo.

Pouco poderia imaginar que, lá adiante, tanto iria precisar de seus saberes científicos, médicos, como especializada em Endocrinologia, não obstante experiente em Clínica Geral, resgatando-me o ombro de uma dolorosa bursite e a vida do acometimento da Covid-19. Diagnóstico e medicação sem pestanejar, lépida, despachada, e combate efetivo das enfermidades. Uma eficiência, acendrada no conhecimento, adquirido com a aplicação da inteligência, ressaltando-lhe a Sabedoria. Como diziam os gregos: A Inteligência é uma faculdade humana, cuja virtude é a Sabedoria (Sofia).

Por tudo exposto, já não era sem tempo, manifestar o meu agradecimento pelas dádivas e fazê-lo em nome de minha cidade, pelo resgate de tantas vidas, ora acorrentadas a doenças, ora no limiar da morte, durante 16 anos e três meses de medicina horária, assídua em Vitória de Santo Antão.

Muito obrigado! Sosígenes Bittencourt

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Marcos Sales: um bom depoimento….

Eu,  Marcos Sales,  também fui aluno dessa conceituada escola - Colégio de Pacas. Na época morava em Recife, no bairro de  Casa Amarela, e  minha mãe ficou viúva.  Meu pai era a coluna da casa e faleceu novo e  minha mãe ficou indefesa,  sem recursos para criar os filhos, logo foi orientada a procurar um colégio e eu meu irmão (Carlos) fomos internados no Instituto. Foi nessa escola que ficamos amparados e aprendemos muito. Lá,  logo fizemos amizades e  aprendi várias  profissões: fabricar colchão e  dirigir trator VALMET com um profissional Darlan,  e o meu irmão,  Carlos , tocava na banda musical com o Tenente Nicácio - por volta dos  ano de 73-74.  Devido a idade fomos transferidos para o colégio de Jangadinha,  em Cavaleiro Jaboatão dos Guararapes. Aos 17 anos a minha mãe,  Maria,  veio nos buscar para irmos marar  em São Paulo, local que até hoje moramos: cidade de Jundiaí.  Sou muito grato a Deus por haver feito  parte dessa escola, Instituto de Pacas. Entre outros,  conheci o Antônio de Pádua e  Castelo que tocava pistão.  Meu email é msales1961@gmail.com  e  hoje estou na presença de Deus:  um crente em Cristo Jesus!

Marcos Sales. 
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LIVE 90 – ao vivo – com o Psicólogo Clínico vitoriense Cleiton Nascimento – Tema: “A Saúde Mental – um ano de pandemia”.

Recebemos para uma LIVE, hoje (16), para falarmos de "Saúde Mental", nesse período de mais de uma ano de pandemia, o Psicólogo Clínico vitoriense Cleiton Nascimento.

No contexto atual, em que estamos vivenciando um momento extraordinário das nossas vidas, manter a saúde mental, no sentido da esperança de dias melhores é um desafio constante. Com experiência de 13 anos, o Psicólogo Cleiton foi  categórico em afirmar que os casos de adoecimento mental na nossa cidade teve números alarmantes.

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI.

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No dia de ontem, Câmara de Vereadores da Vitória vivenciou um momento histórico!!!

Parafraseando a música que diz que “que todo dia era dia de índio, mas agora ele só tem o dia 19 de abril”, gostaria de dizer que nossa “aldeia” – Vitória de Santo Antão -, ontem, 18 de março de 2021, produziu,  aos olhos da história, principalmente aos que militam na área,  um dia marcante, sobretudo ao nosso Poder Legislativo - ou seja: todo dia estamos fazendo história. 

Ao deixar de ser “Freguesia” -  28 de maio de 1812 -  para  descortinar  a tão sonhada categoria de “Vila” ( Vila de Santo Antão),  isto é, a  verdadeira conquista  da  autonomia política, social, econômica e tudo mais que se almejava (para época) dentro do regime posto,   nosso lugar, sob todos os pontos de vista,  se transformou e ascendeu doravante. Foi  nesse recorte temporal que surgiu  a nossa “Câmara de Vereadores” – há exatos 209 anos.

Outro acontecimento importante da nossa cidade,  em que mais uma vez o Poder Legislativo produziu  papel de relevo, ocorreu em 21 de novembro de 1889. Nesse dia o então presidente da Câmara, Capitão Antônio Melo Verçosa, em sessão extraordinária, comandou o ingresso,  oficialmente, ao regime republicano. Apenas a título de curiosidade, ao final da aludida sessão, uma banda de música executou a Marselhesa.

Pois bem, no dia de ontem – 18 de março de 2021 -, após 209 ano de instituído (208 anos, 9 meses e 20 dias) o nosso Poder Legislativo ( Câmara de Vereadores) realizou a primeira “Sessão Ordinária Remota” da sua história. O referido ato teve como condutor o atual presidente, o  vereador André de Bau.

No meu modesto entendimento acredito que depois dessa matéria, destacando  o ineditismo do acontecimento, o referido fato histórico deverá ser,  mais adiante,  em momento oportuno, comemorado  pelo atual presidente. Aproveito até para sugerir o dia: 28 de maio de 2022 – momento em que o Poder Legislativo local chegará aos 210 anos.

É possível dizer que os tempos pandêmicos alteraram o curso dos acontecimentos globais, sobretudo aos que se refere ao "mundo das tecnológicas". Mas, por uma questão de justiça,    venho observando que  nesse inicio de legislatura  os parlamentares de primeiro mandato,  André Carvalho, Carlos Henrique e Felipe Cezar , nas mais diversas formas de atuação, tem “puxado” o debate na Câmara  de Vereadores “para cima”,  ajudando assim,   de maneira geral, a  melhoraria  da imagem do parlamento local.

 Vale salientar que,  necessariamente, não há de minha parte um automático alinhamento programático muito menos ideológico com os edis aqui nominados, respectivamente.

Portanto, assim sendo, segue meus parabéns a todos os vereadores que tiveram o privilégio de participar desse momento importante e histórico da "Casa do Povo", da nossa  Casa Diogo Braga.....

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O Tempo Voa: Evento

Evento social realizado no Clube Abanadores “O Leão” – entre outros o médico e ex-prefeito Ivo Queiroz -  ano não registrado.  
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O HUMOR DE BOM HUMOR – por Sosígenes Bittencourt.

(Ao telefone)

Alguém: - Alô, é do hospício? O doido: - Não, minha senhora, aqui não tem telefone.

O professor: - Maria, onde foi assinada a Declaração dos Direitos do Homem? A aluna: - Embaixo da declaração, professor.

- E o seu filhinho, como vai? Já está falando? - E então. Já está apanhando pra ficar calado.

- Quero aquele livro intitulado Como fiquei rico depressa. - Acho bom o senhor levar o Código Penal.

O ascensorista: - Qual o andar, senhor? - Qualquer um. Eu errei o prédio.

- Feche os olhos, vovô. - Por que, meu netinho? - Porque titia disse que, se o senhor fechar os olhos, nós ficaremos ricos.

- Que horas são, por favor? Torcedor fanático: - Dois a zero.

O dentista: - Por favor, abra a boca! Êpa, não precisa tanto. Eu vou trabalhar do lado de fora.

- Você tem parentes pobres? - Tenho, mas não os conheço. - E você, tem parentes ricos? - Tenho, mas eles não me conhecem.

(Sosígenes Bittencourt)

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Eleições Municipais: onde foi que erramos?

O Brasil agoniza! Na atualidade, em praticamente todo território nacional   a contaminação pelo novo coronavírus ganha números ainda mais expressivos, inclusive, batendo novos recordes.

Em nosso estado, Pernambuco,  estamos vivenciando  uma espécie de “quarentena” restritiva que segue até o próximo dia 28/03.  Com efeito, uma onda de inquietação, através das redes sócias, ganha contornos de sonoridade negativa. Os que compõem  o comércio formal e informal, por questões óbvias,  evidentemente, lideram o cordão dos insatisfeitos.

Se olharmos os gráficos que retratam o desempenho dos números da  pandemia em solo verde/amarelo  – de março a dezembro de 2020-,  logo veremos que foi a parir de segundo semestre que os números começaram abrandar.  Foi justamente nesse recorte temporal que as autoridades do País, após ouvir especialistas nas mais diversas áreas da ciência,  tomaram a decisão pela realização das eleições municipais, adiadas para  o mês de novembro.

Por mais que se emitissem protocolos sanitários – nacionais e até internacionais -,  na prática, o pleito municipal sempre foi  uma rinha  local. Não foi raridade, vídeos  e imagens das mais variadas regiões e cidades do Brasil circulando, em alto e bom som,  demonstrando que na cabeça da população em  geral a "tal" pandemia havia ficado  no tempo  passado.

Moral da História:

Após o pleito propriamente dito, vieram às comemorações, as festividades de final de ano e, a partir de então,  os números fatais não pararam mais de ganhar musculatura. Hoje, 18 de março de 2021, estamos amargando os piores índices de toda questão  pandêmica - COVID-19. 

Como seria bom ter a oportunidade de perguntar aos  eminentes  Ministros do TSE e seus respectivos “conselheiros cientistas” : onde foi que erramos?  

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LIVE bate-papo com o Psicólogo Clínico vitoriense Cleiton Nascimento – Tema: “A Saúde Mental – um ano de pandemia”.

LIVE com o tema: " A Saúde Mental - um ano de pandemia"- erros e acertos -  sexta-feira (19), às 17h.

Convidamos para construir conosco esse momento o Psicologo Clínico vitoriense - espacialistas em saúde mental -,  Cleiton Nascimento. Entre outros assuntos, abordaremos a questão do impacto das  mudanças  na vida das pessoas,  após  um ano de pandemia. 

Live Bate-papo – Saúde Mental - um ano de pandemia. 

Terça-feira – 19 de março– às 17h.

Transmissão pelo Blog do Pilako.

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Vereador André Carvalho questiona a prefeitura….

Por volta das 20h de ontem (17), através do espaço dedicado aos comentários,  o vereador André Carvalho  registrou algumas indagações, no sentido da nota emitida pela prefeitura,  relacionada ao descarte das ossadas no cemitério local. Abaixo, segue o comentário:

"Quer dizer que a prefeitura estava ciente, desde janeiro, que a gestão anterior fez o descarte ilegal das ossadas? A pergunta que a prefeitura deve responder é: foi feita a denúncia em relação a essas ilegalidades?"

 
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Ossadas humanas expostas: Explicação da Prefeitura…

Com relação aos vídeos que circulam na internet, hoje,  denunciando ossadas humanas expostas no nosso principal cemitério - São Sebastião - a Prefeitura da Vitória emitiu a seguinte  nota: 
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O Tempo Voa: Elmo Cândido Carneiro.

Registro fotográfico do industrial Elmo Cândido Carneiro - Teatro Silogeu José Aragão - ano não anotado. 

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Momento Restaurante e Pizzaria do Léo – “Quarta-feira da Pizza”.

SERVIÇO: 

Restaurante e Pizzaria do Léo (antigo Recanto do Ceará).

Funcionamento - presencial e Delivery -  terça a domingo - 11h às 23h.

Contatos: 2160-1080 / 9.8564.1651 - @DOLEO.REST

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LIVE 89 – ao vivo – com o vitoriense Zito de Galileia sobre o seu livro – “A História das Ligas Camponesas”.

Recebemos para uma LIVE, hoje (16), o escritor vitoriense, no sentido de comentar sobre o  conteúdo  do Livro "A História das Ligas Camponesas", Zito de Galileia.

Catalogado na historiografia antonense como um dos fatos  mais importantes o surgimento das "Ligas Camponesas" nas terras do Engenho Galileia configura-se  num marco na luta agrária da América do Sul e, consequentemente, do Brasil. "Seu" Zito de Galileia, neto de "Zezé de Galileia" - um dos baluartes do movimento -  é um personagem que viveu essa história.

ASSISTA A LIVE COMPLETA AQUI.

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MAMULENGO DA MATA – Mestre Bila e o Teatro História do Mamulengo (2021).

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Momento Pitú

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Espaço Parlamentar: Centro Acadêmico recebe emendas e investe em placas fotovoltaica

Na última sexta-feira (12), chegaram ao Centro Acadêmico de Vitória (CAV), da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), as placas fotossensíveis. Os equipamentos foram angariados a partir da emenda participativa indicada pelo deputado federal Túlio Gadêlha (PDT-PE), e com intermédio do vereador André Carvalho (PDT), de R$ 1,2 milhão.

De acordo com José Eduardo Garcia, diretor do CAV, o objetivo final dos equipamentos é montar uma usina fotovoltaica, para assim gerar uma economia para a Universidade. “A expectativa é que a gente consiga zerar a nossa conta de energia”, comentou o professor e diretor do CAV, José Eduardo Garcia.

“A importância desse investimento para a faculdade federal é que ele vem totalmente ao encontro do programa de sustentabilidade da universidade, não só ambiental mas a busca de um equilíbrio financeiro”, detalhou.

O projeto foi apresentado por professores e direção do Centro para o deputado federal Túlio Gadêlha (PDT), com mediação de André Carvalho (PDT). Para o vereador, o projeto é essencial. “Vai ser o primeiro centro da UFPE sustentável energeticamente. É um projeto essencial num momento de crise econômica e cortes de gastos públicos”.

O CAV abriga seis cursos e recebe cerca de 1,7 mil alunos. O dinheiro economizado poderá ser empregado em iniciativas como projetos de ensino, pesquisa e extensão para os próprios discentes do Centro Acadêmico.

“Estamos vivendo um momento de recessão completa e essa economia de recursos com a energia solar certamente vem muito boa hora”, apontou o diretor do Centro.

Assessoria de imprensa. 
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Há exatos 88 anos, Martha de Hollanda tornava-se a primeira pernambucana com direito ao voto.

Em 15 de março de 1933, a escritora e ativista entrava para a história do Estado e plantava uma semente que outras mulheres viriam a colher no futuro

Março é conhecido, internacionalmente, como o Mês da Mulher. Diversas movimentações e reivindicações por direitos ecoam por todo o mundo, especialmente no período. Salários mais justos, garantias trabalhistas e melhores condições de vida são algumas das pautas que, ano a ano, são discutidas. Um marco decisivo para a história do empoderamento feminino, especificamente para as pernambucanas, aconteceu no dia 15 de março de 1933, quando Pernambuco assistia à primeira mulher a ganhar o direito ao voto no Estado: a escritora e ativista Martha de Hollanda Cavalcanti revolucionou as estruturas da sociedade e plantou a semente do ativismo político; hoje, 88 anos depois, outras mulheres colhem os frutos.

Nascida em Vitória de Santo Antão, em 1903, Martha de Hollanda é historicamente conhecida por sua luta em favor da causa feminina no início do século 20. Pesquisadores apontam que, entre os anos 1920 e 1930, período da juventude da ativista, a sociedade sofria intensas influências do patriarcalismo, em que jovens e senhoras eram condicionadas às vontades dos homens - principalmente nas cidades do interior de Pernambuco.

Martha não se deixava abalar. Luciene Freitas, pesquisadora e responsável pela biografia “Uma guerreira no tempo - Um resgate de uma época, Martha de Hollanda e Delírio do Nada” (2003), não poupa detalhes ao descrever a personalidade corajosa e determinada da ativista. “Ela era uma pessoa à frente do seu tempo. Contestava o ensino, contestava as roupas, usava vestidos sem manga e curtos, sem meia, fumava, bebia, tinha amizades com homens e fazia saraus com intelectuais. Eram coisas que chocavam naquela época. Tanto que essa liberdade rendeu um falatório sobre ela na cidade”, explica.

Os direitos, consequências diretas dos movimentos reivindicatórios femininos, apenas começam a ser absorvidos em larga escala a partir dos anos 1940, em todo o mundo. Até então, no contexto pernambucano, a mulher era preparada para ser mãe, esposa e, no máximo, as mais afortunadas aprendiam piano e francês, como pontua Luciene. A escritora comenta que Martha de Hollanda tocava um pouco o instrumento, mas não com destreza: “Ela não obedecia a esses ritos”.

História no ativismo

Ainda aos 28 anos, Martha fundou a Cruzada Feminista Brasileira, um movimento pernambucano de conscientização política feminista. Ele tinha o objetivo de instruir mulheres, de todas as camadas da sociedade, sobre os seus papéis. As integrantes do coletivo mantinham constante contato com outros grupos feministas de outros estados e com com nomes importantes para a história, a exemplo de Nísia Floresta (RN) e Bertha Lutz (SP), que lutavam pelo mesmo ideal.

Os discursos de Martha, líder da Cruzada Feminista, foram tão bem divulgados que, pensando em ampliar o número de simpatizantes, os pensamentos sufragistas do movimento foram impressos em diversos jornais da época e transmitidos pela Rádio Clube, que, no início dos anos 1930, era a única emissora do Norte-Nordeste.

Em relação aos direitos das mulheres, ela era pra frente”, afirmou Luciene Freitas. Martha chegou a se candidatar, sem partido, a deputada, porém não venceu. “Ela queria que as mulheres tivessem instrução, que tivessem direitos, como ao voto. Alguns até diziam que ela era tão articulada que ultrapassava o marido”, complementou a pesquisadora. A militante foi casada com o também escritor José Teixeira de Albuquerque, residente da cidade de Pombos, com o qual não teve filhos.

Direito ao voto Foi a partir das movimentações da Cruzada Feminista que alcançou o título de primeira eleitora de Pernambuco. Inicialmente, ela solicitou, junto ao juiz Dr. Felinto Ferreira de Albuquerque, que seu nome fosse incorporado à relação de eleitores de Vitória de Santo Antão. O recurso foi aceito pelo juiz, porém o tribunal não acatou a sentença, indeferindo o processo. Mas, como a biógrafa bem discorre em seu livro, Martha era determinada.

Em nome da Cruzada, foram enviadas várias cartas às autoridades do tempo, inclusive ao então presidente do Brasil, Getúlio Vargas, a fim de que a decisão de Felinto Ferreira fosse mantida. Ela se apoiava no fato de que as mulheres já podiam votar em 40 países e um estado brasileiro - Rio Grande do Norte. Luciene Freitas comenta que ninguém soube ao certo como e quem autorizou a inclusão de Martha à lista de eleitoras da sua cidade, mas assim aconteceu: em 15 de março de 1933, aos 30 anos, Martha de Hollanda Cavalcanti tornou-se a primeira mulher com direito ao voto em Pernambuco. Para Luciene, nós devemos muito a mulheres como Martha. “Elas ficaram com estigma na sociedade porque ousaram romper com as regras do tempo”. 

Além de articuladora política, Martha foi uma escritora e agitadora cultural. Em 1930, aos 27 anos, ela publicou a primeira e única obra, “O Delírio do Nada”. Logo no início, Martha de Hollanda escreve: “O Meu livro é o cartaz do meu eu na esquina da geração que passa”. Para Luciene Freitas, o livro de ensaios é “uma caminhada frenética de uma pessoa que está buscando o amor”, que também conta com reflexões geradas a partir da morte precoce do seu irmão. Tal trabalho rendeu-lhe comentários e críticas nacionais e internacionais. Ela também costumava escrever poemas, alguns, aliás, eróticos. Alguns desses escritos estão disponíveis na biografia.

Além disso, a escritora sempre teve participação ativa nos movimentos culturais de sua cidade, organizando saraus. Inclusive, recebeu, em sua casa, figuras nacionalmente notórias na época, como a poetisa Adalgisa Neri, as irmãs e atrizes Linda e Dircinha Batista e grandes cantoras da Era de Ouro do rádio brasileiro.

Orgulho da família

Para Diva Hollanda, de 33 anos, é um orgulho carregar um pouco dessa história no seu sangue. Ela é prima de 4º grau de Martha de Holanda. “Ter uma mulher tão importante na minha família, que foi exemplo de determinação, revolução e coragem, para mim, é uma grata satisfação”, comenta a cirurgiã-dentista.

“Em casa, sempre me falaram dela como sendo uma pessoa muito à frente do seu tempo, tanto no agir como no pensar, e isso até chocava a família na época", comenta Diva. Sua avó sempre falava de Martha como sendo uma pessoa que se destacava por sua inteligência e por não seguir as regras da época. “Não era recatada, jamais foi do lar e não se inibia em conversar com homens, o que era moralmente errado”, pontua.

Diva acredita que sua parente mostrou que as mulheres devem ter vez e voz, além de serem valorizadas e inseridas na esfera pública. “Com as atitudes dela, ela mostrou a importância de ser uma mulher inovadora e que vai atrás dos seus direitos. Acho que temos que ser assim, não aceitar submissão de quem quer que seja. Ela é muito presente para mim”.

Outros frutos

Hoje em dia, as sementes plantadas pela ousadia de Martha de Hollanda floresceram. Outras vitorienses veem na atividade política um mote para suas existências. Para Herika Araújo, ativista e produtora cultural, Martha quebrou paradigmas culturais, inspirou e fortaleceu as lutas por igualdade  de gênero em todo o País.

Herika e a amiga Bruna Morais, que é bacharel em Direito, formam a Vitoriosas, uma chapa coletiva 100% que concorreu à prefeitura de Vitória de Santo Antão em 2020. Agora, juntas, atuam como plataforma nas redes sociais de educação política e empoderamento feminino.

"É motivo de orgulho dizer que somos da mesma cidade que a primeira mulher que lutou e exerceu esse direito de voto em Pernambuco. Nossa cidade tem figuras e histórias incríveis, que infelizmente são pouco conhecidas", aponta Bruna.

A lei 9.504, conhecida como Lei das Eleições, criada em 1997, prevê uma cota eleitoral de gênero mínima de 30% para mulheres, com o objetivo de diminuir a disparidade entre homens e mulheres na política. Mas foi apenas em 2018 que a recomendação se tornou obrigatória.

Apesar disso, Bruna se sente esperançosa quando pensa no lugar da mulher na política. "Me parece que, atualmente, o eleitor vê uma candidata mulher de forma positiva, passa maior credibilidade, eficiência. E isso é visto na prática. No âmbito federal, por exemplo, na última legislatura, tínhamos 9% de mulheres na Câmara dos Deputados e, nesta, temos 15%. Estamos vendo que os países governados por mulheres estão sendo mais eficientes no combate à pandemia", comenta.

Matéria -  Jornal Folha de Pernambuco. 

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LIVE bate-papo com o vitoriense Zito de Galileia sobre o seu Livro – “A História das Ligas Camponesas”.

LIVE dedicada ao conteúdo do Livro " A História das Ligas Camponesas" - avanços e retrocessos ao longo da história  - terça-feira (16), às 17h.

Convidamos para construir conosco esse momento o autor do livro e neto de um dos lideres do movimento, Zito de Galileia. Entre outros assuntos, abordaremos os detalhes, avanços e retrocessos ocorridos a partir da nossa cidade, Vitória de Santo Antão, lá nas décadas de 1950/60. 

Live Bate-papo – Livro a História das Ligas Camponesas. 

Terça-feira – 16 de março– às 17h.

Transmissão pelo Blog do Pilako.

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Pandemia do Novo Corinavírus: o primeiro decreto estadual nos “pegou” na Cachoeira do Urubu.

Ontem, 11 de março de 2021, completou um ano que a OMS – Organização  Mundial da Saúde – classificou a doença, causada pelo novo coronavírus, como uma pandemia. Reconheçamos que até então nós, simples mortais,  pouco sabíamos, na prática, à gravidade de um problema dessa magnitude. A “ficha” não caiu de imediato. Aliás, inicialmente, por uma questão natural, chegamos até minimizar o problema.

Passados os primeiros 365 dias desse processo,   o caos insiste em não nos abandonar. Nesse contexto,  o pior sobrou para quem se foi precocemente, deixando uma dor profunda nos que perderam uma pessoa amada e inesquecível. De maneira geral, a vida não ficou mais fácil para ninguém e a nossa  “aldeia” – Vitória de Santo Antão -, idem.

Não obstante havermos aprendido bastante nesse período  - um ano de pandemia -, atualmente, no Brasil, estamos vivenciando um dos piores momentos. É bem verdade que com menos incertezas, como no inicio do processo. Pelo menos a vacinação em massa, atualmente, já é uma solução concreta que aponta na direção de uma das  soluções. Claro que  nem tão cedo deixaremos de contar os estragos desse traumático episódio. Com efeito, descobriu-se,  também,  que  do ponto de vista de sociedade civilizada ,  ainda estamos apenas engatinhando.

Em terras tupiniquins a pandemia do novo coronavírus foi ainda mais agravada por conta de  um jogo de narrativas que mais confundiu  que esclareceu a população -  outras tantas vítimas do vírus que não foram infectadas. Tudo isso foi,  é e será aprendizado. No próximo  domingo, dia 14 de março, completar-se-á um ano do primeiro decreto restritivo do estado de Pernambuco momento em que, na prática,  fomos apresentados a esse “novo tempo”.

Cabe uma pergunta: em que lugar e que condições você estava quando tomou conhecimento das primeiras medidas efetivas de combate ao novo coronavírus?

Por ironia, eu, juntamente com o grupo da “Corriola da Matriz”, numa manhã/tarde do sábado de 14 de março de 2020,  efetivávamos  mais uma “Missão Cultural”, essa,  à Cachoeira do Urubu, localizada na vizinha cidade de Primavera. Tempos bons.......

 
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