“Quem morre de véspera, é peru. Vamos ganhar o jogo”. Disse Moisés Sales.

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No domingo (13), mais uma vez, gravei um vídeo com o amigo Moisés Sales que vem realçando, através do Blog do Pilako, momentos marcantes vivenciados pelo grupo de jovens que ficaram conhecidos em toda cidade como: “A Turma da Praça”. À época, os coroas de hoje, tal qual o próprio Moisés, vale salientar, eram todos rapazes solteiros e festeiros.

Pois bem, no vídeo de hoje, Moisés relembrou à participação do “Time da Praça”, em um campeonato de Futsal – que se chama futebol de Salão – promovido pela empresa vitoriense MG PNEUS. Todas as partidas foram disputadas na quadra do Colégio Nossa Senhora da Graça. Isso ocorreu no início da década de 80.

O então time da Pitú, coordenado pelo amigo e desportista Joel Neto, nesta ocasião, havia conseguido desbancar as grandes equipes da Capital e sagrou-se Campeão Pernambucano da temporada. O campeonato foi formado por 12 equipes.

Em uma mesma “chave”, caíram os times da “Praça”, Pitú e Compesa. No primeiro jogo da “Chave” a “Praça” ficou em um empate de 2×2 com a Compesa. Logo depois, a “Pitú” meteu 8×0 na Compesa. No jogo final, para decidir o primeiro lugar da Chave, a “Pitú”  jogava  pelo empate com a “Praça”, mais acabou se engasgando e levando de 3×2.

A história desse jogo, segundo contou nosso amigo Moisés Sales, “foi muito emocionante”. Após a contratação de uma  “charanga”, para levantar o astral do time e da torcida, o jogo ganhou outra conotação e história mudou. Disse Moisés: “quem morre de véspera, é peru. Vamos ganhar o jogo.” Veja o vídeo:

Na comemoração dos 10 anos do Varanda a Banda Made In Recife comandou a festa.

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De maneira especial o Encontro dos Amantes da Boa Música, que sempre ocorre na tarde dos sábados, durante o ano inteiro, comemorou os 10 anos de atividade ininterrupta do Restaurante Varanda do Tadeu Souza.

Para marcar auspiciosamente a celebração festiva a Banda MADE IN RECIFE e convidados – cantores profissionais e amadores – subiram ao palco para promover um belo espetáculo. Como sempre, o conjunto musical Made In Recife – comando por Raminho na Bateria e Fabí no vocal – promoveram  uma viagem no tempo, ao interpretarem os clássicos internacionais e os sucessos das paradas brasileiras que marcaram as gerações dos anos 80/90. Veja o vídeo:

Após o corte do tradicional “bolo de aniversário”, realizado pelo casal anfitrião da casa, Tadeu e Cleide, a festa seguiu com muita animação. Além do Tadeu, Edmilson e Willams, já consagrados cantores do “pedaço”, outros não menos talentosos – Beto do Cavaco, Tony e Taty Medeiros -também  participaram da festa se apresentando com estilo e emoção. . Veja os vídeos:

Na ocasião gravamos um pequeno vídeo com o amigo Tadeu onde aproveitou para agradecer aos amigos, que junto com seus familiares, construíram esse espaço que tem por finalidade o entretenimento na área musical, sobretudo priorizando à  música romântica de qualidade.Veja o vídeo:

Nós,  que fazemos o Blog do Pilako, aproveitamos para desejar  à família Souza mais sucesso e desejar pelo menos,  mais dez décadas de vida. Parabéns!!

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Instituto Histórico homenageia “Brother” e “Bia da Tapioca”.

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Dentro da programação da 4ª Semana da Consciência Negra, promovida pelo Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, aconteceu, na noite da sexta (11), no Salão Nobre da Instituição a palestra proferida pelo professor Wellington Barbosa. O evento teve  como objetivo, entre outras coisas, discutir sobre o racismo, discriminação social e preconceito racial na sociedade brasileira. Veja o vídeo:

Após os debates, os vitorienses Luis José de Santana e Severina da Silva, mais conhecidos como “Brother” e “Bia da Tapioca”, respectivamente, foram agraciados e homenageados por terem vencidos, cada qual na área de atuação, a barreira da invisibilidade social, “naturalmente”, fruto da desigualdade racial brasileira que derivou do histórico processo escravocrata colonial.

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Nas suas palavras de agradecimento “Bia” disse: “eu estou muita emocionada”. Luis de Santana, o “Brother”, ao fazer uso da palavra, relatou fatos curiosos sobre sua vida. Veja os vídeos:

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VIGÍLIA, ONLINE, DE PROTESTO E REIVINDICAÇÃO

Há 805 dias (18/08/2014 – 31/10/2016) – 116 segundas-feiras, 115 terças-feiras, 115 quartas-feiras, 115 quintas-feiras, 115 sextas-feiras, 116 sábados, 116 domingos, 118 semanas, 02 anos e 26 meses, 805 alvoradas, 805 crepúsculos vespertinos, 805 noites, 26 luas cheias, 26 luas minguantes, 26 luas novas, 26 luas crescentes e 22 feriados, oficial, nacionais – 19.320 horas , está sendo cobrado do Prefeito a restituição de um bem CULTURAL, PATRIMONIAL, dos residentes e nativos .

Sr. Elias Lyra, devolva a nossa PRAÇA DUQUE DE CAXIAS, arborizada e ajardinada, porem até o momento nenhum pronunciamento, de sua parte, à “nação” vitoriense, pelo seu crime.

Uma de suas funções como servidor, gestor, é de empenho no zelo da preservação e proteção do patrimônio municipal .

No seu governo, há quase menos de dois meses para o final de 02 mandatos, houve continuidade, permissiva, na desfiguração, devastação, extirpação, iniciada por atos de imprudência e desatino do governante anterior, sr. José Aglailson, num de nossos bens patrimoniais da cidade.

Fomos apartados, forçadamente, do bom costume da nossa cultura, de sentar para descanso reflexivo e uso como lazer naquele tradicional local, herança memorial, que faz parte da história da terra.

Aquele jardim público – memorial, foi erguido com o peso do dinheiro pago pelos contribuintes de impostos, da época, por 03 gerações como avós, bisavós e trisavós; queremos SIM a perpetuação daquele espaço inalterado e com a mesma extensão desde sua inauguração.

Código Penal – CP – DL-002.848-1940 Dos Crimes Contra o Patrimônio Capítulo IV

Dano Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:
Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.

Dano Qualificado

Parágrafo único – Se o crime é cometido:
Inciso III – contra o patrimônio da União, Estado, Município . . . (Alterado pela L-005.346-1967)

Eu, no gozo dos meus direitos à *cidadania, peço ao Ministério Público Federal a apuração das responsabilidades.

SE INTERESSAR POR TUDO O QUE É DE TODOS (Carlos Augusto Ayres de F. Britto, é membro da Academia Bras.de Letras Jurídicas, foi Pres.do STF, também foi Pres. do TSE, é Pres. da Comissão Especial de Defesa da Liberdade de Expressão da OAB e membro da Academia Sergipana de Letras).

*fiscalização, controle, cobrança, denúncia, representação, queixa e acionamento do poder judiciário.

JORDANIA

Nosso artigo pela passagem dos 150 anos da Imprensa Antonense.

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Na qualidade de membro atuante do nosso Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, agradeço à diretoria pela oportunidade de contribuir com esta edição histórica onde comemoramos o sesquicentenário da imprensa local. Escrever nas páginas de um veículo de comunicação com 150 anos de existência, não deixa de ser – perdoe-me a ironia – UM ORGASMO JORNALÍSTICO.

Em ato continuo, ainda saber também que permanecerei “vivo”, mesmo após o sono profundo na morada sem volta,  nos arquivos do nosso museu, ao lado de todos àqueles que empreenderam na arte da pena,  nessas últimas quinze décadas, não deixa de ser também um momento de reflexão (…) na morte, na vida e o que  fizemos com o tempo que usamos e o que faremos no espaço que ainda nos resta, indiscutivelmente, menor  do que aquele que  já nos foi ofertado pelo maior mistério de todos os mistérios.

Imaginar o impacto do ineditismo do primeiro numero do jornal – “O Vitoriense” – na nossa bucólica Vitória de Santo Antão, em 05 de novembro de 1866 ao passo que o Brasil Imperial começava rabiscar uma identidade nacional e que rareava os que já haviam se apropriado da condição cognitiva da leitura, não deixa de ser, para os curiosos, um delicioso e instigante exercício sociológico e antropológico.

Neste recorte de tempo, vale lembrar, nossa polis acabara de recepcionado a Família Real, 1859, e duas décadas depois, quebrava  a barreira do isolamento através da efetivação da estrada de ferro ambos, indiscutivelmente, acontecimentos relevantes para analisarmos e entendermos à pujante Vitória de Santo Antão de hoje. Não custa nada lembrar que foi através da locomotiva que os vitorienses passaram a ter acesso aos grandes jornais da Capital.

Na imprensa escrita, no que se refere aos jornais impressos na nossa Vitória de Santo Antão, fomos bem servidos. Tivemos para todos os gostos. Desde os contundentes aos mais arejados, passando por aqueles de vida longa,  como o “A VOZ  PAROCHIAL” e “O LIDADOR”, assim como os de vida efêmera. Aliás, deve-se ressaltar: praticamente todo este patrimônio local repousa nos arquivos do nosso Instituto Histórico  e Geográfico sob o manto protetivo e intransigente dos que nele tomaram assento, na qualidade de presidente. Atualmente, sob égide do preclaro professor Pedro Humberto Ferrer de Moraes.

Hoje, na aurora do século XXI, comunicação virou gênero de primeira qualidade. Antes, havia a sensação generalizada que o mundo girava na velocidade do interesse e da vontade de cada sujeito social. Não obstante à identidade e às garantias dos direitos individuais tão ameaçados pelos que insistem em sobrepor suas vontades e seus interesses capitalistas corporativos, como bem alertaram os estudiosos da escola Frankfurt, ainda na metade do século próximo passado, estamos sendo submetido, sob ponto de vista dos veículos de comunicação de massa, à robotização e à alienação tecnológica.

Por uma questão estratégica, estão nos passando, a todo momento, a informação que estar off-line é algo atrasado e inconcebível para um sujeito  que quer ser  atualizado e moderno. O Mundo, definitivamente, virou uma aldeia conectada que distancia quem está perto e “aproxima” quem se encontra distante.

Nossa Vitória de Santo Antão, torrão inserido neste contexto e a reboque das grandes transformações planetárias  as que chamo de “Tecnocentrismos”, na imprensa, continua viva.

Apesar de todo cidadão haver sido transformado em um  repórter de rua, em função do smartfone,  que lhe acompanha como  uma espécie de segunda pele,  sobretudo nos mais jovens, o ativismos nas redes sociais elevou a quantidade exponencialmente de informação à qual o sujeito está submetido mas, na ordem diametralmente inversa, perdeu-se o contato, na esmagadora maioria dos casos,   com o que realmente lhe é útil e saudável no que diz respeito ao conhecimento.

Portanto, amigos antonenses e companheiros do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória de Santo Antão, em tempos de Whats App, Facebook e aplicativos funcionais das mais diversas ordens, gostaria de dizer que na atividade jornalística o único produto imperecível é o conteúdo de boa qualidade, independente da ferramenta e plataforma utilizada.

Viva A Imprensa Antonense! Seus jornais, suas rádios, sua TV, seus blogs e os famosos carros de som. Viva o Instituto Histórico e Geográfico e todos aqueles que construíram esse verdadeiro Patrimônio Material e Imaterial da Terra de Antão Borges Alves.

Obs: nossa contribuição para edição especial – 150 anos – do jornal antonense “O VITORIENSE“, fundado por Antão Borges Alves em 05 de novembro de 1866.

Foi um sucesso o 8º Sarau do Colégio Santo Inácio.

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Através do convite formulado pelo meu filho, Gabriel, na noite de ontem (10), compareci ao 8º Sarau do Instituto Santo Inácio Loiola. O evento aconteceu na quadra coberta do educandário, localizada no bairro do Cajá, e contou com a participação efetiva de professores, alunos e familiares. Nesta oitava edição o tema escolhido foi: “UM PASSEIO PELA MPB”.

Em tempos de músicas descartáveis, onde a apresentação se sobrepõe ao conteúdo, em função da rotatividade mercadológica, “passear” em alguns clássicos da música popular brasileira, para essa meninada, não deixa de ser uma atividade recreativa saudável ao passo que também cumpre um complemento curioso às aulas de história do Brasil contemporâneo.

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Por lá, escutei boas músicas. Desde Chico Buarque de Holanda, Roberto Carlos e Tim Maia até os frenéticos “Mamonas Assassinas”. Com passagem pela Jovem Guarda e o Samba de Raiz. Aliás, músicas que retrataram momentos distintos do nosso País, tais como: ditadura e fuga dos nordestinos, na direção da Região Sudeste,  em busca de uma “vida melhor”.

Portando, na qualidade de pai de aluno, parabenizo toda equipe do Instituto Santo Inácio de Loiola – na pessoa do amigo Roque Andrade – pela excelente projeto e  à efetivação da iniciativa. São atividades como está que enriquecem o aprendizado que, naturalmente,   deve ir muito além do conteúdo pedagógico.

Na medida do possível, registrei, em vídeo, praticamente todas as  apresentações. Veja os vídeos:

Mais uma aberração urbanística sendo concluída no Centro Comercial da Vitória.

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Ao passar pelo Largo da Estação, hoje pela manhã, notei que a obra irregular, tocada por apadrinhados do prefeito Elias Lira, está a todo vapor, ou seja: correndo contra o tempo. Aliás, já postamos várias matérias, aqui no blog, sobre esta invasão. Relembremos:

“O prefeito Elias Lira, nessa “parada sinistra”, tá dando uma de LULA, ou seja: “NÃO SABE DE NADA”. Os secretários municipais Barbosa e Manoel Jorge, respectivamente das pastas de planejamento e obra, que foram citados formalmente através dos ofícios protocolados por Douglas França (3601 – 3602) estão precisando  consultar o dicionário para saber o sentido da palavra PREVARICAÇÃO”.

Pois bem, postamos também, por ocasião de registros fotográficos, relacionados com outras matéria –  um buraco na Rua 15 de novembro –  à “evolução” da obra, desde o seu inicio. Período que compreende o dia 07 de setembro de 2015 ao dia 25 de agosto do mesmo ano.

.Fica, portanto, após os últimos oito anos da gestão do Governo de Todos, comandada pelo prefeito Elias Lira e sua tropa, entre outros descalabros, a marca da INVASÃO AOS ESPAÇOS PÚBLICOS. Esta obra, contudo, se somará com outras aberrações urbanísticas da nossa cidade.

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” O Vitoriense” e ” O Lidador” também marcam os 150 anos da imprensa vitoriense com publicações especiais.

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Dentro das comemorações alusivas à passagem dos 150 anos da imprensa escrita, na nossa cidade, Vitória de Santo Antão,  dois importantes títulos de jornal – “O Vitoriense” e “O Lidador” –  ganharam as ruas com publicações especiais.

Dentro dos seus respectivos conteúdos, cada qual ao seu estilo, claro, ambos trouxeram referência importantes no contexto jornalístico do nosso torrão. “O Vitoriense” foi o primeiro de todos. Lançado por Antão Borges Alves, em 05 de novembro de 1866, ao longo do tempo, passou por altos e baixos, hoje, é uma espécie de órgão noticioso oficial do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

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Já “O Lidador”, órgão não menos importante, chegou a ser o jornal mais antigo em circulação do interior de Pernambuco. Foi fundado em 12 de junho de 1880 pelo senhor Oliveira Maciel. Hoje sob o domínio da família dos Deus e Melo (sem publicação regular).

Na qualidade de membro atuante do nosso Instituto Histórico, gostaria de agradecer, mais uma vez, a sua diretoria pelo convite a me formulado para contribuir com um artigo para esta memorável edição especial –  “O Vitoriense”. De resto, parabenizo também todos àqueles que, de forma direta e indireta,  contribuíram com materialização do mesmo nesse auspicioso acontecimento da Terra de Antão Borges Alves e José Aragão Bezerra Cavalcanti.

E a nossa cidade se lascando…

Se já não bastasse a bagunça que reinou na nossa cidade durante a gestão do Governo de Todos, visivelmente, após o último pleito eleitoral, em que o candidato patrocinado pela máquina pública obteve insucesso, as coisas só fizeram piorar. Com relação aos muitos terrenos públicos, que foram usados como uma espécie de “moeda de troca”, aparentemente, o “enterro está voltando”.

No Centro Comercial o ínfimo regramento ocorrido nos últimos oito anos, pela atual administração, nas últimas semanas, pós-eleição, caminha, literalmente, na direção da lata do lixo. À volta desordenada dos ambulantes para os passeios públicos – calçadas – nos mais variados ramos de atividade, é um dos exemplos de que o prefeito Elias Lira “sumiu”.

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Se após a reforma da Praça Dom Luis de Brito os foliões vitorienses que brincavam ao som do trio elétrico ficaram impedidos de circular pelo tradicional percurso carnavalesco, sob o pífio argumento de que eles poderiam depredar o referido logradouro público, atualmente, a também reformada Praça da Restauração – conhecida como “Praça do Jacaré” –  está servindo de “depósito de colchão”, sem o menor problema e sem aquele alardeador “cuidado todo”: para não dizer MENTIROSO.

Elias, na campanha eleitoral de 2008, dizia que iria promover uma cidade “bem administrada”, face à bagunça que a mesma se encontrava na, então, gestão do Governo Que Faz. Hoje, próximo de deixar o poder e depois de passar oito anos “chupando o caldo doce da cana”, certamente, está trabalhando para deixar o mesmo “bagaço” que encontrou (ou ou pior), sobretudo, no que se refere ao comercio informal da Avenida Mariana Amália.

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O espetáculo “A menina que buscava o Sol” é atração desta Sexta feira na XIX Mostev (Mostra de teatro da Vitória).

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A montagem do texto de Maria Helena Kühner é do Núcleo de pesquisa cênica de Pernambuco (Vitória de Santo Antão – PE).

Puts é uma menina que quer ter a liberdade de escolha. Não que lhe imponham a sua cor. Azul como a mãe, vermelha como o pai, ou amarela como o irmão. Anseia buscar o Sol, que tem todas as cores juntas, e usar a que quiser, quando quiser.

Para chegar ao seu destino, Puts encontra aliados no caminho. Primeiro o Coelho, depois o Cavalo, o Pássaro. Wedson Garcia, que divide a direção com Thamiris Mendes, defende a ideia de que enquanto crescemos, vamos nos transformando.

E a menina, junto com seus companheiros, segue uma longa viagem. Atravessa os reinos da Terra, do Ar, do Fogo, das Águas. Encontra estranhos habitantes pelo caminho e conhece suas escolhas de vida.

O espetáculo fará sua última apresentação depois de 2 anos de atividades em todo o estado de Pernambuco, recebendo diversos prêmios na categoria teatro para infância e juventude. Quem ainda não viu aproveite essa última oportunidade. A entrada é franca.

SERVIÇO
Espetáculo A menina que buscava o Sol, dentro da programação da XIX Mostev (Mostra de teatro da Vitória)
Quando:
 Sexta, Dia 11 de Novembro às 14h
Onde: Teatro Silogeu
Ingressos: Entrada franca (É preciso chegar no local com antecedência para receber os ingressos)

Texto: Maria Helena Kühner
Direção: Wedson Garcia e Thamiris Mendes
Preparação corporal e coreografias: Cleiton Santiago
Grupo: Núcleo de pesquisa cênica de Pernambuco (Vitória de Santo Antão – PE)

O palanque em Vitória também vai rachar em 2018………

Passados poucos mais de trinta dias das eleições municipais as movimentações, aos olhos dos eleitores, cessaram. Mas isso não quer dizer que a temperatura na cabeça dos atores políticos, sobretudo no comando dos grupos, arrefeceram.

Correntes ideológicas hegemônicas no país, cada qual ao seu estilo, expõe e tentam disseminar  números, dados e informações para reforçar suas posições. Por outro lado cientistas políticos, alguns deles  à serviço dos financiadores ocultos, procuram minimizar o raciocínio lógicos em detrimento aos  interesses dos patrões. Tudo isso, faz parte do eterno jogo do poder.

Em Pernambuco o PSB, partido do governador e do reeleito prefeito da Capital, Paulo Câmara e Geraldo Júlio, respectivamente, venceu a batalha da vez. Manteve-se absoluto no Estado. Mas em função da falta de um quadro político com dimensão nacional, face ao precoce e repentino desaparecimento do ex-governador Eduardo Campos, a sigla continua sofrendo de uma espécie de “anencefalia reversível”.

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Com interlocução na estância maior da agremiação partidária, mas sem espaço na província, o advogado Antônio Campos, neto de Arraes, tal qual a Marília (de mesma carga genética), em função da derrota sofrida na recente disputa pela prefeitura de Olinda, parece que não vai querer abrir mão do seu quinhão, no espólio político deixado pelo avô, em favor do sobrinho,  João Campos, filho de Eduardo e Renata, antecipadamente, ungido  para ser “o cara” nas eleições 2018.


Se as insatisfações se aprofundarem e a turma do “deixa-disso” não entrar rapidamente na parada, para reverter à situação, certamente, as forças alternativas do estado irão, legitimamente, se aproveitar e procurarão recompor os espaços, antes, sob seus domínios e que lhes foram subtraídos pelas inúmeras variantes  da macro e micro política.

Mesmo faltando dois anos para as eleições gerais (2018) e sem ao menos  os recém-eleitos prefeitos haverem tomado assento, nas suas respectivas cadeiras, em Brasília, a Operação Lava-Jato e seus desdobramentos será o fio condutor do próximo desenho geopolítico nacional.

Já no nosso torrão, Vitória de Santo Antão, maior cidade da Zona da Mata, dificilmente as três maiores forças políticas marcharão com o mesmo candidato a governador, como ocorreu na última eleição, em 2014. Os partidos dos quais Elias Lira, José Aglailson e Henrique Queiroz fazem parte já estão se alinhando, nacionalmente, numa sintonia que, inevitavelmente, não caberia no arco de aliança do atual governando Paulo Câmara,  candidato à reeleição. Claro, com a exceção do seu próprio partido (PSB).

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Portanto, possivelmente, em 2018, na Republica da Cachaça haveremos de ter uma disputa mais “animada”, como antes, quando os deputados estaduais locais, concorrendo em coligações diferentes,  disputavam, verdadeiramente,  os votos dos nativos, pois, para quem não sabe, em 2014, quem votou em Joaquim Lira, ajudou Aglailson Junior. Quem votou em Aglailson Junior, ajudou a eleger Henrique Queiroz e quem sufragou o voto no deputado Henrique Queiroz,  ajudou eleger o Joaquim Lira. Ou seja: estavam todos no mesmo barco. Estavam todos na mesma corda de caranguejo, como bem diz os pernambucanos.

Moisés Sales: “tomei uma atitude indigesta. Hoje, eu não tomaria (….) Joel Neto ficou chateado, com razão”.

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Dentro do propósito de reviver um pouco da história do “Praça Futebol Clube”, sob o olhar do seu eterno “camisa 10”, Moisés Sales, recentemente, gravamos  um vídeo onde o mesmo relembrou um pouco do desenvolvimento dos,  então,  “garotos  da Praça”,  hoje,  todos coroas –  com mais de 55 anos.

Pois bem, após a surpreendente participação no torneio infante juvenil, onde o então “Time da Praça”, foi campeão sem marcar um gol sequer,  em 1968 (veja aqui), até a metade da década de 70, os meninos continuaram disputando partidas amistosas, torneios e campeonatos diversos.

Em 1979, nesta ocasião,  os meninos já adultos com mais de 20 anos, continuaram disputando campeonatos locais. Contou-nos o Moisés Sales, que por ocasião de uma “injusta” atitude de um árbitro, contra a equipe do Praça, que custou uma vaga na semifinal do campeonato, o grupo resolveu retaliar o time da PITÚ, coordenado, á época, por um dos maiores desportistas da nossa cidade, o amigo Joel Neto. Em função da referida atitude, a equipe  representante  da  indústria de alimentos CATIVA, levou vantagem e acabou  avançando no campeonato.

Se referindo ao conturbado processo, quase quarenta anos depois do episódio, confidenciou o amigo Moisés  Sales ao blog do Pilako, : “houve um problema, que eu tomei uma atitude indigesta. Hoje, eu não tomaria (….) Joel Neto ficou chateado, com razão”. Veja o vídeo:

EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem e noção básica referente a arte de compor. (PARTE 8)

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Vamos discutir neste momento, duas linhas contidas dentro da pesquisa referente ao campo composicional, entre: o Frevo Canção e o Frevo de Rua. Quando compomos uma letra e precisamos orquestrá-la, tem alguns detalhes que precisamos trabalhá-los. Digamos que um Guitarrista em seus momentos de estudos, sua mente fluiu e, surgiu uma melodia mentalmente. Depois deste processo, descobre uma letra combinando com esta melodia. O Guitarrista apresenta ao seu amigo de estudo esta produção musical, porque apesar de ter composto mentalmente a letra, a melodia, os acordes (Cifras) e, organizado de forma abstrata, estava faltando colocar em um papel que seria a produção final. O Guitarrista não sabia como orquestrá-lo, e, esta melodia era justamente um Frevo Canção, mas o seu amigo Tecladista, também tocava Trompete e conhecia a gramática musical, como também, escrever arranjos para sopros, cordas e teclas. Esta parceria entre o Tecladista e o Guitarrista, surgiu um arranjo de Frevo Canção, contendo sopros, cordas, teclas, letras e peças (partituras) musicais.

Conforme falamos, o estudo do Guitarrista surgiu de um exercício em Dó Maior ( C ) e, o Tecladista colocou um  acompanhamento também em Dó Maior ( C ).  O Tecladista ao orquestrar o Frevo Canção, primeiro fez a separação das sílabas, para descobrir os tempos fortes e fracos dos compassos, e, depois, escreveu toda melodia baseado na letra. Descobrimos neste momento duas gramáticas: a primeira, a linguagem das palavras e, a segunda, a linguagem musical ou, a linguagem das notas musicais. Então, com a melodia principal já composta, surgiu uma Introdução, pois era um Frevo Canção e precisaria de uma Introdução para trazer um sentido, onde a voz do cantor entrará bem no final da Introdução.

João Bosco do Carmo
http://lattes.cnpq.br/8222363703321930
E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Momento Vitória Park Shopping

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Hoje as 19h30, o Vitória Park Shopping estará recebendo o 6° Conic Conex – Congresso de Iniciação Científico da Faintvisa e Congresso de Extensão da Fantvisa com a Sessão de Banner (trabalho científicos) na Praça de Eventos 01 e Circuito de Palestras na Praça de Eventos 02. Venham Conferir este grande evento da Faintvisa no Vitória Park Shopping.

Instituto Histórico da Vitória celebra os 150 anos da Imprensa Antonense.

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Conforme anunciado, na noite da sexta (04) o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, sob o comando do professor Pedro Humberto Ferrer de Moraes, seu presidente, reuniu a imprensa local para celebrar a passagem dos 150 anos da publicação do primeiro jornal da terra dos antonenses, exaltando, evidentemente, a figura proeminente do Antão Borges Alves.

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Foi na bucólica Vitória de Santo Antão de 1866 – precisamente no dia 05 de novembro –  que surgiu “O Vitoriense”, primeiro veiculo de comunicação da nossa cidade e o sexto do interior de Pernambuco a ganhar forma. Vitória de Santo Antão, ao longo dessas últimas quinze décadas, possivelmente foi a cidade do interior do Nordeste Brasileiro a editar mais título de jornal. Algo em torno de 225 títulos.

O evento ocorrido na “Casa do Imperador”, na última sexta (04), foi bastante concorrido. A professora Fátima Santos coordenou o evento. A mesa principal dos trabalhos foi composta pelo presidente da casa, professor Pedro Ferrer, pelo empresário Alexandre Ferrer e pelos jornalistas Arijaldo Carvalho e José Edalvo. Este último, diretor proprietário do Jornal da Vitória, coube a tarefa de ser o palestrante oficial do evento.

Portador de uma memória privilegiada o jornalista José Edalvo, atualmente com trinta e sete anos ininterruptos na arte da pena, foi extraordinário na sua intervenção oral. Além de mergulhar na história da imprensa local, relembrando vultos, títulos e fatos também elencou pessoas que foram importantes na sua carreira, muitas das quais já na morada sem volta, assim como parabenizou os jovens talentos que sugiram com a sua imprescindível orientação,  na nobilitante tarefa de escrever e fazer história. Não esqueceu, porém, na pessoa do diretor do Engarrafamento PITÚ, Alexandre Ferrer, de reconhecer no comércio e na indústria local, nessas últimas quinze décadas, à mola propulsora da imprensa, no que diz respeito à construção, ao desenvolvimento e à manutenção de todo esse Patrimônio Material e Imaterial que repousa impávido nos arquivos do nosso Instituto Histórico.

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Após o recebimento da certificação expedida pelo Instituto Histórico, aos que atuaram e ainda atuam na imprensa escrita da Vitória, para marcar à celebração da história do antonense Antão Borges Alves e todos aqueles que atuaram na imprensa local, mais dois oradores – Arijado Carvalho e Cristiano Pilako – se revezaram ao microfone. O professor Pedro Ferrer mandou servir um coquetel, ao mesmo tempo que foi cortada a fita inaugural de uma exposição, contendo as mais variadas publicações da imprensa local.

Durante o evento, aproveitei para gravar pequenos depoimentos de alguns colegas da imprensa, realçando o momento único. Lissandro Nascimento, Arijaldo Carvalho, Marcus Prado, José Edalvo e Ronaldo Sotero, foram os escolhidos. Veja os vídeos:

Fechando o evento comemorativo o presidente do Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, avaliou a festa  como muito positiva. Fez referência ao rico acervo da casa e, em tempo dos jornais online, arriscou um palpite para o futuro do jornal impresso. Veja o vídeo:

“A Câmara deve fazer seu presidente, independente da interferência do Poder Executivo”. Disse o vereador Mano Holanda.

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Em um encontro casual no Pátio da Matriz com o vereador eleito Mano Holanda aproveitei para parabeniza-lo pela expressiva votação, no recente pleito, e também gravei um vídeo onde o mesmo faz um pequeno “balanço” da campanha, da sua votação assim como  na perspectiva da nova gestão do Poder Executivo e da configuração no comando da Casa Diogo de Braga, a partir de janeiro de 2017.

Aproveitou também, o experiente edil, através do Blog do Pilako, para pedir o seu “muito obrigado” e agradecer aos 2.697 eleitores que sufragaram seu nome nas urnas. Oportunamente, em nome do decano da imprensa local, João Álvares, parabenizou toda imprensa vitoriense, pelos seus 150 de atuação. Veja o vídeo:

6ª edição da Feijoada da ABTV comemorará os 20 anos de fundação da entidade.

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Faltando pouco mais de cem dias para a maior festa do Brasil – Carnaval – assim como o mais tradicional folguedo popular da República da Cachaça – Vitória de Santo Antão –  na manhã de ontem (03) aconteceu a primeira reunião dos diretores da ABTV – Associação dos Blocos de Trio da Vitória – com o diretor da marketing do Engarrafamento Pitú, Alexandre Ferrer, visando a efetivação da 6ª Feijoada da ABTV que ocorrerá no dia 28 de janeiro, no Restaurante Gamela de Ouro.

Diferentemente das outras edições, onde a entidade cuidou em homenagear pessoas que se destacaram nas mais diversas áreas do carnaval vitoriense, em 2017,  para reforçar e marcar o aniversário dos 20 anos de fundação da instituição,  a 6ª Feijoada da ABTV irá condecorar todos os membros das diretorias dos últimos vinte anos.

Como sempre, o Engarrafamento Pitú, na pessoa do também carnavalesco e folião Alexandre Ferrer, manteve seu imprescindível apoio logístico e financeiro aos projetos apresentados pela ABTV. Desde já, contudo, para nós da ABTV, o carnaval já começou!!!