Briga de torcidas na Vitória: A REPRODUÇÃO DO MACRO SISTEMA.

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Durante o dia de ontem (17) circulou nas redes sociais, com bastante ênfase, imagens relacionadas ao confronto violento ocorrido nas proximidades do Prédio da Antiga Estação Ferroviária, aqui na nossa Vitória de Santo Antão. Dos dois vídeos que circularam, acabei reproduzindo alguns  momentos, que seguem abaixo:

Muito bem, esses lamentáveis acontecimentos não podem ser mais considerado uma exceção. Praticamente toda semana ocupam as manchetes jornalísticas dos mais diversos meios de comunicação do País. Se levarmos em conta que só são noticiados os casos considerados graves, chegaremos a uma rápida e triste conclusão: A COISA É MUITO PIOR DO QUE IMAGINAMOS.

Não faz muito tempo que da poltrona das nossas residências, através da TV, observávamos estes acontecimentos como uma coisa distante, afinal, esse confronto insano só ocorria lá pelas bandas do Rio de Janeiro e São Paulo. Posteriormente, os torcedores pernambucanos foram se enquadrando nessa modalidade primitiva de demonstrar “amor e paixão” pelo seu time de futebol.

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Abrindo mão do entretenimento proporcionado por uma boa disputa dentro das quatro linhas, o resto –  no que se referem ao futebol profissional –  está vinculado ao “PROCESSO INDUSTRIAL DE ILUSÃO”. A instrumentalização das massas, através do futebol, é algo impressionante, nunca antes visto no mundo. No Brasil, na categoria de “País do Futebol”, com uma população carente de quase tudo, vencer no futebol é o que sobra para o individuo se sentir grande, feliz,  satisfeito e “realizado na vida”.

Voltando a nossa aldeia – Vitória de Santo Antão – podemos dizer, infelizmente,  que começamos a colher, na prática,  os dejetos no que se refere ao futebol como “produto enlatado”,  àquilo que os estudiosos da Escola de Frankfurt, ainda na metade do século passado, deram o nome de  “INDUSTRIA CULTURAL”.

Resumindo: os comandantes do espetáculo engordam seus lucros e o raio de poder. A grande mídia recebe sua parte para não deixar o torcedor (sofredor) sair do “aquário”,  mantendo-o “informado e motivado” constantemente  e a sociedade, naturalmente, fica com a conta mais pesada e com  um pouco daquilo de positivo  que cair da mesa dos cartolas do futebol.

Semana da Consciência Negra: Instituto Histórico e Geográfico da Vitória.

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Dentro das comemorações da Semana da Consciência Negra (5 a 20 de novembro) promovida pelo Instituto Histórico e Geográfico tivemos na noite de ontem, dia 18, uma encantadora solenidade na Câmara dos Vereadores. Os sócios do Instituto Histórico e Geográfico, lá se reuniram, para a outorga do título de cidadão antonense ao padre Clóvis Cabral. O homenageado, natural de Salvador, é professor da UNICAP, membro da Congregação dos Padres Jesuítas. Padre Clóvis fez jus ao título, proposto pelo vereador Antônio Gabriel, graças ao importante trabalho que vem desempenhando à frente do Instituto Histórico e Geográfico no que tange à quebra dos preconceitos raciais dentro da nossa sociedade. Ele foi saudado pela professora Fátima Santos.  Na ocasião, recebeu também o título de cidadão antonense o professor Johnny Retamero Lemos, proposto pelo presidente da Casa Diogo Braga, Amaro Nogueira. Professor Johnny nasceu no estado do Rio de Janeiro e reside, desde criança, em nosso rincão. A biografia do professor Johnny foi lida pelo presidente do Instituto Histórico e Geográfico. A encantadora solenidade contou ainda com a participação da professora Marilene da Paz, doutora Valdenice Raimundo, professora da UNICAP e com a orquestra sinfônica local.

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Diretoria do IHGVSA

EM VITÓRIA: CRONOVISOR – RENATO RUSSO, DE CORPO E ALMA

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Vitória de Santo Antão recebe a maior turnê independente do Brasil: o show-espetáculo“CRONOVISOR – RENATO RUSSO, DE CORPO E ALMA” um estudo psicológico sobre vida e obra do líder da Legião Urbana que virou show e já emocionou fãs em mais de 100 cidades e 5 países.Dia 03 de Dezembro, no teatro Silogeu às 20h. Ingressos antecipados na farmácia Nossa Senhora de Fátima ou pela internet no site:https://www.eventick.com.br/crono25 pelo preço de R$20,00. Leia também no site: www.cronovisor.com.br comentários de quem já assistiu ao emocionante Cronovisor. LIVRE PARA TODAS AS IDADES.

Doce Mel – Edu & Maraial

eduOuça a música Doce Mel, de autoria do compositor Edu Luppa, música que foi consagrada pela banda Calypson.

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Aldenisio Tavares

Palestra sobre o surgimento do nosso Tiro de Guerra.

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Revivendo os tempos de soldado do Tiro de Guerra, hoje (17), por volta das 6h cheguei ao quartel. Antes de tudo, porém, gostaria de dizer que ultrapassar os muros do nosso Tiro de Guerra, localizado no Alto do Reservatório, sempre é uma alegria renovada. No ano de 1986, sob o comando do então subtenente Eudes – hoje Major da reserva – vivi e aprendi muitas coisas boas na já referida  escola cívica.

Pois bem, meu retorno, hoje, na condição de Atirador da reserva, foi para cumprir uma missão pedagógica. Por lá, na sala de instrução, ministrei uma palestra, que durou  pouco mais de uma hora,  cujo tema foi: A HISTÓRIA DO SURGIMENTO DO NOSSO TIRO DE GUERRA. O assunto abordado, evidentemente, encontrou “campo fértil”.

Com o recinto lotado de soldados atentos e ávidos por informações curiosas, fiz questão de traçar um paralelo ligando o Decreto 5464 de 29 de abril de 1907 ao dia 16 de dezembro de 1910 – dia da oficialização da “Sociedade do Tiro de Guerra 3 de Agosto”,  então, sob o numero 113.

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Na ocasião, naturalmente, realcei os locais em que funcionou o nosso Tiro de Guerra, assim como suas atividades, eventos e até suas dificuldades. Fiz questão de evidenciar para os presentes que muitos dos que fizeram parte do inicio da “sociedade do Tiro”, aqui na Vitória, hoje, emprestam seus nomes às ruas e Avenidas da cidade, a exemplo do Capitão Antônio Melo Verçosa e o poeta Henrique de Holanda.

O Tiro de Guerra da Vitória, ao longo desses mais de cem anos de existência, indiscutivelmente, prestou um serviço inestimável a toda sociedade local e ainda, apesar das dificuldades conjunturais nas mais diversas áreas, continua firme na sua missão.

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Ao final da nossa agradável participação também fiz referências à minha passagem pelo Tiro de Guerra, há três décadas,  dizendo aos futuros reservistas que certamente  sentirão muita  saudade dessa vivência única que após atravessarem os portões do Quartel, em função do inevitável desligamento, eles poderiam até sair do Tiro de Guerra, mas que nunca deixassem o Tiro de Guerra saír de dentro  deles.

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O prefeito Eias Lira cochilou em serviço…

Através de um internauta, que pediu para não ser identificado, recebi mais um vídeo mostrando que o Pátio da Matriz, entre outras serventias, é um bom espaço para o pasto de equino. Após oito anos da gestão do Governo de Todos, infelizmente, a população vitorienses continua sendo obrigada a conviver com cenas do século XIX. O prefeito Elias Lira, que já começou limpar suas gavetas na prefeitura, passou oito anos cochilando no que diz respeito à fiscalização e o recolhimento de animais de grande porte nas vias públicas. Veja o vídeo:

EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem e noção básica referente a arte de compor. (PARTE 9)

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Conforme temos observado, logo após o término da introdução do Frevo Canção, o cantor entrará no ( S ), símbolo colocado no início da melodia em uma peça – partitura – musical. Então, o tom principal já sabemos que está em Dó Maior ( C ), porém vamos analisar as armaduras que ficarão colocadas no condutor, onde ficarão as melodias e harmonias. Ao resolver colocar na peça – partitura – musical, seguiram a estética referindo-se ao escrever a primeira sequência. Por exemplo: ao preparar a grade ou condutor musical – peça que fica em frente ao regente – e, distribuir da seguinte forma: Metais, Palhetas e Tubas BB. Vejamos: Metais – Trompetes, Trombones. Palhetas – Sax Altos, Sax Tenores e Requinta. Baixo_ Tuba BB. Conforme estamos observando, o tom está em Dó Maior ( C ), o Tecladista com sua experiência em orquestrar pequenos arranjos,  escreve os arranjos em Dó Maior ( C ), para todos instrumentos na primeira formação no condutor, onde seguindo a estética ficaria assim: primeira Clave de Sol ( G ), Metais, segunda Claves de Sol ( G ), Palhetas, uma Clave de Fá ( F ), para escrever os arranjos para as Tubas BB e Eb.

A Clave de Sol ( G ), será escrita na segunda linha do Pentagrama, e, a Clave de Fá ( F ), na quarta linha do Pentagrama. Observamos que está tudo escrito em Dó Maior ( C ). O Frevo Canção tem: Introdução, Primeira Parte e Segunda Parte. No início da escrita na partitura, após a escrita das Claves, chamamos de armadura, porque é justamente onde escrevemos os acidentes – alterações com sustenidos ou bemóis – para assim haver afinação, por exemplo: após terminado o processo da escrita melódica de todo condutor, escrevemos assim: Trompete, Sax tenor – Clave de Sol ( G ) na segunda linha – está em Dó Maior ( C ) – a Tuba Bb, Clave de Fá ( F ) na quarta linha – está em Dó Maior ( C ), o Trombone descerá um tom e encontramos o tom de Si Bemol Bb, se contarmos do tom do Trompete uma quarta descendente, encontramos o tom do Sax Alto, Sol Maior ( G ), e, a Tuba Eb e a Requinta, porém a Tuba Eb na Clave de Fá ( F ) e a Requinta na Clave de Sol ( G ). Ao descobrirmos esta aplicação, colocamos em prática os intervalos de terceira em cada partitura. Estes intervalos que é a distância de cada nota musical, soará de forma agradável aos ouvidos dos ouvintes, caso contrário, ninguém suportará ouvir a “ orquestra desafinada. “ Como estamos discutindo o Frevo Canção, após escrevermos a primeira estrofe e a segunda, a Introdução com  a escrita na partitura ficaria assim: o símbolo do ( DC ) – Da Capo, do começo – após terminar a Introdução, o ( S ), momento da colocação da voz (Cantor), no final da primeira parte, existirá um sinal Ritornelo, ( Retorno ao S), na segunda parte outro Ritornelo, para retornar ao início da segunda parte. O símbolo ou sinal ( O ), indicará que a música vai fazer a introdução e passar o sinal e finalizar, utilizando a Fermata – sinal que corresponde ao tempo gestual do Maestro no final da regência – e, após o término da melodia da Introdução, onde está escrito a sua última nota, haverá uma pausa de Colcheia indicando o silêncio, pois o Compasso é Binário e, o segundo tempo será preenchido pela Semínima, onde a Fermata estará sobre ela.

João Bosco do Carmo
http://lattes.cnpq.br/8222363703321930
E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

COMBUSTÍVEL DO AMOR

BRENO RAMOS  – A PÉROLA NEGRA DA RÁDIO PERNAMBUCANO – COM 35 ANOS DE COMUNICAÇÃO – trazendo sua coletânea de 18 Sucessos do Rádio 2011 – na voz do cantor vitoriense Jhonata Santos e a música é COMBUSTÍVEL DO AMOR, composição de Aldenisio Tavares.

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Aldenisio Tavares

Apelidos Vitorienses: Val.

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Na coluna Apelidos Vitorienses, hoje, destacaremos o motivo pelo qual o senhor Rosival Antônio de Lima tornou-se mais conhecido na cidade pela alcunha de  Val, que pelo nome o qual foi registrado e batizado.

Contou-nos o senhor Rosival Antônio de Lima que no seio familiar, desde muito pequeno,  seus pais sempre lhe chamou pela terminação do seu nome, ou seja: Val. Ao ingressar nas escolas Atneu Santo Antão e Colégio Municipal 3 de Agosto, Dona Maria Aragão e Doutor Mário Bezerra, professora e diretor respectivamente, juntamente com demais  professores e colegas,  todos lhe chamava por Rosival.

Ainda nos contou o senhor Rosival Antônio de Lima que nas outras  instituições de ensino em que estudou, nas cidades de Palmares, Escada e Recife também continuou sendo chamada pelo nome “original”. Mas, na medida em chegava na sua cidade, Vitória de Santo Antão, seus familiares, colegas e vizinhos do seu bairro de origem, o Cajá, continuaram lhe chamando pelo apelido de VAL.

Hoje, em função dos vários ramos de atividade que atua, no segmento empresarial, o apelido – VAL – recebe outros sobrenomes. Tipo: “Val da Banca”, “Val do Restaurante” e etc. Portanto, o senhor Rosival Antônio de Lima é mais um vitoriense que é mais conhecido pelo apelido de que pelo próprio nome. Veja o vídeo:

Neste caso, como fica a situação do pedestre ?

Se já não bastassem os inúmeros obstáculos que os pedestres são obrigados a vencer, diariamente,  na nossa Vitória de Santo Antão, em função do péssimo estado de conservação e mau uso dos passeios públicos, com construções irregulares, mercadorias de comerciantes, ambulantes e etc, recentemente, registramos que a empresa Vitória Metralha também vem contribuindo para dificultar ainda mais a vida dos transeuntes.

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Há semanas, venho observando que uma caçamba de ferro da referida empresa vem sendo colocada em cima da calçada, em uma obra próxima à Praça 3 de Agosto, mais conhecida como “Praça do Anjo”. Já presenciei várias vezes pessoas sendo obrigadas a caminhar na faixa de rolamento, dividindo o espaço com os veículos. Não ter metralhas e entulhos de construção jogados nas vias, não deixa de ser um avanço, mas ocupar a calçada com esses equipamentos, indiscutivelmente, configura-se em um tremendo abuso.

No contexto atual cobrar alguma atitude da prefeitura, no sentido de fiscalizar e agir contra o reiterado absurdo é algo inócuo. Neste caso vale mais à reclamação das pessoas nas redes sociais, divulgando a imagem, para que a empresa seja forçada a se enquadrar na sempre boa, lúcida  e universal regra do bom senso.

CC Avalovara exibe MENINO 23

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Neste mês de novembro nos aliamos ao Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão (IHGVSA), em parceria com a Federação Pernambucana de Cineclubes (FEPEC) e a Giros Produtora, em prol da promoção de atividades sobre a consciência negra, tradicionalmente relembrada no dia 20 de novembro. A IV Semana da Consciência Negra do IHGVSA, com o tema “Políticas de inclusão: suscitando a discussão sobre racismo, discriminação e preconceito racial na sociedade brasileira”, iniciou-se no dia 05 deste mês e segue até o dia 20, com a exibição do filme Menino 23 (2016) – Direção: Belisario Franca. 

Em tempos conturbados como estes, é muito importante a reflexão sobre o racismo, preconceito e desigualdade social, temas tão antigos, mas infelizmente ainda tão presentes em nosso país. Com o intuito de fomentar este debate, através de um trabalho atual e que dialoga com nosso passado e nosso presente, convidamos todas e todos para participar da sessão e do debate ao final dela.

Sinopse: 

“Em 1998, o historiador Sydney Aguilar ensinava sobre nazismo alemão para uma turma de ensino médio quando uma aluna mencionou que havia centenas de tijolos na fazenda de sua família estampados com a suástica, o símbolo nazista. Esta informação despertou a curiosidade de Sidney e desencadeou sua pesquisa. Pouco a pouco, o filme mostra como o historiador avançou com a sua investigação, revelando que, além de fatos, ele também descobriu vítimas.

Sidney mostrou que empresários ligados ao pensamento eugenista (integralistas e nazistas) removeram 50 meninos órfãos do Rio de Janeiro para Campina do Monte Alegre/SP para dez anos de escravidão e isolamento na Fazenda Santa Albertina de Osvaldo Rocha Miranda.

O trabalho de Sidney vai reconstituir laços estreitos entre as elites brasileiras e crenças nazistas, refletidos em um projeto eugênico implementado no Brasil. Aloísio Silva, um dos sobreviventes, lembra a terrível experiência que escravizou os meninos ao ponto de privá-los do uso de seus nomes, transformando-o no “23”.

Sidney e outros historiadores e especialistas irão delinear os contextos históricos, políticos e sociais do Brasil durante os anos 20 e 30, explicando como um caldeirão étnico como o Brasil absorveu e aceitou as teorias de eugenia e pureza racial, a ponto de incluí-los em sua Constituição de 1934.

A investigação culmina com a descoberta de Argemiro, outro sobrevivente do projeto nazista da Cruzeiro do Sul. Sua trajetória reforça ainda mais como os conceitos de “supremacia branca” e as tentativas de “branqueamento da população” marcaram nossa sociedade deixando sequelas devastadoras até os dias de hoje. Sendo o racismo e – mais ainda – a negação do mesmo, as mais permanentes.”

Contamos com a divulgação e presença de todos e todas!

SERVIÇO:

Cineclube Avalovara + IHGVSA apresentam: Menino 23

Classificação indicativa: 12 anos

Data e hora: 20/11/2016 (dom) às 17h

Local: Silogeu do IHGVSA

Entrada Franca

Convite

O Instituto Histórico e Geográfico tem motivos de sobra para festejar.

No dia 3 de dezembro reunirá seus amigos e sócios para comemorarem:

– aniversário de fundação;

– tomada de posse da diretoria recém eleita;

– lançamento da revista comemorativa aos 65 anos de sua fundação.

Com tantos motivos a festejar, a festa só poderia acontecer em um ambiente lindo e atraente. 

Portanto, meus amigos, no dia 3 de dezembro, às 19 horas, espero por todos na Pizzaria Grill, próxima ao Silogeu professor José Aragão.

Será uma maravilhosa festa. A adesão custa R$ 35,00 por pessoa e dá direito às iguarias, sucos, refrigerantes e água.

Participe e divulgue.

Atenciosamente,

Diretoria

O jornalista Inaldo Sampaio falou de uma Vitória de Santo Antão que não conheço.

Hoje pela manhã, como faço costumeiramente, li a coluna diária do conceituado jornalista Inaldo Sampaio. Ele, na qualidade de experiente observador da cena política nacional, sobretudo do nosso estado, produz boas reflexões e comentários pertinentes ao dinâmico “mundo da política”.

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Pois bem, é sobre o comentário, abaixo, escrito por ele, hoje (14), que  farei algumas observações. Disse a nota:

“Torcida – Comerciantes e empresários de Vitória de Santo Antão estão torcendo para que o prefeito eleito Aglailson Júnior (PSB) escolha um secretariado “técnico” como fez o atual Elias Lira (PSD)”

Sinceramente, na qualidade de antonense e observador da cena política da terra de João Cleofas de Oliveira, não sei quem foi que repassou essa informação para o companheiro blogueiro Inaldo Sampaio, pois, se houve algo que o Prefeito Elis Lira, ao longo dos últimos oito anos,  não conseguiu fazer, foi montar um secretariado “técnico”.

Não custa nada lembrar – e o amigo Inaldo é sabedor  disso – que o então deputado  Elias Lira chegou à vitória nas urnas, em 2008, em virtude de muitas variáveis, dentre elas e talvez a determinante, foi um “consórcio” eleitoral celebrado com também deputado Henrique Queiroz.

Fica difícil de imaginar, em ato continuo, que duas raposas políticas felpudas,  dessa natureza, juntas, e com herdeiros políticos na “panela de pressão”, tivessem interesse de promover um governo, eminentemente,  técnico.

De resto, apenas para ilustrar o que digo e não me alongar muito, nas duas pastas mais importantes de qualquer administração pública – Saúde e  Educação  – o prefeito Elas Lira foi buscar duas co-pilotas no seio da família, ou seja: duas sobrinhas para comandar, aliás, com incapacidade gerencial comprovada, pois são nessas duas áreas, ao término do seu governo, que se encontram as maiores dificuldades. Dentre elas: desabastecimento de produtos, obras inacabadas, falta de pagamentos, movimentos grevistas… para ficar só nesses maus exemplos.

Para concluir essas pequenas observações, na nossa cidade,  é moenda corrente, inclusive no próprio grupo político do prefeito, que Elias e seu filho Joaquim, contrataram três irmãos para executar as tarefas internas  da maioria das pastas, causando assim , um grande cosntrangimento no secretariado. Portanto, amigo Inaldo devo lhe dizer que seus “informantes” da Vitória de Santo Antão, estão lhe passando noticias desalinhadas com a  realidade.

Um passeio com o Helder da Pitú.

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Acompanhando o amigo Helder Nery, domingo (13) pela manhã, juntamente com nosso amigo em comum, Severino Roberto, estive fazendo uma espécie de “city tour” nas vizinhas cidades de Bezerros e Gravatá. Nessas localidades, cujas terras já pertenceram ao nosso município, pude observar que o comunicativo Helder Nery ganha outro sobrenome.

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Por lá, na qualidade de “ponte” entre os bares e restaurantes com a empresa que mais representa nossa terra, o articulado Helder é conhecido por todos como Helder da Pitú. Com livre trânsito e bastante prestigiado pelos proprietários dos estabelecimentos, posso dizer, sem sombra de dúvida,  que circular com o amigo Helder é UM PASSEIO BARRIGA CHEIA.

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Em Terra Preta, poste pode desabar a qualquer momento.

Se já não bastasse a quantidade de buraco, esgoto correndo a céu aberto, poeira e escassez de calçadas, a via que nos leva à Terra Preta, próxima ao bairro da Ficam, tem um poste quebrado que está perigando desabar a qualquer momento.

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Portanto, aos que por ali circulam, principalmente  os muitos alunos do Instituto federal, a atenção devem ser redobrada. Se o pedaço do poste, que está pendurado apenas por um arame cair em alguém, com toda certeza, a vaca vai pro brejo.

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