Weverton Silva – O GAROTO SENSUAL.

Registramos na tarde do sábado (18), no Restaurante Varanda do Tadeu, o artista vitoriense Weverton Silva se apresentando. “O Garoto Sensual” – como ele se apresenta – vem investido na sua carreira e se utilizando dos vários canais de comunicação para apresentar o seu trabalho. Aliás, hoje, 20 de março, aproveitamos para enviar um caloroso “PARABÉNS PRA VOCÊ”, na direção do jovem talentoso Weverton Silva em função de mais passagem natalícia. Veja o vídeo:

Apelidos Vitorienses – COCOTA.

Hoje destacaremos na nossa coluna Apelidos Vitorienses, o motivo pelo qual o senhor Edvaldo João de Almeida é mais conhecido em toda cidade por COCOTA do que pelo próprio nome. Aliás, não custa nada lembrar que o termo “cocota”, no final da década de 70 e inicio de 80,  foi um nome dado para uma dança, que virou moda entre os jovens da época.

Pois bem, foi dentro desse contexto que o senhor Edvaldo João de Almeida foi apelidado por COCOTA, pela turma de jovens do qual fazia parte, juntamente com Manga Rosa e Bolinha. À época, contou-nos o senhor Edvaldo, “a turma se encontrava nas praças para tomar umas e outras e dançar, ao som do ritmo que era moda”.

Disse-nos também o senhor Edvaldo João de Almeida que ele gostava de participar, junto com a turma, das farras nos bares conhecidos da cidade: “Bar do Gilvan”, Restaurante “O Chalé”, Pitú-Lanches e etc. Já no inicio dos anos 80, falou o senhor Edvaldo, os “embalos e danças” também ocorriam nas discotecas dos Clubes Abanadores “O Leão” e Vassouras “O Camelo”, onde também se dançava a chamada “cocota”.

O ritmo saiu de moda, passaram-se décadas, mas o apelido do nosso amigo Edvaldo João de Almeida ganhou força e, atualmente, poucas pessoas na nossa cidade lhe conhece pelo seu nome de batismo. Sendo assim, catalogamos o Cocota, como um vitoriense que também é mais conhecido pelo apelido do que o próprio nome. Veja o vídeo:

Três ano da Lava Jato: se já temos o que comemorar, muito ainda falta para melhorar!!

Hoje, 17 de março de 2017, completam três anos de Operação Lava Jato. Para um país como o nosso – pobre de justiça e rico de impunidade – deve-se comemorar.  Ao passo que a corrupção é sistêmica, como bem apontou vários pareceres jurídicos, qualquer ação no sentido contrário (ao sistema) é bem vinda e sempre deverá ser observada como frutífera.

Como saldo positivo, nesses quase mil e cem dias de intensa atividade – do mal contra o bem – já é possível colher-se dividendos. Credor desse ativo restaurador, em todos os sentidos, por assim dizer, está o povo brasileiro que além de conseguir ser olhado com um pouco mais de respeito, enquanto nação, começa receber, concretamente, parte dos bilhões surrupiados pelos caras que pertencem ao andar de cima da pirâmide financeira e que, em tese, não estariam precisando dessa grana, para resolverem suas vidas.

Num sistema capitalista complexo, onde o poder político – Legislativo, Executivo e Judiciário – em muitos dos casos, trabalham como verdadeiros prestadores de serviços ao capital, sobretudo em nosso países, cuja população vive entretida, a semana inteira,  com futebol, novela e big-brother quebrar a regra histórica – no nosso caso desde à sua invasão, em 1500 –  é algo quase intransponível, principalmente, quando os meios de comunicação de massa também estão participando, em larga escala, do “banquete”.

Nesse turbilhão de interesses, nessa verdadeira rede de promiscuidade política\ financeira\eclesiástica, resta-nos, observadores e atores desse grande palco chamado Brasil, em particular,  Operação Lava Jato, contudo, repudiar os que ideologicamente assumi o papel de vitima e tenta desqualificar o trabalho do recorte de justiça saneadora, representado, neste caso, pelo Juiz Sergio Moro.

Se às 38 fases da operação, se às 89 condenações, se os 10 bilhões recuperados e se os 1.362 anos de condenações lhes parecem muito, para o Brasil que éramos acostumados a enxergar, digo-lhes: são inexpressivos, diante do novelo de corrupção que ainda falta ser passado a limpo, em todas as esferas do Poder Público Brasileiro.

Proprietário da Loja Fantasy, Maderlon Lupercínio, se surpreendeu com a força do carnaval vitoriense.


A origem do uso das fantasias no nosso período momesco vem de longe. Na Grécia, em Roma e no Egito Antigo, as máscaras eram usadas como o “esconderijo” perfeito, para se usufruir da luxúria e dos pecados da carne, sem contrariar as regras do Clero. Já na cidade de Veneza, Itália, em outros tempos, os mais ricos, para participar das festividades em contato com os mais pobres, onde as festas eram consideradas mais animadas, se utilizava das fantasias para cobrir o rosto e cair na gandaia, sem risco de “arranhar” sua reputação. No nosso Brasil – País do carnaval –  o costume deu os primeiros passos no século 19, no Rio de Janeiro, e evoluiu com o passar do tempo, para os focos, onde a festa ganhou contornos próprios.

Pois bem, recentemente, pós-carnaval, conversei com o amigo Maderlon Lupercínio, empresário do ramo de fantasias, há mais de uma década, e que investiu numa loja temática, aqui na cidade.

Sobre o resultado do seu investimento, disse-me ele: “Pilako, eu sou do ramo há tempo, meu foco sempre foi vender em grosso, no Recife e região metropolitana e até para outros estados, mas lhe digo uma coisa: a força do carnaval de Vitória me surpreendeu !! O que produzimos, vendemos. Adereço de cabeça, por exemplo, antes do desfile da Saudade, eu já estava com meu estoque zerado”.

Disse-me ele também que ao contemplar o desfile da Agremiação Carnavalesca ETESÃO, sentiu-se na plateia de um desfile das suas peças, isso porque haviam muitas fantasias,  por ele produzida. Contou-me, inclusive, que seus produtos enfeitaram muitos bailes carnavalescos, aqui e na capital.

Outra coisa que lhe surpreendeu, confidenciou-me, foi a grande demanda de fantasias direcionadas ao público infantil. “Aqui, os pais passam logo cedo a cultura carnavalesca, impressionante!!”. Concluiu Maderlon.

Não obstante a empresa – Fantasy –  produzir também peças para quadrilhas juninas, festas temáticas, bailes de formatura e etc,  o ano todo, para o carnaval 2018, garantiu Maderlon: “estaremos com uma presença mais forte nas festas momescas vitorienses”.

CINECLUBE AVALOVARA: O Sonho de Wadjda

Eis que anunciamos a vocês a primeira sessão do Cineclube Avalovara em 2017! Após uma pausa necessária para respirarmos e organizarmos as ideias, e às vésperas de nosso aniversário de 4 anos (4 anos!!!), exibiremos no próximo dia 19/03 “O Sonho de Wadjda” (Haifaa al-Mansour, 2012) — primeiro longa-metragem dirigido por uma mulher na Arábia Saudita, um país que (entre tantas outras restrições) só em 2015 permitiu que as mulheres pudessem votar.

É proposital a escolha do filme neste mês dedicado à luta das mulheres no mundo todo pela liberdade e equidade de gênero, dispensando o famoso “feliz dia/mês das mulheres” por gritos de resistência. “O Sonho de Wadjda”, embora desenvolvido de maneira simples, torna-se refinado e fascinante pela abordagem cheia de sensibilidade de Haifaa al-Mansour. O filme é inspirador, um convite à reflexão e ao abraço necessário para continuarmos resistindo.

Está dada a largada para a nossa viagem pelo mundo neste ano em que adotamos uma linha curatorial voltada para produções internacionais de diretoras, diretores e temas diversos, que revelam um pouco mais sobre outros cinemas admirados pela equipe. Vamos juntos? Convide mais um!

O Cineclube Avalovara tem apoio do Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão (IHGVSA) e da Federação Pernambucana de Cineclubes (Fepec).

SINOPSE
Wadjda tem dez anos de idade, e mora na Arábia Saudita. É uma garota teimosa e cheia de vida. Um dia, após uma disputa com o amigo Abdullah, ela vê uma bela bicicleta verde à venda. Wadjda gostaria de comprar a bicicleta, para superar o colega em uma corrida, mas a conservadora sociedade saudita não permite que garotas subam em bicicleta.

SERVIÇO
Cineclube Avalovara apresenta “O Sonho de Wadjda”
Classificação indicativa: Livre
Data e hora: 19/03/2017 (dom), às 17h
Local: Silogeu do IHGVSA
Entrada Franca

Link para o evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/1883369655232914/

Atenção COMPESA: o mesmo problema, no mesmo local!

O problema é recorrente. Tempos atrás postamos matéria falando dessa mesma situação, aliás até um protesto – com queima de pneu – foi realizado na localidade, para chamar a atenção da COMPESA, pela falta de iniciativa, naquela ocasião.

Agora, desde o inicio da semana, os transeuntes que circulam pelo entorno da Praça da Restauração, Colégio 3 de Agosto, Antiga Estação Ferroviária e Praça Leão Coroado estão sendo obrigados  a colocar, literalmente, o pé na água com bosta.

Portanto, mais vez: ATENÇÃO COMPESA!!! O problema existe, é recorrente e está esperando uma solução,  desde o inicio da semana…

Doutor Joacir de Medeiros vai começar escrever para o Blog do Pilako.


Ontem (14) tomei a seguinte decisão: hoje vou ao consultório do doutor Joacir de Medeiros. Aliás, há muito venho postergando essa visita, apesar de saber que estava necessitado, em função da flagrante dificuldade de visualizar as letrinhas miúdas, mesmo com os óculos e tudo. Lá, fui informado que minha última consulta havia sido no ano de 2012.

Coincidência danada: por volta 16h, ao me deslocar da maneira mais primitiva da locomoção humana, encontrei o Doutor Joacir, saindo do Restaurante Boteco do Camarão,  fazendo a mesma coisa, com destino ao seu bem equipado consultório.

Eu – amigo Doutor Joacir, estou indo ao seu consultório. Ele – brincadeira!! Eu – sim, acabei de falar ao telefone com uma das suas auxiliares, Jocilene, se não me falha a memória. Ele – rapaz, que coisa boa, então vamos juntos…… E saímos papeando até o seu consultório.

Conversar com o amigo doutor – Joacir – é sempre uma alegria. Além de ser um profissional competente, preparado, zeloso e atualizado, é um camarada portador de uma cultural geral invejável. De tudo ele sabe um pouquinho – das novidades da nanotecnologia ao melhor ingrediente para fazer reboco, em casa de praia.

Pois bem, após os procedimentos técnicos de praxe, exames, colírios, perguntas e etc, refiz o convite, para que ele começasse escrever para o nosso jornal eletrônico, intitulado Blog do Pilako, regularmente, sobre sua área de atuação afinal,  sua participação, na qualidade de colunista, além de enriquecer nosso conteúdo, não deixa de ser, indiscutivelmente, uma boa PRESTAÇÃO DE SERVIÇO À COMUNIDADE.

Ele, naturalmente, agradeceu o convite dizendo: “você já me ofertou outras vezes e eu acabei não me utilizando desse espaço privilegiado. As atividades do dia dia, acaba não permitindo que façamos coisas boas,  como essa, por exemplo. Mas, agora,  vou me comprometer e, daqui pra frente, pelo menos dois artigos por mês, eu lhe envio, pode esperar”.

Desde já, portanto, anuncio que o amigo Doutor Joacir de Medeiros nos brindará com seus artigos. Aliás, deixei-o bem à vontade para escrever sobre o que “lhe der na telha”. Aproveito também para agradecê-lo pela atenção e deferência que sempre dispensa a minha pessoa, desde os tempos em que cavalgávamos juntos, nas noites vitorienses.

EDUCAÇÃO MUSICAL – Abordagem referente a atuação do Regente diante da orquestra.

Ao pararmos para analisar em um concerto, onde os espectadores estão reunidos prestando bastante atenção as execuções musicais, e, como também, os gestos aplicados pela figura do Regente, se olharmos para aqueles movimentos gestuais, podem parecer que não significam nada, não tem nenhuma importância, ou, valor algum, mas é onde está o segredo de toda temática referente aos naipes instrumentais. Quando um Regente sai de sua residência para ensaiar ou, apresentar-se com  sua orquestra em um concerto, todo trabalho realizado, no que diz respeito,  a preparação dos arranjos, das partituras escritas por outros compositores, as adaptações em diversos gêneros e estilos musicais, as correções em peças que precisam de um aproveitamento melhor, as escolhas das músicas, análises e verificações com os copistas da orquestra, a organização do arquivo com o arquivista, o cuidado das vozes instrumentais para no momento da apresentação não faltar alguma peça musical e na execução ocorrer uma desarmonia em razão da falta de uma das peças, por exemplo: primeiro Trombone, segundo Trombone, Trombone Baixo, observamos que está faltando o terceiro Trombone.

Se por acaso, isso ocorrer em um ensaio, tudo bem, é possível providenciar escreve-la para o próximo ensaio, no entanto, se acontecer no momento da apresentação e, a música executada para o naipe dos Trombones existirem um fraseado, onde o primeiro Trombone pergunta ao segundo e, o segundo ao terceiro e,  o terceiro ao Trombone Baixo, não vai ser possível, pois ocorrerá um espaço vazio e, tanto os espectadores, quanto os próprios músicos, não entenderão nada neste momento da execução musical. Onde poderá ocorrer um desequilíbrio entre os músicos, será uma confusão total, pois o impacto é abrangente de modo geral, no que diz respeito, ao processo melódico, harmônico e rítmico. Podemos dizer, que o Regente ao sair da sua residência para apresentar-se, já está regendo sua orquestra, pois o concerto é o produto final de meses de ensaios exaustivos. Apesar de todos procedimentos que foram apresentados, está escondido através de cada gesto, a preservação sentimental dos compositores que escreveram as peças musicais, a época, a consideração por todo trabalho apresentado em cada compasso da peça musical, e, o compromisso com as obras musicais. Os gestos de cada Regente, traz  consigo uma bagagem musical, sentimental e histórica.

20160704_203649

João Bosco do Carmo

http://lattes.cnpq.br/8222363703321930

E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Internauta Cícero Moraes comenta na Coluna O Tempo Voa

Comentário postado na coluna “O Tempo Voa: Semana da Pátria (1977)“.

Que Felicidade! Na foto, meu Pai (Joaé Xavier de Moraes), falecido em 1984 aqui no Recife. Ele ficou Juiz em Vitória de Santo Antão até 1981. Morávamos na Av. Silva Jardim, próximo à Residência da Professora Severina Moura, à Residência do Tabelião Antonio Soares, salvo engano, defronte ao Sr. Josivan.
Estudei no Colégio Nossa Senhora das Graças, lembro-me de Madre Tarcísia e de Irmã Anunciação.
Esta foto me trouxe boas recordações de meu Pai e de minha infância.

Cícero Moraes

CINECLUBE AVALOVARA: O Sonho de Wadjda

Eis que anunciamos a vocês a primeira sessão do Cineclube Avalovara em 2017! Após uma pausa necessária para respirarmos e organizarmos as ideias, e às vésperas de nosso aniversário de 4 anos (4 anos!!!), exibiremos no próximo dia 19/03 “O Sonho de Wadjda” (Haifaa al-Mansour, 2012) — primeiro longa-metragem dirigido por uma mulher na Arábia Saudita, um país que (entre tantas outras restrições) só em 2015 permitiu que as mulheres pudessem votar.

É proposital a escolha do filme neste mês dedicado à luta das mulheres no mundo todo pela liberdade e equidade de gênero, dispensando o famoso “feliz dia/mês das mulheres” por gritos de resistência. “O Sonho de Wadjda”, embora desenvolvido de maneira simples, torna-se refinado e fascinante pela abordagem cheia de sensibilidade de Haifaa al-Mansour. O filme é inspirador, um convite à reflexão e ao abraço necessário para continuarmos resistindo.

Está dada a largada para a nossa viagem pelo mundo neste ano em que adotamos uma linha curatorial voltada para produções internacionais de diretoras, diretores e temas diversos, que revelam um pouco mais sobre outros cinemas admirados pela equipe. Vamos juntos? Convide mais um!

O Cineclube Avalovara tem apoio do Museu do Instituto Histórico e Geográfico de Vitória de Santo Antão (IHGVSA) e da Federação Pernambucana de Cineclubes (Fepec).

SINOPSE
Wadjda tem dez anos de idade, e mora na Arábia Saudita. É uma garota teimosa e cheia de vida. Um dia, após uma disputa com o amigo Abdullah, ela vê uma bela bicicleta verde à venda. Wadjda gostaria de comprar a bicicleta, para superar o colega em uma corrida, mas a conservadora sociedade saudita não permite que garotas subam em bicicleta.

SERVIÇO
Cineclube Avalovara apresenta “O Sonho de Wadjda”
Classificação indicativa: Livre
Data e hora: 19/03/2017 (dom), às 17h
Local: Silogeu do IHGVSA
Entrada Franca

Link para o evento no Facebook:
https://www.facebook.com/events/1883369655232914/

Missão Cultural do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano visita nossa cidade.

O Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, sob a batuta do seu presidente, Pedro Humberto Ferrer de Moraes,  face à passagem das comemorações do Bicentenário dos movimentos revolucionário de 1817, ocorridos em solo pernambucano, recebeu no sábado (11) a missão cultural do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano – entidade estadual do gênero mais antiga do Brasil, fundada em 1862.

Formada por historiadores, professores, médicos, profissionais liberais e etc, a comitiva teve como primeira parada o nosso Monte das Tabocas. Ainda dentro do ônibus,  os visitantes foram recebidos pelo professor Pedro Ferrer que lamentou e, ao mesmo tempo, desculpou-se pelo estado de abandono em que se encontra o nosso Sitio Histórico. Veja o vídeo:

Boa parte dos visitantes, na qualidade de estudiosos e pesquisadores, já conheciam a nossa circunscrição territorial  mais importante, visto que foi aqui – Vitória – que nasceu o sentimento nativista do povo  brasileiro.

O segundo local de visitação foi justamente o Museu do Engarrafamento Pitú,  que fica localizado ao lado da própria fábrica. Lá, além de conhecer a trajetória do empreendimento financeiro de maior sucesso da cidade, em vídeo, o pessoal teve a oportunidade de brindar o encontro.

O terceiro “passo” da programação e ponto alto da visita, por assim dizer, foi a manifestação cívica, realizada na Praça Leão Coroado, símbolo maior  da Revolução de 1817, em nossa cidade. Vale salientar que o logradouro público – Praça Leão Coroado – foi construído pelo então prefeito Eurico do Nascimento Valois, em 1917, para marcar as comemorações do Centenário desse  evento, hoje, comemorado como Bicentenário da Revolução Pernambucana.

Na ocasião, representando o nosso Instituto Histórico, fez uso da palavra, oficialmente, a professora Fátima e esse blogueiro que escreve – Cristiano Pilako. Fechando o ato solene, depositou-se  flores ao monumento, em memória aos heróis pernambucanos e  todos cantaram o HINO DE PERNAMBUCO. Veja o vídeo:

A quarta e última parada “oficial” foi na Casa do Imperador – Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. Além do rico acervo do nosso museu os visitantes também tiveram a oportunidade de apreciar a exposição José Marques de Senna: O CARNAVALESCO.

Ao final da jornada cívica cultural, por volta das 13h30, os participantes reuniram-se na Praça de Alimentação do Vitória Park Shopping para o almoço. É oportuno destacar à relevância do acontecimento no contexto do intercâmbio, produzido pelo nosso Instituto Histórico.

Nossa cidade, Vitória de Santo Antão, é órfão de programas e ações governamentais que promova nossa cidade e, sobretudo, sua rica história, com relevância para o nosso estado, para o Brasil e para o Mundo. O chamado turismo cultural é uma espécie de produto sem data de validade, aliás, diga-se passagem: quanto mais antigo,  melhor e mais valioso. Portanto, fica aqui registrado esse importante momento vivenciado na nossa polis, por aqueles que sabem e valorizam a história do nosso município.

Na comemoração do seu aniversário, Dona Margarida mostrou que está afinadíssima!!

São poucas as pessoas que conseguem celebrar sete décadas de vida em grande estilo: em comunhão com Deus, ao lado dos familiares, em sintonia com os  amigos mais próximos e fazendo o que mais  gosta, ou seja: CANTAR. Aliás, diz o ditado: “quem canta, seus males espanta”.

Dona Margarida, esposa do Heleno da Jaca e mãe de Edu, Mesinho e Junior, é uma pessoa iluminada. Portadora de uma simpatia ímpar, comunicativa e equilibrada em todos os sentidos, merece toda nossa admiração e atenção.

Na noite do sábado (11), a família “Rodrigues de Lima”  reuniu as pessoas mais próximas para comemorar os 70 anos, bem vividos,  da matriarca. Na missa, conduzida pelo Monsenhor Mauricio Diniz, destacou-se a ligação da história de vida de Dona Margarida com Igreja Matriz de Santo Antão. Veja O vídeo:

No lado festivo da celebração, Dona Margarida, como sempre, encantou a todos se utilizando dos seu lado artístico. Interpretou canções para todos os gostos, mostrando assim,  que além de ser uma mulher prendada, nas mais diversas atividades da vida, é uma ESTRELA ILUMINADA. Veja os vídeos:

Portanto, na qualidade de amigo da família e admirador de Dona Margarida – Dida, para os mais próximos – fiquei feliz em participar desse evento. Parabéns Dona Margarida e que Deus lhe conceda, pelo menos, mais 70 anos de vida !!!!

Comercio ambulante e carros de mãos: COM A BAGUNÇA, TODOS SAEM PERDENDO !!!

Não obstante a prefeitura, junto com a CELPE, haver promovido corretamente as ligações elétricas das barracas instaladas na Praça Duque de Caxias, Diogo de Braga e Dom Luiz de Brito, ou seja: dentro do que determina as normas de segurança, com aterramento e cabo energizado chegando por cima, um avanço para  nossa cidade – nesse segmento – podemos dizer que o comércio ambulante do nosso carnaval ainda tem muito que avançar.

O descontrole e a falta de organização nessa área, por parte da prefeitura, parece algo insanável. Mudou a administração, mudou os atores envolvidos, mas parece que a regra usada  para o segmento foi a mesma, ou seja: NÃO TER REGRA.

Não teve TAC, não teve ABTV, não teve ACTV, não teve Polícia, não teve Guarda Municipal, não teve secretário, não teve prefeitoNão teve nada! Nada, Absolutamente nada que pudesse organizar esse segmento, no carnaval 2017, na nossa cidade. Como disse a Doutrora Promotora de Justiça, Joana Cavalcanti, por ocasião da reunião referente à confecção do Termo de Ajustamento de Conduta: “uma coisa é escrever aqui no papel, outra coisa é ação existir na prática”.

Quando uma coisa não funciona, de maneira sistemática, alguma coisa tá errada na sua formatação. No seu conceito. Isso é lógico. Não precisa ser nenhum gênio para saber disso.

Pois bem, já disse várias vezes e em diversas ocasiões que só teremos êxito nessa questão – comercio ambulante  no carnaval – quando mudarmos a maneira de fazer. O comercio ambulante desordenado e os carros de mãos sem controle – machucando a canela das pessoas, quer estejam brincado ou não –  é um desafio  que deverá ser enfrentado por todos que promovem, trabalham e brincam carnaval na Vitória de Santo Antão.  Aliás, em conversa informal,  relatei o problema e o caminho para  solução,  ao novo secretário de Cultura, Turismo e Esporte, Marcos Rocha.

Na minha modesta opinião, até porque não sou dono da verdade, o  trabalho deve ser realizado da seguinte forma:

1º – um cadastro sério dos que trabalham com comércio ambulante no período carnavalesco.

2ª – proibir carro de mão, carroça e etc, comercializando (circulando) qualquer mercadoria,  no percurso oficial do carnaval – É PROIBIR MESMO!!!!!

3º – organizar pontos fixos, tantos quantos  sejam necessários,  para contemplar todos cadastrados, POR SORTEIO, sem politicagem e sem discriminação ou favorecimento a quem quer que seja.

4ª – padronizar os pontos:  toldo, caixa térmica, iluminação,  fardamento e etc.

5ª – padronizar os produtos (patrocinador), os preços e ter apenas um fornecedor para  abastecer todos os pontos fixos, inclusive com o gelo,  logo pela manhã, antes dos desfiles dos blocos acontecerem – nesse caso, os barraqueiros não precisariam  fazer investimento. Eles entram apenas com trabalho. Essa é a forma de ampliar a oportunidade para os que mais necessitam e não tem condições de fazer qualquer investimento. Precisa-se quebrar o monopólio dos “empresários  carroceiros”,  que exploram o trabalho daqueles que não tem dinheiro para investir, aumentando a proliferando e quantidade de carros de mãos  dos “franqueado”.

6ª – as vendas poderão ser realizadas nos pontos fixos ou  itinerante,  com  um isopor no ombro– como é realizado nos estádios de futebol e grandes eventos, tais como:  carnaval de Recife, São João de Caruaru, shows de rock e etc.

Essas, contudo, seriam as regras básicas. Dessa forma, além de combater a invasão dos ambulantes das cidades circunvizinhas, criar-se-ia  um canal direto com os grandes fornecedores, promovendo assim o ambiente desejado para os patrocinadores em potencial  do carnaval investirem na nossa cidade – Cervejaria – Pitú – Uísque, Coca-Cola, energético  e etc.

Sem organização e sem saber o quanto, efetivamente,  se vai vender, ninguém quer investir e, ao final, com a bagunça generalizada,  como vem acontecendo, todos acabam vendendo, por intermédio dos atravessadores – supermercado e depósito de bebidas – e lucrando sem investir nada. A bagunça favorece o NÃO INVESTIMENTO DAS EMPRESAS QUE TEM INTERESSE DIRETO NO EVENTO.

Tudo isso é uma questão de planejamento e sequência de trabalho. Nos anos seguintes as empresas que, por acaso,  ficaram de fora, chegarão com propostas para desbancar a que ficou no ano anterior. Isso acontece, constantemente, nos grandes eventos. Com organização, o carnaval da Vitória passaria a ser um mercado consumidor  cobiçado pela as grandes empresas. É uma equação simples, mas que precisa de planejamento, seriedade, e muito trabalho, com efetividade, sem politicagem e sem interferências menores.

Quando as coisas são levadas a sério, tudo funciona. O carnaval da Vitória, além de toda sua história e simbologia, também precisa ser tratado como um espaço para negócios, que oportunize, para os  que querem trabalhar, ganhar seu dinheiro, e para os que podem e querem brincar, conforto, segurança e alegria. É assim que acontece nas cidades que trata os seus eventos com profissionalismo. Tudo isso, sem fuxico, sem fofocas, sem  “besterol” de política.

Já com relação aos chamados “Paredões de Som”, no percurso do carnaval, apesar de haver um Decreto Municipal regulamentando a ação indiscriminada, podemos dizer que avançamos, mas não resolvemos. Aqui e acolá, os “senhores” donos dos paredões tiraram suas “ondinhas”. A Polícia, esse ano,  visivelmente deficitária, na teve “perna” para fazer valer sua autoridade. No  TAC – Termo de Ajustamento de Conduta – lhe cabia à repressão. Mas, em relação aos carnavais passados, houve uma melhora significativa, sem sombre de dúvida !!!

Com essa matéria, no entanto, encerro minhas observações acerca do carnaval vitoriense 2017. Espero ter contribuído, com opiniões, críticas e sugestões. Para o novo  prefeito, Aglailson Junior, a justificativa para não produzir mudanças, há muitas necessárias, se socorrendo da crise, do pouco tempo e das condições que recebeu a prefeitura, não lhe se socorrerá, nas próximas edições da nossa festa maior que se chama: CARNAVAL SECULAR DA VITÓRIA.

 

Carnaval 2017: Ornamentação, Banheiros Químicos e Iluminação precisam de mais investimento.


Levando em consideração o curto prazo de tempo, da posse dos novos gestores municipais aos festejos momescos, assim como o volume de demandas, em praticamente todas as áreas, podemos dizer que a ornamentação do carnaval, esse ano, ficou razoavelmente satisfatória, além, claro, de haver sido aplicada com um pouco mais de antecedência. Evidentemente, pela tradição e dimensão do nosso carnaval, para os próximos anos, deverá o prefeito Aglailson Junior investir mais,  e  logo nos primeiros dias de janeiro\2018 – carnaval, ano que vem,  será no dia 10 de fevereiro de 2018,  pois, é o clima carnavalesco antecipado que impulsiona à folia, os foliões indecisos, assim como atrai pessoas das cidades circunvizinhas que por aqui circulam, antes do calendário oficial do Rei Momo.

Já com relação à iluminação pública, no corredor da oficial do carnaval, apesar da troca das lâmpadas dos postes, podemos dizer que ficou deficitária. Mas, ao mesmo tempo, anotamos a melhora substancial, em relação ao ano passado. Isso não quer dizer, porém, que ficou bom. Não tem lógica, achar que a iluminação comum –  do dia dia – deverá  satisfazer à necessidade de um evento carnavalesco com a pujança do nosso. Iluminação adequada é determinante à violência e enriquece qualquer festa!!! Isso é fato.

Outro ponto falho,  e que visivelmente faltou investimento, foi nos chamados “Banheiros Químicos”. A quantidade não foi compatível com a demanda. O problema, devemos sublinhar, ainda não ficou maior, devido ao não comparecimento do público, na proporção esperada, em função da onda de violência, alardeada em todo estado de Pernambuco e que também repercutiu no nosso município.

Todas essas falhas e erros são atenuados – não justificados –  tendo em vista,  que a gestão municipal acabara de assumir (60 dias) o governo, publicamente, marcado por uma mudança de gestão onde as dificuldades financeiras foram reais, em várias áreas da administração. Não cabendo, portanto, essas mesmas justificativas para o carnaval 2018.

A função do bom gestor, entre outras, é antever situações e dificuldades e se preparar para as “vacas magras e gordas”. Portanto cabe, agora, ao prefeito Aglailson Junior,  inserir no  orçamento da prefeitura – com uma poupança mensal –  recursos suficiente para a boa  promoção do carnaval vitoriense,  em 2018,  sem rateios e sem colocar a culpa na crise financeira. Daqui pra lá, terá ele obrigação de administrar tudo isso. Se observar que não  vai haver dinheiro suficiente, corta os cargos comissionados, diminuiu salário dos secretários, do vice e do próprio, assim como deve fechar as torneiras do desperdício. No serviço publico, para  ter-se  sucesso, deve-se administrar como se o dinheiro fosse da própria pessoa, sem ser bonzinho com o “chapéu alheio”. O carnaval da Vitória é nossa festa maior e mais tradicional, cabendo, portanto, todo esforço do Poder Publico Municipal.