ABTV, com apoio da PITÚ, promove, mais uma vez, abertura oficial do carnaval vitoriense.

abtvDevido ao “apertado” calendário carnavalesco de 2016, nós, que integramos a Associação de Blocos de Trio da Vitória (ABTV), já entramos em campo para garantir a festa do Rei Momo na nossa cidade. Na tarde de ontem (17), por exemplo, nos reunimos com o Diretor de Marketing do Engarrafamento PITÚ, Alexandre Ferrer, para apresentar-lhe o projeto da 5ª edição da Feijoada da ABTV. O evento acontecerá no próximo dia 09 de janeiro no Restaurante Gamela de Ouro.

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Com o total apoio da PITÚ a 5ª Feijoada da ABTV ocorrerá no modelo dos anos anteriores. Apresentação  musical com a participação dos cantores que irão se “puxar” os blocos, homenagens aos carnavalescos  que contribuíram para o engrandecimento do carnaval vitoriense, muita comida, encontro/reencontros e muita folia.

A Feijoada da ABTV, desde a sua primeira edição, de fato, configura-se como a abertura oficial do carnaval vitoriense, até porque, é lá que que tudo começa. Portanto, para os autênticos foliões da República da Cachaça a festa promovida pela ABTV será o pontapé inicial das festividades momescas vitoriense para o carnaval  2016.

Serviço:

Evento: 5ª Feijoada da ABTV
Local: Restaurante Gamela de Ouro
Dia: 09 de Janeiro de 2016
Valor da pulseira/ingresso: R$ 15.00

Carnaval vitoriense em discussão.

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Na manhã de ontem (18) recebi do amigo Lula – Presidente do Clube dos Motoristas “O Cisne” – o convite formal para participar, no dia 27 de novembro, às 20h, na sede do referido clube, de uma reunião carnavalesca envolvendo todas as agremiações locais.

Segundo o amigo Lula, que gravou um vídeo, ainda existe agremiação carnavalesca que ainda não recebeu a sua quota financeira referente ao carnaval de 2015, de responsabilidade da Prefeitura, através da secretaria de turismo, esporte e cultura. Veja o vídeo:

Novo Vídeo do Coletivo Galileia

Saiu ontem o novo vídeo do Coletivo Galileia. Na oportunidade fizemos o lançamento do cordel “São Luzes de um Passado Vivido por Santo Antão”, do poeta Rildo de DeusO evento aconteceu no dia 31 de outubro e contou com a participação de: Gegê Bonsai, Zeca Viana, OVME, Filhos da Invenção, As Cumadi, Paola Cabrita – por Pablo Dantas, Tchida, Anaíra Mahin, Lu Rabelo & Antônio Hollanda. As imagens e edição ficaram a cargo de Arthur Carvalho.

EDUCAÇÃO MUSICAL – Um caminho paralelo a alfabetização infanto-juvenil. (PARTE 5)

Ao compararmos o alfabeto da Educação Escolar Regular e, da Educação Musical, iremos perceber uma diferença em suas composições, no entanto, cada gramática expressará suas características principais. O alfabeto musical contém sete (07) notas, tais quais: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si, no entanto, para que estas notas, estas vogais musicais, chegassem até os dias atuais com estes nomes e esta estrutura, houve alguns procedimentos que precisamos esclarecer ou relembrar. Segundo Bohumil Med (1996,p.13), em sua obra Teoria da Música 4ª edição Revista e Ampliada, apresenta algumas citações que merecem apreciações de todos: “ A música foi cultivada durante muito tempo por transmissão oral, de geração em geração”. “ Guido d’Arezzo (992-1050) sugeriu o emprego de três e quatro linhas (o canto gregoriano utiliza até hoje o tetragrama). O pentagrama, sistema de cinco linhas paralelas, conhecido desde o século XI, foi adotado apenas no século XVII.”

Ao percebermos o processo de transformação existente pelo esforço realizado por Guido d’Arezzo, ao aplicar as cinco linhas paralelas denominadas de pentagramas, enriqueceu a forma de escrever e colocar na pauta as notas musicais, e, facilitar a compreensão no que diz respeito, na subida e na descida de uma escala. Quando a nota ultrapassar a parte superior acima do pentagrama, ou, a parte inferior abaixo do pentagrama, utilizaremos linhas suplementares superiores ou inferiores, ou linhas complementares. Onde complementam nas notas agudas ou, nas notas graves. Podemos trabalhar este tipo de disciplina com o Corpo Discente infanto-juvenil, para que o mesmo se adapte as colocações e as localizações das notas musicais no próprio pentagrama, onde passo a passo tudo fluirá naturalmente.

 

João Bosco do Carmo
http://lattes.cnpq.br/8222363703321930
E-mail: bcarmo45.bcm@gmail.com

Advogados da Vitória hipotecam apoio ao candidato da oposição Jefferson Calaça.

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A convite do amigo advogado Jairo Medeiros – Diretor jurídico da ABLOGPE – participei, ontem (17), de um almoço que teve como finalidade apresentar, aos advogados vitorienses, o candidato da oposição ao cargo de Presidente da OAB – Pernambuco.

Com o slogan de campanha: É HORA DE MUDAR – VOTE 30, o advogado Jefferson Calaça, juntamente com demais componentes da chapa, realçaram que a atual gestão da OAB – Pernambuco está totalmente comprometida com os “empresários da advocacia”.

Antes dos procedimentos formais, que envolve um evento dessa natureza, aproveitamos para gravar um vídeo com o Doutor Jefferson Calaça onde ele traçou,  um pouco do perfil da atual gestão e sentenciou, caso seja eleito, o fim da reeleição, por mais de uma vez,  nas subsecções do interior.  Veja o vídeo:

Além da fala  oficial do Doutor Jefferson Calaça aconteceram também pronunciamentos de vários advogados simpáticos ao seu projeto de gestão que, entre outras coisas,  promete mais transparência nas contas da OAB e paridade de gênero nos cargos da entidade.

Destacamos, portanto, as palavras do amigo e advogado vitoriense, Pedro Queiros, quando o mesmo disse: “tem tanta gente,  já descrente com a ordem (OAB),  que nem sequer sabe a data da eleição”. Veja o vídeo:

Por favor, MOSTEV, arte e competição não combinam. por Pablo Dantas

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Sem dúvida! Sem dúvida nenhuma, a Mostra de Teatro e Dança Estudantil da Vitória – MOSTEV é o encontro teatral mais importante de Vitória de Santo Antão. Em seus 18 anos de existência, a MOSTEV sobrevive graças à ousadia de artistas vitorienses que, mesmo com pouca grana, conseguem reunir dezenas de grupos artísticos na cidade. É um trabalho que faz girar a roda da produção cultural, da economia e do entretenimento. É mentira minha? Então, participe da próxima edição da MOSTEV que ocorrerá de 20 a 29 de novembro de 2015 no clube O Cisne. Veja a programação nos comentários abaixo.

Ninguém me pediu para escrever. Estou fazendo isso porque ainda não consegui internalizar a ideia de arte e competição. Não acredito que a competição do processo criativo seja interessante. Nem produtivo. Nem pedagógico. Então, porque a MOSTEV é competitiva? Alguém, que seja representante da MOSTEV ou não, poderia elencar bons motivos para colocar jovens atores e atrizes para duelar?

Lembro, agora, de um fato que ocorreu em uma edição da MOSTEV. Penso que foi há uns cinco anos atrás. Vejamos:

Dois jovens no palco e uma peça tensa e com forte carga dramática. Uma menina e um menino. Com idade de 15 anos (creio). Eu gostei do espetáculo, apesar de não mais lembrar dos detalhes. O que não me saiu da cabeça foi o que aconteceu depois do espetáculo. Os jurados – assim como em qualquer mostra competitiva – estavam com a língua afiada. O julgamento começa e um dos juízes perguntou:

JURADO: de quem é o texto?

ATOR: é nosso. Nós escrevemos juntos. Muito do que fizemos foi feito por e-mail. Trocamos diversas ideias e fomos montando a nossa própria dramaturgia. Foi incrível.

JURADO: achei o texto muito complicado. Percebi muitos problemas na encenação. Penso que vocês devem estudar mais, ler mais e esperar um pouco. Estão muito novinhos para escrever para o teatro.

PABLO: PUTA QUE PARIU!

Eu me levantei da cadeira e fiquei transtornado com a expressão dos jovens que estavam se deliciando com as palavras, com o teatro, com a arte. Enfim… Sai do Silogeu e fiquei na calçada até a dor passar. Mas não passou. Esperei o julgamento acabar, me dirigi aos atores e deixei bem claro:

– Continuem! Vocês são bons. Essa construção dramatúrgica deve ter sido uma grande aventura. Uma experiência incrível que nenhuma escola consegue ensinar. NÃO GOSTO DE MOSTRA DE ARTE COMPETITIVA. NÃO SOU O MELHOR. NÃO QUERO FICAR EM PRIMEIRO LUGAR. EU QUERO ME RELACIONAR. INTERAGIR. APRENDER E GOZAR TODA VEZ QUE VEJO OU CRIO UMA OBRA DE ARTE.

Não sei se as palavras do jurado tiveram influência. Será? Mas, hoje, um dos jovens é evangélico (tudo bem), estuda outra área (tudo bem) e nunca mais fez teatro (terrível). Então, MOSTEV, por favor, arte e competição não combinam. Proponho que façam uma roda de conversa com todos os participantes desta edição para discutir esse assunto. É muito importante. Proponho que a MAIOR MOSTRA ESTUDANTIL da História de Vitória reflita e mude o seu formato para proporcionar mais diálogo e menos concorrência.

Abraço forte e vida longa!

Pablo Dantas

Moradores do CAIC continuam esquecidos pelo prefeito Elias Lira.

Recebi mais uma vez, dos moradores da Comunidade do CAIC, fotos e comentários realçando o descaso promovido pela gestão do Governo de Todos na localidade. Segue abaixo:

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Sendo assim, não custa nada lembrar a promessa em  campanha do Prefeito Elias Lira. Veja o vídeo.

Governo de Todos: mais uma vergonha.

Medicina precária_falta de remédiosCerta vez, em um bate papo com o amigo Pedro Queiroz, falando sobre assuntos diversos ele disse a seguinte frase: “pra quê pratos, se não há comida”. Pois bem, parafraseando o amigo Pedro poderia, então,  perguntar ao prefeito Elias Lira: pra quê construir novos postos de saúdes, se os que já tem não possuem remédios?”

Recebi ontem (16), de um internauta que acompanha e admira o nosso trabalho, algumas informações e um pequeno vídeo mostrando a real situação em que se encontra nossa cidade, no que diz respeito à saúde pública.

O senhor José Daniel, 81 anos, morador do bairro Mário Bezerra, de posse da receita médica se dirigiu à secretaria municipal de saúde, já que não tem condições financeiras de compra o medicamento receitado, na esperança de resolver suas fortes dores. Lá, como resposta: “não tem, nem sabemos quando vai chegar”. Veja o vídeo:

O prefeito Elias Lira, juntamente com sua sobrinha e secretária de saúde Veraluci Lira, estão precisando dizer à população onde estão colocando o dinheiro destinado à compra de medicamento, pois o caos na saúde é crescente. Outro dia mostramos a imensa fila para atendimento básico. Falamos também que no posto de referência para gestantes falta até creme vaginal.

Na Câmara de Vereadores, que seria a instância oficial mais próxima ao povo para ecoar as necessidades primárias da população sem voz, os nobres legisladores preferem fazer de conta que o problema não existe afinal, “dialogar” com o poder executivo gera mais “capital político” para estruturar suas campanhas à reeleição.

Portanto, aos renomados intelectuais que estão dando continuidade à obra do Mestre Aragão (Pedro Ferrer – Fátima Santos – João Álvares ) que tem como  objetivo contar a história da nossa Vitória de Santo Antão, deve-se, no capitulo: administração pública, registrar, entre outras coisas, que no inicio do século 21, sob o comando do prefeito Elias Lira, o município da Vitória reeditou o trabalho semiescravo. Que nos postos de saúde remédio e médicos rareavam. Vale lembrar também que a população comia carne sem procedência, já que não existia matadouro oficial funcionando regularmente e que os porcos, misturados aos adultos e as crianças, passeavam no Pátio da Matriz.

Foto: Alepe

Foto: Alepe

Valdemiro Cruz comenta matéria

Comentário postado na matéria “Valdomiro Cruz: um exemplo de solidariedade humana e compromisso cristão.“.

Amigo Pilako, você excedeu na generosidade para comigo. Cumpri meu papel como cidadão, seguindo os princípios da fé cristã e ensinamentos da Pastoral Carcerária. As dificuldades que encontramos são aquelas comuns a todas as pessoas que militam em favor dos excluídos. Realmente a luta foi enorme, mas, finalmente, a justiça fez sua parte preservando o bem maior, a vida e a integridade física de quem realmente estava necessitado. Agradeço a todos que ajudaram nossa Pastoral Carcerária, principalmente a você polo post. Muito Obrigado.
“Estive preso e foste me visitar.”

Valdemiro Cruz

Valdomiro Cruz: um exemplo de solidariedade humana e compromisso cristão.

No sábado (14) resolvi assistir, no Cinema do Vitória Park Shopping, a mais nova película cinematográfica do “imortal” agente inglês 007. Do filme, não adianta comentar, tem que “vê com os próprios olhos”. Como de costume é mentira pra se lascar…

Pois bem, dentro dessa programação aproveitei também para almoçar na Praça de alimentação do Centro de Compras. Por lá várias pessoas conhecidas. Com a barriga “cheia” e com tempo de sobra para o início do filme, acabei batendo um alongado papo com o amigo Valdomiro Cruz.

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Valdomiro é um sujeito aplicado. É um cidadão ciente dos seus deveres e obrigações em todos os contextos, sobretudo no convívio da sociedade em que habita. Apesar do seu aparente  jeito “durão” ele é um agente praticante da solidariedade humana.

No nosso casual encontro falamos um pouco de tudo, além do mais, ele é um cara atualizado com às últimas noticias. Mas é sobre uma história envolvendo um presidiário, da unidade carcerária da Vitória e as respectivas autoridades locais constituídas  – Juízes, Promotores, Secretários Municipais – que resgistro,  abaixo.

Falou-me Valdomiro, que atua na Pastoral Carcerária daqui da Vitória, das dificuldades e preconceitos que passam os apenados. Recentemente, exemplificou ele, que um homem, com pouco mais de quarenta e cinco anos, precisou de um atendimento médico de urgência, face a uma hérnia inguinal gigante e, sentiu na pele,  que boa parte das autoridades  desconhecem seu status de SERVIDOR PÚBLICO e, sobretudo, à essência da vida humana, devido ao extrato social em que vive o doente.

Neste caso em tela, devo dizer: se não houvesse ocorrido a atuação da Pastoral Carcerária, em particular à ação pontual e cristã do amigo Valdomiro Cruz, com toda certeza, este homem havia morrido em função da invisibilidade das pessoa humanas que são “desprovida” de cidadania.

Neste caso, com final feliz,  já que a solução chegou após uma decisão judicial e o homem já se encontra sadio da patologia acima citada, podemos dizer que a nossa sociedade “civilizada”, sobretudo àqueles que deveriam dá o exemplo (autoridades), ainda se encontra muito distante do razoável.

Deixo aqui, portanto, um reconhecimento em nome de toda sociedade vitoriense – que não tenho a legitimidade de representar – para a Pastoral Carcerária e, em particular ao amigo Valdomiro Cruz, pelo elevado sentimento cristão. Às autoridades, que agiram neste caso,  na ordem inversa dos procedimentos basilares para a construção de uma sociedade menos injusta e mais fraterna, fica, contudo, a nossa cobrança: ERRAR É HUMANO, PERMANECER NO ERRO É MALDADE (não é burrice).

A tragédia em Paris no debate da Corriola.

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Na tarde de ontem (15) aconteceu mais um Encontro Dominical da Corriola (como diz o professor Sosígenes). Neste espaço democrático e interativo fala-se de tudo. De parto de raposa à nanotecnologia, de extração de nióbio à jovem guarda e de time futebolístico da quarta divisão ao atleta do século 20.

Pois bem, dentro dessa verdadeira “salada de frutas” de ideias e sentimentos também comenta-se os últimos acontecimentos da Vitória, do Pernambuco, do Brasil e do Mundo. Em virtude do trágico acontecimento na Capital francesa os amigos Sosígenes Bittencourt, Pedro Ferrer e Rivaldo Felipe externaram suas impressões atinentes ao referido fato. Veja os vídeos na mesma ordem em as opiniões foram expressas.

Tirando Onda…

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Na noite da sexta (13) nossas lentes registraram, na Rua Dr. José Rufino, próximo ao Atacadão Rede Souza, três jumentos circulando livremente e se alimentando de lixo. Na nossa cidade os jumentos continuam tirando onda com a população.

Sendo assim, mesmo a contragosto, serei obrigado a abrir a “Jaula do Elias” e zerar nosso contador dos bichos.

Internauta João Fernando comenta no blog

Comentário postado na matéria “No programa Boca Quente, Vitória é uma cidade sem problemas….“.

Esse programas de rádios locais são uma verdadeira vergonha. Foram anos de ditadura para que o jornalismo pudessem exercer livremente sua função.

Todavia, aqui em Vitória de Santo Antão, os radialistas, em sua grande maioria continuam, ainda, na era da ditadura.

Recentemente liguei pra rádio Vitória no programa a “hora da verdade”. Minha intenção seria fazer reclamação a respeito das Ruas do CAIC que ainda não foram asfaltadas e da precariedade na coleta de lixo. QUANDO INFORMEI DO QUE SE TRATAVA A LIGAÇÃO A PESSOA DO OUTRO LADO DA LINHA FALOU O SEGUINTE: “TENTE EM OUTRO HORÁRIO, POIS, NESSE HORÁRIO, NÃO PODEMOS FAZEMOS RECLAMAÇÕES DESSE TIPO”. Lamentável.

João Fernando

Internauta J.S.Machado comenta no blog

Comentário postado na matéria “Diretor da Escola, Stevenson Soares, justifica a não entrega das medalhas aos alunos“.

Ser campeão, seja lá de que for, e ter que aguardar mais de 40 dias para ser condecorado, venhamos e convenhamos, é um tanto frustrante e massacrante para qualquer competidor, principalmente se tratando de adolescentes. Mas, pelo menos, o prof. Stevenson, seguindo o exemplo e possivelmente a orientação de dona Maria José, teve a dignidade e consideração de dar uma satisfação à população. Parabéns aos dois pelo ato democrático e civilizado. Deixo a ambos a sugestão de na próxima vez providenciarem as condecorações o quanto antes, para não gerar nas pessoas certas suspeitas, e também evitar decepção aos atletas.

J.S.Machado

O serviço mal feito continua…

Por inúmeras vezes, aqui pelo blog, mostramos o serviço mal feito realizado pelos “entendidos” da gestão do Governo de Todos no Cruzamento das Ruas Dr José Rufino com Elzanira Bezerra.  Este local, após um serviço de recapeamento sem o devido rigor técnico, passou a “juntar” água os sete dias da semana, de inverno a verão.

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Devido ao perene acúmulo de água, e os problemas derivado da constante formação de poças da água, o asfalto, neste local, sumiu. Pois bem, depois de inúmeras cobranças a prefeitura criou vergonha na cara e realizou o serviço de recapeamento asfáltico.

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O problema é que fizeram no local,  a mesma “PREACA”, ou seja: a água e a lama continuam empoçada  do mesmo jeito, juntando mosquito, salpicando água fétida nas pessoas,  em função da passagem dos veículos e etc. Como podemos observar, esse é apenas um dos exemplos  da falta de compromisso e seriedade dessa cínica gestão chamada Governo de Todos. Aqui em Vitória, o prefeito Elias Lira já se acostumou a fazer o errado, bem diferente daquele “gestor legalista” que Ozias Valentim tentou “vender”, quando usou o microfone da rádio, tempos atrás.