Sonho Olímpico da Vitória: FRUSTRADO PELA SEGUNDA VEZ!!!

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A discussão travada em torno da possibilidade do Brasil ainda não ser portador das condições ideias para sediar os maiores eventos esportivos do Planeta, é válida e salutar (Copa da FIFA e Olimpíadas Mundial). Nas jornadas de junhos – título  atribuído aos movimentos ocorridos um ano antes da realização da Copa de 2014 – a palavra de ordem foi: “ queremos o Padrão FIFA também na saúde e na educação.”.

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No centro da sua maior crise republicana o Brasil começa “respirar”, na prática, a realização dos Jogos Olímpicos 2016. Em meio as denuncias de corrupção e esquema fraudulento nas construções dos equipamentos esportivos, assim como nos espaços públicos destinados ao evento, o Rio de Janeiro aguarda, com expectativa, a chegada dos atletas e suas respectivas delegações, oriundas dos cinco continentes.

Muito bem, sem querer, neste momento, opinar sobre as reais condições técnicas/financeiras e sociais do nosso País,  no que diz respeito às promoção dos grandes eventos, gostaria de evidenciar  os  motivos pelos quais a Tocha Olímpica, ao “pisar” em solo pernambucano, não colocou nossa cidade como roteiro.

Antes mesmo de adentrar no assunto propriamente dito, gostaria de lembrar aos internautas que nossa cidade, Vitória de Santo Antão, que em um passado não muito distante (década de 70) precisamente na segunda gestão municipal do prefeito José Augusto Ferrer de Moraes, gestão esta,  se comparada às recentes, tocada e administrada com os pacos recursos públicos disponíveis, vivenciamos, concretamente, o SONHO OLÍMPICO pela primeira vez.

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Para os que não sabem, o local em que se encontra instalada, hoje, a sede da AABB já pertenceu a Prefeitura da Vitória. Naquela ocasião, o prefeito José Augusto, com visão de futuro, construiu uma piscina semiolímpica – que ainda funciona – e reservou um enorme terreno para, posteriormente, erguer-se um Centro Olímpico Municipal. O local seria destinado ao uso e à prática dos esportes olímpicos gratuitamente aos alunos atletas do município.

Moral da história: o projeto não foi dado sequencia por outras gestões e o médico Ivo Queiroz se encarregou de transacionar o espaço com a iniciativa privada e colocar a  “pá de cal” no nosso “real” sonho olímpico.

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Aliás, coisa que o prefeito Elias Lira está ressuscitado na sua atual gestão, ao dilapidar o patrimônio imobiliário municipal  negociando-os com os  empresários sem o menor critério e também sem ouvir a população. Nesse contesto, deve-se grifar que as “negociações” foram aprovadas  pelos senhores “bem intencionados” vereadores.

Pois bem, em se tratando de OLIMPÍADAS, não obstante à tremenda frustração de termos nosso “Centro Olímpico” surrupiado, onde poderíamos, hoje, termos conterrâneos subindo nos pódios, com medalhas estufadas no peito, nos quatro cantos do mundo e servindo, indiscutivelmente, de exemplos para nossa juventude,  que cada vez mais encontra-se exposta ao mundo das  droga, contudo,  mais uma vez, todos nós vitorienses fomos privados de associamos o nome da nossa cidade ao maior acontecimento esportivo do planeta, na medida em que o evento da passagem da Tocha Olímpica, que estar ocorrendo  em Pernambuco não contemplou nossa cidade, Vitória de Santo Antão.

Sem nenhum desmérito para com as cidades contempladas não poderia, de maneira alguma, deixar de perguntar: O que a cidade de Orocó, Cabrobó e Lajedo tem que Vitória não tem? Se a vizinha cidade de Gravatá, que no passado seu território já nos pertenceu e  fica a pouco mais de 30 km da nossa, foi escolhida como palco para o evento, o que será que  nos faltou para entrarmos nessa  programação oficial?

Como bom vitoriense que sou imagino que tal oportunidade – passagem da Tocha Olímpica – seria  um excelente momento para dizermos ao Brasil e ao Mundo que foi a parir daqui – Vitória de Santo Antão – que surgiu o movimento de expulsão dos holandeses, em 1645. Foi também a partir daqui, através do herói local  Pedro Ribeiro da Silva, com uma insurgência em 1710 que ficou conhecida como a Guerra dos Mascates, que obrigou a  Coroa Portuguesa rever seus critérios no comercio com o então Brasil colonial.

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Acredito que com o possível  evento da passagem da Tocha Olímpica pelas ruas centrais da nossa cidade, poderíamos muito bem evidenciarmos  o nosso secular carnaval, tal qual aconteceu no estado da Bahia e, em particular, na cidade de Salvador.

Já pensou: fazermos o planeta inteiro saber que o povo da nossa cidade ainda preserva a cultura portuguesa,  através do nosso Clube de Fado Taboquinhas? Fazermos uma parada defronte ao Sobradinho, localizado na Rua Imperial, e revelarmos que os traços da sua arquitetura traz detalhes comuns aos árabes, em virtude da ocupação dos Mouros na Península Ibérica, ocorrida ainda na Idade Média e que nos foi repassados pelos português por ocasião da colonização! Infelizmente! Não teremos outra oportunidade como essa… Quando ocorrerá outra Olimpíada no Brasil? Quando?

Paulo Roberto Entrevista (9)-2Deste lamentável episodio, onde todos nós vitorienses perdemos, fica evidenciado, mais uma vez, que nosso atuais gestores e políticos não estão a serviço da comunidade. Temos três deputados estaduais que estão muito mais  preocupados em se dar bem que representar os interesses da cidade. Um prefeito que só pensa em poder e dinheiro. O  Secretário de Esporte, Cultura e Turismo, Paulo Roberto – muito pabuloso e pouco eficiente – na área dos esporte, principalmente na “cartolagem” do futebol profissional,  onde rola muito dinheiro, ele até que  se destaca mas, como gestor público municipal,  neste particular (esportes) não conseguiu nos últimos oito anos como gestor, implementar e dá visibilidade sequer a um  campeonato de porrinha.

Portanto, fica mais este triste registro no nosso Jornal Eletrônico,  realçando a indiferença dos nossos gestores com as coisas que verdadeiramente possam interessar  a população e que produz, indiscutivelmente,  ganhos coletivos. De resto, no que se refere às outras áreas de atuação desses sujeitos, que recebem dinheiro do erário para atuar em favor dos interesses do município, não podemos esperar muita coisa, pois eles são fies seguidores da famosa “Cartilha do Atraso”, implantada na cidade ainda na metade do século passado pelo Coronel José Joaquim da Silva e aperfeiçoada, em seguida,  pelo médico Ivo Queiroz. Lamentável!!

E SE FOSSE NA SUA CALÇADA, TODO OS DIAS?

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Na manhã de hoje (31) nossas lentes registraram, mais uma vez, na Rua José Rufino, bairro do Cajá, uma “família” de porcos se alimentando de lixo em plena via pública e promovendo, claro, a maior  sujeira e imundice  Veja o vídeo:

Uma pergunta: prefeito Elias Lira e secretária municipal de saúde Veraluci Lira, os senhores gostariam que essa cena acorresse diariamente na calçada das suas respectivas casas?

11º FORROZÃO DA PITÚ: Sucesso total!

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Na noite do sábado (28) aconteceu no Alto do Reservatório a 11ª edição do FORROZÃO DA PITÚ. Organizado e executado pela KIKO Produções – casal amigo Charles e Lizandra – o evento traz consigo a marca da organização e da “casa cheia”.

É importante realçar que o evento, desde às suas primeiras edições ainda realizadas na via pública, no bairro do Livramento, conta com o apoio incondicional da diretoria de marketing do Engarrafamento Pitú, sob  o comando do empresário Alexandre Ferrer.

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Abrindo a noite dançante a banda vitoriense, “Laboratório 6”, tocou um repertório mais voltado ao público jovem. Veja o vídeo:

Antes da principal atração musical subir no palco – Geraldinho Lins – registramos um pequeno vídeo onde o amigo Charles Romão fala de uma possível  parceria carnavalesca com Geraldinho. Na ocasião o artista também falou um pouco da sua história profissional. Veja o vídeo.

IMG_8483Com o inicio do show de Geraldinho Lins o espaço (quadra)  virou um grande salão dançante e festa rolou solta. Ao casal amigo Charles e Lizandra, parabéns mais uma vez pela festa. Veja o vídeo:

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Reunião do Instituto Histórico.

IMG_8519Na manhã do domingo (29), sob o comando do professor Pedro Ferrer, aconteceu no seu  Salão Nobre mais uma reunião ordinária do Instituto Histórico e Geográfico da Vitória. Na pauta, além dos informes e outros itens, o anuncio do conteúdo da reunião realizada pela comissão eleita para cuidar do lançamento de mais uma Revista do Instituto, que tenho o privilégio de integra-la, juntamente com outros sócios.

IMG_8515O encontro teve como encerramento a explanação do professor Iran,  relacionada à obra do “eterno” artista brasileiro recém-falecido, Cauby Peixoto.

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JOAQUIM, AGLAILSON JR E HENRIQUE: SERVEM PRA QUÊ MESMO?

Em função do recente trágico acidente ocorrido na PE-45 – via que liga Vitória ao município de Escada – protestos foram organizados para chamara a atenção das autoridades competentes no que diz respeito às precárias condições de trafegabilidade na via.

Foto: Reprodução/Facebook - Cristiano Bassan

Foto: Reprodução/Facebook – Cristiano Bassan

O curioso é que nossa cidade, Vitória de Santo Antão, nos que diz respeito à quantidade de deputados com assento na Assembleia Legislativa do Estado, indiscutivelmente, está bem servida. O problema – e o atual estado de conservação da  PE-45 é um prova cabal – é  que os nossos “legítimos” representantes – ou pelo menos deveriam ser – estão todos de uma lado só, ou seja, são deputados do tipo LAGARTIXA, que não tem voz ativa para cobrar nada em favor da comunidade, muito menos exigir ao Governador respeito com o povo, isso porque, eles já estão “CONTEMPLADOS” com suas “MAMATINHAS NAS TETAS DO GOVERNO” não lhes cabendo, portanto, exigir mais nada. No popular: estão dominados!! E o povo que se lasque!!

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Essas três “maresias”, independentes de idade, quantidades de mandato e partido, não estão a serviço do povo de Pernambuco e muito menos da população da Vitória,  eles, na verdade,  fazem parte de clãs políticos que apenas ocupam espaços de poder para negociarem vantagens para eles e os seus respectivos financiadores de campanha. Simples assim. Todos nós, brasileiros, com as recentes revelações da Operação Lava-Jato, via de regra,  estamos,  agora,  sabendo para que servem a maioria dos políticos. UMA BOA PERGUNTA: O POVO DA VITÓRIA ESTÁ SE SENTINDO REPRESENTADO POR ESSES CARAS?

BARBOSA: planejamento sem coração !!

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Fui informado por um amigo – que pediu para não citar seu nome –  que, por ocasião das fortes chuvas que caíram na cidade,  na manhã da última terça-feira (24), uma parte da calçada da “Rua do Pontilhão”, localizada às margens do Rio Tapacurá,  foi destruída. Até aí, nada de “extraordinário”. A bronca, segundo este amigo – que goza de total  credibilidade – é que  as águas também destruiu o piso da casa próxima à calçada que foi construída por cima de uma tubulação que,  provavelmente não foi bem  planejada.

Apenas uma reflexão: essa localidade – entorno do Pátio de Eventos Otoni Rodrigues – é, de certa forma, um local “novo” na cidade, ou seja: construções recentes e intervenção do Poder Público Municipal com asfaltamento. Pelo jeito teremos, em um futuro breve, o agravamento dos  problemas relacionados à alagamentos e enchentes no Centro comercial.

O todo poderoso secretário municipal de planejamento da gestão do Governo de Todos, o Barbosa, juntamente com a gestora do meio ambiente – que ele trouxe lá das bandas de Caruaru – não devem ter usado o devido rigor técnico na concepção das referidas  construções.

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Moral da História: quando terminar o “tempo” do senhor Barbosa na nossa Vitória de Santo Antão ele poderá, se assim desejar, voltar a morar em Belo Jardim (sua terra natal), em Recife, São Paulo ou até em Paris, sua vida, aparentemente,  estar resolvida e,  “muito bem, obrigado”. Já com relação aos problemas que sua gestão – na pasta do planejamento da cidade – deixa,  e ainda deixará,  para os munícipes terão de  ser resolvido por uma pessoa que nutra algum tipo de sentimento por Vitória, bem diferente ao do senhor Barbosa.

LIXO: tudo junto e misturado!!

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Não precisa ser muito inteligente ou observador para entender, definitivamente, que a gestão do Governo de Todos  abandonou a cidade. O prefeito Elias Lira, em fim de carreira e no seu último ano de mandato (sem direito à reeleição),  não consegue, sequer, recolher,  minimamente,  o lixo e as metralhas  acumuladas nas vias públicas.

Em um dos cruzamentos da Rua Papa Paulo VI, bairro do Pinga-fogo, não conseguimos, visualmente, separar o que é lixo, calçada, metralha ou mato. TUDO JUNTO E MISTURADO. Os pedestres e  os motoristas precisam redobrar a atenção nesse local.


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Mesmo no feriado, prefeito mantém equipe trabalhando nas ruas.

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Na manhã de ontem (26) – mesmo no feriado de Corpus Christi – nossas lentes registraram, na Rua Jornalista Célio Meira, bairro do Cajá, um membro da equipe (ecológica)  de equinos “contratada” pela prefeitura da Vitória – Governo de Todos – em pleno labor, ou seja: NA COLETA SELETIVA DO LIXO.

Serei cômico, se não fosse trágico.

Movimentação do dia de Corpus Christi no Pátio da Matriz.

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Na nossa Vitória de Santo Antão já virou tradição, no dia Corpus Christi, a mobilização da comunidade católica, sobretudo os movimentos vinculados aos  jovens, confeccionar tapetes com serragens e outros matérias nas ruas do entorno dos seus respectivos templos. Na tarde de ontem (26) acompanhamos vários grupos trabalhando no Pátio da Matriz. Veja o vídeo:

Após a missa os fies, sob a coordenação do Monsenhor Maurício Diniz, saíram em procissão. Veja o vídeo:


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Mais uma comunidade beneficiada.

Essa comunidade – GALILÉIA –  situada na zona rural de Vitória de Santo Antão, foi beneficiada por uma obra de passagem molhada, a partir de uma parceria. Possibilitando os integrantes a escoarem a sua produção agrícola e facilitando o trafego de veículos sem maiores problemas, pois antes a situação do local não era favorável.

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Lourinaldo Júnior

Marcelo Mesquita antever resultado eleitoral em Vitória de Santo Antão.

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Dias atrás recebi em nossa redação o articulado publicitário vitoriense Marcelo Mesquita. O amigo Marcelo, aos vitorienses, dispensa maiores apresentações. Seu “cartão de visita” para o estado de Pernambuco é, sem sombra de dúvida, sua REVISTA TOTAL, sobretudo, para o universo político, com o qual conseguiu estabelecer um dialogo maduro com expressiva  capilaridade, inclusive, nos mais  variados campos ideológicos,  do Litoral ao Sertão.

Pois bem, após registrar uma dedicatória, no meu livro Apelidos Vitorienses, por ele adquirido, passamos a papear sobre os mais diversos cenários políticos, ou seja: nacional, estadual e municipal. Marcelo, através de técnicas próprias e escutas – sobretudo aos formadores de opinião – vem  se notabilizando por antever resultados de pleitos eleitorais, nos mais diversos municípios.

Em nossa cidade, Vitória de Santo Antão, por exemplo,  disse ele: “o próximo prefeito, a partir de janeiro de 2017, será o deputado Aglailson Jr”. Logicamente, questionei os motivos pelos quais ele fazia tal afirmação. Veja o vídeo, analise as repostas do Marcelo e tires suas próprias conclusões.

Zé Catinga se fortalece no Partido Verde.

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No sábado (21), na cidade do Recife, o Partido Verde promoveu mais um encontro estadual. Daqui da Vitória, como não poderia deixar de ser, saiu uma comitiva sob o comando do pré-candidato a prefeito Zé Catinga (um dos biografados no meu recém-lançado livro, Apelidos Vitorienses).

Em função da confiança dos dirigentes da referida agremiação partidária (PV) – presidente nacional, José Luiz Pena e do líder estadual, Carlos Augusto – Zé Catinga foi escolhido, por unanimidade, como coordenador estadual do partido em Pernambuco, ou seja: Zé Catinga passa, doravante, ser uma espécie de ponte entre as candidaturas já postas,   no interior do estado, com a direção estadual (Recife) e nacional (Brasília).

Sobre a nova função no partido (PV-43) disse Zé Catinga: “FICO MUITO AGRADECIDO POR ESSE RECONHECIMENTO E HOMENAGEM, E COMPARTILHO COM MEUS AMIGOS QUE TÊM ME APOIADO NESSA CAMINHADA”.

Antonio Lavareda e Helcimara Telles lançam livro em Nova York

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Os cientistas políticos Antonio Lavareda e Helcimara Telles (professora da UFMG) organizaram publicação com opiniões de 34 pesquisadores e estudiosos sobre as campanhas eleitorais e o perfil do voto brasileiro em 2012 no livro “A lógica das eleições municipais”. A obra (FGV) será lançada no Hilton Midtown, na Ilha de Manhattan, em Nova York, no próximo dia 27, durante o Congresso Internacional da Associação de Estudos Latino-Americanos e deve chegar ainda esta semana às livrarias do Recife.

Essa já é a terceira publicação da dupla de colaboradores, que também assinam os livros “Como o eleitor escolhe seu prefeito” e “Voto e Estratégias de Comunicação Política na América Latina”.

Vitória: MUITA CHUVA E POUCA PREVENÇÃO !!

Foto: Facebook/Autor desconhecido

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Hoje, terça feira, 24 de maio de 2016, nossa Vitória de Santo Antão começou o dia debaixo de chuva. Até aí, tudo bem. Chuva não é algo estranho ao nosso mundo, aqui na terra. Em particular nós, vitorienses, somos traumatizados com enchentes. Eu, por exemplo, posterguei meus afazeres. Inicialmente, marcados para manhã de hoje em função do alagamento geral nas ruas da cidade. Mas, através das redes sociais – fotografias e vídeos –  acompanhei os transtornos causado pelos alagamentos.

Certa vez, aqui pelo blog, me utilizei da bela canção “Águas de Março”, composta pelo Maestro Tom Jobim, em 1972, para denunciar que as galerias coletoras de águas pluviais, localizadas no nosso Centro comercial estavam entupidas e de tão ignoradas, de alguma delas britavam vegetação, como foi o caso do “bueiro” localizado na esquina da Rua Ambrósio Machado com a Praça Leão Coroado.

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Em ato continuo, no bojo da aludida matéria, também sugeri que o prefeito Elias Lira, na qualidade de lojista do Centro Comercial, após haver transferido seu ponto comercial da Rua Primitivo de Miranda para a Avenida Henrique de Holanda – local livre de alagamento – passou a ficar mais relaxado e ignorar o problema dos outros comerciantes. Não custa nada lembrar que o folclórico ex-prefeito José Aglailson, na qualidade de prefeito, ao promover, no local da linha férrea,  aquela série de invasão em “Estrada Nova” – criando uma aberração urbanística – potencializou em muito o problema dos alagamentos no Centro Comercial.

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Aos olhos da história, é necessário que se diga, o local onde hoje encontramos a Avenida Mariana Amália, antes, já foi curso natural das águas (rio, riacho e etc). Também é bom lembrar que num passado não muito distante – antes da construção do Terminal Rodoviário – a localidade dos Borges e adjacências atuavam como uma espécie de “esponja”, uma vez que nada daquilo era calçado ou asfaltado, motivo pelo qual “segurava” um grande volume de água provenientes das chuvas.

Pois Bem, a cidade cresceu,  a população aumentou exponencialmente e  os nossos gestores, apesar de algumas intervenções pontuais, nunca procuraram fazer um estudo sério e um trabalho compensatório para atenuar os efeitos naturais e topográficos do nosso município, uma vez que o caminho das águas, aqui, obrigatoriamente tem que  atravessar a cidade na busca do Rio Tapacurá.

Pois bem, mesmo após oito anos consecutivos no poder, a gestão do Governo de Todos não conseguiu criar nem serviço de limpeza regular nos coletores pluviais da cidade (nem do Centro), não conseguiu efetivar um serviço de defesa civil que pudesse entrar em ação, em casos de necessidade – apesar de haver tudo isso funcionando no papel.

Portanto, infelizmente, sou obrigado a repetir a seguinte fazer: COM ESSA GESTÃO DO GOVERNO DE TODOS O QUE TÁ RUIM, VAI FICAR PIOR.

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13235205_760436930765772_7533186193001706086_oFotos: Reprodução/Facebook.

Cine Avalovara

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Quatro meses se passaram desde a nossa última sessão, em dezembro/2015, quando exibimos “Dominguinhos”. Em meio a este recesso, pudemos imergir totalmente na realização da Primeira Mostra de Cinema da Vitória de Santo Antão, que aconteceu entre os dias 14 e 17 de abril. Mesmo após mais de dois anos em atividades ininterruptas, não descansamos. E chegou a hora de voltarmos com tudo.

No próximo dia 29, daremos início à temporada 2016 com duas notáveis obras do cinema nacional: o curta-metragem “Em Trânsito” (2013), de Marcelo Pedroso, que se propõe, de maneira ousada, a observar a realidade e levantar questionamentos — e embora tenha surgido num momento específico (diante toda resistência do Movimento Ocupe Estelita, no Recife), a discussão que provoca não se limita a um contexto ou local específico e se faz bastante atual e necessária; e o grande clássico “Terra em Transe” (1967), de Glauber Rocha. Em meio a uma profunda instabilidade política que assola o nosso país, estando a democracia e as nossas conquistas sociais em risco — inclusive no âmbito cultural, com a retrógrada tentativa de rebaixamento do Ministério da Cultura a uma Secretaria do Ministério da Educação —, ao mesmo tempo que a nova obra do cineasta pernambucano Kleber Mendonça Filho, Aquarius, disputou a Palma de Ouro do Festival de Cannes, além da menção honrosa, no mesmo festival, ao curta brasileiro “A menina que dançou com o diabo” de  João Paulo Miranda Maria, nossas escolhas são simbólicas: “Terra em Transe”, que aborda toda a conjuntura política do Brasil e demais países da América do Sul nos anos ’60 — e nos dias atuais — com líderes populistas caricatos, corrupção no poder, golpe de estado e um povo à mercê da opressão através de uma ficção poética e alinear, também foi nomeado à Palma de Ouro e conquistou o prêmio da Crítica Internacional do mesmo festival no ano de seu lançamento.

Considerado como ícone do Cinema Novo, o terceiro filme de Glauber Rocha teve grande repercussão internacional e ganhou diversos prêmios em outros festivais, além de ter retornado a Cannes mais tarde para ser exibido na mostra de filmes restaurados do festival. Apontada como uma das obras motivadoras dos protestos dos estudantes no movimento Maio de 68, na França, e como fascista por intelectuais brasileiros da época, seu impacto foi enorme e gerou leituras contraditórias, além de intervenções dos censores da ditadura militar. Uma obra profunda, para nos proporcionar muita reflexão e debate neste momento tão delicado e perturbador pelo qual estamos passando.

SERVIÇO
Cineclube Avalovara exibe “Em Trânsito” e “Terra em Transe”
Classificação indicativa: 14 anos
Data e hora: 29/05/16, às 17h
Local: Teatro Silogeu do IHGVSA
Entrada Franca

Com informações da assessoria de imprensa.

Internauta Marluce comenta no blog

Comentário postado na matéria “Governo de todos: VITÓRIA PERDENDO SEU PATRIMÔNIO IMOBILIÁRIO.”.

Sobre a permuta com relação ao Grupo Veneza, de asfaltar alguns espaços em troca de uma Rua, aproveito para expor uma situação. Além das ruas pavimentadas pela metade temos rua sem capinação, sem coleta de lixo, sucatas de cerca de 6 carros estão espalhadas pela rua, sofá abandonado, pneus, madeiras, bichos, destroços enferrujados esta Rua é a 2ª Travessa Dilermano Tavares de Lima, fica duas ruas ao lado do Galpão do Veneza. Estive nesta segunda-feira com a promotora da cidade entregando um Abaixo-Assinado. Um absurdo. Obrigado ao blog pelo espaço.

Marluce

VIGÍLIA, ONLINE, DE PROTESTO E REIVINDICAÇÃO 

Há 621 dias (18/08/2014 – 30/04/2016) – 89 segundas-feiras, 89 terças-feiras, 89 quartas-feiras, 89 quintas-feiras, 89 sextas-feiras, 90 sábados, 89 domingos, 93 semanas, 20 meses, 01 ano, 621 alvoradas, 621 crepúsculos vespertinos, 621 noites, 20 luas cheias, 20 luas minguantes, 20 luas novas, 20 luas crescentes e 18 feriados, oficial, nacionais – 14.904 horas , está sendo cobrado do Prefeito a restituição de um bem CULTURAL, PATRIMONIAL, dos residentes e nativos .

Sr. Elias Lyra, devolva a nossa PRAÇA DUQUE DE CAXIAS, arborizada e ajardinada.
Uma de suas funções como servidor, gestor, é de empenho no zelo da preservação e proteção do patrimônio municipal .
No seu governo, há quase dois mandatos, houve continuidade, permissiva, na desfiguração, devastação, extirpação, iniciada por atos de imprudência e desatino do governante anterior, sr. José Aglailson, num de nossos bens patrimoniais da cidade.
Fomos apartados, forçadamente, do bom costume da nossa cultura, de sentar para descanso reflexivo e uso como lazer naquele tradicional local, herança memorial, que faz parte da história da terra.
Aquele jardim público – memorial – foi erguido com o peso do dinheiro pago pelos contribuintes de impostos, da época, por 03 gerações como avós, bisavós e trisavós; queremos SIM a perpetuação daquele espaço inalterado e com a mesma extensão desde sua inauguração.

Código Penal – CP – DL-002.848-1940
Dos Crimes Contra o Patrimônio
Capítulo IV

Dano
Art. 163 – Destruir, inutilizar ou deteriorar coisa alheia:

Pena – detenção, de 1 (um) a 6 (seis) meses, ou multa.

Dano Qualificado

Parágrafo único – Se o crime é cometido:

Inciso III – contra o patrimônio da União, Estado, Município . . . (Alterado pela L-005.346-1967)

Eu, no gozo dos meus direitos à *cidadania, peço ao Ministério Público Federal a apuração das responsabilidades.

*SE INTERESSAR POR TUDO O QUE É DE TODOS (Carlos Augusto Ayres de F. Britto, é membro da Academia Bras.de Letras Jurídicas, foi Pres.do STF, também foi Pres. do TSE, é Pres. da Comissão Especial de Defesa da Liberdade de Expressão da OAB e membro da Academia Sergipana de Letras).

*fiscalização, controle, cobrança, denúncia, representação, queixa e acionamento do poder judiciário.

JORDANIA