Se já não bastasse a bagunça que reinou na nossa cidade durante a gestão do Governo de Todos, visivelmente, após o último pleito eleitoral, em que o candidato patrocinado pela máquina pública obteve insucesso, as coisas só fizeram piorar. Com relação aos muitos terrenos públicos, que foram usados como uma espécie de “moeda de troca”, aparentemente, o “enterro está voltando”.
No Centro Comercial o ínfimo regramento ocorrido nos últimos oito anos, pela atual administração, nas últimas semanas, pós-eleição, caminha, literalmente, na direção da lata do lixo. À volta desordenada dos ambulantes para os passeios públicos – calçadas – nos mais variados ramos de atividade, é um dos exemplos de que o prefeito Elias Lira “sumiu”.
Se após a reforma da Praça Dom Luis de Brito os foliões vitorienses que brincavam ao som do trio elétrico ficaram impedidos de circular pelo tradicional percurso carnavalesco, sob o pífio argumento de que eles poderiam depredar o referido logradouro público, atualmente, a também reformada Praça da Restauração – conhecida como “Praça do Jacaré” – está servindo de “depósito de colchão”, sem o menor problema e sem aquele alardeador “cuidado todo”: para não dizer MENTIROSO.
Elias, na campanha eleitoral de 2008, dizia que iria promover uma cidade “bem administrada”, face à bagunça que a mesma se encontrava na, então, gestão do Governo Que Faz. Hoje, próximo de deixar o poder e depois de passar oito anos “chupando o caldo doce da cana”, certamente, está trabalhando para deixar o mesmo “bagaço” que encontrou (ou ou pior), sobretudo, no que se refere ao comercio informal da Avenida Mariana Amália.































































