E a nossa cidade se lascando…

Se já não bastasse a bagunça que reinou na nossa cidade durante a gestão do Governo de Todos, visivelmente, após o último pleito eleitoral, em que o candidato patrocinado pela máquina pública obteve insucesso, as coisas só fizeram piorar. Com relação aos muitos terrenos públicos, que foram usados como uma espécie de “moeda de troca”, aparentemente, o “enterro está voltando”.

No Centro Comercial o ínfimo regramento ocorrido nos últimos oito anos, pela atual administração, nas últimas semanas, pós-eleição, caminha, literalmente, na direção da lata do lixo. À volta desordenada dos ambulantes para os passeios públicos – calçadas – nos mais variados ramos de atividade, é um dos exemplos de que o prefeito Elias Lira “sumiu”.

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Se após a reforma da Praça Dom Luis de Brito os foliões vitorienses que brincavam ao som do trio elétrico ficaram impedidos de circular pelo tradicional percurso carnavalesco, sob o pífio argumento de que eles poderiam depredar o referido logradouro público, atualmente, a também reformada Praça da Restauração – conhecida como “Praça do Jacaré” –  está servindo de “depósito de colchão”, sem o menor problema e sem aquele alardeador “cuidado todo”: para não dizer MENTIROSO.

Elias, na campanha eleitoral de 2008, dizia que iria promover uma cidade “bem administrada”, face à bagunça que a mesma se encontrava na, então, gestão do Governo Que Faz. Hoje, próximo de deixar o poder e depois de passar oito anos “chupando o caldo doce da cana”, certamente, está trabalhando para deixar o mesmo “bagaço” que encontrou (ou ou pior), sobretudo, no que se refere ao comercio informal da Avenida Mariana Amália.

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O palanque em Vitória também vai rachar em 2018………

Passados poucos mais de trinta dias das eleições municipais as movimentações, aos olhos dos eleitores, cessaram. Mas isso não quer dizer que a temperatura na cabeça dos atores políticos, sobretudo no comando dos grupos, arrefeceram.

Correntes ideológicas hegemônicas no país, cada qual ao seu estilo, expõe e tentam disseminar  números, dados e informações para reforçar suas posições. Por outro lado cientistas políticos, alguns deles  à serviço dos financiadores ocultos, procuram minimizar o raciocínio lógicos em detrimento aos  interesses dos patrões. Tudo isso, faz parte do eterno jogo do poder.

Em Pernambuco o PSB, partido do governador e do reeleito prefeito da Capital, Paulo Câmara e Geraldo Júlio, respectivamente, venceu a batalha da vez. Manteve-se absoluto no Estado. Mas em função da falta de um quadro político com dimensão nacional, face ao precoce e repentino desaparecimento do ex-governador Eduardo Campos, a sigla continua sofrendo de uma espécie de “anencefalia reversível”.

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Com interlocução na estância maior da agremiação partidária, mas sem espaço na província, o advogado Antônio Campos, neto de Arraes, tal qual a Marília (de mesma carga genética), em função da derrota sofrida na recente disputa pela prefeitura de Olinda, parece que não vai querer abrir mão do seu quinhão, no espólio político deixado pelo avô, em favor do sobrinho,  João Campos, filho de Eduardo e Renata, antecipadamente, ungido  para ser “o cara” nas eleições 2018.


Se as insatisfações se aprofundarem e a turma do “deixa-disso” não entrar rapidamente na parada, para reverter à situação, certamente, as forças alternativas do estado irão, legitimamente, se aproveitar e procurarão recompor os espaços, antes, sob seus domínios e que lhes foram subtraídos pelas inúmeras variantes  da macro e micro política.

Mesmo faltando dois anos para as eleições gerais (2018) e sem ao menos  os recém-eleitos prefeitos haverem tomado assento, nas suas respectivas cadeiras, em Brasília, a Operação Lava-Jato e seus desdobramentos será o fio condutor do próximo desenho geopolítico nacional.

Já no nosso torrão, Vitória de Santo Antão, maior cidade da Zona da Mata, dificilmente as três maiores forças políticas marcharão com o mesmo candidato a governador, como ocorreu na última eleição, em 2014. Os partidos dos quais Elias Lira, José Aglailson e Henrique Queiroz fazem parte já estão se alinhando, nacionalmente, numa sintonia que, inevitavelmente, não caberia no arco de aliança do atual governando Paulo Câmara,  candidato à reeleição. Claro, com a exceção do seu próprio partido (PSB).

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Portanto, possivelmente, em 2018, na Republica da Cachaça haveremos de ter uma disputa mais “animada”, como antes, quando os deputados estaduais locais, concorrendo em coligações diferentes,  disputavam, verdadeiramente,  os votos dos nativos, pois, para quem não sabe, em 2014, quem votou em Joaquim Lira, ajudou Aglailson Junior. Quem votou em Aglailson Junior, ajudou a eleger Henrique Queiroz e quem sufragou o voto no deputado Henrique Queiroz,  ajudou eleger o Joaquim Lira. Ou seja: estavam todos no mesmo barco. Estavam todos na mesma corda de caranguejo, como bem diz os pernambucanos.

Moisés Sales: “tomei uma atitude indigesta. Hoje, eu não tomaria (….) Joel Neto ficou chateado, com razão”.

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Dentro do propósito de reviver um pouco da história do “Praça Futebol Clube”, sob o olhar do seu eterno “camisa 10”, Moisés Sales, recentemente, gravamos  um vídeo onde o mesmo relembrou um pouco do desenvolvimento dos,  então,  “garotos  da Praça”,  hoje,  todos coroas –  com mais de 55 anos.

Pois bem, após a surpreendente participação no torneio infante juvenil, onde o então “Time da Praça”, foi campeão sem marcar um gol sequer,  em 1968 (veja aqui), até a metade da década de 70, os meninos continuaram disputando partidas amistosas, torneios e campeonatos diversos.

Em 1979, nesta ocasião,  os meninos já adultos com mais de 20 anos, continuaram disputando campeonatos locais. Contou-nos o Moisés Sales, que por ocasião de uma “injusta” atitude de um árbitro, contra a equipe do Praça, que custou uma vaga na semifinal do campeonato, o grupo resolveu retaliar o time da PITÚ, coordenado, á época, por um dos maiores desportistas da nossa cidade, o amigo Joel Neto. Em função da referida atitude, a equipe  representante  da  indústria de alimentos CATIVA, levou vantagem e acabou  avançando no campeonato.

Se referindo ao conturbado processo, quase quarenta anos depois do episódio, confidenciou o amigo Moisés  Sales ao blog do Pilako, : “houve um problema, que eu tomei uma atitude indigesta. Hoje, eu não tomaria (….) Joel Neto ficou chateado, com razão”. Veja o vídeo:

Instituto Histórico da Vitória celebra os 150 anos da Imprensa Antonense.

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Conforme anunciado, na noite da sexta (04) o Instituto Histórico e Geográfico da Vitória, sob o comando do professor Pedro Humberto Ferrer de Moraes, seu presidente, reuniu a imprensa local para celebrar a passagem dos 150 anos da publicação do primeiro jornal da terra dos antonenses, exaltando, evidentemente, a figura proeminente do Antão Borges Alves.

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Foi na bucólica Vitória de Santo Antão de 1866 – precisamente no dia 05 de novembro –  que surgiu “O Vitoriense”, primeiro veiculo de comunicação da nossa cidade e o sexto do interior de Pernambuco a ganhar forma. Vitória de Santo Antão, ao longo dessas últimas quinze décadas, possivelmente foi a cidade do interior do Nordeste Brasileiro a editar mais título de jornal. Algo em torno de 225 títulos.

O evento ocorrido na “Casa do Imperador”, na última sexta (04), foi bastante concorrido. A professora Fátima Santos coordenou o evento. A mesa principal dos trabalhos foi composta pelo presidente da casa, professor Pedro Ferrer, pelo empresário Alexandre Ferrer e pelos jornalistas Arijaldo Carvalho e José Edalvo. Este último, diretor proprietário do Jornal da Vitória, coube a tarefa de ser o palestrante oficial do evento.

Portador de uma memória privilegiada o jornalista José Edalvo, atualmente com trinta e sete anos ininterruptos na arte da pena, foi extraordinário na sua intervenção oral. Além de mergulhar na história da imprensa local, relembrando vultos, títulos e fatos também elencou pessoas que foram importantes na sua carreira, muitas das quais já na morada sem volta, assim como parabenizou os jovens talentos que sugiram com a sua imprescindível orientação,  na nobilitante tarefa de escrever e fazer história. Não esqueceu, porém, na pessoa do diretor do Engarrafamento PITÚ, Alexandre Ferrer, de reconhecer no comércio e na indústria local, nessas últimas quinze décadas, à mola propulsora da imprensa, no que diz respeito à construção, ao desenvolvimento e à manutenção de todo esse Patrimônio Material e Imaterial que repousa impávido nos arquivos do nosso Instituto Histórico.

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Após o recebimento da certificação expedida pelo Instituto Histórico, aos que atuaram e ainda atuam na imprensa escrita da Vitória, para marcar à celebração da história do antonense Antão Borges Alves e todos aqueles que atuaram na imprensa local, mais dois oradores – Arijado Carvalho e Cristiano Pilako – se revezaram ao microfone. O professor Pedro Ferrer mandou servir um coquetel, ao mesmo tempo que foi cortada a fita inaugural de uma exposição, contendo as mais variadas publicações da imprensa local.

Durante o evento, aproveitei para gravar pequenos depoimentos de alguns colegas da imprensa, realçando o momento único. Lissandro Nascimento, Arijaldo Carvalho, Marcus Prado, José Edalvo e Ronaldo Sotero, foram os escolhidos. Veja os vídeos:

Fechando o evento comemorativo o presidente do Instituto Histórico, professor Pedro Ferrer, avaliou a festa  como muito positiva. Fez referência ao rico acervo da casa e, em tempo dos jornais online, arriscou um palpite para o futuro do jornal impresso. Veja o vídeo:

“A Câmara deve fazer seu presidente, independente da interferência do Poder Executivo”. Disse o vereador Mano Holanda.

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Em um encontro casual no Pátio da Matriz com o vereador eleito Mano Holanda aproveitei para parabeniza-lo pela expressiva votação, no recente pleito, e também gravei um vídeo onde o mesmo faz um pequeno “balanço” da campanha, da sua votação assim como  na perspectiva da nova gestão do Poder Executivo e da configuração no comando da Casa Diogo de Braga, a partir de janeiro de 2017.

Aproveitou também, o experiente edil, através do Blog do Pilako, para pedir o seu “muito obrigado” e agradecer aos 2.697 eleitores que sufragaram seu nome nas urnas. Oportunamente, em nome do decano da imprensa local, João Álvares, parabenizou toda imprensa vitoriense, pelos seus 150 de atuação. Veja o vídeo:

6ª edição da Feijoada da ABTV comemorará os 20 anos de fundação da entidade.

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Faltando pouco mais de cem dias para a maior festa do Brasil – Carnaval – assim como o mais tradicional folguedo popular da República da Cachaça – Vitória de Santo Antão –  na manhã de ontem (03) aconteceu a primeira reunião dos diretores da ABTV – Associação dos Blocos de Trio da Vitória – com o diretor da marketing do Engarrafamento Pitú, Alexandre Ferrer, visando a efetivação da 6ª Feijoada da ABTV que ocorrerá no dia 28 de janeiro, no Restaurante Gamela de Ouro.

Diferentemente das outras edições, onde a entidade cuidou em homenagear pessoas que se destacaram nas mais diversas áreas do carnaval vitoriense, em 2017,  para reforçar e marcar o aniversário dos 20 anos de fundação da instituição,  a 6ª Feijoada da ABTV irá condecorar todos os membros das diretorias dos últimos vinte anos.

Como sempre, o Engarrafamento Pitú, na pessoa do também carnavalesco e folião Alexandre Ferrer, manteve seu imprescindível apoio logístico e financeiro aos projetos apresentados pela ABTV. Desde já, contudo, para nós da ABTV, o carnaval já começou!!!

Praça Futebol Clube: Moisés Sales conta como tudo começou…

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Por ocasião de um vídeo gravado com o amigo Zé Ribeiro, que foi postado aqui no blog e que servirá de conteúdo para o segundo livro Apelidos Vitoriense, o mesmo revelou uma das facetas vivenciada por um grupo de jovens,  que depois veio se formalizar no contexto do “Praça Futebol Clube” e Clube Carnavalesco “ A Praça”.

Sobre o referido vídeo, disse-me o então famoso “camisa 10 da Praça”, Moisés Sales: “Pilako, eu assisti o vídeo de Zé Ribeiro e fiquei muito emocionado. Tudo verdade. Quem levava a radiola com os discos para a calçada da Igreja da Matriz, era eu. Fizemos muitos quadros do “QUAL É A MÚSICA?”,  naquela época a gente  imitava  o programa de Silvio Santos”.

Pois bem, no feriado de “finados”, ocorrido na última quarta (02), bati um alongado papo com o amigo Moisés Sales, onde o mesmo contou-me várias histórias envolvendo a “Turma da Praça”. Sugeri, inclusive, que  gravássemos  uma serie de vídeos (ele aceitou) contando os muitos fatos daquele período que compreendeu o final dos anos 60 até a metade dos anos 90.

Como ponto de partida para os registros que serão feitos, doravante, questionei  sobre o inicio do time da Praça. Como tudo começou. Disse-me Moisés que nos primeiros anos da segunda metade da década de 60, muitos garotos, inclusive ele, se reuniam no Pátio da Matriz para jogar bola. À época de chão batido. Tudo começou, de fato, em 1968.

Segundo Moisés, foi o desportista vitoriense que se chamava  Seu Antônio da Cobal, então presidente da Liga Vitoriense, que, ao promover um torneio de futebol infanto-juvenil, no Campo do Dique, despertou o interesse da turma que bati pelada na praça, participar pela primeira vez de um jogo de futebol de campo. Isso ocorreu em fevereiro 1968.

Sem nenhuma experiência em futebol de campo e com um padrão de camisa alugado,  disputando no modelo “mata-mata”, o time dos meninos foi empatando os jogos sem gols e ganhando nos pênaltis. Segundo Moisés os destaques nas penalidades foram o goleiro Nau (filho de Seu Badinho do Leão) e Misso de Mané Maques. “Nau pegou tudo e Misso foi o cara”. Disse Moisés Sales.

Para surpresa de todos, inclusive dos próprios, o então incipiente Time da Praça sagrou-se campeão do Torneio Vitoriense Infanto-Juvenil, sem marcar um gol sequer. Com muita festa e animação o grupo, ao regressar ao Pátio da Matriz, deu uma volta triunfal na Praça, empunhando o troféu de campeão. Este, portando, foi o inicio do Praça Futebol Clube que começou em 1968 e seguiu até o inicio da década de 80 (82\83) e que depois também chegou a participar do carnaval vitoriense, inclusive com alegoria. Veja o vídeo:

Entrevista com o vereador eleito, Edmilson de Várzea Grande.

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Na manhã de hoje (04) recebi na nossa redação o vereador eleito Edmilson de Várzea Grande. Confesso que este foi o meu primeiro contato formal com ele. Durante a campanha eleitoral, recentemente encerrada, falou-se muito na liderança exercida por sua pessoa, na comunidade de Pirituba e adjacências. Liderança esta, que foi transformada em votos nas urnas.

Nesse nosso primeiro contato, confesso que gostei do seu jeito sincero e transparente. Ao falar da sua nova condição (parlamentar) demonstrou certa inquietação, pois é visível sua vontade de acertar, para não decepcionar os muitos que nele acreditou.

Disse-lhe também que, a partir de agora, será obrigado a fazer escolhas e muitas vezes terá que contrariar algumas pessoas. Aproveitei para alerta-lo,  dizendo-lhe que os seus verdadeiros amigos são os seus eleitores  e  que  o objetivo principal do seu mandato deverá  atender pelo nome de “Pirituba e adjacências”. Disse-lhe também que na política esses “novos amigos”, hoje tão “preocupados” com ele, é apenas para usa-lo, feito cana de açúcar, e depois jogar o bagaço fora.

Aproveitei sua presença para gravar um vídeo. Entre outras coisas, o mesmo falou da sua fé inabalável em Deus, da sua infância difícil e dos problemas da sua comunidade, tais como: Falta da água, falta remédio e ambulância, assim como estradas para o homem do campo. Veja o vídeo:

Augusto Cesar: um artista completo, no claro e no escuro!!

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Falar dos predicados musicais do afamado e querido cantor romântico, Augusto Cesar, é ser redundante e repetitivo. Augusto, na qualidade de artista popular, tem o cheiro do povo e sabe se adaptar às mais diversas situações. Na sua mais recente apresentação no Restaurante Varanda do Tadeu, aqui na Vitória, ocorreu um apagão elétrico no bairro. Ele, por sua vez, não deixou a peteca cair e continuou cantando apenas com o acompanhamento da bateria. Para ajuda-lo, já que estava bem próximo, acionei o flash do celular para ilumina-lo e, após alguns minutos, resolvi gravar aquele momento inusitado. Pois bem, eis que registrei, acredito, uma cena nunca antes vivida pelo veterano cantor Augusto Cesar, ou seja: gravei-o interpretando um dos seus maiores sucesso  – “Escalada”-  no escuro e no claro. Veja o vídeo:

Governo de Todos: também fracassou nessa área….

Em uma rápida circulada pelo bairro do Jardim São Pedro, na direção da Bela Vista, na manhã de ontem (03), fiz vários registros fotográficos que bem demonstram que nossa cidade, efetivamente, É UM GRANDE CURRAL – aliás, no sentido mais amplo da palavra.

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Em um dos momentos fomos obrigados a parar o veiculo para  que uma vaca atravessasse  a via – como se estivéssemos na Índia. O animal, com um par de chifre amolado, até “encarou” uns estudantes que caminhavam, como se não estivesse gostando da presença deles por perto.

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Mais adiante, outra vaca pastava pela calçada. Cavalos também foram avistados às margens da rua. Contudo, não resta dúvidas que na questão da fiscalização e recolhimento dos animais de grande porte,  nas ruas da cidade, a gestão do Governo de Todos também FRACASSOU.

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Prefeito Elias Lira: Diogo de Braga merece respeito!!

Levando-se em conta que o Brasil é um jovem País de pouco mais de 500 anos nossa cidade, Vitória de Santo Antão, nunca esteve tão próximo de completar a incrível marca de 400 anos de história.  Foi o português Diogo de Braga que saiu lá da Ilha de Santo Antão, localizada no Arquipélago do Cabo Verde – também então Colônia de Portugal – para junto com sua família fundar o Povoado de Braga – primeiro nome do nosso torrão.

Pois bem, foi em cima das atividades agrícola e agropastoril que a comunidade abençoada pelo Glorioso Santo Antão desenvolveu-se e ficou afamada como importante entreposto comercial da Província de Pernambuco.

Foi entre a segunda metade do século XIX e à primeira metade o do século  XX, não mais como Vila de Santo Antão –  elevada à categoria de cidade a partir de 1843 –  que a cidade começou a ganhar monumentos para homenagear seus vultos, nas mais diversas áreas.

Entre as várias e importantes comemorações,  ocorridas em 1926, para marcar o tricentenário de fundação da cidade cujo prefeito, à época, era José Horácio Carneiro Leão, institui-se uma comissão de renomados membros da sociedade local para criar, planejar e executar diversas  atividades, dentre as quais a inauguração da Praça Diogo de Braga.

Passados noventa anos e depois de várias reformas, reparos e consertos eis que o prefeito Elias Lira (2016), na reta final da sua pífia e medíocre administração, resolveu dá uma nova feição à referida praça, investimento nela quase cem mil reais (R$ 100.000,00).

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Com pouco mais de um mês de reinaugurada, recentemente, estive perambulando por ela (praça). Com relação à restauração do monumento não precisa nem ser  um curioso para detectar que o serviço ficou mal feito. A placa fixada no mesmo, com 90 anos de existência, não recebeu sequer um polimento ou mesmo uma pintura para “acender” o que já estava escrito. Ou seja: FIZERAM UMA PREACA.

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Apesar de não ser nenhum técnico na área,  achei algo desproporcional nos bancos, fixados na mesma. Os refletores e algumas barras de ferro parecem ter sido confeccionadas com materiais recicláveis, o que não chega ser “um crime”  desde que constasse no projeto original, o que certamente não foi o caso. Já com relação às caixas coletoras de lixo, parece-me que já estão quebradas ou já foram colocadas de “segunda mão”, uma vez que arames estão adornando as mesmas.

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Para encerrar, contudo, espero que em 2026 (se Deus permitir), quando estivermos comemorando os quatrocentos anos de fundação da nossa polis possamos voltar à histórica praça para relembrarmos o feito do nosso Diogo de Braga sem que sejamos obrigados a encarar tanto descaso, desrespeito e “sabedoria” com o dinheiro público.

“Não irei decepcionar”: disse o vereador eleito Jota Domingos.

Na tarde da terça (01),  ao caminhar pela Centro Comercial, encontrei o amigo comunicador e agora vereador eleito, Jota Domingos. Aproveitei para parabeniza-lo pela vitória nas urnas assim como provoca-lo – no bom sentido da palavra – no que diz respeito ao desempenho do seu mandato parlamentar. Na ocasião o Blogueiro Lissandro Nascimento também participou do bate papo.

Entre outras coisas,  disse Jota Domingos: “eu tive 1842 votos, graças a Deus e o povo eu cheguei, estou muito feliz. Não irei decepcionar”. Com relação à sua postura no legislativo, disse ele: “será de cobrança ao executivo em favor do povo”. Já com relação ao seu trabalho na imprensa local, desempenhado há décadas, será mantido  paralelamente  com a nova função. Confirmou  Jota. Ao final do nosso bate papo, onde gravamos um vídeo, aproveitou para agradecer a todos os eleitores. Veja o vídeo:

Espaço Gamela de Ouro: NOTA DE ESCLARECIMENTO

NOTA DE ESCLARECIMENTO: Diante dos inúmeros boatos surgidos após o incidente ocorrido no show na noite de ontem, o Espaço Gamela de Ouro vem informar que TODAS as medidas cabíveis de segurança foram tomadas para a realização do evento e que absolutamente NINGUÉM saiu da casa de shows com qualquer tipo de ferimento. Lamentamos profundamente o encerramento prévio de um dos Shows, mas, foi para evitar um incidente maior. Lamentamos também o fato de pessoas que usarem um espaço festivo e privado para provocar confusão, justamente quando deveriam dar exemplo de comportamento e civilidade. E da mesma forma que os boatos inverídicos se espalharam pelas redes sociais, esperamos que os amigos, parceiros e clientes nos ajudem a esclarecer a verdade, agradecendo desde já a compreensão de todos.

Professor Beto é um ESPETÁCULO!

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Para os antonenes que já passaram do meio século de vida e que eram chegados a um “rala-bucho”, certamente, falar do conjunto musical VR7 – Vitória Ritmo Sete – é uma delícia. Eu, particularmente, lembro, apenas, de algumas apresentações uma vez que a mesma (banda)  surgiu praticamente quando eu nasci e encerrou suas atividades ainda na minha adolescência.

Vitória Ritmo Sete, entre outros, foi composto por: Sinha, Zé Maria, Beto, Caçula, Duda da Passira e Castelo. A banda teve praticamente duas décadas de vida. Segundo informações, surgiu em 7 de setembro de 1967 e foi até o ano de 1985. Aqui na Vitória o VR7 fez de tudo. Abriu grandes espetáculos, aniversários, matinê nos salões menos recomendados e etc.

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Um dos seus componentes, Beto –  também conhecido por ‘Beto Catatau” e “Professor Beto”- na tarde dos sábados, com sua guitarra,  produz  do que de melhor existe em termo de música. De maneira humilde, solícita e pedagógica o Beto, apesar das muitas primaveras, continua aquele mesmo jovem que “ganhou o Mundo” e fez-se entender, do outro lado do atlântico, através das cordas da sua guitarra pelo idioma universal da música. Indiscutivelmente, o Professor Beto, É UM ESPETÁCULO!! Veja o vídeo:

Lourinaldo Junior solicitou o asfaltamento da Estrada de Natuba.

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Conforme noticiou o Jornal da Vitória, em sua mais recente edição, o PMDB local, que tem como presidente o empresário Alexandre Ferrer, cumpriu agenda junto ao vice-governador do Estado, Raul Henry, para reivindicar melhorias para municipalidade.

Na qualidade de vereador eleito e mais votado do partido nas últimas eleições, Lourinaldo Junior solicitou o asfaltamento da Estrada de Natuba. “Além de ser importante via de escoamento da nossa produção agrícola, a mesma liga a Zona Oeste da cidade à BR 232.” Justificou o jovem edil.

“Esta é a melhor maneira de retribuir o voto e a confiança de 2.431 eleitores, mas reconhecendo também o nosso dever de trabalhar por toda a população vitoriense”. Acrescentou o vereador eleito Lourinado Junior.

Carlos Americano é o “cara do xadrez”.

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Recentemente aconteceu IX Memória de Xadrez Miguel Arraes. O tradicional evento esportivo ocorreu na Capital pernambucana, no Hotel Jangadeiro. Da nossa cidade, Vitória de Santo Antão, na qualidade de participantes, os irmãos Carlos Americano e Zé Junior marcaram presença. Na oportunidade os conterrâneos também conversaram com o presidente da Confederação Brasileira de Xadrez, Darci Lima. Americano, como é mais conhecido, é uma espécie porta-voz da nossa polis, no que diz respeito à modalidade.

Pátio da Matriz: “hoje tem espetáculo?”

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Na Vitória de Santo Antão dos nossos antepassados o Pátio da Matriz era o local escolhido pelas companhias circenses para armar a lona. Ainda segundo os livros que contam um pouco do nosso cotidiano, os animais “selvagens” –  atração maior dos antigos circos – logo viravam o “xodó” da cidade, muitos deles sendo rebatizados pelas crianças com simpáticos apelidos.

Aqui, assim como nos filmes do gênero, também aconteciam romances dos nativos com os artistas do circo. Os pais das moças donzelas redobravam a vigilância nas crias. Os espetáculos em pleno Pátio da Matriz quebravam a rotina da cidade e atraia pessoas da mais variadas localidades, afinal, Vitória, assim como hoje, era cidade grande.

Pois bem, na noite de ontem (30), ao registrar um “homem que cospe fogo” na Praça Dom Luis de Brito,  imediatamente lembrei dos artigos que me revelaram à relação dos vitorienses com os circos na Vitória de Santo Antão de antigamente. Veja o vídeo: